Resenha: Eu Estou Pensando em Acabar Com Tudo

31/03/2017


Você sentira medo. Mas não saberá dizer por que...

Começo a resenha com essa frase que esta na contra-capa do livro porque foi exatamente assim que me senti durante a leitura. Um medo, uma sensação estranha misturada com agonia... algo bem inexplicavel e que poucos (ou nenhum) livros conseguiram tirar de mim em tao poucas paginas. Eu Estou Pensando em Acabar Com Tudo é aquele tipo de livro que poucas pessoas vão falar bem na blogosfera, disso eu tenho certeza. Ele é confuso até suas últimas dez páginas e mesmo após o fim ainda deixa a sensação de algo inacabado, porém ao meu ver isso que o caracteriza como um ótimo livro.


Nesta obra temos a narradora, que vai contando ao leitor sobre sua primeira viagem com o namorado Jake e nesse embalo algumas lembranças da infância e de como eles se conheceram. Tudo já é um pouco sinistro desde o começo, quando ela fala sobre algumas ligações que recebe e de algo que a persegue desde muito nova. Todos os diálogos do casal no carro tem algo um pouco filosófico e que não parece fazer muito sentido até o desfecho da historia. Aos poucos na minha "vida de leitora" fui me descobrindo uma grande amante de diálogos, então quando um livro tem esses diálogos mais profundos eu acabo gostando mais facilmente. Eu não garanto que a minha compreensão seja sempre cem por cento, mas sempre alguma coisa eu acabo guardando e sei que ali vai ter algo que irei aproveitar em uma releitura, caso um dia venha a fazer. Então obviamente o livro me ganhou também nisso.

Nao vou dizer que o livro tenha um final surpreendente, mas ele também não é previsível. O autor foi conduzindo a historia de uma forma que o leitor consegue ir encaixando as peças e isso faz com que a compreensão final não seja tao chocante ou estranha. Sao coisas que quando vamos percebendo ficamos do tipo "como que eu não vi isso antes??" e ai para garantir que aquilo realmente estava no livro antes temos que voltar algumas paginas (eu pelo menos fiz isso umas duas vezes).
- Às vezes um pensamento esta mais próximo da verdade, da realidade, do que uma ação. Você pode dizer qualquer coisa, pode fazer qualquer coisa, mas não pode forjar um pensamento. 

Se você é fã de thriller psicológico então eu aposto que ira gostar desse livro, ou pelo menos de algumas coisas nele. De todo o mais, mesmo se não goste, é um livro que vale a pena o debate com os amigos e leitores... então se você leu e gostou ou até se odiou venha conversar comigo pois eu não conheço ninguém que tenha lido.

Relacionamento abusivo nos livros

24/03/2017



Hoje resolvi falar de algo que tem me incomodado um pouco em algumas leituras que eu faço: relacionamento abusivo. Tenho certeza que você já leu algum livro onde esse tipo de relacionamento esta presente de uma forma ou de outra e em uma época em que tanto é discutido sobre o assunto porque não questionar o porque de algumas autoras ainda colocarem esse tipo de relacionamento nas suas obras.

O primeiro livro que passa na minha cabeça quando o assunto é relacionamento abusivo é Belo Desastre. Eu sei que já estou começando aqui dando um tiro no pé, pois esta é uma obra muito adorada pelas leituras de new adult e eu confesso que até certo ponto eu também gostei, pois tem uma parte de mim que tenta entender Travis e aceitar ele daquela forma. Mas simplesmente quando penso mais a fundo e até mesmo relembro um antigo namorado que tive na adolescência eu paro e penso não. Para quem não leu vou explicar para ficar mais fácil ilustrar meu ponto de vista: Travis é o tipo cara machão, lindo e que sabe que consegue tudo o que quer. A autora usa da desculpa por ele ter sofrido a falta da mãe muito cedo e ser criado com um monte de homens ao longo da vida para as suas atitudes mas isso simplesmente não desce. Alias, uma desculpa muito usada para justificar as atitudes desses homens é algum trauma de infância, alguma perda muito grande etc etc. E não estou discordando aqui da possibilidade de isso ser verdade, até porque eu não entendo nada de psicologia, mas que acaba sendo a desculpa perfeita para justificar homem abusivo nos livros isso é.

Mais um dos meus lidos que também me irritou nesse aspecto foi Louca por Você, da autora A.C. Meyer. Inclusive mais um queridinho de muitas leitoras, né? Nesta obra o principal é um cara que foge de relacionamento igual vampiro foge do sol, trata a mocinha como irma mas ainda quer controlar a vida dela, o que ela faz ou deixa de fazer. Obviamente essa característica é sempre mascarada com a desculpa de que ele esta, na verdade, cuidando dela e prezando pelo seu melhor quando na verdade ele quer somente manter o controle da situação e da pessoa tendo assim aquela segurança de que a outra sempre ira depender dele.

A verdade é que existem diversos livros de relacionamento abusivo camuflado em romance, seja new adult ou young adult e as leitoras sempre tendem a se apaixonar pelos personagens de uma forma ou de outra. E não quero generalizar aqui e dizer que o foco do problema são os homens, até porque quem leu Rock Star (ou Intenso Demais) pode perceber que Kiera é assim com suas atitudes possessivas em relação aos dois homens da história. Mas o verdadeiro problema esta na interpretação das pessoas e na vontade de realmente debater sobre isso nos blogs ou comentários, até mesmo nas redes sociais. Eu nao quero dizer que seja uma obrigação problematizar o assunto, mas é importante debater para poder identificar esses aspectos até mesmo para não aceitar isso na sua própria vida.

Marina Barbieri já disse em seu livro "Fique com alguém que nao tenha pressa":  A Disney nos ensinou que nao importa o que os homens façam com a gente, eles sempre tem boas intenções por trás de seus atos horrendos. Lembrando que eu sou de uma geração onde dificilmente uma personagem feminina da Disney tomava partido de alguma coisa, iria contra algum homem e etc, então obviamente isso não se encaixa nessa nova geração. Mas enfim, faz todo o sentido, não? E por mais que até as animações da Disney tem mudado seu foco ainda assim algumas autoras insistem em colocar homens nessa posição com as mocinhas. Enquanto as leitoras consomem esse produto e somente exaltam o personagem por ele ser descrito como lindo e gostoso ao invés de ao menos debater com amigas sobre os personagens esses livros continuarão sendo publicados e as pessoas não terão consciência do verdadeiro problema.

Eu não li muitos livros que tenham relacionamento abusivo, então pedi opinião para as coleguinhas Nath (Pobre Leitora) e Ana Clara (Roendo Livros) e elas citaram livros como DUFF, 50 Tons de Cinza, Trilogia Devoção e O Papel de Parede Amarelo como livros que se encaixam nessas características, além de livros da autora Bella Andre. Se voce sabe mais algum livro cite ai nos comentários.

Resenha: Harry Potter E A Criança Amaldiçoada

17/03/2017



Depois de longos anos a magia está de volta a nossas vidas, mas não exatamente como muitos esperavam... Não sei ainda se de fato sou parte daqueles que amaram este oitavo livro dá série Harry Potter ou daqueles que odiaram a ponto de não considerarem este livro uma continuação. Na verdade acredito que estou acima do muro, finalizei a leitura de Harry Potter e A criança amaldiçoada e sinceramente não sei qual o sentimento por esta leitura. Não nego que o livro entretém, a leitura é fluida e até envolvente, no primeiro dia que peguei o livro, eu havia lido mais dá metade em algumas horas, ouso dizer que se pode finalizar em um dia a leitura, afinal este é o roteiro dá peça, não temos todo aquele desenvolvimento, as descrições e emoções de uma história, mas se tem algo positivo que tomo por este oitavo livro dá série Harry Potter é a nostalgia, o voltar para o mundo do bruxinho que tanto nos encantou. 

Quanto a história em si, seu plano de fundo, vou dizer que sim, eu gostei da ideia de voltar no tempo e até do detalhe envolvendo o Lorde das Trevas, foi inusitado e acredito que se não fosse um roteiro, mas uma trama como a que estamos acostumados a aceitação talvez poderia ser maior, mas estou me baseando por mim, afinal eu gostei dá ideia, só o modo como foi trazida aos demais fãs que não tiveram a chance de ver a peça é que não foi uma opção tão interessante, ou melhor até foi para alguns, se é que vocês me entendem, no entanto para quem quer matar a saudade deste mundo mágico, Harry Potter e A criança amaldiçoada é uma leitura boa, apenas não vá esperando a mesma atmosfera, a mesma emoção dos demais livros de J.K. Rowling, até porque este oitavo livro não foi escrito por ela, a autora pode ter sua parcela no roteiro, mas há uma discrepância enorme entre as histórias anteriores e esta e nem digo isto pelo fato de estarmos lendo o roteiro dá peça, daria para notar a diferença até se fosse escrito dá forma comum. 

O grande ápice do livro não fica por conta de Alvo Potter e nem do nosso trio favorito que está mais apagado na trama, mas sim por Escórpio Malfoy, quem diria não é? Até mesmo Draco está ótimo na história e isto me agradou bastante, pois Draco é um personagem que eu gosto e vê-lo mais humano, sem toda aquela arrogância e maldade, realmente me agradou e Escórpio é um amor, simpático e cativante, ele é o que me motivou na leitura, nem mesmo Rosa, filha de Rony e Hermione me desceu, ela e o primo conseguem ser bem insuportáveis e mimados, esperava mais deles... Depois de dezenove anos era de se esperar algo fenomenal, que abalance os leitores, no entanto não encontramos isto nesta obra e mesmo não seja de todo ruim, também não é tudo aquilo que era esperado, não tem a mesma magia, os mesmos sentimentos que tanto encantou os leitores, que fazia cada um de nós ler como se nada mais importasse. 

Compreendo bem a queixa de outros fãs e entendo seus pontos de vista, assim como também entendo aqueles que amaram esse livro, mas continuo acima do muro, no entanto, foi uma leitura legal, gostei até certo ponto como descrevi nesta resenha e foi bom ter um gostinho a mais do mundo bruxo que deixou tanta saudade. Sem mais, esta é uma leitura que divide mesmo os fãs dá série, mas que recomendo a todos a tirar suas próprias conclusões. Para finalizar, tenho que dizer que a editora Rocco fez um trabalho lindo no livro, a capa é aveludada, a diagramação e revisão estão impecáveis, uma edição ótima para este novo livro dá saga Harry Potter. 

Resenha: A Rosa e a Adaga

13/03/2017

Assim que eu acabei de ler A Fúria e a Aurora corri doida atrás da sequência e até cogitei ler em inglês, mas então o tempo passou e consegui ler A Rosa e a Adaga. Bem, definitivamente o livro me decepcionou. O que pareceu para mim foi que os eventos foram jogados no enredo apenas para preencher a história até chegar no final, porque o principal evento ficou sem sentido. Aqueles pessoas com poderes excepcionais no livro existiram por nada! Não houve uma grande causa nem um vilão à altura. Não houve clímax, não houve êxtase. Não houve sentido para tudo.


Sherazade foi levada por Tariq a pedido de Jahandar com a caravana de seu pai justamente para mantê-la segura de Khorasan, isso foi até o ápice do livro anterior. Mas Sherazade ''magicamente'' podia ir da tenda até Khalid ''num piscar de olhos'' que ficou sem sentido então ela continuar afastada dele. Ela ia de um lado para o outro quando bem entendesse, então por que eles se afastaram em primeiro lugar? As coisas envolvendo Sherazade foram muito mal explicadas nesse livro.

Khalid, que no livro anterior foi um amor, nesse livro ele ficou sem personalidade. Eu senti muita inveja da Sherazade no primeiro livro, mas ele perdeu a graça com sua amada ditando o que fazer  e passando lição de moral nele o tempo todo. Ela ficou agindo como o último biscoito do pacote, a especial, a importante, a perfeita, a quem sempre tem razão, e isso a fez ficar muito chata nesse livro. A relação do arqui-inimigo de Khalid foi outra coisa que me incomodou, o triângulo amoroso foi resolvido muito pacificamente para alguém que amava a amiga de infância há muito tempo. Quanto a Tariq nem teve importância que nem vale a pena comentar. Jahandar teve uma participação especial no começo e no final apenas. Entre outros. A sensação que tive foi que tudo estava superficial. Eu definiria o livro como raso. Se juntasse o livro um e dois seria o suficiente. Não houve história o bastante para um segundo livro.

POSTADA POR VIVIANE L. RIBEIRO

Resenha: O verão em que salvei o mundo em 65 dias

09/03/2017

Hoje vou falar desse livro fofíssimo que recebi da Rocco para leitura. Sério, fazia muuuito tempo que eu não lia uma história tão simples e profunda ao mesmo tempo. Quer dizer, geralmente esses livros e jovens adultos vem sempre com ensinamentos e situações que fazem os leitores refletir, claro que tem algum romance e tudo mais só que existe sempre o clichê que mesmo sendo bom (eu gosto) também acaba sendo chato. Não foi o que aconteceu com este livro, que eu amei do inicio ao fim.

Nina é uma pré-adolescente que sempre deixou as coisas ao seu redor acontecer, sem se dar ao trabalho de mudar ou fazer alguma coisa até que um dia ela vê sua vizinha, que esta com a perna quebrada, bastante chateada por não estar conseguindo plantar uns cravos ali no quintal da casa. E ao invés de ficar somente olhando a cena e sentindo dó da senhora ela vai lá e planta todos os cravos da Senhora Chung. Simplesmente assim. E ela nem se da ao trabalho de contar a senhora que fez isso, ou a qualquer pessoa. À partir desse momento Nina resolve que vai mudar e que irá fazer algumas boas ações para seus vizinhos, amigos e família durante o verão. E ai o livro nos mostra todas essas boas ações e suas consequências.

Eu sei que nunca dou um resumo do livro nas resenhas, mas gente... vocês leram isso? Que coisa mais fofa. Quer dizer, quando é que as pessoas simplesmente tem essa ideia/vontade de fazer algo bom para outra pessoas e simplesmente vai lá e faz sem pensar nas consequências. Então claro que me apaixonei por Nina de cara. Ela é uma garota doce e simples, no começo ela se importa um pouco em como o mundo a vê mas isso vai se perdendo ao longo do livro. Nenhuma mudança é repentina, ainda mais com um curto espaço de tempo em que a narrativa acontece mas ela tem somente 13 anos, então as mudanças são visíveis como em qualquer pessoa dessa idade.

As boas ações que ela faz não é nada de tão exuberante. Ela salva sim o mundo em 65 dias, mas de uma forma pequena porque o que o livro quer mostrar mesmo é que as boas ações por mais simples que seja se for feita por todos já vai deixar o mundo um lugar bem melhor para se viver. No começo eu não entendi muito bem isso e pensei "mas só isso?" quando ela fazia algo mas conforme as coisas vão acontecendo e as mudanças acontecem então que acabei entendendo de verdade a mensagem principal.
"(...) É preciso aceitar algumas coisas no universo sem questionamento."

Os personagens que completam essa história já são algo que não foge do básico: os pais muito ocupados, o irmão mais velho que tem problema de comportamento, aquela vizinha chata, outra vizinha com muitos filhos, a amiga e o amigo que estão descobrindo o interesse no sexo oposto. Sim, é parte importante da história pois faz parte das boas ações de Nina, mas eu não acho que realmente valha a pena citar com detalhes; com exceção de Thomas — porque sempre tem que ter aquela criança maravilhosa. ♥ Gente, que menino mais lindo. Ele tem a inocência que percebemos que Nina esta perdendo por estar entrando em uma nova fase da sua vida. Quando ele pega sua espada e sua capa e diz que irá combater os bandidos é muito fofo e eu podia ver meu primo brincando dessa forma.

O verão em que salvei o mundo em 65 dias é um livro super fofo e indicado para qualquer idade, mas acho que se um adulto ler a mensagem vai cair como uma luva pois às vezes somos acomodados demais com as coisas, gostamos de reclamar e etc então quem sabe sabendo o que pequenas boas atitudes fazem não resolvemos mudar um pouco?

Filme: O Lar das Crianças Peculiares

06/03/2017

Tem uns 2 anos que eu sou louca para ler o livro, mas sempre adiei a leitura haha só que com a chegada do filme eu acabei fazendo o caminho inverso e resolvi assistir a adaptação primeiro. Eu sei que isso pode ser um erro fatal, mas eu realmente não ligo muito quando se trata dessa ordem. A questão é que agora fiquei com um certo receio de ler o livro e acabar odiando. Veja bem, o filme eu achei bem... bobinho. A premissa é bem interessante, com toda a história do orfanato e as crianças peculiares, a fenda do tempo e tudo mais só que é tudo muito infantil e de uma forma que eu não estava esperando. Eu já havia visto algumas pessoas comentando sobre o livro dessa forma, mas eu sempre achei que ele teria algo mais de... terror, ou um suspense, sabe? E com o filme sendo dirigido pelo Tim Burton eu realmente esperava isso pois o histórico dele para filmes assim é muito bom, entretanto a decepção foi quase completa.

Eva Green não é uma das minhas atrizes favoritas do mundo, mas gente... que mulher??? Com certeza ela levou o filme nas costas. Gosto da forma como ela fala e se expressa, como ela deu vida a uma personagem como a Miss Peregrine acho que poucas pessoas conseguiriam. Ela tem um olhar marcante, eu realmente não sei explicar o que ela causa ahuahoushuahsi e eu ainda falo isso como alguém que nem se quer é fã da atriz. Já Asa Butterfied foi beeem bléh! Eu vi alguns filmes com ele e nunca achei ele um ator tão legal assim, mas acredito que ele ainda tem capacidade de fazer algo marcante ao longo da carreira só que não foi dessa vez.

google imagens
A história em si é bem legal, com a busca de Jacob pela verdade sobre o que aconteceu com o seu avô e com a intenção de provar a si mesmo que todas as histórias que seu avô contava era mentira. Claro que minhas partes favoritas ficam por conta das crianças mostrando suas peculiaridades, pois eu adoro essa vibe meio x-men. rs Não é o tipo de filme que nooossa, melhor da vida ou que entra para os favoritos mas da para gastar umas hors num domingo.

TAG: Minha Vida Literária

01/03/2017


Alo, vocês. Hoje é Quarta-feira, aquele dia cheio de preguiça depois da folga de carnaval mas que já chega com um tapa na cara pois temos que trabalhar *choros*. Maaaas, sem desanimar vamos deixar o blog bonito com post e já que a Nathi me indicou nessa tag eu vou responder. x)

1. Qual foi sua primeira resenha (escrita e/ou em vídeo)?
Minha primeira resenha foi e Estilhaça-Me, ainda na versão antiga do wordpress. Na boa, essa resenha esta horrível uaishaoshia mas foi a que eu fiz de teste para poder entrar no blog. 

2. Qual foi seu primeiro livro de parceria com editora?
Nossa, moça. Não faça pergunta dificil. EU ACHO que a primeira editora que tive parceria foi a Novo Conceito, então pela época que fui aceita era lançamento daquele livro A Mais Pura Verdade. TALVEZ seja esse livro. 

3. Conte um momento inesquecível que você viveu como leitor
Eu não vou à eventos literários pois moro no interior e é complicado, então nunca conheci nenhum autor. Fui há algumas Bienais, mas na época eu não era blogueira. Tirando a emoção que alguns livros me passaram nunca vivi nada realmente inesquecível. 

4. Quantos livros lê em média por mês? 
Atualmente se eu conseguir terminar um já é milagre do ser divino.

5. Como as parcerias influenciam suas leituras?
Esse é um assunto beeem legal. Antes eu era bem fissurada em ter parcerias, mas dai quando fui conseguindo elas eu vi o quanto da trabalho. É ÓTIMO receber o livro no mês do lançamento e tudo mais e ficar ostentando, vou admitir. Mas a parte dificil é você querer ler uma coisa e ter que ler outra por conta dos prazos para postagem das resenhas e tal. Atualmente eu cuido de uma parceria com a Valentina no Cantar em Verso e com a Rocco aqui no ESL e com o tempo que eu tenho na vida eu já fico doidinha. Então no momento eu só to lendo os livros de parceria e deixando de lado livros que eu gostaria de ler há algum tempo. É vantajoso, mas é um comprometimento que nem todo mundo consegue manter. 

6. Um livro que você só leu por causa do blog/canal e se surpreendeu
Nossa, tem muitos livros que li apenas por causa do blog e a lista das surpresas é grande. Mas deixa eu pensar em algum que seja recente... Ah! Mais fácil falar de autor, neste caso autora. Karen Alvares. Eu me surpreendi bastante com a escrita dela e, claro, amei. 

8. Tem algum gênero que você passou a ler nos últimos tempos, que antes não lia (ou não lia com frequência)? Tem algum gênero que você deixou de ler?
Não e não.

Não vou indicar ninguém pois não sei quem fez ou não a tag, mas se você curtir já sabe: faça e me mande o link. ;)