Mostrando postagens com marcador Filmes e Series. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Filmes e Series. Mostrar todas as postagens

Resenha: A Hora do Pesadelo (Never Sleep Again)

abril 10, 2020

Quando eu era criança adorava assistir a filmes de terror na sala de casa, geralmente a noite, com minha avó dormindo no colchão e uma coberta até metade dos olhos; Um desses filmes me causou um pesadelo que até hoje não esqueço: O jardim da casa da minha avó repleto de flores coloridas, borboletas e um clima de alegria em contraste com um homem macabro, todo queimado, e com longas garras acenando para mim com um sorriso diabólico. Acho que não preciso falar o nome dele.
One, two, Freddy's coming for you...

Desde então Freddy, por algum motivo, se tornou um dos meus personagens favoritos dos filmes de terror dos anos 80 e 90. Mesmo que nos dias atuais, ao assistir aos filmes, eu dê boas risadas, quando era mais nova sentia muito medo do que aquelas garras poderiam fazer enquanto eu estivesse dormindo. Freddy se tornou muito mais do que um personagem de terror amado, mas um símbolo de toda uma geração, seja de jovens sedentos por ver sangue nas telas ou de novos cineastas empolgados por fazer isso acontecer.

Neste livro temos toda a trajetória que levou a produção deste filme tão icônico. De inicio eu imaginei que seria mais um livro com curiosidades e alguns fatos que aconteceram durante as gravações e com os atores, mas ele foi muito mais do que isso. Thommy Hutson foi atrás de detalhes impensáveis para mostrar aos fãs a criação de Freddy e seu legado e isso inicio tem o nome de uma pessoa: Wes Craven. Muito mais que roteirista e diretor do filme ele foi um visionário do entretenimento de terror, e se não fosse por toda sua determinação e insistência A Hora do Pesadelo nunca teria existido.


Neste livro foram usadas diversas entrevistas com o elenco do filme, assim como câmeras, produtores, maquiadora, cabeleireira e diversas outras pessoas que tiveram uma participação minima nesse projeto. Todos muito orgulhosos e felizes de trabalhar em algo que até os dias atuais é reconhecido e amado, todos contando suas experiencias de forma descontraída e que, eu como fã, senti inveja de não ter feito parte.

Uma das cenas que mais sentia medo era logo na primeira aparição de Freddy que seus braços estão estranhamente longos correndo atrás de Tina, assim como a cena fatal onde ela sucumbi aos ataques da criatura e morre. Em um filme rodado nos anos 80, com um orçamento baixíssimo, não se pode esperar os melhores efeitos especiais, entretanto o que me surpreendeu foi saber que nessas cenas não foram usadas efeitos especiais e sim os práticos com um auxilio de vários profissionais e o projeto de um quarto giratório manual que causou muito desconforto na atriz.

Tudo no projeto foi feito a base da criatividade e disposição dos profissionais envolvidos naquilo, justamente por não ter muito dinheiro envolvido no projeto eles precisam pensar nas coisas nos mínimos detalhes para fazer dar certo na frente das câmeras e algumas delas só poderiam ser usadas uma única vez, como a cena da morte de Glenn (interpretado por Johnny Depp), como litros e mais litros e mais litros de sangue. A preocupação da equipe era onde conseguir mais, caso não desse certo na primeira tomada? E com qual dinheiro? Com uns errinhos perceptíveis somente aos olhos mais treinados a cena foi muito bem executada e até hoje surpreende quem assiste pela primeira vez.
Uma analise cuidadosa revela que, no estado do sonho, manipulando objetos ou em qualquer forma corpórea, Freddy Krueger está presente na tela por cerca de escassos oito minutos, dos noventa e um minutos de duração do filme, algo particularmente curioso. Esta constatação confirma a avaliação de Englund (ator que interpreta Freddy) de que talvez devessem ter mostrado mais Freddy, embora a história tenha comprovado que o seu diminuto tempo de tela não impactou na colossal capacidade do personagem se conectar com o público.
O livro conta com 520 páginas de informações sobre o filme clássico da franquia e fotos dos bastidores, com o personagem principal sendo, claro, Freddy e toda a sua produção; Mas também conta com pessoas que nem se quer sabemos o nome fazendo acontecer uma ideia de um não tão jovem diretor que tinha o sonho de mostrar as pessoas esse personagem, mal sabendo que Freddy se tornaria muito mais do que um personagem e sim um dos símbolos da cultura pop mundial, sendo até hoje querido e imitado em eventos de cosplayers, geek, terror/horror.

📚


Título: A Hora do Pesadelo (Never Sleep Again) • Autor: Thomas Hutson
Editora: Darkside Books • Tradução: Carlos Pimati

O que tô assistindo na quarentena

abril 08, 2020

Já estamos há quase um mês de quarentena, algumas pessoas bem menos (como eu), mas estou tentando aproveitar quando posso ficar em casa para assistir algumas coisas. Não estou colocando as séries em dia, pois a maioria me dão preguiça assim que começo a assistir, mas estou assistindo algumas coisas novas. Essa lista contém 5 programas que eu assisti/estou assistindo enquanto a quarentena não acaba. 


The Circle: Para mim, desde que vi o primeiro episódio da terceira temporada de Black Mirror refleti em como a internet e as redes sociais nos afetam, assim como moldam nosso estilo de viver. Esse reality show da Netflix vai mostrar um pouco mais na prática como que essa ferramenta afeta completamente nossas vidas.

Em The Circle temos pessoas concorrendo há um prêmio de 300k que precisam provar em entre si que merecem o prêmio através de uma rede social interna da competição. Eles postam status, tem conversas em grupos e privadas. O mais legal é que alguns são fakes, outros tentar ser eles mesmos e alguns fingem ser algo que não são. É uma dinâmica muito interessante que nos mostra as facetas das redes sociais da vida real.


Casamento as Cegas: Ainda em clima de reality show eu assisti Casamento as Cegas (Love is Blind) que saiu na Netflix também este ano. Não sou fã do tema casamento, mas gostei da ideia onde as pessoas se encontram em cabines a procura de um amor. Rolaram algumas tretas, algumas cenas fofas de amor, até questões raciais foram levantadas, e o final pode até ser (ou não) surpreendente.


Outlander: Apesar de não estar colocando as séries em dia eu estou aproveitando para colocar somente uma, após 3 anos sem assistir. Outlander é uma das séries que mais me cativou nos últimos anos e acompanhar a jornada de Jamie e Claire é tão boa, apesar de uns altos e baixos.


Hunters (A Caçada): É uma serie original da Amazon Prime e mostra um grupo (de judeus) se vingando de nazistas nos anos 70. Eu não gosto de filmes, livros e nem séries que envolvam nazismo, então essa série eu só comecei porque vi que o Jordan Peele tem relação com ela; Confesso que não estou gostando muito pois o ritmo é lento mas pretendo terminar a primeira temporada nos próximos dias.


BBB20: Por último na lista coloco BBB20. Fazia muitos anos que eu não assistia BBB e esse ano estava acompanhando pelo Twitter, até que me mudei de casa e fiquei um dias sem internet e por isso assistia TV aberta normal, então pronto... Acabei ficando viciada e agora torço arduamente pelo Babu e principalmente pelas tretas.

📺

E o que vocês estão assistindo nessa quarentena?

Série: Slasher — 3ª Temporada: O Solstício

outubro 18, 2019

Leia meus comentários sobre a 1ª temporada e 2ª temporada de Slasher

Eu sou uma pessoa que assiste séries para sofrer. Às vezes com os personagens, às vezes porque a série é muito boa, ou às vezes porque a série é tão ruim que quero me torturar assistindo suas temporadas. Então sim, mesmo não tendo gostado tanto das temporadas anteriores de Slasher eu acabei dando uma chance para a terceira temporada, que leva o subtítulo de O Solstício, pois o primeiro assassinato da trama se passa no dia de solstício no hemisfério norte.

A série foca em um condomínio simples, onde existem vários tipos de pessoa. A mocinha boazinha, mas que não se envolve com as pessoas ali pois é muçulmana e sofre preconceito; Tem a menina com esteriótipo de "puta" e que faz bullying com a mocinha; Há a família que sofreu um trauma, onde há um relacionamento lésbico e os filhos são negros; E etc, etc, deu para entender que a série pega todos os esteriótipos de pessoas e coloca ali e, no caso de alguns personagens, até nos da a impressão de visibilidade, mas ao longo dos episódios percebemos que é uma forma deliberada de tentar atingir um novo publico, porém é muito forçado e acaba sendo, mais uma vez, estereotipado. 


Verdade seja dita, a questão da violência tem melhorado na série. Quer dizer, se eu estou indo assistir um série de assassinato/serial killer, então eu quero sim ver as cenas correspondentes aos assassinados, e as temporadas anteriores haviam pecado um pouco com isso. Desta vez acertaram a mão e tiveram algumas cenas que me deram muita aflição só pelo que estava ocorrendo ali. Misturava isso e as reações das pessoas que estavam vendo aquilo, os gritos de desespero de algumas e as reações absurdas de outras que pensam primeiro em pegar o celular. 

Slasher diminuiu a quantidade de referencias a filmes clássicos do gênero e aumentou a critica social mesmo não sendo algo muito obvio. É um diálogo, é um olhar, uma atitude. Nisso eles acertam bem para compensar as atuações medianas. Se você quer assistir algo para passar o tempo enquanto faz a unha esta é uma boa série e vai te entreter um pouco, ajudar a passar o tempo, mas não espere algo muito surpreendente.

Filme: Lady Bird - A Hora de Voar

janeiro 26, 2018

Lady Bird (Saoirse Roman) é sobre uma garota adolescente, estudante do último ano do ensino médio. Ela vem de uma família de classe média baixa, e estuda em uma escola católica, na qual ela ignora todos os restritos costumes da instituição. Seu verdadeiro nome é Christine McPherson, mas ela rejeita ser chamada assim, pois se autonomia por Lady Bird, um nome dado para ela por ela mesma, e isso já diz muito sobre a personalidade da nossa protagonista, Lady Bird é uma garota que sonha em "voar" por ai, e descobrir sobre o mundo e sobre si mesma.

Lady Bird não é um filme totalmente original, já vimos diversas vezes filmes que mostram as descobertas e o amadurecimento sobre a vida, que ocorre no período da adolescência. Mas o que mais diferencia o longa para os famosos clichês do gênero é a estrutura familiar McPherson, a parte matriarcal é Marion (Laurie Metcalf) que controla tudo o que acontece na casa, sendo responsável por todos, até mesmo pelo marido, Larry (Tracy Letts) que sofre com o desemprego e com a depressão e é o grande responsável por trazer a parte emocional do relacionamento.


A relação entre mãe e filha em Lady Bird é o que torna o longa mais verdadeiro, nos transporta para dentro do filme e nos faz refletir sobre os dois lados, sendo o primeiro de uma mãe extremamente dura e preocupada com o futuro de sua filha, e sempre querendo-a por perto em todos os momentos, dando-a atenção que ela mesma não teve quando era mais jovem. E o segundo, é o de uma menina que sonha em ser aquilo que ela ainda não é, e em sair de sua cidade do interior para ir cursar uma faculdade em Nova York.

Falando em cidade, Sacramento é um personagem a parte no filme, sempre nos acompanhando ao fundo por toda essa jornada. Lady Bird anda pela cidade inteira com sua amiga Julie (Beanie Feldstein), admirando tanto as grandes casas, quanto os lindos lagos que preenchem a cidade.
Lady Bird é um filme que de começo pode parecer clichê, mas aos poucos vai nos deixando com uma sensação de familiaridade, sem cair no artificialismo, um filme aconchegante sobre seres humanos reais que estão constantemente à procura de si mesmos, e que nos ensina que todo passarinho que voa, um dia sente saudades de voltar para a casa.
"Não acha que talvez sejam a mesma coisa? Amor e atenção?"

Título original: Lady Bird
Dirigido e escrito por Greta Gerwig
Elenco: Saoirse Roman, Laurie Metcalf, Tracy Letts, Lucas Hedges, Timothée Chalamet, Beanie Feldstein, Lais Smith, Stephen Henderson, Odeya Rush, Jordan Rodrigues, Marielle Scott, John Karma, Jake McDorman, Bayne Gibby, Laura Marano 

Filme: A Ghost Story

janeiro 08, 2018

A Ghost Story é um filme que fala sobre o tempo, como diz a própria capa do filme “It’s all about time.”

Escrito e dirigido por David Lowery o filme nos apresenta ao casal formado por C. e M. (Casey Affleck e Rooney Mara), que vivem em uma velha casa afastada da cidade, na qual levam uma vida tranquila, mesmo que marcada por desentendimentos ocasionais.

Rodado em um formado reduzido, remetendo ao 8mm, sugere um filme caseiro, intimo. A Ghost Story ainda provoca no espectador uma sensação angustiante ressaltada pelos longos planos estáticos, que de começo podem parecer longos demais, mas logo você percebe que é proposital, uma maneira que o diretor encontra de transmitir os sentimentos que tal personagem está sentindo naquele momento. A música de Daniel Hart é fantástica, encaixa em todas as cenas e combina com o ritmo contemplativo da montagem feita pelo próprio David Lowery, que adota duas estratégias impecáveis para demonstrar a passagem do tempo real e a maneira particular com que esta é experimentada pelo protagonista, fica claro como estamos testemunhando a passagem de anos (e mesmo décadas) ao passo que outras elipses mais súbitas demonstram como, para C. o tempo flui de forma diferente, saltando dias, meses ou anos em um único corte.

O design do fantasma é algo essencial do filme, a decisão de retrata-lo de forma clássica, como uma pessoa coberta por um lenço branco com buracos rasgados no lugar dos olhos trás ao público a tranquilidade de projetar-se no personagem, aumentando a identificação com a sua situação. É importante ressaltar a performance de Rooney Mara que dá ao filme uma sensibilidade ímpar, o filme traz uma das melhores cenas do ano ao acompanhar M. em uma longa cena que inclui um único corte, enquanto devora uma torta deixada por uma amiga preocupada com seu bem-estar, transformando a cena em um retrato puro de dor, raiva, frustração e desespero de uma mulher que perde o seu companheiro de maneira brutal.


No terceiro ato do filme, Will Oldham dá uma aula de atuação ao fazer um monologo incrível, que nos da a entender que o filme iria se acovardar e iria começar a explicar cada detalhe ao espectador, mas o que ele faz é apenas nos mostrar a direção, um caminho a ser seguido, um caminho ainda recheado de muitas perguntas.

A Ghost Story é um filme que exige paciência, já aviso que não é um filme para qualquer um, no começo o diretor já deixa explicito, ou você desencana logo, ou embarque nessa viagem que eu quero te dizer algo. É uma das obras mais originais do ano, um ensaio existencialista, com camadas extremamente complexas trabalhadas de maneira surpreendentemente acessível.
“A eternidade pode ser algo aterrorizante”

Dirigido e roteirizado por David Lowery
Elenco: Casey Affleck, Rooney Mara, Sonia Acevedo, Carlos Bermudez,
Yasmina Gutierrez, Kesha, Will Oldham, Rob Zabrecky
Critica por Gabriel Macedo

Série: Slasher — 2ª Temporada: Guilty Party

dezembro 20, 2017

A segunda temporada de Slasher recebeu o titulo português de Os Culpados, mas eu gosto mais de Guilty Party pois combina exatamente com o que houve com os tais culpados que se refere o titulo br. E a temporada já começa com referencia: acampamento de verão. Não, nenhuma criança morreu afogada ou algo do gênero, o que aconteceu de verdade foi que um grupo de monitores de um acampamento foram pregar uma peça em outra monitora como forma de aviso e vingança por ela ser uma pessoa tão desprezível. E bom, essa brincadeira acabou em tragédia e esse grupo de amigos acabaram vivendo com esse segredo por anos até decidirem voltar ao local do acampamento para, de fato, enterrar o corpo. Hoje em dia o local é a morada de uma comunidade de pessoas que buscam a paz longe da sociedade. E ai que começa acontecer toda a m!@#$.

Eu não gostei muito dessa temporada. Tem episódios que eu vi até fazendo outras coisas para ver se passava mais rápido. Assim como a primeira temporada ela tem mortes em praticamente todos os episódios e quando não tem uma morte tem algo bem horrível acontecendo, como uma tortura e neste caso a tortura pode ou não ser do assassino serial. Sim, as pessoas acabaram enlouquecendo a torturando e matando umas as outras mesmo com um serial killer ali ameaçando a todos. Ela mostrou o limite que pode chegar as pessoas em situação de estres e trauma e esse é um bom ponto para a trama.


As atuações continuam medianas e duas pessoas do elenco da primeira temporada retornaram nesta e foi bom ver um rosto conhecido. E apesar de esse não ser um ponto forte na série foi interessante ver o quanto os produtores dispensaram alguns clichês. Acho que o maior exemplo que pode ser dado é que a mocinha fofinha, virginal que sempre é aquela que sobrevive acaba morrendo de cara no primeiro episódio. Aquela que parecia ser a mais fdp é a que no final descobrimos ser a mais amigável, sensível e que, sim, acaba sobrevivendo. São pequenas surpresas que deixaram a trama um pouco melhor.

Não sei se a série foi confirmada para uma terceira temporada e provavelmente irei assistir mesmo que essas duas não tenha sido 10/10.

Filme: Jogos Mortais: Jigsaw

dezembro 15, 2017
google imagens

Aaaaaaah! Fui assistir essa lindeza há alguns dias com meu amigo e que filme foi esse? Eu sempre adorei a franquia, mas tem alguns filmes que foram ficando chatos e até mesmo massantes. Então eu não estava esperando muito deste novo longa, até achava que uma nova continuação seria inutil e só faria com que a galera odiasse os filmes. Mas obviamente eu estava enganada. Jogos Mortais: Jigsaw é um dos melhores filmes da franquia (só não sei capaz de opinar pela ordem do meu preferido e do menos preferido).

Este é, de longe, o filme mais leve de toda a franquia. O horror não está tão presente, assim como aquele montarel de sangue. Claro que tem ainda, afinal isso é uma marca registrada de Jogos Mortais e das armadilhas de John. Mas a trama ficou mais focada na investigação e nos personagens que estão no jogo. Parece algo mais maduro, sem apelar para sangue e o mórbido como foi feito anteriormente.


Após ver o filme eu li algumas criticas e fiquei um pouco decepcionada com os comentários. Eles esperam gore, horror, nojeira mas quando algum filme trás isso a reclamação fica por conta de problemas em roteiro. Eu não tô dizendo que o filme é perfeito, pois está longe disso, mas ele é muito mais feito para os fãs do que outra coisa. Ele tem todos os elementos que vimos anteriormente, incluindo um plot twistão da porra!

Então recomendo assistir sim o filme, aproveitar o que ele tem de melhor e reviver essa paixãozinha por essa franquia que, com certeza, marcou os anos 2000.

Série: Dark — 1ª Temporada

dezembro 06, 2017

Dark é a primeira série alemã da Netflix e teve a sua estréia no dia 1ª de Dezembro. Ela é ambientada em uma pequena cidade da Alemanha onde o o suicídio de um homem e o desaparecimento de um menino geram eventos estranhos. A série tem esse ambiente escuro (sem trocadilhos com a tradução do nome) que da a impressão de ser uma série de terror, mas asstindo ao trailer podemos perceber que ela tem muito mais relação com ficção cientifica do que terror propriamente dito. Isso não significa que ela não tenha uma grande carga de suspense, já que a maior parte de seus episódios são cheios disso e nenhum — acredite se quiser — nenhum alivio cômico.

Quando eu comecei assistir Dark não sabia muito bem do que se tratava. Até tinha assistido ao trailer, mas quando vi estava no canal da Netflix americana e por isso sem legenda e por ser uma série alemã obviamente eu não entendi nada. Mas ela me conquistou na hora. Gostei da fotografia, que da a impressão de ser uma série de terror. Dos atores, mesmo sem conhecer nenhum deles a intensidade com que eles falavam me chamou muito a atenção. Fiquei esperando sim ansiosamente até a estreia e claro que passei o final de semana maratonando. A série foi uma grande surpresa para mim que resolvi assistir nessas condições citadas anteriormente.
Não é só o passado que influencia o futuro. O futuro também influencia o passado. 

A série tem muitos personagens, então no inicio pode ser um pouco difícil conseguir lembrar de todos e relacionar seus familiares. Tem três linhas do tempo diferentes, então é preciso prestar muita atenção para não deixar passar os detalhes importantes que fazem diferença para o entendimento.  Sim, ela é uma série um pouco complicada de entender. Por uns dois ou três episódios eu fiquei completamente perdida no que estava acontecendo mas achei incrível da parte dos produtores não deixar tudo tão complicado para o expectador. Ao longo dos episódios eles começam explicar muito bem o que está acontecendo para não deixar duvidas. Claro que existem questões a serem debatidas em uma segunda temporada (que eu espero muito que tenha), mas de modo geral foi muito legal a forma como eles conduziram a série até a season finale.

Percebam que eu nem estou falando sobre personagens e enredo; mas é porque eu acho que qualquer coisa que eu digo possa ser spoiler e essa é uma série que qualquer spoiler pode estragar completamente a experiencia. É muito bom assistir aos episódios e ter aquela reação de surpresa, entende? Foi exatamente assim que eu fiquei e por isso não conseguia parar de assistir. rs



Vi alguns sites comentando que Dark é a nova Stranger Things e isso pode gerar alguma confusão e até expectativa. Na minha opinião a comparação é válida no sentido de qualidade e até mesmo gênero, já que Stranger Things também é uma ficção cientifica com mistério, né? Mas a ambientação é muito diferente, assim como a história. Acredito sim que os fãs de ST vão gostar também de Dark, mas se você for assistir esperando algo semelhante então pode desconstruir esse pensamento. As duas séries são excelentes mas são diferentes entre si.

Assista ao trailer | Assista a série

Série: Slasher — 1ª Temporada: O Carrasco

novembro 22, 2017

Se tem uma coisa que eu adoro desde criança são filmes de slasher (minha franquia favorita é Pânico). E quando ouvi falar sobre essa série, ainda em 2016, coloquei na listinha para ver quando desse. Bom, atualmente ela está disponível na querida Netflix e em uma madrugada tediosa eu resolvi maratonar para ver se é legal. Bom, é claro que a série sendo parte do subgênero de terror slasher ela não seria boa. Não estou falando isso como uma coisa ruim, entende? Mas se for analisar filmes que se encaixam nesse gênero eles não são exemplos de grandes produções e principalmente atuação.

A série se passa em uma cidade chamada Waterbury onde no halloween de 1988 um casal foi brutalmente assassinado. A mulher estava gravida da ocasião e o assassino, que já é revelado no primeiro episódio, tira o bebê da barriga da mulher. Claro, então, que a protagonista da história é este bebê, nos dias atuais. Já adulta e casada Sarah retorna para a cidade para tentar colocar uma pedra em seu passado e superar a dor de sua história. E obviamente não preciso falar que após a chegada dela na cidade uma onda de assassinatos começam a acontecer, todas baseadas no sete pecados capitais (inclusive, será isso é uma referencia ao filme de David Fincher?).

Sarah é interpretada pela atriz Katie McGrath que me faz pensar de como essa moça conseguiu ser escalada para outras séries ao longo da sua vida. Quer dizer, eu não esperava tanta coisa assim da série e tal, mas quem já viu pelo menos um filme desse genero sabe o quanto as protagonistas choram, correm e tenta parecer duronas na sua jornada mas a atriz não convenceu um segundo. Sua expressão parecia sempre a mesma e seus choros não tinham uma lagrima. É, eu sei, é uma merda isso mas no geral todo o elenco é bem fraco.


Apesar dos clichês, cenas de beco, facadas a série ainda economizou no horror, evitando exibir mortes com muito sangue e coisas nojentas. O foco, inclusive, ficou muito mais na trama dos assassinatos do que nas mortes em si, mesmo que em todos os episódios tenham tido pelo menos uma morte (e eu amei isso, porque é justamente o que eu espero em uma série desse gênero).

É um programa que entrete o expectador, pelo menos se ele gosta de algo desse gênero. Não é uma super produção, mas acaba prendendo a atenção pela curiosidade de saber quem é que está por trás do assassinatos. Eu nunca consigo acertar e gosto de ser surpreendida.

Slasher é produzida em forma de antologia (cada temporada conta uma história), então a primeira temporada foi concluída e ela tem o titulo de O Carrasco. A segunda temporada está disponível e seu titulo é Os Culpados. Não sei se o elenco permaneceu o mesmo, mas vou assistir de qualquer maneira e esperando que tenha melhorado nos aspectos falhos da primeira.

Assista na Netflix.

Série: Stranger Things — 2ª Temporada

novembro 10, 2017

Eis que a espera acabou e, finalmente, no dia 27 de outubro a segunda temporada de Stranger Things ficou disponível para os fãs que não aguentavam mais esperar. E como eu sou super apressada, louca e desocupada eu assisti tudo em um único dia. Sim, não consegui parar e maratonei mesmo. <3

Já quero deixar claro por aqui que achei a segunda temporada maravilhosa. Na primeira nós temos o inicio de tudo, com o desaparecimento de Will e o aparecimento de Eleven, esta que conquistou todos os fãs da série logo de cara. Millie Bobby Brown da um show de atuação com tão pouca idade, mesmo que na primeira temporada a personagem não tenha tido tantas falas (mas quem é bom é bom, né amores). Já na segunda temporada a personagem não tem tanto destaque, mas isso não tira a importancia da Eleven em nenhum momento e podemos ver o quanto ela esta diferente, não exatamente um amadurecimento no inicio mas após um certo episódio ela da uma baita mudada e ai sim vemos uma Eleven mais madura, sabendo balancear o que realmente é importante para si, fazendo suas próprias escolhas sem deixar que nada ou alguém a impeça de ser quem é (claro que dentro dos limites que lhe é possível).


Mas a melhor coisa desta temporada é que o destaque não ficou somente na Eleven. Afinal, a série não é somente ela, certo? Temos um elenco infantil, adolescente e adulto maravilhoso nessa série e todos devem ser aproveitados, com seus arcos. O melhor personagem que podemos ver é Will. O que não vimos dele na primeira temporada vimos agora e com uma intensidade incrível. Noah Schnapp se mostrou um excelente ator, sério... Eu fico impressionada de ver essas crianças atuando dessa forma. Ele leva o seu personagem a sério, cada cena que exige muito dele é perceptível o quanto ele se doa e até sofre com o Will (e olha que ele sofre bastante ao longo da temporada). Gostaria de falar sobre uma passagem em especifico, mas como fica bem no final da temporada seria spoiler e não quero estragar o post, mas para quem assisti provavelmente vai concordar comigo que nos dois ultimos episódios ele está incrível.

A temporada nos apresenta também alguns personagens novos. A mais querida é Max, uma menina nova na cidade que acaba despertando o interesse de Lucas e Dustin e aos poucos vai entrando no grupo. No inicio Mike não gosta muito da ideia de uma garota "substituir" Eleven, mas é evidente que as duas são totalmente diferentes em relação a personalidade. O ótimo da série é que demonstra que meninas (e até mulheres) podem ser fortes e independentes. Vi que alguns fãs não gostaram muito por Eleven ter sentido um leve ciumes de Max, mas eu não encaro aquilo como um ciumes porque ela acha que a menina pode ter algo com Mike e sim porque ela acaba ficando de fora do grupo por ter que se esconder. Ao meu ver isso é normal para qualquer pessoa. Acho que elas vão se tornar grandes amigas na terceira temporada.

Enfim, poderia falar sobre o arco de cada personagem e grupo que se formou, mas ficaria um textão muito mais do que já está. Vou terminar só querendo influenciar quem ainda não assistiu nem a primeira temporada... porque olha, essa é uma série que vale a pena e que esta tomando forma muito maior no sentido de criar sua própria identidade. Não é só mais uma produção inspirada nos anos 80 e obras dos anos 80. Agora é uma produção que sim, teve esse pontapé inicial, mas que vai acabar tomando seu próprio caminho.

Colocando séries em dia!

agosto 28, 2017


Oi, oi seres humanos que tem séries atrasadas, tudo bem com você? :P
Agora que estou oficialmente desempregada e tirando umas férinhas vou tentar colocar o maior núnero de séries em dia até começar uma nova. Eu sei que é uma missão quase impossível, ainda mais com a Netflix sempre colocando algo novo por lá maaas tem muitas que da para colocar em dia sim e vou listar aqui as 5 principais séries que preciso colocar em dia o quanto antes.

Supernatural
Eu sei que essa série deu desgosto pra muita gente, e confesso que por um tempo me deu desgosto também. Mas eu me sinto fiel a SPN porque foi a segunda série que acompanhei na minha vida, logo que descolei computador e internet eu ficava horas baixando um episódio e isso tem cerca de onze anos. Não vou conseguir abandonar eles, então vou colocar em dia a 11ª e 12ª temporada o quanto antes.
American Gods
Essa série é nova e eu não deveria trata-la como prioridade, porém como eu gostei bastante do que vi até agora (apesar de ser uma loser quando o assunto é mitologia) eu coloquei ela no topo da lista.

American Horror Story
Eu acho que eu perdi duas temporadas de AHS, e como eu gostei de algumas coisas que li sobre a nova temporada que estreia em setembro eu vou colocar em dia as outras né.

The Strain

Eu até comecei assistir a 3ª temporada de The Strain, mas eu estava achando ela muito ZzZZz e dei uma abandonada. Ai anunciaram que a 4ª temporada será a última e como falta tão pouco para a conclusão da para fazer um esforço, né.

The Mentalist

Essa é antiiiiga e eu até já vi spoiler do final, mas como eu acompanhei ela por muito tempo eu preciso terminar de ver e faltam poucos episódios.

Para saber o que eu ando assistindo me segue no TV ShowTime.

Filme: Antes que eu Vá

julho 03, 2017
Adaptação literária é sempre um assunto polemico e geralmente desagrada a todos. Há alguns anos eu li Antes que eu Vá e gostei bastante do livro. Escrevi uma baita de uma resenha para a semana Fale! que a editora Valentina havia promovido e fiquei aguardando a adaptação que já havia sido anunciada naquela época. Como demorou algum tempo até sair o filme eu confesso que me esqueci de muitos detalhes que tem no livro e que possam ter faltado no filme, mas independente disso eu achei a adaptação bem bacana.

Todos os principais elementos mostrados no livro estavam ali. O dia de Sam repetindo várias e várias vezes, e ali sendo mostrado que foram realmente muitas vezes a cada vez que ela acordava. Deu aquela impressão de loop infinito tipo aquele final do episódio de Natal de Black Mirror, sabe?







google imagens
Gostei bastante da atuação da Zoey. Eu não vi muitos filmes com ela, mas é muito bom quando você vê uma atriz fazendo você se esquecer dos outros filmes que ela fez, entende? Eu realmente só a via ali como Sam e não como aquela lá de Academia de Vampiros. Alguns atores não conseguem sair de outro personagem e carregam o tipo para sempre, mas nesse caso ela realmente incorporou Sam da melhor forma. A única coisa chata é que eu amei a Sam do livro e não gostei muito da Sam do filme. Acho que estando fora da cabeça da personagem e vendo mais suas atitudes fica mais difícil de entende-la e simpatizar com ele logo de cara. Ela foi conquistando aos poucos mas não chegou a ser aquela coisa de personagem favorita. Alias, no filme não tem realmente nenhum personagem que seja muito bom ou marcante.

A adaptação tá bem legal e vale a pena dar uma conferida, mas realmente recomendo a leitura do livro que é excelente. O filme ele conta a história como ela é, mas é tudo bem cru no meu ponto de vista.

Precisamos falar sobre 13 Reasons Why

abril 19, 2017

O que falar dessa série amorzinho não é mesmo?! A maioria de vocês sabem que 13 Reasons Why (ou Os 13 Porquês ) é a adaptação do livro do Jay Asher com o mesmo nome, porem a série me pegou antes mesmo de estrear por uma razão: Selena Gomez! Eu não tinha lido o livro e não sabia nada sobre a história, mas saber que era um projeto importante da Selena, me fez colocá-la na minha extensa lista da Netflix. A série fala como cruel pode ser a fase escolar e como isso afeta pessoas diferentes de diferentes maneiras. Logo depois de Hannah cometer suicídio, Clay um de seus amigos, recebe fitas cassetes em sua casa e logo se vê ouvindo os porquês de tal atrocidade ter acontecido. As fitas trazem flashbacks contados por ela mesma de como foi passar tudo aquilo e como cada atitude a afetou. Em um momento ela diz “Talvez eu nunca saiba por que vocês fizeram o que fizeram. Mas eu posso fazê-los sentir como foi” e essa frase sintetiza exatamente o que a série irá mostrar ao longo dela.

Eu acho que 13 Reasons Why acima de tudo é uma série que precisa ser vista, ela não faz apologia ao suicídio como já vi várias pessoas dizerem, ela mostra como é real isso, e é essa a chave do sucesso da série, trazer uma verdade nua e crua sobre o tema para que ele possa ser discutido e evitado. Cinematograficamente a série é lindíssima, o jogo de câmeras e os cortes de passado e presente são magistralmente feitos com o cuidado necessário para o espectador não se perder no tempo. Detalhes como um simples machucado no Clay te faz diferenciar os acontecimentos. O legal que a série não se trata só da Hannah, mas sim de todos os envolvidos, o quão alguém pode crescer e mudar como foi o caso do Clay, como atitudes desencadeiam outras e assim sucessivamente, e como nós somos uma mistura de Hannah Baker, afinal quem nunca sofreu bullying na vida, mas ao mesmo tempo também nos vemos em cada porquê, porque ninguém é ruim o bastante ou bom o bastante. A maioria dos atores são novos, e mesmo assim conseguiram atingir e doar o máximo da carga emocional necessária para a série, Kate Walsh que faz a mãe da Hannah, mostrou uma personagem incrível com camadas de atuação que faz você imergir na dor e na luta diária dela. Enfim, eu sou um pouco suspeita pra falar porque eu adorei a série e maratonei em dois dias, mas se você não viu ainda, por favor corre pra ver. E para vocês que já assistiram, comenta ai o que acharam e se ela vale uma segunda temporada.

POSTADO POR LOLA

CRITICA: PUNHO DE FERRO É A PIOR SÉRIE DA MARVEL?

abril 05, 2017
Finalmente voltei pra falar da série que eu estava mais ansiosa pra assistir. Desde Demolidor, eu estava com muito hype em todas as produções da Netflix em termos de séries da Marvel. Demolidor como eu já falei aqui no blog, foi uma série que abriu portas pra Marvel na TV, e ai veio Jessica Jones que eu amei, depois Luke Cage que tem atores incríveis, fotografia linda, é uma baita de uma série sobre representatividade mas os diálogos são pesados e eu não aguentei ver inteira,confesso! E aí me vem Punho de Ferro, um cara que perde os pais, é criado em K"un Lun por monges e se torna uma arma viva, mestre do kung fu e portador do Punho de Ferro, uma honra que nenhum outro estrangeiro obteve na cidade sagrada. Até ai tudo certo, no começo da série somos apresentados ao Danny ainda tentando entender NY, querendo respostas e querendo provar sua identidade dentro da Rand, empresa da sua família.

Até a metade da série eu ainda estava ok com o Finn Jones (Danny Rand). È notável que eles tiveram pouco tempo para desenvolver o personagem, dar vida as emoções dele e menos tempo ainda de preparação física, o que atrapalhou em 90% as lutas da série. Infelizmente as lutas do cara que é o maior lutador do planeta, o Punho de Ferro, são fraquíssimas e nenhum inimigo tem sequer medo dele, e isso é triste. Dá pra notar todas as trocas de dublês, e o punho, que tragédia. Eu senti um Danny Rand mimado,egoísta muitas vezes no relacionamento dele com a Coleen e um cara que ora tinha uma motivação, ora tinha outra. Erro no roteiro. Punho de Ferro tinha tudo para não ser apenas mais um conto do herói urbano, apresentando grandiosas lutas performáticas e interessantes vilões super-poderosos - mas a série parece querer fugir disso. Enquanto não está presa em infindáveis salas de reunião, repete movimentos que já vimos nas duas temporadas de Demolidor. Não temos um vilão específico, somos levados por três pessoas que se revezam em atrapalhar a vida do Danny e isso desfoca totalmente o que realmente o herói quer salvar.

Obviamente a série teve pontos super positivos, como mostrar um herói jovem e inexperiente quanto confiar nas pessoas, o núcleo dos Meachum é o melhor, O ator que interpreta o Ward para mim, levou a série nas costas algumas vezes e a personagem da Coleen é bem construída e encaixa no proposito de tudo. A série é bonita esteticamente, tem ótimos diálogos e a cena do punho sendo usado no seu máximo, é a melhor coisa que você verá. Sabemos que o orçamento da série foi pequeno e por isso várias coisas vão incomodar, mas no geral a série não é a pior serie da Marvel, sendo que ela é a mais assistida até agora, passando Demolidor. E o que eu mais gostei foi a delicadeza de citarem todos os Defensores sem serem forçados. A referência aos outros hérois da Marvel super se encaixavam no roteiro. A série vale a pena ser vista mesmo com alguns erros,e agora é esperar para a estréia de Defensores, a série que vai juntar nossos heroís da Marvel TV. Contem ai para mim o que acharam da série,e se ainda não assistiram se pretendem assistir.

POSTADO POR LOLA

Filme: O Lar das Crianças Peculiares

março 06, 2017
Tem uns 2 anos que eu sou louca para ler o livro, mas sempre adiei a leitura haha só que com a chegada do filme eu acabei fazendo o caminho inverso e resolvi assistir a adaptação primeiro. Eu sei que isso pode ser um erro fatal, mas eu realmente não ligo muito quando se trata dessa ordem. A questão é que agora fiquei com um certo receio de ler o livro e acabar odiando. Veja bem, o filme eu achei bem... bobinho. A premissa é bem interessante, com toda a história do orfanato e as crianças peculiares, a fenda do tempo e tudo mais só que é tudo muito infantil e de uma forma que eu não estava esperando. Eu já havia visto algumas pessoas comentando sobre o livro dessa forma, mas eu sempre achei que ele teria algo mais de... terror, ou um suspense, sabe? E com o filme sendo dirigido pelo Tim Burton eu realmente esperava isso pois o histórico dele para filmes assim é muito bom, entretanto a decepção foi quase completa.

Eva Green não é uma das minhas atrizes favoritas do mundo, mas gente... que mulher??? Com certeza ela levou o filme nas costas. Gosto da forma como ela fala e se expressa, como ela deu vida a uma personagem como a Miss Peregrine acho que poucas pessoas conseguiriam. Ela tem um olhar marcante, eu realmente não sei explicar o que ela causa ahuahoushuahsi e eu ainda falo isso como alguém que nem se quer é fã da atriz. Já Asa Butterfied foi beeem bléh! Eu vi alguns filmes com ele e nunca achei ele um ator tão legal assim, mas acredito que ele ainda tem capacidade de fazer algo marcante ao longo da carreira só que não foi dessa vez.

google imagens
A história em si é bem legal, com a busca de Jacob pela verdade sobre o que aconteceu com o seu avô e com a intenção de provar a si mesmo que todas as histórias que seu avô contava era mentira. Claro que minhas partes favoritas ficam por conta das crianças mostrando suas peculiaridades, pois eu adoro essa vibe meio x-men. rs Não é o tipo de filme que nooossa, melhor da vida ou que entra para os favoritos mas da para gastar umas hors num domingo.

Para bugar a cabeça: The OA

janeiro 25, 2017

Eu tava lá de boa em Dezembro sofrendo com a minha vida quando de repente papum: a Netflix lança uma série nova DO NADA e que já chega bugando a cabeça das pessoas no primeiro episódio. Sim, estou falando de The OA, que foi uma das melhores coisas que eu vi em 2016 mesmo sem entender praticamente nada. Pois é, meus leitores. Praticamente nada.

Mas nem sempre quando a gente não entende algo significa que seja ruim, certo? Porque apesar da série ter me bugado e eu ainda estar bastante confusa com o lance dos movimentos, de que é verdade ou mentira ainda assim a série me causou sensações que eu não sei realmente explicar mas que chega próximo a emoção. Então eu vou aqui tentar te dar uns motivos para assistir The OA o quanto antes.


Personagens fora do comum

As vezes é bem clichê uma série colocar personagens fora da caixa para contar algo, mas com The OA isso realmente funcionou. O enredo principal da história é sobre a garota cega que desapareceu por sete anos e quando retornou para a casa estava enxergando de novo, então se já de cara a protagonista tem algo estranho (e mais coisas sobre ela vamos descobrir durante a temporada) porque seus novos amigos deveriam ser comuns? Tem o menino trans, o garoto nerd, a professora tipica americana que vemos em filmes mas nunca sabemos a sua verdadeira história e por aí vai.

Ver para acreditar

Eu sou uma pessoa muito cética, então obviamente a todo momento eu acreditava em algo e depois desacreditava como se antes nunca tivesse acreditado. E isso durou ao longo da série, então quando chegou no último episódio eu fiquei bastante confusa pois ele tem esses altos e baixos à todo o momento. O fato é que o espectador tem que ter a cabeça bem nos eixos para assistir e conseguir se concentrar no que acreditar e no que não acreditar.

As mais variadas formas de amor

Se tem uma coisa que sempre me chama atenção em livros, séries e filmes é nesse sentimento bobo e lindo que o ser humano tem, por natureza, em si: o amor. E eu não digo no amor romântico, apesar de ser o que mais chama a atenção. Eu não vi ninguém comentando sobre isso, até porque com tantas teorias que o povo cria em cima da série isso acaba sendo só mais um tópico comum sobre ela e ok. Mas veja se não é lindo o amor incondicional que Prairie sente pelo seu pai biológico? Ou até mesmo o amor que a mãe adotiva tem pela Prairie, com a sua preocupação exagerada e seus cuidados que parecem ter sido errados mas que quando se é mãe parece ser tão compreensível. Sem falar no amor que o grupo de amigos acabam tendo um pelo outro mesmo sem perceber? Aaaah, o amor é uma coisa linda demais e é o que deu um toque especial da história.

Teorias

Se você é desse tipo de pessoa que quando assisti algo fica matutando tudo então essa série é perfeita para você. Só dar uma olhada nos grupos e foruns por ai para saber que existem diversas teorias sobre essa série e até vídeo comparando Stranger Things com ela a própria Netflix divulgou hahahaa. Então assista, tire suas conclusões e faça sua teoria e claaaro, compartilhe comigo pois eu amo teorias (mas odeio cria-las.

Eps favoritos de Black Mirror

janeiro 16, 2017


Com certeza você já ouviu falar de Black Mirror. Não? Bom, então vá se atualizar um pouco, pois essa série ficou muito falada no final de 2016 após o lançamento de sua terceira temporada. Mas dando uma geral na série ela é uma antologia que faz uma "analise" da sociedade moderna. Os episódios são futurísticos e algumas vezes até distópicos, então quem gosta de tecnologia e ficção cientifica irá gostar bastante também. Então agora eu vou falar quais são os meus episódios favoritos da série, sem ordem de preferencia, e o motivo (tô fazendo isso pois eu falhei miseravelmente em fazer uma 'resenha' dela rs).

The Entire History of You

Você já pensou em ter um dispositivo do qual pudesse acessar todas as suas memórias? Neste episódio a narrativa é em torno de Liam e sua obsessão por descobrir a verdade sobre seu relacionamento através das memórias. Gosto desse episódio pela sensação que a busca de Liam me cansou. Uma mistura de desespero com raiva.

White Bear

Eu realmente não sei muito bem porque gostei desse episódio. Acho que foi o primeiro da série que realmente me surpreendeu no final e ele me lembrou um pouco The Purge, mas só um pouco mesmo rs.
Nosedive

Esse foi o primeiro episódio que assisti e ele super se encaixa na nossa geração, né? Todo mundo buscando aceitação nas redes sociais, likes e visualizações. Gostei muito por isso, mas também achei Lacie mega divertida. A ultima cena do episódio me causou uma sensação de alivio.

Playtest

Quando fiquei sabendo sobre Black Mirror pela primeira vez eu não sabia sobre o que a série se tratava e por isso eu esperava, por algum motivo, algo de terror. Então esse episódio foi o que mais se encaixou no que eu esperava. Apesar de os efeitos serem bem fracos eu ainda senti um pouco de medinho por esperar só coisa ruim.
San Junipero

Qual o melhor episódio da série e porque San Junipero? ♥

Bom, se você nunca viu a série então já ta ai umas dicas para começar a assistir e se você já viu então me conta seus favoritos.

Filme: Doutor Estranho

novembro 07, 2016
Fomos eu, meu marido e minha sogra assistir Dr. Strange e amamos. Em primeiro lugar, fiquei encucada em como eles traduziram o sobrenome do Dr. Stephen Vincent Strange para simplesmente Dr. Estranho, mas tudo bem. Até porque isso não prejudicou (nenhum pouco) o filme. É incrível como a Marvel tem boa aceitação do público. É incrível que, os mais acostumados à família Marvel, mesmo após o filme acabar, esperam sentados sem pressa de ir embora. Uma marca da Marvel além da comicidade. É super divertido assistir um filme da Marvel com aventura e ação garantido, mas com uma belo show de alívio cômico.

Bem, acontece que o Dr. Strange é tipo o Thor; um arrogante adorável que você sabe que ele vai se dar mal, mas que não quer ver realmente isso. Ele é o melhor neurocirurgião, e ele e todo mundo sabe disso, então ele tem justificativa para ser arrogante. É claro que ele passa, e tem que passar, por uma transformação. O arco do seu personagem é tão sutil que não chega pra nós imposto, forçado. Strange é carismático e engraçado. Do início ao fim, tudo é relacionado à sua inteligência e perfeccionismo. Então tudo o que acontece a partir das suas ações são verossímeis de alguma forma, porque não pode realmente ser.

Eu acho que, além do seu interesse romântico, Christine Palmer  (Rachel McAdams) estar incrível e Benedict Cumberbatch (meu marido depois do filme constatou que é difícil assistir alguma coisa com ele e não gostar), o Ancião, e claro, todo o resto, o personagem que mais se destacou foi a capa com vida própria. Das cenas cômicas do filme 70% era a capa. Eu amo ver meu marido se divertir, então esse filme me fez rir por duas razões boas. Não só meu marido, como minha sogra e o cinema todo. Mas não é só de alívio cômico que é feito Doutor Estranho. Não. Eu que não me envolvo muito com filmes contendo magia e essas coisas me vi envolvida com as coisas estranhas que eles conseguem fazer. Não só meus olhos devem ter brilhado como o resto do cinema, obviamente. E do mundo. Doutor Estranho está liderando as bilheterias. Pra quem não tem carteira de estudante vale a pena investir uns trinta reais em um ingresso. Está tudo muito lindo. E, não se esqueçam, esperem a cena pós-crédito! 

O que eu quero ver 7ª temporada de The Walking Dead

outubro 21, 2016

Antes de começar esse post eu preciso dizer que: pode conter spoiler das HQS de TWD. São coisas que vi na HQ e que quero que aconteça na nova temporada (não necessariamente que vai acontecer). Então, estejam avisados para não reclamar depois que clicar no "leia mais".

A morte do Glenn
Eu sei, eu sei. Eu também adoro o Glenn, porém não consigo imaginar outro personagem morrendo no lugar dele na série e principalmente um personagem que cause tanto impacto (a não ser que seja o Daryl, né). Quando eu li a edição em que ele morre fiquei muuuito mal mesmo e imagino como será vendo isso na tv no próximo domingo. 

Um bate papo entre Negan e Carl
Carl chega em um ponto em que decide ele mesmo ir acabar com Negan, mas obviamente não da muito certo. Ao invés de Negan fazer algum mal ao garoto eles mostra o local onde esta sua comunidade e mostra como as pessoas vivem lá, além de ter uma conversa com o menino. Eu considero, pelo menos até o ponto em que li da HQ, um detalhe muito importante para o desenvolvimento do garoto que como os fãs podem perceber tem melhorado ao longo das temporadas, mesmo que ele ainda seja infantil (e convenhamos, ele é uma criança ainda).

Shiva
Bom, pelo menos uma das coisas que eu quero eu posso dizer que esta confirmada, né? Eu sempre imaginei como seria a Shiva na série e só pelo trailer eu já fiquei OMG!!

A Guerra
Porque né, já que os zumbis quase não aparecem na série que seja pra ter guerra entre esses seresumaninhos. 

Maggie sendo uma líder
A 6ª temporada deu alguns indícios de que eles tem grandes planos para a Maggie e eu espero que realmente aconteça de ela se tornar líder de Hilltop (sem o Glenn kkk).

Bom, é mais ou menos isso que eu quero ver da temporada nova e se uma ou duas coisas acontecer eu já vou ficar feliz. 

Precisamos falar de Supernatural

setembro 23, 2016
Tenho certeza que eu não sou a única hunter aqui. Supernatural já tem 11 anos, e mesmo com altos e baixos se mantém firme, graças ao trabalho impecável da produção que ao longo dos anos sempre se mateve unida como uma familía nos proporcionando momentos e temporadas maravilhosas. Tudo começou lá em 2005, com um piloto de tirar o fôlego e uma primeira temporada memorável. 

Quem não lembra da famosa cena da Mary no teto em chamas e o Sam,bebezinho vendo tudo? Super me lembra Harry Potter. E então começava uma das melhores séries de todos os tempos. O criador Eric Kripke, desenvolveu a série por 10 anos antes de lançar. No original era um grupo de jornalistas que viajariam por todo país em busca de fatos sobrenaturais,bem estilo Scooby- Doo, porém, sempre rejeitavam, até que ele se encontrou com produtores da CW, que gostaram da ideia, mas nem tanto e pediram para que ele reformulasse a história e colocasse uma carga mais emotiva, mais família e ai nasceu o formato que conhecemos hoje, obrigada CW <3
 O nome inicial da série, que apresentariam os jornalistas era Unnatural, e a cada curiosidade dessa, eu amo mais a CW, porque Jesus amado, era tenso. Dean e Sam se chamavam, Sal e Dean Harrison em homenagem ao romance On the Roadde Jack Kerouac. Mas logo Sal virou Samuel (Sam) , já que Sal não era o melhor nome para o personagem principal mas Eric Kripke, queria manter Harrison como sobrenome dos irmãos, fazendo referência ao ator Harrison Ford, e o diretor, queria que Dean tivesse a mesma ousadia e imprudência de Han Solo. Porém isso não foi possível, já que havia um Sam Harrison, morando no Kansas, e por razões legais o sobrenome dos personagens foram alterados. Winchester surgiu pelo interesse do diretor na mansão Winchester Mystery House, na Califórnia, que é considerada assombrada. Outro problema foi com o nome do pai dos irmãos Winchester, primeiro foi pensado para ser Jack, porém, já havia um Jack Winchester residente também no Kansas. Então, Jack tornou-se John e nasceu a família Winchester. Amém CW! 

 A série tinha sido encomendada até a 5° temporada, mas ela estava fazendo tanto sucesso que eles resolveram atender o pedido dos fãs e prolongar, e é nas duas próximas temporadas que a série caiu de qualidade, porque eles já tinham fechado a história principal e precisavam encontrar uma carga pessoal de fundo para que a série se mantivesse bem. Só na 8° temporada a série voltou com todo o gás do começo, e de lá pra cá só temporada foda. Supernatural é uma série que fala muito de família, de laços pessoais e isso se mantém até hoje. Umas das coisas mais lindas é que o elenco, os produtores e todos os envolvidos são como uma família de verdade, já que ninguém foi substituído desde a primeira temporada, e essa união passa para as telas e para os fãs. Um dos motivos por eu amar tanto Supernatural é que os produtores realmente preocupam com os fãs, e sempre tem fan service, e episódios comemorativos. Já teve um episódio inteiro em homenagem aos fãs, 10x05 - Fan fiction , uma clara referência as fanfics de Supernatural. Chorei muito ! 

Foram 11 anos na estrada com os Winchesters e a baby ( impala 67 do Dean ), lutando contra dêmonios, amando e odiando os anjos, entrando em uma relação de amor e ódio com o Crowley, porque não têm como não amar Mark Sheppard e seu sotaque maravilhoso, e pegando o Cass pra criar porque ele é um terceiro Winchester, e como o Dean sempre fala, ele já é da família. A trilha sonora da série é um dos pontos mais altos que existe, porque é só rock , maioria clássicos e como não cantar Carry on my wayward son do Kansas em toda season finale?!. Eu poderia ficar aqui pra sempre falando da minha série favorita ever, mas acho que já deu pra contar um pouco dela. A 12° temporada estréia nos EUA em Outubro agora, e  na Netflix tem as 10 primeiras, legendado e dublado. Se você não é fã ainda, o que tu ta esperando locx? Só vem, a família é grande! 




POSTADO POR LOLA


 
Copyright © @kzmirobooks. Designed by OddThemes