Resenha: O Apanhador no Campo de Centeio

26/02/2018

Apresentei há algum tempo minha lista de leitura para esse projeto/desafio de ler alguns clássicos em 2018 e logo após eu programar o post e as leituras eu comecei a namorar um guri que muito me indicou O Apanhador no Campo de Centeio e por isso acabei colocando ele como o primeiro da lista. Peguei um exemplar na biblioteca e toda feliz por ser um livro pequeno achei que terminaria a leitura muito rápido, porém me enganei muito sobre isso. Está não é uma leitura agradavel, mas isso não significa que ela é pesada mesmo com a depressão do personagem — que na verdade é o único problema de verdade nessa obra.


A história segue uma linha do tempo de mais ou menos 72 horas, período em que Holden descreve um pouco sobre seus principais colegas de escola e quando, enfim, decide ir para a casa mais cedo pois havia sido expulso da escola (neste caso mais uma escola). A jornada do personagem é um aspecto positivo. Gostei da forma como ele descreve seus colegas, o que eles fazem, como eles fazem e até detalhes sobre seu jeito de falar ou fazer algo inusitado; Assim como também gostei muito das descrições de lugares e pessoas que ele vai conhecendo nesse período em que a história se passa. O que, realmente, não gostei foi do próprio Holden, que apesar de ser um garoto inteligente e muito bem instruído na vida, por ser de uma família rica, é extremamente chato. Talvez seja um porém por ele, evidentemente, ser um adolescente depressivo, mas isso fica nas entrelinhas ao longo das páginas (mesmo que em vários momentos o próprio Holden comenta sobre se sentir depressivo eu particularmente não acho que o seu autodiagnóstico deve ser válido, da mesma forma que não é na vida real).

Talvez eu tenha pegado uma implicância com ele logo de cara e que foi se intensificando. Eu odeio ler algo e não me identificar com o personagem e precisar ser convencida ao longo do livro de que vale a pena ele ter minha simpatia. Teve alguns poucos momentos que eu me identifiquei com algo que ele fez ou falou, mas no geral sua maneira de reclamar de tudo e de todos me deixou frustrada, assim como sua aparentemente comodidade de viver infeliz e colocar a culpa de todos os seus problemas em outras pessoas como se somente os outros fossem responsáveis pelo que ele esta passando e por tudo que deu errado em sua vida. O que vale a pena citar e que é algo bom em seu caráter é a forma como ele fala sobre sua irmã mais nova e sua preocupação com a mãe, que inclusive ele se culpa muito por acabar sempre decepcionando-a. Acredito que o que mais leva Holden a se segurar nesta obra é seu amor por sua irmã e a saudade que ele sente de seu irmão que faleceu há alguns anos. Inclusive esses dois fatores são os que mais influenciam o personagem, seja para o lado positivo como para o lado negativo.

De modo geral o livro não é ruim. Só vai depender muito do tipo de leitor que você é e do que espera desta obra. Fica o aviso de que precisa ter muita empatia para com Holden para não acabar tendendo a abandonar a obra no meio.

3 Anos de Pobre Leitora

15/02/2018


Fevereiro é um mês de festa aqui no Pobre Leitora e este ano a comemoração é por 3 anos de blog! Estou muito feliz de chegar a essa marca, aos trancos e barrancos mas firme e forte por aqui!
E uma festa aqui no PL não pode ser feita sem os amigos! Então chamei os melhores pra participar e presentear você!
REGRAS
- O sorteio será válido até o dia 03/03/18. No dia 04/03/18 sairá o resultado e será feito o contato.
- Será apenas 1 ganhador.
- O contato será feito via e-mail e o ganhador tem 48 horas para responder. Caso não haja resposta, uma nova pessoa será sorteada.
- São 9 livros e 115 marcadores. Cada blog será responsável pelo envio do seu prêmio. Os blogueiros não se responsabilizam por erros decorrentes dos Correios.
- Com as novas regras de envio, será pedido o CPF do ganhador. Só participe do sorteio se concordar em passar o número deste documento.
- A única entrada obrigatória é deixar um e-mail válido. Todas as outras são opcionais mas dão mais pontos e mais chances de ganhar.
- Perfis que aparentem ser exclusivos para sorteio serão desconsiderados.
- O ganhador deve ter endereço de entrega no Brasil.
- O envio dos prêmios será feito individualmente e dentro de um prazo de 90 dias. Favor, não cobrar antes do prazo terminar.
- Dúvidas, entrar em contato pelo e-mail naatysimiao@hotmail.com



Livros de Elite - Livro Prova de Os Filhos da Tempestade + 50 marcadores
Perdida na Biblioteca - Um Herói para Ela
Re.View - Fãs do Impossível + 15 marcadores
Biblioteca Empoeirada - Dark House
Roendo Livros - Entre as Estrelas
Pobre Leitora - Jardim da Escuridão
Tô Pensando em Ler - Dagoberto vai ao Dentista
Da Imaginação à Escrita - O Monge e a Coruja
LiteRata - Fraude Legítima
Ei Nati - 30 marcadores
Memento Mori - 20 marcadores


a Rafflecopter giveaway

Cadê meu Fone? #11

14/02/2018


Aaaaeeeoo primeira edição do Cadê Meu Fone? de 2018 e essa vai ser diferente de todas as outras pois nesta edição só terá músicas que eu tenho vergonha de ouvir. uiaheuoahuehei. Okay, amigos, não vergonha do tipo meu deus que vergonha mas se você já viu postagens dessa coluna anteriormente vão entender o porque a palavra vergonha está evidente nesse post.













MEU DEUS, ME FALA QUEM COLOCOU ESSA COISA NO MUNDO? 

Resenha: Quando Finalmente Voltará a Ser Como Nunca Foi

12/02/2018

Com uma capa extremamente encantadora Quando Finalmente Voltará a Ser Como Nunca Foi é o livro que eu precisava para me tirar uma ressaca literária que me consumia há semanas. Com uma narrativa leve e descontraída o autor nos conta a sua história como se estivesse narrando um livro de ficção (eu demorei para realmente acreditar que o livro não é de ficção), entretanto nem todos os momentos são de alegria e muitas vezes senti uma tristeza por algo que aconteceu ou até mesmo algo que me remete a alguma lembrança triste de minha própria vida, mesmo que seja tão diferente da apresentada por ele.

Filho do diretor de um hospital psiquiátrico, irmão mais novo de três filhos e com certa dificuldade de aprendizado, Joachim é uma criança que desde cedo aprendeu que na vida nem tudo é como queremos — mesmo que diversas vezes seja difícil de aceitar e lidar com isso. Seu relacionamento com a família é algo que realmente me agradou, principalmente com seu pai que sempre foi uma grande pessoa para ele e mesmo com o passar dos anos e com as descobertas da vida adulta isso não se alterou. Geralmente eu não fico muito atraída por relacionamento entre pai x filho(a) nos livros, talvez por eu não ter um relacionamento tão profundo com o meu próprio pai, entretanto ao ver o relacionamento deles eu me pegava pensando no quanto seria bom ter algo assim com o meu pai, aquela cumplicidade, aquela forma de amor, incentivo e os detalhes (tipo quando ele conta que conhece o ritmo de leitura do pai, ou como quando sabia que ele estava prestes a encarar uma mulher na rua e etc).


O autor tem uma forma peculiar de narrar as passagens de tempo, então algumas vezes eu achava que era um acontecimento de sua infância quando na verdade já tinha mudado para sua adolescência. No começo eu achei um pouco ruim, mas isso acaba sendo apenas um detalhe ao longo da leitura. O tempo não é algo que seja realmente relevante na história, melhor focando nos acontecimentos em si. Cada capitulo narra algo especifico, alguns em que ele fala sobre determinados pacientes do hospital, outros sobre a compra de uma nova casa, e até sobre seu relacionamento com a cachorra da família.

Uma das melhores leituras que fiz e olha que nem sou uma fã de livros de não-ficção/biográficos; fui atraída esperando encontrar algo e o que encontrei foi muito melhor do que qualquer coisa que eu imaginava. É uma leitura rápida e direta, divertida e emocionante.

(...) Ficava me perguntando porque justamente aquilo que mais se deseja no mundo me causava um medo tão atroz.
— Se os sapatos fossem confortáveis você logo se esquecia de que estava com ele nos pés. Mas como você gosta muito deles, quer sempre se lembrar do que esta calçando. Quando o sapato aperta a gente não consegue esquecer.— Resposta inteligente! — disse ele.
— É o que também acho. Há uma relação entre conforto e esquecimento.

Bruna Guerreiro indica: Hibisco Roxo

09/02/2018




No terceiro mês (♥) de A Autora Indica tenho a contribuição linda da autora Bruna Guerreiro. Ela vai falar sobre o livro Hibisco Roxo!


Tipo: Livro
Título: Hibisco Roxo
Autor: Chimamanda Ngozi Adichie
Indicado por: Bruna Guerreiro
Opinião da autora

"Hibisco Roxo" foi um dos melhores livros que li em 2017. Eu já tinha lido um livro da autora Chimamanda Ngozi Adichie, "Sejamos todos feministas", que é um livro curto e impactante, e desde então fiquei curiosa para ler um de seus romances. O resultado foi melhor do que eu esperava. Fui arrebatada pela escrita de Adichie.

Vamos falar um pouco sobre a história que o livro conta. A personagem principal se chama Kambili e tem 15 anos. Ela vive com seus pais e seu irmão em Enugu, Nigéria, numa mansão enorme e luxuosa, cheia de empregados. Seu pai, Eugene, é o homem mais admirado e respeitado do local. Empresário muito bem sucedido, dono de jornal e de fábricas diversas (de sucos, por exemplo) e muito religioso, ele é aquela referência a que todos recorrem quando precisam de algo, ou simplesmente para render homenagens a ele. Acontece que Eugene é aquele tipo de homem que valoriza a cultura inglesa, trazida pelo colonizador. Não gosta de falar igbo, a língua local, só inglês. Sua religião é o catolicismo, que ele impõe duramente aos filhos (Jaja e Kambili). Para ele, qualquer traço de costumes nativos que se misture à religião branca é pecado. Eugene é tão severo que mal permite que os filhos convivam com seu idoso pai, porque ele é pagão. A muito custo, os jovens podem visitar o avô, o tempo é contado no relógio e eles não podem consumir nada dentro da casa do velho, como se fossem se contaminar.

É interessante mencionar a forma como Adichie nos introduz nesse quadro. É tudo através da visão de Kambili e, veja, Kambili não é uma moça revoltada. Muito pelo contrário. Ela tem uma mistura preocupante e comovente de medo, amor e admiração pelo pai. Ela anseia pela aprovação dele, sofre quando o irmão diz algo na mesa da refeição que angaria um sorriso do pai, porque ela gostaria de ter dito, teme que o pai descubra qualquer coisa que ela fez de diferente do que ele mandou, como ficar míseros cinco minutos a mais na casa do avô, e se esforça para ser a primeira aluna de sua classe para que ele tenha orgulho dela. Claro que não é só por isso. Eugene pune duramente a filha porque ela ficou em segundo lugar. As punições são físicas e psicológicas. A forma como ele fala com ela nessas ocasiões em que a repreende é de arrepiar. Pergunta se o pai da menina que ficou em primeiro lugar é um pai melhor do que ele, por exemplo. Tudo de um jeito que faça Kambili se sentir culpada. A mãe de Kambili é regularmente espancada. Ninguém fala sobre esse assunto, mesmo que ela saia de casa carregada pelo próprio agressor para ir ao hospital. O ambiente familiar é constantemente tenso.

Tudo começa a mudar quando Jaja e Kambili vão passar uns dias em Nsukka, com sua tia Ifeoma. Tudo lá é diferente. Pra começar, Ifeoma trabalha fora, diferente da mãe deles. Ifeoma é professora universitária e, sendo viúva, sustenta sozinha os três filhos: Obiora, Amaka e Chima. A casa deles é humilde e a estrutura do bairro é precária. Falta água, luz, e Kambili tem que aprender a não desperdiçar nada, por exemplo quando ela descasca vegetais. A princípio, a relação com a prima Amaka é difícil. Amaka tem inveja do dinheiro que os primos possuem e é ressentida. Mas só até que ela comece a compreender a vida dificílima que Kambili tem em casa com seu pai.

Em Nsukka, outro personagem importante no aprendizado de Kambili entra em cena: o padre Amadi. Para começar, ele mostra a ela um lado da religião que ela não supunha que fosse correto. Mesmo sua tia e seus primos são católicos, mas eles misturam canções em igbo às orações e também dançam, tudo que Kambili e Jaja sempre aprenderam que era pecado. É outra religiosidade. O padre Amadi é jovem, é negro (o padre da missa que Kambili frequentava com os pais era branco), joga bola com as crianças e ouve música quando dirige seu carro. Em Nsukka, Kambili revê o avô, agora doente, e testemunha a relação íntima e amorosa que ele tem com seus três outros netos, que ela nunca pôde ter com ele porque seu pai não permitia.

Tudo isso é contado numa narrativa delicada, tocante, envolvente. Uma coisa interessante de observar é o corajoso posicionamento político de Eugene através de seu jornal. Ele é contra o golpe ocorrido na Nigéria e sofre ameaças por isso. Os personagens de Adichie não são óbvios, esse é um lado admirável de Eugene, é preciso reconhecer. Mas também admito que, no fim, só resta ódio meu por esse personagem. A própria presença dele instala medo. É horrível.

O final é diferente de tudo que imaginei. Não vou dar spoilers, podem ficar tranquilos. Havia muitas questões sobre as quais eu, durante o livro, tinha medo de como seriam conduzidas. Mas Adichie foi elegante com tudo. O livro é maravilhoso! É o primeiro romance de Adichie (que cresceu em Nsukka!) e eu quero ler outros, com certeza.

Bruna Guerreiro é historiadora por formação e escritora por vocação. Começou a escrever seu primeiro romance em 1998, depois que o Brasil perdeu a final da Copa da França, mas precisou de muitas Copas para transformar sua vida de historiadora na vida de uma contadora de histórias. Publicou seu primeiro livro em 2013 e nunca mais parou de ter ideias e escrever compulsivamente, invadida por personagens que – felizmente – nunca lhe dão trégua e embalada por canções que se tornaram parte do seu ofício de escrever.

Conheça mais sobre a autora em brunaguerreiro.com.br. Compre as obras na Amazon e siga nas redes sociais: Facebook | Instagram | Skoob

Faça uma Maratona: Orphan Black

05/02/2018


Faz muuuuuito tempo que não tiro uns minutos para indicar uma série neste blog sem fazer uma critica propriamente dita, certo? Então esse ano quero voltar com Faça uma Maratona e indicar as séries que assisti ou tô assistindo, porque eu gosto desta coluna e não gosto de fazer critica de séries pois sou ruim nisso auieouheuhie. Mas enfim, a indicação da vez é uma queridinha minha: Orphan Black.

Orphan Black é uma série canadense de ficção cientifica. Teve sua estréia em 2013 e sua última temporada acabou em 2017. A premissa gira em torno de Sarah, uma mulher que tem vários problemas familiares e com bebidas, que assume a identidade de Beth — uma mulher idêntica a ela que se mata em uma estação de metro. É a partir daí que Sarah se vê presa em uma história que envolve outras mulheres idênticas a ela (obviamente são todas clones).


Clones
Claro que um motivo super legal de ver a série são esses clones maravilhosos. Todos os clones são interpretados pela mesma atriz: Tatiana Maslany e é incrível ver a atuação dessa mulher, pois por mais que a cara seja sempre a mesma o estilo de cada uma é diferente assim como suas personalidades e ela consegue separar muito bem cada uma. A maior parte do tempo eu esquecia que era a mesma atriz interpretando todas essas personagens.

Suspense, Comédia e Ação
Algumas personagens são alivio cômico, outras deixam a série com um tom mais obscuro e tem até personagem que é toda trabalhada em lutar, artes marciais e etc. Então a série mistura um pouco de vários gêneros sem fazer muita bagunça ou deixando tudo muito chato. Então se você assistir se prepare para ter várias experiencias ao longo das temporadas, inclusive emoção capaz de arrancar até umas lagrimas.

Representatividade
O que a galera mais busca hoje em dia em séries e filmes é a representatividade e Orphan Black não peca nisso com o publico LGBT. Sarah tem um irmão gay, Félix, que não é somente um personagem secundário. Em todas os problemas que Sarah e eventualmente as clones acabam tendo que enfrentar ele está ali para ajudar, mas em certo momento parece que ele esta ali apenas para isso e a sacada foi que a própria série abordou isso, dando um plot para ele poder se descobrir e ser ele mesmo fora do Clube das Clones. Além de Félix temos uma clone gay e eventualmente até uma clone transsexual aparece. 


Clichê, porém importante: família
Uma das coisas mais lindas em Orphan Black é ver essas mulheres (e consequentemente pessoas que estão a sua volta) que não se conheciam acabar se tornando uma só família. E claro que como toda família existe tretas, brincadeiras, momentos de tensão, fofocas e também muito amor. 

Bom, essa foi a indicação de hoje. Espero que tenham gostado. 

Parceria: Universo dos Livros

02/02/2018


Alô vocês!
Há alguns meses quando eu mudei o nome do blog e anunciei algumas mudanças eu havia dito que tinha abandona parcerias e que provavelmente não iria mais me inscrever, pois naquela época eu estava sem tempo e etc etc etc mas como a vida mudou eu acabei voltando atrás e, claro, me inscrevi nas parcerias mesmo sempre pensando "eu não vou passar". Não porque meu blog é pequeno, mas porque eu não uso canais de divulgação como Facebook e Instagram e é algo que acaba pesando as vezes em uma seleção. Mas aí veio um dia a surpresa: O blog passou na seleção de parceiros de 2018 da Universo dos Livros e eu fiquei mega surpresa e, claro, feliz.


E esse post é para anunciar essa parceria que, até agora, eu estou adorando pela organização e as regrinhas e tudo mais. Espero que seja boa para o blog e também para a editora. Já fiz a solicitação dos livros que irei resenhar e em breve eu divulgo no meu Instagram (que é pessoal e também literário?) as fotos dos livros lindos <3 (quando receber, no caso). Enquanto isso conheça alguns livros que a editora está lançando.

A Magia do Inverno


Embarque em uma incrível jornada pela terra de Whichwood nessa impressionante continuação do aclamado best-seller Além da Magia, de Tahereh Mafi! Nossa história começa em uma noite congelante… Laylee mal consegue se lembrar dos tempos felizes antes de sua mãe morrer. Antes de seu pai, levado pela dor, perder o juízo (e o caminho), e ela ser abandonada como a única mordeshoor restante na cidade de Whichwood, destinada a passar seus dias esfregando a pele e a alma dos defuntos nos preparativos para suas vidas após a morte. Ficou fácil esquecer e ainda mais fácil ignorar não apenas sua crescente solidão, mas a forma como suas mãos exaustas, assim como seus cabelos, estão se enrijecendo e se tornando acinzentados. No entanto, alguns estranhos conhecidos irão aparecer e o mundo de Laylee irá virar de ponta-cabeça enquanto ela redescobre a magia, a cor e o poder de cura da amizade. Exuberante e encantadora, a aclamada Tahereh Mafi tece uma nova aventura mágica neste mundo persa fantasiosamente sombrio, trazendo ao público novamente Alice Queensmeadow e Oliver Newbanks, protagonistas de Além da Magia.

Rainha de Copas 

A releitura fascinante de Colleen Oakes sobre a infame vilã Rainha de Copas continua! Nesta sequência incrível de um conto de fadas que pode não ter um final feliz Dinah, a princesa oficial do País das Maravilhas, está sendo perseguida após sua coroação ter sido arruinada e seu irmão brutalmente assassinado. Agora, quem ocupa o lugar que lhe pertencia ao lado de seu impiedoso pai, o Rei de Copas, é a meia-irmã Vittiore, e só restou a Dinah exilar-se na Floresta Retorcida na companhia de Morte, o temido corcel. Escondida na exuberante e misteriosa, Dinah tem uma escolha a fazer: ela poderia fugir do País das Maravilhas para sempre ou retornar e lutar contra o rei pelo trono. Entretanto, tal luta só poderia resultar em terrível derramamento de sangue.Quando um encontro casual com um dos inimigos de seu pai leva Dinah a encontrar mais aliados do que jamais imaginou, a guerra se torna iminente. Mas, antes que Dinah possa levar seu povo ao combate, ela deve enfrentar algumas verdades acerca de seu coração e de seu destino - não importando quão escuras essas verdades possam ser.A revolução está chegando ao País das Maravilhas e a batalha de Dinah começou.

Promoção: Carnalivros

01/02/2018



Não sei vocês, mas este ano eu estou totalmente animada para pular o Carnaval — mas sem deixar as leituras acumularem, é claro! Para não deixar essa data tão característica do nosso país passar em branco, o Roendo Livros se juntou ao Ei Nati e mais quatro blogs parceiros para fazer uma grande festa: seis livros para apenas um ganhador. Confiram!

Participantes


Regras
- A promoção terá duração de um mês, do dia 31/01/2018 ao dia 28/02/2018;

- A opção obrigatória vale 1 ponto, enquanto as opcionais valem 5 pontos cada;

- A entrada "tweet about de giveaway" só será válida se a pessoa estiver seguindo todos os os Twitters;

- Na opção "Visitar a Página" não basta apenas passar por ela, é preciso curtir;

- Após o término da promoção, o Roendo Livros e o Ei Nati têm até sete dias úteis para divulgar o resultado;

- O ganhador tem 48h para responder o e-mail com os dados de envio, caso contrário o sorteio será refeito;

- Após feito o contato, o prêmio será enviado dentro de até 60 dias úteis;

- É obrigatório residir em território nacional ou ter endereço de entrega no Brasil;

- O Roendo Livros e o Ei Nati não se responsabilizam pelos livros enviados pelos blogs parceiros;

- O Roendo Livros, o Ei Nati e os parceiros não se responsabilizam por extravio ou atraso na entrega dos Correios, bem como danos causados nos livros. Assim como não se responsabilizam por entrega não efetuada por motivos de endereço incorreto, fornecido pelo próprio ganhador, e/ou ausência de recebedor. Os livros não serão enviados novamente;

- O Roendo Livros e o Ei Nati se reservam ao direito de dirimir questões não previstas neste regulamento;

- Este concurso é de caráter recreativo/cultural, conforme item II do artigo 3º da Lei 5.768 de 20/12/71 e dispensa autorização do Ministério da Fazenda e da Justiça, não está vinculada à compra e/ou aquisição de produtos e serviços e a participação é gratuita.

Prêmios

Terrível Encanto, Melissa Mar
Claros Sinais de Loucura, Karen Harrington
O Fantástico Alfabeto Lovecraft, Greg Murphy & Jason Ciaramella
O Coletor de Espíritos, Raphael Draccon
Fraude Legítima, E. Lockhart