Mostrando postagens com marcador Filmes e Series. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Filmes e Series. Mostrar todas as postagens

O que eu quero ver 7ª temporada de The Walking Dead

outubro 21, 2016

Antes de começar esse post eu preciso dizer que: pode conter spoiler das HQS de TWD. São coisas que vi na HQ e que quero que aconteça na nova temporada (não necessariamente que vai acontecer). Então, estejam avisados para não reclamar depois que clicar no "leia mais".

A morte do Glenn
Eu sei, eu sei. Eu também adoro o Glenn, porém não consigo imaginar outro personagem morrendo no lugar dele na série e principalmente um personagem que cause tanto impacto (a não ser que seja o Daryl, né). Quando eu li a edição em que ele morre fiquei muuuito mal mesmo e imagino como será vendo isso na tv no próximo domingo. 

Um bate papo entre Negan e Carl
Carl chega em um ponto em que decide ele mesmo ir acabar com Negan, mas obviamente não da muito certo. Ao invés de Negan fazer algum mal ao garoto eles mostra o local onde esta sua comunidade e mostra como as pessoas vivem lá, além de ter uma conversa com o menino. Eu considero, pelo menos até o ponto em que li da HQ, um detalhe muito importante para o desenvolvimento do garoto que como os fãs podem perceber tem melhorado ao longo das temporadas, mesmo que ele ainda seja infantil (e convenhamos, ele é uma criança ainda).

Shiva
Bom, pelo menos uma das coisas que eu quero eu posso dizer que esta confirmada, né? Eu sempre imaginei como seria a Shiva na série e só pelo trailer eu já fiquei OMG!!

A Guerra
Porque né, já que os zumbis quase não aparecem na série que seja pra ter guerra entre esses seresumaninhos. 

Maggie sendo uma líder
A 6ª temporada deu alguns indícios de que eles tem grandes planos para a Maggie e eu espero que realmente aconteça de ela se tornar líder de Hilltop (sem o Glenn kkk).

Bom, é mais ou menos isso que eu quero ver da temporada nova e se uma ou duas coisas acontecer eu já vou ficar feliz. 

Precisamos falar de Supernatural

setembro 23, 2016
Tenho certeza que eu não sou a única hunter aqui. Supernatural já tem 11 anos, e mesmo com altos e baixos se mantém firme, graças ao trabalho impecável da produção que ao longo dos anos sempre se mateve unida como uma familía nos proporcionando momentos e temporadas maravilhosas. Tudo começou lá em 2005, com um piloto de tirar o fôlego e uma primeira temporada memorável. 

Quem não lembra da famosa cena da Mary no teto em chamas e o Sam,bebezinho vendo tudo? Super me lembra Harry Potter. E então começava uma das melhores séries de todos os tempos. O criador Eric Kripke, desenvolveu a série por 10 anos antes de lançar. No original era um grupo de jornalistas que viajariam por todo país em busca de fatos sobrenaturais,bem estilo Scooby- Doo, porém, sempre rejeitavam, até que ele se encontrou com produtores da CW, que gostaram da ideia, mas nem tanto e pediram para que ele reformulasse a história e colocasse uma carga mais emotiva, mais família e ai nasceu o formato que conhecemos hoje, obrigada CW <3
 O nome inicial da série, que apresentariam os jornalistas era Unnatural, e a cada curiosidade dessa, eu amo mais a CW, porque Jesus amado, era tenso. Dean e Sam se chamavam, Sal e Dean Harrison em homenagem ao romance On the Roadde Jack Kerouac. Mas logo Sal virou Samuel (Sam) , já que Sal não era o melhor nome para o personagem principal mas Eric Kripke, queria manter Harrison como sobrenome dos irmãos, fazendo referência ao ator Harrison Ford, e o diretor, queria que Dean tivesse a mesma ousadia e imprudência de Han Solo. Porém isso não foi possível, já que havia um Sam Harrison, morando no Kansas, e por razões legais o sobrenome dos personagens foram alterados. Winchester surgiu pelo interesse do diretor na mansão Winchester Mystery House, na Califórnia, que é considerada assombrada. Outro problema foi com o nome do pai dos irmãos Winchester, primeiro foi pensado para ser Jack, porém, já havia um Jack Winchester residente também no Kansas. Então, Jack tornou-se John e nasceu a família Winchester. Amém CW! 

 A série tinha sido encomendada até a 5° temporada, mas ela estava fazendo tanto sucesso que eles resolveram atender o pedido dos fãs e prolongar, e é nas duas próximas temporadas que a série caiu de qualidade, porque eles já tinham fechado a história principal e precisavam encontrar uma carga pessoal de fundo para que a série se mantivesse bem. Só na 8° temporada a série voltou com todo o gás do começo, e de lá pra cá só temporada foda. Supernatural é uma série que fala muito de família, de laços pessoais e isso se mantém até hoje. Umas das coisas mais lindas é que o elenco, os produtores e todos os envolvidos são como uma família de verdade, já que ninguém foi substituído desde a primeira temporada, e essa união passa para as telas e para os fãs. Um dos motivos por eu amar tanto Supernatural é que os produtores realmente preocupam com os fãs, e sempre tem fan service, e episódios comemorativos. Já teve um episódio inteiro em homenagem aos fãs, 10x05 - Fan fiction , uma clara referência as fanfics de Supernatural. Chorei muito ! 

Foram 11 anos na estrada com os Winchesters e a baby ( impala 67 do Dean ), lutando contra dêmonios, amando e odiando os anjos, entrando em uma relação de amor e ódio com o Crowley, porque não têm como não amar Mark Sheppard e seu sotaque maravilhoso, e pegando o Cass pra criar porque ele é um terceiro Winchester, e como o Dean sempre fala, ele já é da família. A trilha sonora da série é um dos pontos mais altos que existe, porque é só rock , maioria clássicos e como não cantar Carry on my wayward son do Kansas em toda season finale?!. Eu poderia ficar aqui pra sempre falando da minha série favorita ever, mas acho que já deu pra contar um pouco dela. A 12° temporada estréia nos EUA em Outubro agora, e  na Netflix tem as 10 primeiras, legendado e dublado. Se você não é fã ainda, o que tu ta esperando locx? Só vem, a família é grande! 




POSTADO POR LOLA

CRÍTICA: O FABULOSO DESTINO DE AMÉLIE POULAIN

setembro 14, 2016

Quem nunca parou e pensou : "Cinema francês é muito chato, e só quem curte são aqueles cinéfilos cult". Eu mesma admito que são raríssimos filmes franceses que me agradaram, até eu assistir esse.O fabuloso destino de Amélie Poulain é uma comédia romântica despretensiosa, mas ao mesmo tempo, desde o princípio você consegue ver a identidade do filme em cada cena.

Na verdade ele tem muito de seu diretor, o maravilhoso Jean-Pierre Jeunet que é muito famoso por seus filmes de ficção bem sombrios como Delicatessen, Alien, Ladrões de Sonhos e de sombrio Amélie não tem nada. A história começa desde o nascimento da Amélie, até sua infância conturbada e monótona para alguém que sempre foi a frente de seu tempo.Ela sempre foi obrigada a brincar e conviver sozinha já que seus pais eram bem neuróticos e super protetores. Até que ao atingir maioridade, ela vai morar sozinha e um certo dia sente a vontade de ir atrás do dono de uma caixinha que ela encontrou em sua casa, então ao encontrá-lo e ver que ele se emociona ao reencontrar seu brinquedo de infância, Amélie percebe que pode fazer mais pelas pessoas. E é ai que ela entra num mundo só dela onde todas as pessoas possuem uma história e merecem ser feliz. O filme possui uma fotografia maravilhosa e simples ao mesmo tempo, o que o diretor explora muito.

A mente criativa de Amélie é bastante explorada e isso dá uma cadência incrível para o filme que já é clássico. Basicamente o filme nos ensina que as melhores coisas da vida são os pequenos detalhes dela. E não sei vocês, mas um filme que tem um propósito de ensinar algo merece ser visto e revisto e comentado e várias coisas que eu ficaria a noite toda aqui descrevendo. Como um bom filme de romance, o principal não falta, mas não é nada forçado, ou algo que vemos em filmes americanos e que a gente logo pensa que aquilo jamais aconteceria daquele jeito no mundo real. O título dele não poderia ser melhor, porque realmente o destino de Amélie é fabuloso e imaginavelmente possível de acontecer. Os atores são maravilhosos mas a Audrey Tatou brilha forte, trazendo uma Amélie romântica mas nada ingênua, uma Amélie sonhadora ( até demais) mas muito pé no chão. E como possuir essa bipolaridade singular? Só assistindo pra você sentir. Ele explora as sensações humanas, então eu poderia ficar horas aqui e não conseguiria passar o que ele é. Mas o mais importante é que ele merece ser visto. È daqueles filmes que você não dá nada quando começa e depois dá um lugarzinho no seu coração só pra ele. E tem sutilmente a quebra da quarta parede ,e se você já se estava apegado ao filme, quando isso acontece você se sente um personagem importante de lá. E a sensação é muito amor. Assistam esse filme fabuloso porque não existe palavra melhor que o descreveria tão bem. 


POSTADO POR LOLA

CRÍTICA: XOXO

setembro 07, 2016
Esse filme saiu semana passada na Netflix, e é um filme super novo e incrível!

Já começa que eu amei o nome porque super me faz lembrar de Gossip Girl , umas das minhas séries favoritas. O filme conta a história de um garoto chamado Ethan que tem o sonho de ser DJ profissonal.  Ele usa suas batidas junto com a voz da sua mãe  que sempre teve o sonho de ser cantora, e faz uma música e joga no youtube e a música viraliza fazendo com que ela fique muito conhecida no cenário eletrônico. O melhor amigo do Ethan, Tariq tem o sonho de ser empresário e se sustentar sozinho e passa a ajudar o amigo conseguindo que Ethan toque em um festival super grande de música eletrônica dos Estados Unidos. 
Nisso o filme vai mostrando todo o dia do Ethan até chegar na hora dele tocar no festival ao mesmo tempo que ele conhece outras 5 pessoas que começam a fazer parte da sua jornada.

O legal do filme é que ele não se concentra apenas no Ethan ou no Tariq, eles desenvolvem super bem os outros personagens secundários em um estilo super leve que não te faz enjoar de ver. Todos os personagens tem suas histórias e todos estão indo pro mesmo festival, XOXO mostra muito bem os bastidores da cena eletrônica, as dificuldades dos DJs novos e não mostra apenas o lado negativo de grandes festivais e a agitação, mas também foca nos romances, nas aventuras, nas sensações e desafios de quem frequenta e gosta disso. 

Os atores não são conhecidos mas são muito talentosos, e a fotografia do filme é muito linda. È puro neon, com uma trilha sonora que contagia mesmo e te faz querer ir na próxima Tomorrowland sem pensar no preço do ingresso. 

Mostra também o lado da galera super chapada desses festivais, e isso me incomodou um pouco porque as vezes mostrava isso como algo natural e super legal, o que eu acho que nem sempre acaba bem , pra quem curte festivais assim sabe do que eu estou falando, mas de resto é um filme bacana de assistir. Ele é baseado em uma história real do diretor e roteirista do filme e cumpre sua premissa. 
Muita gente vai estranhar a direção dele e os cortes de câmera, mas a proposta dele é justamente nos fazer imergir em um festival de música eletrônica onde tudo é muito intenso e se move super rápido. E eu gostei da sacada deles.  O filme está lá na Netflix, mas já tem na internet em sites piratas haha, o que é legal pra quem não tem Netflix e quer ver o filme. Então assistam e me contem o que acharam. 
                                                                            Xoxo :*
POSTADO POR LOLA

CRÍTICA: GOTHAM

setembro 01, 2016

  Essa crítica será das duas primeiras temporadas!
Gotham é uma série adaptada dos quadrinhos da DC Comics. E quando falo adaptada são poucas coisas, como os personagens, seus nomes, a cidade de Gotham, mas todas as histórias capitulo por capitulo é trabalho dos roteiristas. Ela conta e segue a vida do detetive Gordon na luta diária contra a bagunça, a corrupção e a sujeira que Gotham está se tornando. A série não é sobre o Batman, aliás ele ainda é só um menino órfão na série, nem sobre o próprio James Gordon, ela é sobre Gotham, e consequentemente tudo que acontece e nasce ali. Falando em nascimento, boa parte dos vilões do Batman ainda são pessoas comuns, a premissa dela é justamente acompanhar o ascensão dos principais vilões da galeria do Batman. Muitos vilões só ''nascem'' quando o Batman já é adulto então a série conta com alguns limites de desenvolvimento de personagens pra não esbarrar nas HQs e confundir a mente dos leitores de quadrinhos. 

Um dos problemas da 1° temporada é o formato '' 1 vilão por episódio '' que dependendo da quantidade de episódios que a série tiver, começa a desgastar os atores, e até os roteiristas que vão começar a ficar sem ideias. A série tem seus probleminhas mas foram concertados na 2° temporada que veio muito melhor que a anterior. De começo a série seria em estilo policial, estilo CSI acompanhando o detetive Gordon e o Bullock, nas ruas de Gotham junto com a GCPD mas alguns personagens foram fazendo tanto sucesso que passaram a ser recorrentes, que é o caso do Pinguim que ainda é o jovem Oswald Cobblepot, interpretado pelo Robin Lord Taylor que é maravilhoso e faz qualquer um apaixonar pelo personagem e muitas vezes torcer por ele. Confesso que adoro ele e torço. Outro que é incrível também é o Cory Michael Smith que faz o Edward Nygma (Charada) e interpreta com maestria o personagem nerd, que depois se torna um dos vilões mais icônicos do Batman. Os atores no geral são incríveis, o David que faz o Bruce e a Camren que faz a Selina Kyle ( Mulher Gato )  não deixam a desejar. Donal Logue faz um Harvey Bullock clássico como já estamos acostumados a ver nas HQs, e com seu senso de humor sujo que é o melhor do personagem. Alfred (Sean Pertwee) ganha uma versão muito parecida com a da Graphic Novel Batman: Terra Um, mais duro e ríspido mas com muita afeição por Bruce. 

A segunda temporada veio melhor e desenvolveu melhores personagens que deixaram de ser o vilão do dia e passaram a ter mais significância e tempo de tela. Veio também com vários arcos distintos de personagens e suas histórias e motivações e a luta incessante do Bruce para saber o motivo e o responsável pela morte de seus pais, e nisso tudo vai mostrando que Gotham está perdida, e que muitas coisas acontecem debaixo do nariz de todo mundo e ninguém faz nada. A fotografia da série é incrível inclusive já foi indicada a vários prêmios. Os diálogos são muito bons e se encaixam perfeitamente, a direção também rende fazendo Gotham ser a melhor série da DC em atividade na minha opinião.  A  terceira temporada estreia em Outubro agora e tem tudo pra ser incrível. Na Netflix tem as 2 temporadas completas então corre pra ver porque vão gostar. 

Antes de seus vilões e até mesmo do Batman , ali estava Gotham. 

POSTADO POR LOLA

Filme: Equals

agosto 22, 2016
Em uma geração onde distopia virou o foco de muitos filmes (e livros e etc) é quase impossível encontrar algum que tenha algo diferente do que as franquias famosas podem nos proporcionar: uma revolução. Não que eu esteja dizendo que esse é um aspecto negativo, longe de mim (eu até gosto); entretanto as coisas começam a ficar repetitivas, certo? Equals é um filme distópico voltado para o romance, focando muito mais seu enredo nos sentimentos de seus personagens do que na mudança da sociedade em si. Apesar de um tema mais adulto a descoberta dos personagens com as coisas tão comuns para nós, como o tocar das mãos, é algo extremamente... inocente, e também angustiante à partir do momento em que como expectadora eu me coloquei no lugar deles. Não consigo imaginar viver em um mundo onde olhar para alguém pode gerar desconfiança, o modo de conversar e o toque seja aquele mais carinho ou um simples aperto de mão.

Eu nunca fui uma pessoa "anti Kristen Stewart", apesar de achar que tem alguns filmes que ela fez que deixou a desejar, mas admito que ela é uma atriz que se encaixou muito bem no papel de Nia. E não digo isso pela falta de expressão da atriz que caiu como uma luva na personagem que devia fingir o tempo todo que não estava com "a doença" (sentimentos), mas também pela forma como ela expressa seus sentimentos com Silas ao longo da trama, a descoberta do amor em si e como isso se tornou tão intenso para ela. Apesar de não achar ela excelente nos momentos que exigem uma carga dramática maior eu também gostei justamente por não ser extremamente forçada. Nicholas é um caso à parte. Sempre gostei quando o vi em papeis mais dramáticos e que exigem algo mais dele e desta vez não foi diferente. Não me decepcionei e acho que pude sentir praticamente as mesmas coisas que ele, principalmente quando o filme vai chegando ao fim.

foto: google imagens
O filme tem referencias a clássicos da literatura distópica e sei que eu perdi alguns por não ter lido os livros, mas para quem leu 1984 (ou até mesmo viu o filme) vai notar de cara as semelhanças, assim como até mesmo Admirável Mundo Novo (falando aqui apenas dos que eu sei). Gostei bastante da fotografia e da paleta de cores usadas, principalmente nas cenas onde eles começam a se descobrir as escondidas. Aquele azul maravilhoso, com as sombras e todo aquele desfoque me deixou tipo com os olhos brilhando, sabe? O cenário é excelente e combina muito com o clima que o filme quer passar, com tudo muito neutro e pratico, casas funcionais e locais de trabalho sem interação com os outros.

Dica para o final de semana para os amantes de romance e/ou de distopia. ;)

TOP 5 : FILMES DE BRUXAS DA SESSÃO DA TARDE

agosto 18, 2016
Top
by:lolaceratti
Eu sou apaixonada em filmes de bruxas, aliás sou fã de Harry Potter então o mundo mágico é muito importante para mim, pensando nisso decidi fazer esse top 5 de filmes que desde a nossa infância a Sessão da Tarde vem apresentando e reprisando para nós, amantes da magia.


1- Practical Magic – Da Magia à Sedução (1998)


Sandra Bullock e Nicole Kidman interpretam as irmãs Sally e Gillian Owens, que sempre souberam que eram diferentes uma da outra. Criadas por suas tias após a morte de seus pais, as irmãs crescem em uma casa que era tudo menos normal. Descendentes de feiticeiras elas começam a aprender a dominar seu dom com suas tias. Mas a invocação de feitiçaria das Owens também tem um preço – alguns chamam-lhe uma maldição: os homens que se apaixonam estão condenados a uma morte prematura. Agora, as mulheres adultas com personalidades muito diferentes, a tranquila Sally e a ardente Gillian devem usar todos os seus poderes para lutar contra a maldição da família e um enxame de forças sobrenaturais que poderiam tirar todas as vidas do clã Owens.
Eu amo esse filme, quem não ama qualquer coisa feita pela Sandra Bullock?



Para descontrair: Girls in the House

agosto 17, 2016



Há umas duas semanas eu vi um povo comentando no Twitter sobre Girls in the House e fiquei boiando achando que se tratava de uma nova série americana que eu estava perdendo; Então logo depois vi vários prints de meme da série sem saber até que alguém me explicou que Girls in the House é simplesmente uma série postada no Ytube feita com The Sims 4. Estranho? Eu também achei. Mas com aqueles prints engraçados eu não poderia deixar de ir assistir e tirar minhas próprias conclusões. E não é que eu adorei?

foto: facebook girls in the house

Nossa, mas pra que indicar isso? Uai, simplesmente porque é uma série super divertida e quando a gente vê coisa boa temos que indicar para as pessoas, né?

Eu sou uma pessoa que não se da muito bem com comédias. Tanto é que séries do gênero eu só assisti Friends, HIMYM e assisto The Middle atualmente e mesmo assim são séries que me divertem mas não arrancam de mim risadas. E foi isso que aconteceu com GITH: eu ri muito. E mais do que rir eu também me identifiquei com as personagens. Duny é a mulher brava, agressiva e fala muito palavrão (loira da foto acima), mas também é uma super amiga; Alex já é a bobinha e aquela que todos tiram sarro mas é super fofa. Tem a Honey, que é legal mas não me identifiquei muito. E ao longo dos episódios novos personagens foram surgindo e MEU DEUS o que é a Ingrid?? Sério, eu espero que ela tenha um destaque maior na terceira temporada porque ela é muito engraçada ainda não superei uma cena que ela se joga no chão.

A série é bem original, o próprio criador criou a trilha de abertura e fez todos os personagens e etc etc. Não é uma super produção, obviamente, mas diverte muito quem assiste e os episódios passam tão rápido que você nem percebe. Então se tá sem o que fazer, se tá na bad ou se simplesmente quiser só rir dê play e seja feliz.

CRITICA: Esquadrão Suicida

agosto 11, 2016
O que falar desse pudinzinho de filme não é mesmo? Avisando que poderá ter SPOILERS , então se não quiser saber detalhes, não prossiga ! Mas espero que prossigam porque quero vocês aqui comigo <3

Resumindo, o filme nos foi apresentado lá em 2014 na Comic Con de San Diego e foi uma loucura só. Pensa bem, pegar a galeria de vilões do Batman, do Flash e etc e transformar em filme, na época a idéia era genial. Atores anunciados, direção e roteiro com David Ayer, e ai veio o choque, porque Ayer não é acostumado com blockbusters ( filmes com alto valor finaceiro, bem populares, ou seja filmes pra cultura pop), mas tudo bem , vamos dar uma chance pro cara porque ele vinha de Corações de Ferro,  o cara não era qualquer um. E ai começaram a lançar trailers pra caramba, com uma pegada deliciosa animando todo mundo com o caminho que estava levando o universo DC nos cinemas, finalmente iriam acertar dessa vez e ... NO!  
  O filme vendido nos trailers e o filme lá do cinema, não são o mesmo. Com as criticas de Batman vs Superman, a Warner, decidiu refilmar partes do filme, por estar ''sombrio demais''.. vilões são sombrios, vilões são o mal em pessoa gente, como assim Warner ?.    Sombrio demais, era uma das criticas feitas a BvS que na época concorria diretamente com Capitão América- Guerra Civil, e bom sabemos que a Marvel a anos vem acertando em todas suas produções, (menos o novo Quarteto Fantástico medonho feito pela Fox) que tem muito alívio cômico, deixando o filme mais agradável para todas as idades. Só que a Marvel possui um universo de vilões e heróis muito menos dramático e sombrio que a DC, isso é fato. Homem Aranha e Homem de Ferro, os maiores heróis da Marvel seja nos quadrinhos ou no cinema, são a prova disso, possuem suas cargas emocionais fortes mas a todo momento lançam piadinhas e diálogos amenos para o público se divertir mais. O maior herói da DC, o Batman, é trevoso e vive na escuridão de Gotham, O erro da DC/Warner é querer imitar a Marvel na sua abordagem nos cinemas, já que seus heróis e vilões não dão espaço pra isso, Agora de fato, começando a explicar Esquadrão Suicida.

PONTOS FORTES 

Não vamos colocar a culpa no marketing do filme, foram incriveis, pegaram um filme que ninguém dava nada e o tornou o filme mais aguardado do ano. O design é lindo, as artes gráficas são um encanto, é tudo muito original, colorido, atrativo. A Warner com toda certeza está ganhando muito com produtos licenciados do filme, porque na moral, são lindissimos. Arlequina, ( Margot Robbie ), o que falar dessa atriz, pegou uma personagem foda de se fazer e a representou fielmente, louca, frágil, forte em alguns pontos, mas sempre, pra esconder sua situação abusiva pelo pudinzinho, o Coringa! Pistoleiro, ( Will Smith ), dispensa apresentações, Will é foda, realmente entrou no personagem,e nos fez gostar de um personagem que nos quadrinhos é muito boring - chatissimo e carregou o filme nas costas boa parte do tempo.  Amanda ( Viola Davis), é maravilhosa e era mais malvada que os próprios vilões. Trilha sonora é 10/10, só de ter Eminem, e Panic at the Disco em um cover magistral de Bohemian Rhapsody do Queen, já ganhou nossos corações, realmente a escolha das músicas foram acertadas.Apresentação dos personagens no começo do filme é uma aposta arriscada e que deu certo, com artes lindas, os personagens foram apresentados com uma ficha técnica que de começo te ajuda a conhecê-los, já que muitos vilões não são tão famosos do grande público. Figurino e design estão empatadíssimos, referências ao passados dos vilões também, no caso da Arlequina foi de encher os olhos de água.  

 PONTOS FRACOS 

Eita ! Agora lá vem, marketing enganoso né, tranformaram sim algo de, nada em tudo. Mas aquela decisão de refilmar acabou com os trailers lançados no começo ,com o filme vendido a nós, e no final, decepção. O roteiro é fraco! Você tem a galeria de vilões do BATMAN, são vilões que metem medo no trevoso, gente, os caras pegaram os '' piores dos piores'' e os transformaram em vilões em redenção mesmo antes de terem sido vilões. È como se eles buscassem perdão antes de pecar. Um erro nos apresentar vilões e nos obrigar a todo momento , muitas vezes nos diálogos, nos fazer ter apreço por eles. Diálogos desnecessários, que não encaixam. O filme é corrido, pegaram 2 filmes e juntaram em 1, quando você está pegando o jeito e a cadência, ele muda tudo e você fica .. What ?!. 
Desperdício de personagens que seriam incríveis se bem aproveitados. Katana aparece pouco, sua história é jogada as traças. Em uma história de um time de pessoas, todos devem  ter espaço certo? Sim, mas não é isso o que eles acham. Esquadrão Suicida é Pistoleiro e Arlequina, e o resto são secundários, o que te faz perder a fé no '' esquadrão''. A Marvel faz vilões ruins ( tirando o Loki ) mas esse olha ...  não dá. Pra ser o vilão dos vilões do Batman , tinha que ser fodástico, tinha que ser sanguinário, botar medo no mundo e com um arco bem convicente do por que ele estava fazendo o que fez. O filme é pop , vai te fazer rir as vezes, mas na maioria do tempo não , porque as piadinhas começam a perder a graça, já que são forçadas, o filme é descompassado, como BvS, que você fica meio perdido as vezes, tem pontas soltas que você não vai conseguir entender assistindo uma vez só, nem 5. Montagem do filme é ruim, cortes inesperados, a trilha sonora é incrivel, porém mal aproveitada, eles usam a música pra falar do personagem ao invés de criar uma profundidade pra cada um, um arco mesmo que rápido, e quem não fala inglês, vish ..  

We need to talk about Kevin  Joker ! O Coringa não é o melhor Coringa de todos os tempos como anunciavam, mas não vou falar que é o pior porque ele tem pouquíssimas cenas, mesmo tendo carregado nas costas o marketing do filme. Jared Leto disse que gravou muita coisa, nas cenas deletadas podemos ver cenas valiosas que poderiam ter aumentando a nota do filme, mas deletaram, o motivo? mudança de tom do filme como falei. Tinham cenas do relacionamento abusivo dele com a Arlequina que são muito importantes pra história dela e dele, eles não são um casal, nunca foram, não pra ele, mas a insanidade dele mexeu com ela a ponto de uma mulher forte se tornar em uma frágil moça louca que se permite ter um relacionamento abusivo. Analisando o que nos foi dado do Coringa, ele é de longe o palhaço insano, que quer caos e não se importa com ninguém.  No filme ele até se importa com a Arlequina,é playboyzinho, é psicopata mas não ameaça nem um pouco.Ele não é o foco do filme, por isso não precisava de muitas cenas, mas as poucas deveriam ter sido fodas. Ele está mais para um jovem que quer ficar loucão nas drogas e no $$$. Pena que o Coringa não é assim, ele não liga pra dinheiro ou carros, ele só quer ver o circo pegar fogo. Ou seja erraram feio no arco do Coringa, roteiro e direção. 
Agora nos resta esperar Liga da Justiça e Mulher Maravilha pra ver se finalmente a DC/Warner vai acertar porque já está ficando feio.

POSTADO POR LOLA


Faça uma maratona: Stranger Things

agosto 05, 2016

Alô, meu povo! Resolvi fazer a segunda edição do "faça uma maratona" pois sim e também não queria fazer uma review da série. SIM, senhores. Estou falando de Stranger Things, a nova série da Netflix que já ganhou o coração de muuuuita gente (e o meu).

Eu vi algumas semanas antes da estreia que a Netflix iria lançar sua primeira série de suspense e como adoro o gênero fiquei mega curiosa, entretanto eu não assisti a nenhuma trailer e nem dei atenção para as imagens promocionais e quando a série finalmente saiu eu ainda demorei uns quatro dias para começar assistir e nesse meio tempo é óbvio que eu vi muuuuita gente falando da série no Twitter, o quanto é boa e etc. Mais do que convencida um dia acordei cedinho e maratonei (só oito horas, gente). Se valeu a pena? Claro que sim. Entretanto se você não tem curiosidade, ou nem tinha ouvido falar em que mundo você vive? vou falar aqui alguns motivos para você assistir.

imagem retirada do google imagens
Mistério, suspense e... aventura
Pode ser que algumas pessoas acreditem que a série tenha algo de terror e horror, entretanto isso não ocorre. Stranger Things é muito mais voltado para o suspense do que qualquer outra coisa; até porque seus protagonistas são crianças e o clima da série tem até um "q" de aventura. É um fato que a série lembra muito (e de fato foi inspirada) por clássicos dos anos 80. Como eu disse eu não tinha nenhuma informação sobre a série antes de assistir e nos primeiros dois episódios eu lembrei muuuuito de E.T., mas o filme ainda remete a muitos outros da época que eu, infelizmente, ainda não assisti mas agora acabei ficando extremamente curiosa (como por exemplo Os Goonies e Conta Comigo).

Anos 80
A série, de fato, se passa nos anos 80, mas mesmo que a data não fosse mostrada ao expectador ainda sim seria extremamente óbvio. Seja nas roupas, nos jogos, nas crianças com suas bikes (e cara, quando eles começaram a correr com a bike gritando eu lembrei muito daquela cena de IT em que eles estão fugindo de Pennywise), na trilha sonora (AQUELA TRILHA SONORA ), enfim... tudo na série remete aos anos 80 e como eu sei que muita gente ama os 80 anos e tudo dessa época para que não assistir uma série que trará esse clima de nostalgia?

Amizade
É bem claro que um filme ou série que contém um grupo de crianças tenha o tema amizade. Entretanto eu achei a forma como eles abordaram a amizade entre as crianças na série maravilhosa e também estranha... Pois por mais que eu soubesse que eles são apenas crianças eu também conseguia imaginar facilmente um grupo de amigos já adulto passando por aquela situação da mesma forma que eles. E não digo isso para dizer que eles quiseram deixar as crianças maduras, ou algo do tipo pois não é isso nem de longe; mas é que a situação é tão fantástica que qualquer adulto poderia ter aquelas atitudes, aquele sentimento de tristeza pela perda de um amigo, a necessidade de resolver o problema, e o mais legal de tudo: os debates entre eles.  Eu me pegava rindo de quando eles tinham alguma discussão, do quanto Lucas era o mais cético e às vezes até chato, e Dustin? Sério, um dos melhores personagens mirins de todas as séries. 

Não da medo
Eu conheço vocês, leitores e leitoras do meu blog, portanto eu sei que essa é uma afirmação necessária já que a maioria de vocês não curte nada que dê medo e tudo mais. Podem assistir tranquilamente que a série não da medi nenhum hahaha no máximo um sentimento de curiosidade tão grande que faz o coração até acelerar, mas vale a pena eu garanto.

Além de tudo o elenco é maravilhoso, por mais que tenha lá cinco crianças eles são excelentes e Millie Bobby Brown, que interpreta Eleven/Onze, é simplesmente maravilhosa. É sério... Eu acho que eu nunca vi uma atriz tão nova e tão talentosa, o que ela faz ali não é para qualquer um e às vezes nem adultos conseguem. O elenco conta também com Winona Ryder, que nem de longe é uma das minhas atrizes favoritas então não vou comentar nada sobre ela ahushahosi mas sei que muita gente a adora, portanto... ;)

Não deixem de me contar o que acharam. ♥

FILMES VINTAGE: Chocolate

agosto 04, 2016
Chocolate é um filme delicioso, e desculpem o trocadilho, mas não acho outro adjetivo que combine tanto. O filme de 2000 é aclamado pela crítica e na época ganhou 5 indicações ao Oscar. O filme é simples, tudo se passa em um pequeno vilarejo e o forte dele é a história. Aquele típico filme francês, apaixonante e que te leva a reflexões absurdas, mesmo ele tendo simples combinações.

Chocolate conta a história de Vianne e sua filha,espíritos livres, que não se prendem a nada e que vivem se mudando de um lugar para o outro, até pararem em um pequeno vilarejo conservador no meio da época da quaresma.Vianne então abre sua Chocolateria , o que é visto como afronta a Igreja, somando que ela não é de frequentar missas, um hábito frequente dos moradores de lá. E ai a história vai se desenrolando entre a luta do prefeito ditador e conservadorista em fechar a loja e a luta pessoal de Vianne em fazer as pessoas da cidade a se abrirem mais e a deixarem de ser escravas das doutrinas impostas pela Igreja e o prefeito. Vianne aos poucos se torna modelo de liberdade, e de fé nas pessoas, ela mostra que a felicidade está nas pequenas coisas, e cada personagem parece trazer dentro de si esse mesmo sentimento, porém reprimido.

Cada personagem tem um tom que no final se completam, cada um tem seus problemas pessoais e a chocolateria não é só uma loja de chocolate, muitos vêem a loja como um antro do mal , do desejo reprimido que vive instalado na cidade. Em meio a várias histórias contadas de forma simples e perfeitamente encaixadas ,Chocolate introduz mensagens que são passadas brilhantemente e que com toda certeza, te agradará no final. Mas e o Johhny Depp ? Ele é um cigano que chega na cidade e como sempre é mal visto pela cidade conservadora. O personagem dele é envolvente, é gentil, é amorzinho como só o Johnny Depp consegue fazer. Aliás ele é meu ator preferido então se eu puxar muito o saco, ignorem. O filme é tocante, é lindo , tem uma fotografia meiga e singela, atores incriveis, romance e muita história. Eu super indico o filme , tem na Netflix e é um amorzinho.

Comentem o que acharam , se já assistiram ou não . Vêm <3

POSTADO POR LOLA

Série: Underground

agosto 02, 2016
Eu dificilmente gosto e acompanho uma série. É necessário muitos artifícios para me prender, muitos mesmo. Eu não queria ser assim, eu queria gostar de todas as séries pra poder acompanhar loucamente como fiz em Demolidor, Agent Carter, Marco Polo, e os doramas que são infinitamente muito mais. Então quando encontro uma série que eu realmente ame, tenho que falar sobre ela. 


No primeiro episódio de Underground eu já tive aquele feeling poderoso de arrepiar os pelos do braço e nos fazer enlouquecer. Na verdade, já na sinopse essa série me pegou. Sempre quis ver e ler algo sobre escravos que não fosse essas coisas pesadas e dramáticas e tristérrimas que já vemos por aí. 

Acho justo começar pela trilha sonora. Não sou a expert em trilhas sonoras que conhece todas as músicas de todos os filmes, não é assim. Acontece que por amar descobrir a música perfeita, eu amo trilhas sonoras. Mas aqui em Underground, o que é isso? É nessa série que vi em ação o efeito que uma boa música tem. A fotografia da série é maravilhosa, o roteiro, mas a trilha sonora... nunca tinha visto algo assim. E isso me marcou da mesma forma que Game of Thrones é marcado pelas mortes. E, detalhe; por ser uma série sobre negros, todas as músicas são cantadas por negros, todas as músicas têm um ar de periferia e protesto, e... não poderia ser mais perfeita. Por eu sempre ter querido ver algo tão representativo assim, definitivamente Underground superou todas as minhas expectativas. A série é maravilhosa, gente, mas a trilha sonora fez mais que a sua parte. 

Noah. Ah, Noah. Um herói negro e escravo que sempre quis ver em ação. Personagens negros que sempre eu quis ver em ação. Uma heroína negra que sempre quis torcer e acompanhar. Ideais que merecem ser restaurados. Memórias que têm que ser relembradas sempre e sempre e sempre. Noah é um escravo da fazenda Macon que é trago de volta depois de uma fugida, onde ele conhece outro escravo que lhe dá um mapa para a liberdade. Noah acredita na liberdade. Quando ele volta para a fazenda, ele faz os outros escravos também acreditarem na liberdade. E então ele começa a convocar algumas pessoas escolhidas a dedo. Ninguém que possa atrapalhá-los e que seja capaz de resistir e para isso que seja forte o bastante. Noah é forte, forte do tipo forte mesmo, e não tem medo de nada, de nenhuma dor e punição e tortura. E ele é incrível!

Rosalee não é como os outros escravos do campo, ela nasceu, cresceu e trabalha dentro da casa Macon. Embora para os outros escravos isso pareça favorecimento, ela não se sente dessa forma e nem está livre dos maus tratos. Rosalee, Rosalee. A representatividade com que nos vemos nos cabelos indomáveis dela e na sua cor e na sua luta. Foi uma boa experiência para mim. Rosalee me lembrou o que era amar e torcer para uma personagem.

Por fim, temos os casais Hawkes. Um advogado irmão do fazendeiro Macon, abolicionista, e Elizabeth, sua mulher, que apoia totalmente a sua causa. Sabem como é, né. Ele não poderia ter feito o que fez se sua mulher não fosse capaz de fazer o que fez. Acolher escravos fugitivos em sua casa e se arriscar a ser presa e a tantas outras coisas horríveis por pessoas que ela ao menos conhece? E então um boom. Dois. Três. Uma menininha escrava bate na sua porta e Elizabeth se vê nela como o filho que jamais teria. E ela luta por isso. E ela se arrisca por um amor filial que pode levar a sua morte. 

Existe várias descobertas, reviravoltas, bocas abertas, porque, algumas coisas realmente eu não esperava. Underground me surpreendeu do inicio ao fim, e embora eu me revoltando com algumas coisas, elas por sua vez foram as culpadas por eu colocar Underground no pedestal dos pedestais.

POSTADO POR VIVIANE L. RIBEIRO

Vamos falar de The Flash ?

julho 21, 2016
Oi oi meninxs tudo bom ?! Vamos falar dessa série que mal comecei a ver e já  amo.  Eu realmente demorei pra ver The Flash, não por não gostar do personagem, que é um dos meus favoritos da DC, mas pelo tempo, já que minha grade tem umas 300 séries.  Mas aí  senti a necessidade de assistir, até porque, eu como fã de HQ, não posso deixar uma adaptação dessa passar. Comecei a assistir e terminei as 2 temporadas em 2 semanas. #OMG
Resumindo, Barry é um garoto que vê sua mãe ser morta na sala de sua casa por vultos vermelhos e amarelos que se movimentam na velocidade da luz, fazendo com que seu pai vá preso pelo suposto assassinato da esposa, já que ninguém acreditou que vultos supersônicos fossem verdade. 


Ele então é adotado pelo detetive que investiga o caso da sua mãe , passando a morar na casa de Joe  West e sua filha Iris, que é coleguinha de escola de Barry, anos se passaram e Barry agora é um CSI dos bons  de Central City , trabalhando junto com seu  pai adotivo na delegacia da cidade. Mas uma noite, o acelerador de partículas da STAR Labs ( um laboratório científico muito importante da cidade) explode, causando muito estrago e criando meta-humanos, ou seja humanos com super poderes e Barry é um deles. Barry então fica em coma muitos meses e quando volta, já é o Flash. Aos poucos ele vai descobrindo seus poderes e como  eles poderiam ajudar pessoas. Durante o dia ele é um CSI e a noite ele é o Flash.  Barry é muito inteligente,  mas  seus amigos da STAR Labs são muito mais, Cisco Ramon,  Dra Caitlin Snow e Dr Wells trabalham no laboratório e ajudam Barry com suas novas responsabilidades e formam o Team Flash, enquanto Flash está na rua, os três estão no laboratório ajudando Barry a se sair melhor em cada confronto com os bandidos e meta- humanos do mal, que o acelerador de partículas criou. A série é derivada de Arrow, já que o Flash só iria aparecer em um episódio da série. A recepção foi tão boa e o Grant Gustin foi tão bem na sua atuação, que decidiram criar uma série própria , e hoje ela é melhor que Arrow. Ela possui muitos pontos fortes,o primeiro é o Grant Gustin que interpreta o Flash, ele é um ator incrível, e te conquista no primeiro espisódio, e se você nunca ouviu falar, ele fez o Sebastian Smythe em Glee, ele também é cantor e dançarino profissional. O segundo ponto positivo são os personagens secundários que são fortíssimos e muito bem explorados e construidos, você se apega a cada um deles. O trio Caitlin, Cisco e Barry são o novo trio de ouro de Harry Potter, a química deles é incrível e o Cisco é o melhor personagem da série. Ele é um gênio na engenharia mecânica e constrói qualquer coisa, com o melhor humor já visto. Ele sempre solta uma referência em suas falas , principalmente de filmes. Já teve referências de Star Wars a Harry Potter com direito a erguer varinha e gritar '' Expecto Patronum ''.  Os vilões são únicos, fazia muito tempo que eu não via vilões tão cativantes e maus como nas 2 temporadas de Flash.

A galeria de vilões do herói é extensa nos quadrinhos e se prepare pra ver isso na série. È uma série que em minutos, tudo pode mudar, já que muitas das vezes o Flash trabalha com o tempo. Durante a primeira temporada, Barry trabalha duro pra encontrar o assassino de sua mãe e soltar seu pai da cadeia. Na segunda ele já sabe quem matou, mas novos vilões entram na história pra acabar com tudo e com todos a sua volta. A série tem romance, tem humor, tem muito drama e muitas vezes te faz chorar, enfim é uma série completa. Ela também é boa porque quem é fã de HQ vai gostar , mas quem nunca leu vai curtir também já que ela não exige que a pessoa que está assistindo saiba a história dos quadrinhos. Então assista The Flash , na Netflix tem a 1° temporada, e na internet tem a 2° temporada , com direito a episódios em HD. A 3° temporada estréia nos EUA dia 04 de Outubro pela The CW e conta com novos personagens, novos heróis como o Kid Flash e novos vilões, ah e o Tom Felton nosso Draco Malfoy, será o mais novo amigo de Barry. Alguém duvida que a série é boa mesmo ?!

POSTADO POR LOLA

Filme: Rua Cloverfield, 10

junho 27, 2016
Então fui tomada pela curiosidade e decidi assistir Rua Cloverfield, 10; após tantos comentários e criticas que acabei vendo por ai ao longo do último mês (um pouco mais, não lembro quando estreou). Provavelmente eu sou uma das poucas pessoas que não tem o mérito de dizer que assistiu Cloverfield - Monstro então não fiquem esperando que eu vá ser dessas que ara teorias ou comparações sobre o universo de um e outro e etc etc.

De fato esse é um daqueles filmes que qualquer coisa que eu falar poderá acabar sendo um spoiler, mesmo que você não perceba em um primeiro momento. Mas juro que irei me esforçar ao máximo para não soltar nenhum (eu sou boa nisso). Até porque, geralmente, eu pouco falo sobre a história do filme. E bom, o filme é isso que você provavelmente viu por ai seja em trailer ou em comentários em blogs, sites e tudo mais: Uma garota que sofre o acidente de carro e quando acorda está em um abrigo subterrâneo com dois homens, e um deles (o mais assustador) lhe diz que ar do lado de fora está contaminado. Mas só isso? Sim. Todo o restante da trama se desenvolve com base nessa premissa e no medo de Michelle (a tal garota) desses homens, principalmente de Howard (que é um homem com algumas atitudes estranhas e que pode botar medo em qualquer pessoa).

O principal mérito do filme fica por conta do suspense em que ele carrega, pelo menos até o último ato. Todos os medos que Michelle sentiu ao longo da história eu acabei sentindo também. É bem estranho isso, não sei se acontece isso com todos os expectadores ou com todas as mulheres que assistem ao filme mas eu acabei ficando muito desconfortável ao longo do filme principalmente me imaginando na situação da moça. A curiosidade para saber o que é verdade e o que é mentira é o que mais prendeu a minha atenção e todas as surpresas que o filme vai revelando cada cena. Sabe quando você acha que tá vendo o filme de boa e entendendo tudo e de repente fica whaaaaaaaaat?, pois saiba que é mais ou menos isso que acontece com este filme. Eu não acho que nenhuma pessoa que o tenha assistido tenha achado óbvio as revelações ao longo da trama. Talvez o final, mas este é um caso a parte.

Imagem retirada do Google
O filme não é confuso e tem um final bastante satisfatório. Para quem não gosta de finais abertos pode ficar tranquilo que não é o caso deste filme; Confesso que esse era meu receio quando fui assistir. Mesmo eu gostando deste aspecto eu senti que com este filme eu acabaria ficando perdida ou sem entender muita coisa, mas não foi o caso. Outro ponto positivo, na minha opinião mais do que a própria fotografia, foi a trilha sonora. Aquela primeira cena do filme me deixou com uma prévia do que viria no restante do filme, com uma sensação de angustia e desespero. Vale a pena assistir.

Série: iZombie - 2ª Temporada

junho 24, 2016
Olar! Resolvi falar hoje um pouco sobre a segunda temporada de iZombie mesmo não tendo falado sobre a primeira aqui (quando assisti acho que ainda não tinha o blog). Não vai ter spoiler da primeira temporada e de nenhum episódio da segunda. Vou só falar minhas impressões e o que eu espero da terceira temporada. Podem ler sem preocupação.

Eu quase desisti de iZombie. Quando comecei assistir; Achei a série bem bobinha e tive a impressão de que ela não abordaria nada de interessante, que seria apenas uma série policial com o diferencial que sua protagonista é uma zumbi. Ainda bem que eu insisti mais um pouco e vi que estava um relativamente enganada sobre isso. Não que a série não seja uma série policial com uma zumbi, porque é; Mas também é divertida e não trás aquela carga dramática que a maioria das séries do gênero levam ao expectador.

foto: google imagens
O que a primeira temporada teve de introdutória a segunda ganhou de narrativa. Agora, além do problema de ter que se acostumar com a vida de uma zumbi e suas relações com família e amigos, Liv precisa se preocupar com problemas maiores envolvendo toda a comunidade zumbi de Seattle. Reflexo disso é que a maioria dos casos resolvidos na temporada tinham alguma relação com Blaine, Max Ranger e o novo vilão: Sr Boss. Entretanto o pecado nesta temporada ficou na relação entre Liv e sua família (mãe e irmão) que não terminou muito bem na temporada anterior e começou pior ainda nesta. Achei estranho eles não abordarem isso, mas espero que façam na próxima. Mas o que pecou com o relacionamento familiar acertou no relacionamento com os amigos. Liv conseguiu resolver todas as suas pendencias com Major e Peyton.

Assim como toda série com vários episódios durante a temporada em algum momento a coisa ficou estagnada, poucas coisas significantes aconteceram de verdade; Mas como eu assisti todos os eps de uma só vez a sensação não durou muito tempo, entretanto imagino que para quem acompanhou semanalmente deveria esperar mais surpresas e ação durante alguns episódios em que o foco eram apenas diversão ou um mistério que não segurava por muito tempo a curiosidade.

amo todos e irei protege-los ♥
Não da para falar muito o que eu quero/espero da terceira temporada sem dar spoiler, mas estou bem ansiosa para ela depois daquele final. Ele não chegou a ser tipo o mais surpreendente de todos, mas é algo que qualquer pessoa que curte zumbis espera e como a série, até então, não tinha esse aspecto vai ser algo bem diferente. 

Para quem não sabe se deve ou não assistir, bom eu preciso dizer que sim: assista izombie. No inicio pode ser um pouco chatinha, mas as coisas vão se desenvolvendo ao longo da primeira temporada e quando chega na segunda... ♥. Enfim, dica para o final de semana. Beijos.

Filme: The DUFF

junho 20, 2016
Se tem uma coisa que eu posso chamar de guilty pleasure são esses filmes clichês adolescentes sobre bullying e romance inesperado. Eu gosto desse tipo desde que era criança e via os filmes teens dos anos noventa na Sessão da Tarde, entretanto conforme os anos foram passando acabei ficando enjoada deles, apesar de ainda adorar aqueles dos anos 90. A impressão é de que a maioria são todos iguais e são e nunca tem nada diferente para mostrar ao público e não mostram, mas eis que resolvi assistir ao tão falado The Duff em um final de semana qualquer na Netflix e me surpreendi. Não que ele seja o diferentão, cheio de novidades e tudo mais. Ele muito me lembrou Ela é Demais e, definitivamente, a atuação de Mae Whitman é inspirada em Amanda Bynes, portanto da para ver algumas nuances de Ela é o Cara.

foto: google imagens

É um filme divertido e que pode tirar algumas risadas do expectador. Ele não é uma comédia teen que foca no bullying, apesar de estar presente. A definição de DUFF é Designated Ugly Fat Friend (amigo(a) designado(a) gordo(a) e feio(a) em tradução livre) e Bianca é a DUFF do seu grupo de amigas. O que a história tenta mostrar é que qualquer pessoa pode ser a DUFF de um grupo, independente de ser a feia ou a gorda ou a estranha ou a perigótica ou sei lá mais o que. Até a garota mais linda pode ser a DUFF. Entretanto, não saindo do clichê dos filmes teens a desajustada é Bianca (até da para perceber quem é ela na foto acima, certo?). Suas amigas não a usam como DUFF e mesmo assim após Wesley (o cara popular do colégio) falar que ela é a DUFF a garota começa a ficar paranoica com a definição e deseja mudar sua postura. Ela passa por umas situações engraçadas e que diverte o expectador e bom esse é um aspecto positivo do filme. Talvez ele não queira ser diferente dos filmes teens dos anos 90 ou qualquer outro na high school, mas somente mostrar novos conceitos e novas formas de bullying usando todos os clichês já conhecidos.

Okay, baseando-se nisso da para sacar que o filme tem aquela formula: Garota feia, garota feia quer mudar, garota feia se apaixona pelo popular, garota feia percebe que não deve mudar, garota feia tem final feliz. E okay, eu não vou negar e nem admitir isso aqui; O importante é que essa formula da certo. Talvez o unico pecado verdadeiro do filme sejam as atuações. Não gosto de Bella Thorne mas não posso negar que ela combina com o papel e acho ela muito... falsa nas atuações. Não sei a palavra correta, mas tem algo nessa atriz que me da aflição. E como disse acima Mae Whitman parece que se inspirou totalmente em Amanda Bynes para fazer o papel (eu não sei se ela é assim sempre) o que me incomodou bastante, pois eu amo as atuações de Amanda na época em que ela era sã. Eu não quero outra Amanda dos filmes teens, eu quero é outra atriz para poder olhar e dizer cara, essa menina é boa... vou assistir outros filmes dela e etc, saca? O resto do elenco tá bem okay... mediano. rs

Sei que o filme é baseado em um livro, porém eu não li a obra original e mesmo assim o intuito do post não é comparar um e outro. É um filme engraçado e divertido, se você procura um teen sem muito o que dizer vai acabar curtindo bastante.

Faça uma maratona: The Librarians

junho 17, 2016
Recentemente a Netflix {♥} liberou no seu catalogo a primeira temporada de The Librarians uma série de aventura do canal TNT. E hoje vou falar para vocês o porque essa série vale tão a pena ser assistida. Mas primeiro veja do que ela se trata:

A série se passa em torno da vida de quatro pessoas, sendo Eve Baird (a escolhida pela biblioteca para ser a nova guardiã) e Ezequiel, Cassandra e Jake que foram convidados a juntar-sem à Biblioteca para se tornarem os bibliotecários (entendeu o nome?), entretanto eles não foram escolhidos para ajudar Flynn Carsen (o atual bibliotecário).Flynn está à procura da Biblioteca (que se perde no tempo e no espaço durante o piloto), os quatro tornaram-se a nova equipe de Bibliotecários, a fim de resolver mistérios impossíveis, recuperar artefatos poderosos, e lutar contra ameaças sobrenaturais, especialmente as forças do Serpent Brotherhood, liderado pelo misterioso Dulaque.

  

A série tem tudo a ver com nós leitores

Pois é, como o próprio nome sugere a série conta com uma equipe de bibliotecários que devem proteger uma biblioteca, mesmo que ela esteja perdida. De qualquer maneira, a missão ainda é recuperar os artefatos desta biblioteca que geralmente são de histórias clássicas. Então não preciso dizer que a série tem muitas referencias de livros, certo? 

Aventura

Então é claro que eles acabam se aventurando em cenários improváveis e situações de risco. Por cada personagem ter sua própria personalidade a série fica muito mais gostosa de assistir e não cansa o expectador. A sensação de que tá sempre acontecendo algo é recorrente e muito boa. 

Personagens ♥

Cada personagem tem sua própria personalidade dentro da proposta da série e todos eles conseguem ser amados. É difícil escolher um favorito pois a cada episódio algo diferente é abordado sobre eles. Ezekiel é o mais novo e também mais engraçado, Cassandra é a fofinha e Jake é o cara mais machão mas que vai se demonstrando cada vez mais sensível. Eve é uma mulher com o esteriótipo durona e apesar de ser uma coisa ruim também se torna legal conforme ela vai demonstrando seu lado mais humano no decorrer da temporada. Flynn, apesar de ser bibliotecário ele não é recorrente na série o que é uma pena pois é um personagem muito divertido.

É derivada de um filme

Um não. Na verdade acredito que são três filmes. Sob o título em português de O Guardião os filmes mostram um pouco sobre como foram os anos de Flynn sendo o único bibliotecário. Achei bem legal a TNT lançar a série baseando-se na premissa do filme. Ainda não consegui assistir mas tá na lista (infelizmente não tem na netflix). 

Então é isso, pessoal. Para assistir a série basta clicar no link a seguir que vai direto para a página dela na Netflix [www]. 

Série: The 100

abril 04, 2016

Então eu assisti The 100 (THE CEM!! KKKK) e MEU DEUS DO CÉU porque eu não assisti isso antes? Eu não sei, mas tô me odiando (ou não, maratona é bem melhor). Mas enfim, antes de continuar eu vou dizer que: Eu só assisti a 1ª e 2ª temporada, então pelo amor de deus sem spoiler da 3ª temporada nos comentários caso você esteja acompanhando. Okay? Obrigada. Eu também não vou dar nenhum spoiler aqui, na verdade vou fazer só uns comentários sobre o que eu achei das duas temporadas que assisti mas sem revelar detalhes do enredo.

Na série acompanhamos cem adolescentes que são mandados para o planeta Terra a fim de testar se o planeta é novamente habitável para os seres humanos. Provavelmente algumas pessoas saibam, mas não vou explicar aqui o porque de aquele governo mandar os adolescentes para a Terra, visando que isso poderia causar a morte deles. Só essa parte já me deixou intrigada, mesmo sem ter tido tanta curiosidade assim sobre a série antes (e o livro então, sempre passei longe). Sentiu um clima de distopia? É, tem sim. É difícil saber onde termina a barreira do distopia e da ficção pós-apocalítica, mas acho que da para mesclar os dois nesta obra.

EU VEJO a série mais como uma forma de mostrar diferentes lados de uma mesma situação. Diversas vezes a protagonista é colocada em uma situação em que precisa tomar uma decisão e às vezes age pelo lado da razão e outra da emoção. Assistindo a série superficialmente essa atitude pode dar raiva, visando que eu mesma como expectadora tenho a minha opinião do que ela deveria ou não fazer (agindo eu assim com a razão ou com a emoção). É bem contraditório lendo assim, mas talvez ao assistir da para entender melhor o que eu quero dizer. Mesmo em duas temporadas e com poucos dias na Terra é muito perceptível a mudança e amadurecimento dos personagens ao longo dos episódios. O que geralmente causa raiva ou desconforto nos livros (não digo aqui os livros de The 100, mas outros YA do mesmo gênero) na série causa um certo alivio. A mesma Clarke do episódio um da primeira temporada não tomaria aquela decisão do episódio dezesseis da segunda temporada, mas sabe que o meio justifica os fins (haha sim, eu sei que não é assim mas faz mais sentido). Apesar de alguns aspectos a mocinha não se diferenciar das outras ela foge do clichê chato e bobo; e o melhor é que não apenas ela mas, ao meu ver, todos os personagens tem características marcantes que acabam deixando a série mais gostosa de assistir. Eu, particularmente, não gosto de personagens muito homogêneos e pacíficos, dependendo do tipo de série, e aqui temos vários adolescentes querendo chutar o pau da barraca, sabe o que eu quero dizer? Aquela coisa de foda-se é muito presente no inicio da série e é algo que me agradou bastante.


Um aspecto que também me agradou na série é a capacidade que eles tiverem de me fazer ficar nervosa a cada episódio, principalmente na segunda temporada. Sabe quando tu fica tão tensa assistindo uma coisa que da vontade de roer as unhas? Eu estava assim. Sentia meu corpo tremer de nervoso e raiva. Acho que algum tempo eu não pegava uma série que me causasse isso e sério... melhor coisa (ou não kkk).

Eu queria bem é falar mais e mais sobre a série, debater algumas coisas, maaaas ai vocês também precisariam ter assistido, né? D: Mas okay, vai lá assistir e depois tu volta aqui comentar UIAHUHAIUAOHUi brimks ♥

Bom, só quis compartilhar com vocês um tico de nada da minha experiencia com a série. Quando eu for falar da 3ª temporada ai o bicho vai pegar. :P

Conheça a série: F is for Family

março 09, 2016
Eis que eu precisava de algo curto para assistir enquanto arrumava minhas malas para a viagem de Natal e encontro a propaganda gigante na Neflix de F is for Family. Olhando assim você só pensa: É mais uma animação que mostra o cotidiano de uma família americana e blá blá blá, e bom... não deixa de ser verdade, mas o que difere é a qualidade (pelo menos para mim). Eu nunca fui muito de acompanhar esse tipo de série/animação, assistindo a episódios aleatórios de vez em nunca e pelo que percebo é que não existe uma linha do tempo a ser seguida. Já em F is for Family é importante assistir os episódios na ordem pois a temporada nos conta uma história e ela só fara sentido dessa forma. Eu adoro humor negro, sarcasmo, ironia e principalmente aquela ideia de que os Estados Unidos não é aquela perfeição como todo mundo gosta de acreditar e F is for Family trás tudo isso. O sonho americano dos próprios americanos na década de 70, o preconceito que vemos até hoje mas que sabemos que há alguns anos era muito pior, um filho que rejeita o pai, a esposa que dedica a sua vida a sua família mas tudo que quer é poder ter seu próprio emprego, o marido machista, entre outras coisas. Isso pode até dar uma raiva quando você deixa de ver pelo lado cômico da coisa toda, mas também serve como um grande exemplo de onde as coisas que vemos hoje em dia vieram (as ruins e as boas).

Frank é um pai de família que sofre pressão no trabalho e acaba descontando toda essa pressão em sua própria casa, onde ele acha que por ser o homem da casa tem o direito de mandar e desmandar. Seu filho mais velho por sua vez não lhe da o devido valor e bom, será que nós filhos podemos nos identificar com ele? Sinceramente eu me identifiquei muito com Kevin e percebi o quanto eu fui (e ainda sou um pouco) babacona com minha mãe. Os outros irmãos eu achei meio bléh, que como pode ver eu até esqueci o nome deles. São os mais novos e portanto seus dilemas tem algo diferente que acabei deixando para lá sem dar muita importância. Quem realmente se destaca bastante é Sue, esposa e mãe de família. Hoje em dia as coisas são diferentes, mas imagina nos anos setenta como era para uma mulher ter que viver aquela vidinha pacata só cuidado da casa e dos filhos? É bem triste ver a mulher se acabando em choro e conversando com o próprio cachorro por não ter nada para fazer em um dia que a casa fica vazia e me deu um ódio mortal quando a chance de um emprego aparece e seu marido resolve se intrometer na situação, pensando somente em seu próprio bem; Mas ela deu uma boa lição ao homem.

Fonte: Google Imagens
São apenas seis episódios de aproximadamente vinte minutos, portanto da para assistir em uma única sentada. As piadas tem uma grande quantidade de humor negro, então acho que não é recomendável para quem não gosta desse tipo de comédia; mas se você adora um dilema de família americana assista, afinal é original Netflix. 

Top 5: Séries favoritas

fevereiro 26, 2016
Top

Se tem uma coisa que eu adoro é série de tv. Antes de descobrir os livros de verdade eu era uma viciada em séries e fazia maratonas e mais maratonas. Hoje em dia tentando dividir meu tempo entre séries, livros e internet eu acabo deixando muita coisa passar e sempre fico atrasada nas que estão sendo exibidas até mesmo optando por assistir quando todos (ou grande parte) dos episódios já tenha sido lançados. Enfim, hoje vou contar para vocês quais são as minhas séries favoritas da vida inteira (afinal, sempre tem aquelas favoritas do momento).

5 - Pretty Little Liars

Infelizmente eu não posso evitar amar a famigerada Maldosas (risos com essa tradução). Eu gosto do mistério que envolve -A (mesmo que agora -A já tenha sido revelada e eu não esteja assistindo ainda a segunda parte da temporada). Acho que para uma série adolescente acontecem algumas coisas maduras demais, mesmo que algumas também sejam bobas. Mas enfim, independente do final que a série ter com certeza PLL eu irei ver novamente em algum outro momento e vou sempre amar 

4 - Supernatural
SPN é uma série que tem muitos haters, mas também muitos lovers e eu sou uma dessas. Tive meus momentos de concordar que a série estava se prolongando demais com episódios chatos e temporadas que cansavam bastante mas eu curti muito a 10ª temporada e em breve vou fazer uma maratona da 11ª. Essa é a série mais antiga, ainda ativa, que eu acompanho. Este ano fará 10 anos que assisto e sinceramente não me importaria em assistir por mais uns 10 anos. rs

3 - The Walking Dead

Eu comecei assistir TWD sem muita vontade. Acho que na época da estréia vi muitas pessoas falando sobre ela e acabei sendo vencida pela curiosidade e deu no que deu. Passei a gostar tanto da série que li cerca de 90 edições da HQ em que a série se baseia e dos livros lançados até o momento li apenas dois (preciso me atualizar logo). Ainda não assisti ao spinoff mas é só questão de tempo.

2 - Friends
O que falar de Friends? É o tipo de série que da para assistir sempre e nunca se cansar. Por mais que seu último episódio tenha sido exibido há quase 12 (?) anos a série ainda se mantém atual e cada vez conquista mais e mais fãs. Sinceramente, quem odeia Friends boa pessoa não é. rs

1 - Lost
Como não amar Lost? Realmente não sei, já que eu amo tanto. Sei que é uma série que muita gente fala mal (e a maioria nem assistiu ou se assistiu foram episódios aleatórios e por isso não entenderam nada), mas na boa... Se você não conhece dê uma chance. São 6 temporadas e, claro, tem aqueles momentos que da vontade de desistir e jogar todos os eps baixados na lixeira mas vale a pena persistir até o último episódio (que inclusive me faz chorar sempre que vejo). Eu amo Lost. Para mim é uma das melhores séries já feitas e eu também amo o final. HAHA

Enfim, essas são as minhas favoritas da vida. Quais são as suas? Só não me indique séries, pelo amor de deus que a lista de séries para colocar em dia tá gigante hahaha

Beijos.


 
Copyright © @kzmirobooks. Designed by OddThemes