Faça uma Maratona: Orphan Black


Faz muuuuuito tempo que não tiro uns minutos para indicar uma série neste blog sem fazer uma critica propriamente dita, certo? Então esse ano quero voltar com Faça uma Maratona e indicar as séries que assisti ou tô assistindo, porque eu gosto desta coluna e não gosto de fazer critica de séries pois sou ruim nisso auieouheuhie. Mas enfim, a indicação da vez é uma queridinha minha: Orphan Black.

Orphan Black é uma série canadense de ficção cientifica. Teve sua estréia em 2013 e sua última temporada acabou em 2017. A premissa gira em torno de Sarah, uma mulher que tem vários problemas familiares e com bebidas, que assume a identidade de Beth — uma mulher idêntica a ela que se mata em uma estação de metro. É a partir daí que Sarah se vê presa em uma história que envolve outras mulheres idênticas a ela (obviamente são todas clones).


Clones
Claro que um motivo super legal de ver a série são esses clones maravilhosos. Todos os clones são interpretados pela mesma atriz: Tatiana Maslany e é incrível ver a atuação dessa mulher, pois por mais que a cara seja sempre a mesma o estilo de cada uma é diferente assim como suas personalidades e ela consegue separar muito bem cada uma. A maior parte do tempo eu esquecia que era a mesma atriz interpretando todas essas personagens.

Suspense, Comédia e Ação
Algumas personagens são alivio cômico, outras deixam a série com um tom mais obscuro e tem até personagem que é toda trabalhada em lutar, artes marciais e etc. Então a série mistura um pouco de vários gêneros sem fazer muita bagunça ou deixando tudo muito chato. Então se você assistir se prepare para ter várias experiencias ao longo das temporadas, inclusive emoção capaz de arrancar até umas lagrimas.

Representatividade
O que a galera mais busca hoje em dia em séries e filmes é a representatividade e Orphan Black não peca nisso com o publico LGBT. Sarah tem um irmão gay, Félix, que não é somente um personagem secundário. Em todas os problemas que Sarah e eventualmente as clones acabam tendo que enfrentar ele está ali para ajudar, mas em certo momento parece que ele esta ali apenas para isso e a sacada foi que a própria série abordou isso, dando um plot para ele poder se descobrir e ser ele mesmo fora do Clube das Clones. Além de Félix temos uma clone gay e eventualmente até uma clone transsexual aparece. 


Clichê, porém importante: família
Uma das coisas mais lindas em Orphan Black é ver essas mulheres (e consequentemente pessoas que estão a sua volta) que não se conheciam acabar se tornando uma só família. E claro que como toda família existe tretas, brincadeiras, momentos de tensão, fofocas e também muito amor. 

Bom, essa foi a indicação de hoje. Espero que tenham gostado. 

Postar um comentário

0 Comentários