Precisamos falar de Supernatural

23/09/2016

Tenho certeza que eu não sou a única hunter aqui. Supernatural já tem 11 anos, e mesmo com altos e baixos se mantém firme, graças ao trabalho impecável da produção que ao longo dos anos sempre se mateve unida como uma familía nos proporcionando momentos e temporadas maravilhosas. Tudo começou lá em 2005, com um piloto de tirar o fôlego e uma primeira temporada memorável. 

Quem não lembra da famosa cena da Mary no teto em chamas e o Sam,bebezinho vendo tudo? Super me lembra Harry Potter. E então começava uma das melhores séries de todos os tempos. O criador Eric Kripke, desenvolveu a série por 10 anos antes de lançar. No original era um grupo de jornalistas que viajariam por todo país em busca de fatos sobrenaturais,bem estilo Scooby- Doo, porém, sempre rejeitavam, até que ele se encontrou com produtores da CW, que gostaram da ideia, mas nem tanto e pediram para que ele reformulasse a história e colocasse uma carga mais emotiva, mais família e ai nasceu o formato que conhecemos hoje, obrigada CW <3
 O nome inicial da série, que apresentariam os jornalistas era Unnatural, e a cada curiosidade dessa, eu amo mais a CW, porque Jesus amado, era tenso. Dean e Sam se chamavam, Sal e Dean Harrison em homenagem ao romance On the Roadde Jack Kerouac. Mas logo Sal virou Samuel (Sam) , já que Sal não era o melhor nome para o personagem principal mas Eric Kripke, queria manter Harrison como sobrenome dos irmãos, fazendo referência ao ator Harrison Ford, e o diretor, queria que Dean tivesse a mesma ousadia e imprudência de Han Solo. Porém isso não foi possível, já que havia um Sam Harrison, morando no Kansas, e por razões legais o sobrenome dos personagens foram alterados. Winchester surgiu pelo interesse do diretor na mansão Winchester Mystery House, na Califórnia, que é considerada assombrada. Outro problema foi com o nome do pai dos irmãos Winchester, primeiro foi pensado para ser Jack, porém, já havia um Jack Winchester residente também no Kansas. Então, Jack tornou-se John e nasceu a família Winchester. Amém CW! 

 A série tinha sido encomendada até a 5° temporada, mas ela estava fazendo tanto sucesso que eles resolveram atender o pedido dos fãs e prolongar, e é nas duas próximas temporadas que a série caiu de qualidade, porque eles já tinham fechado a história principal e precisavam encontrar uma carga pessoal de fundo para que a série se mantivesse bem. Só na 8° temporada a série voltou com todo o gás do começo, e de lá pra cá só temporada foda. Supernatural é uma série que fala muito de família, de laços pessoais e isso se mantém até hoje. Umas das coisas mais lindas é que o elenco, os produtores e todos os envolvidos são como uma família de verdade, já que ninguém foi substituído desde a primeira temporada, e essa união passa para as telas e para os fãs. Um dos motivos por eu amar tanto Supernatural é que os produtores realmente preocupam com os fãs, e sempre tem fan service, e episódios comemorativos. Já teve um episódio inteiro em homenagem aos fãs, 10x05 - Fan fiction , uma clara referência as fanfics de Supernatural. Chorei muito ! 

Foram 11 anos na estrada com os Winchesters e a baby ( impala 67 do Dean ), lutando contra dêmonios, amando e odiando os anjos, entrando em uma relação de amor e ódio com o Crowley, porque não têm como não amar Mark Sheppard e seu sotaque maravilhoso, e pegando o Cass pra criar porque ele é um terceiro Winchester, e como o Dean sempre fala, ele já é da família. A trilha sonora da série é um dos pontos mais altos que existe, porque é só rock , maioria clássicos e como não cantar Carry on my wayward son do Kansas em toda season finale?!. Eu poderia ficar aqui pra sempre falando da minha série favorita ever, mas acho que já deu pra contar um pouco dela. A 12° temporada estréia nos EUA em Outubro agora, e  na Netflix tem as 10 primeiras, legendado e dublado. Se você não é fã ainda, o que tu ta esperando locx? Só vem, a família é grande! 




POSTADO POR LOLA

Resenha: As Mil Noites

19/09/2016

Eu não leio um livro há muito tempo, portanto, não faço resenha a um bom tempo! Mas eu estar aqui hoje significa que, 1) eu estava super querendo esse livro para lê-lo imediatamente após ter caído em minha mão, 2) que esse livro não é nada pouca coisa para eu ignorá-lo, e 3) ele realmente não é por eu não ter conseguido parar de ler. Eu não sei o que está acontecendo comigo, mas em vista do ano passado, eu estou morta nas minhas leituras. 

As Mil Noites obviamente como o título sugere fala sobre As Mil e Uma Noite, mas de uma forma diferente. Muito diferente. Em primeiro lugar, eu estranhei a escrita. Eu não sou uma leitora que se apega aos “detalhes da narração”, mas teve alguns momentos que eu fiquei perdida mesmo para alguém que não é atenta o bastante. A escrita foi um pouco confusa para mim, mas entendível, quando eu entendia, vibrante e apaixonante. 

As Mil Noites é diferente dos diversos outros contos que já lemos antes. Aqui, Lo-Melkhiin não é nada como os outros sutões que já lemos. Aqui ele é... uma coisa. Aqui nesse livro o que está por trás do rei levar moças ao assassinato é uma coisa maior e mais assustadora. A influência de, como posso chamá-la, da mocinha, é muito maior. Eu li o livro todo e apenas nos agradecimentos que eu percebi que os personagens não tinham nome! Nem a personagem principal com seu grande papel. Ninguém exceto Lo-Melkhiin! E eu sequer tinha percebido, que grande sacada! 

Nesse livro a protagonista não consegue sobreviver dia após dias contando histórias, mas o que intrigava o rei era como ela ainda vivia. Esse livro é mais fantasioso e mágico das outras versões das As Mil e Uma Noites. É feminista. Enquanto eu lia esse livro me lembrou bastante a série disponível na Netflix baseada no livro de mesmo nome, The Red Thend. Amei os personagens terem pele escura, exceto um estrangeiro que é claro como o leite. 

Eu confesso que, por não saber o que esperar, eu me via torcendo por Lo-Melkhiin se redimir e confesso ainda mais que eu não via ele como o vilão. Pelo menos não até o final. Eu que raramente costumo gostar de trilogias me vi desejando ter uma sequência, até porque, achei esse livro muito curto. Pela primeira vez eu achei que um livro daria muito pano para a manga para uma sequência e decepcionadamente ele é único. Lo-Melkhiin e sua esposa são poderosos e faiscantes demais para apenas um livro. Pelo menos dava para esticar esse livro em uma duologia! Que frustrante! Quando acabei de ler me senti envolvida naqueles contos de fadas minúsculos, e isso é bom e ruim ao mesmo tempo. 

Para quem amou A Fúria e a Aurora, pode não gostar apaixonadamente desse livro pela pegada não tão romântica e da desconstrução do rei que todo mundo amou. Lo-Melkhiin pode ser enigmático, maquiavélico, intrigante a princípio, mas ele é assustador demais para um mocinho. 


Resenha: Quando Tudo Volta

16/09/2016

Confesso para vocês que quando ganhei uma promoção da Novo Conceito onde era possível escolher um livro dentre uma lista predeterminada pela editora eu apenas escolhi este pois as outras opções não eram tão bacanas assim. Demorei meses para finalmente pegar esse livro e apenas o fiz pois o coloquei a prêmio em uma promoção que um blog que eu colaboro (conheça o Cantar em Verso) participou e não quis deixa-lo ir sem ao menos ler.

O que eu não esperava era encontrar um livro tão incrível assim, e tão fácil de ser lido (eu li cerca de 90% do livro em uma sentada). Você sabe aquele tipo de livro em que a leitura flui, mesmo com o peso que a história carrega? Acredito que foi isso o que me fez realmente gostar dele. A sinopse nos promete o aparecimento de um pássaro em uma cidade e o desaparecimento de um garoto dessa mesma cidade. Imaginava eu que a história iria tratar o tempo inteiro desses assuntos o que, se fosse trabalhado de forma errada, seria muito chato. Mas o autor foi bem mais esperto ao colocar a narração de Cullen (irmão do garoto desaparecido) intercalado com história de outras pessoas - que pode parecer totalmente desnecessária ou aleatória no inicio do livro mas que aos poucos vai se conectando com a cidade e o próprio Cullen.

Quando Tudo Volta não trata apenas do desespero de um garoto que perdeu o seu irmão assim como o seu ódio por uma cidade que ao invés de se importar com uma criança desaparecida se importa com a presença de um pássaro que eles nem se quer sabem se existe de verdade; O livro trata de pessoas e suas personalidades, o quanto cada uma é capaz de fazer para conquistar seus objetivos. O livro trata de crenças, fanatismo, amor e amizade. Cullen é um personagem facilmente adorado, minha identificação com ele foi praticamente instantânea. Ele é quieto, mas pensa muito sobre tudo e todos. E confesso que o que mais me doeu foi a forma como eu me identifiquei com ele ao se tratar de sua cidade, seus sonhos e seu futuro. As possibilidades de se dar bem ao mudar, ou acabar ter que voltar por ironia do destino (ou sei lá, simplesmente porque a vida não quer você seja alguém na vida).

Mesmo a narrativa do livro não sendo inteiramente de Cullen é impossível dizer que ele não é o único personagem principal. Apesar das histórias paralelas e a presença constante de Cabot Searcy, Cullen se faz inteiramente presente na essência do livro e em todo o seu sentido ao final da trama. Raramente durante a minhas leituras eu fico imaginando como seria uma adaptação do livro, mas nesse caso o tempo todo fiquei me imaginando assistindo ao filme e cheguei a conclusão de que assim com o livro não é para qualquer um gostar o filme também não seria. Com certeza teria uma pegada cult demais, com todos os seus diálogos profundos e um pouco filosóficos em alguns momentos.

Este foi um dos melhores livros que tive a oportunidade de ler e me arrependo demais por ter dado meu exemplar naquela promoção. rs

CRÍTICA: O FABULOSO DESTINO DE AMÉLIE POULAIN

14/09/2016


Quem nunca parou e pensou : "Cinema francês é muito chato, e só quem curte são aqueles cinéfilos cult". Eu mesma admito que são raríssimos filmes franceses que me agradaram, até eu assistir esse.O fabuloso destino de Amélie Poulain é uma comédia romântica despretensiosa, mas ao mesmo tempo, desde o princípio você consegue ver a identidade do filme em cada cena.

Na verdade ele tem muito de seu diretor, o maravilhoso Jean-Pierre Jeunet que é muito famoso por seus filmes de ficção bem sombrios como Delicatessen, Alien, Ladrões de Sonhos e de sombrio Amélie não tem nada. A história começa desde o nascimento da Amélie, até sua infância conturbada e monótona para alguém que sempre foi a frente de seu tempo.Ela sempre foi obrigada a brincar e conviver sozinha já que seus pais eram bem neuróticos e super protetores. Até que ao atingir maioridade, ela vai morar sozinha e um certo dia sente a vontade de ir atrás do dono de uma caixinha que ela encontrou em sua casa, então ao encontrá-lo e ver que ele se emociona ao reencontrar seu brinquedo de infância, Amélie percebe que pode fazer mais pelas pessoas. E é ai que ela entra num mundo só dela onde todas as pessoas possuem uma história e merecem ser feliz. O filme possui uma fotografia maravilhosa e simples ao mesmo tempo, o que o diretor explora muito.

A mente criativa de Amélie é bastante explorada e isso dá uma cadência incrível para o filme que já é clássico. Basicamente o filme nos ensina que as melhores coisas da vida são os pequenos detalhes dela. E não sei vocês, mas um filme que tem um propósito de ensinar algo merece ser visto e revisto e comentado e várias coisas que eu ficaria a noite toda aqui descrevendo. Como um bom filme de romance, o principal não falta, mas não é nada forçado, ou algo que vemos em filmes americanos e que a gente logo pensa que aquilo jamais aconteceria daquele jeito no mundo real. O título dele não poderia ser melhor, porque realmente o destino de Amélie é fabuloso e imaginavelmente possível de acontecer. Os atores são maravilhosos mas a Audrey Tatou brilha forte, trazendo uma Amélie romântica mas nada ingênua, uma Amélie sonhadora ( até demais) mas muito pé no chão. E como possuir essa bipolaridade singular? Só assistindo pra você sentir. Ele explora as sensações humanas, então eu poderia ficar horas aqui e não conseguiria passar o que ele é. Mas o mais importante é que ele merece ser visto. È daqueles filmes que você não dá nada quando começa e depois dá um lugarzinho no seu coração só pra ele. E tem sutilmente a quebra da quarta parede ,e se você já se estava apegado ao filme, quando isso acontece você se sente um personagem importante de lá. E a sensação é muito amor. Assistam esse filme fabuloso porque não existe palavra melhor que o descreveria tão bem. 


POSTADO POR LOLA

CRÍTICA: XOXO

07/09/2016

Esse filme saiu semana passada na Netflix, e é um filme super novo e incrível!

Já começa que eu amei o nome porque super me faz lembrar de Gossip Girl , umas das minhas séries favoritas. O filme conta a história de um garoto chamado Ethan que tem o sonho de ser DJ profissonal.  Ele usa suas batidas junto com a voz da sua mãe  que sempre teve o sonho de ser cantora, e faz uma música e joga no youtube e a música viraliza fazendo com que ela fique muito conhecida no cenário eletrônico. O melhor amigo do Ethan, Tariq tem o sonho de ser empresário e se sustentar sozinho e passa a ajudar o amigo conseguindo que Ethan toque em um festival super grande de música eletrônica dos Estados Unidos. 
Nisso o filme vai mostrando todo o dia do Ethan até chegar na hora dele tocar no festival ao mesmo tempo que ele conhece outras 5 pessoas que começam a fazer parte da sua jornada.

O legal do filme é que ele não se concentra apenas no Ethan ou no Tariq, eles desenvolvem super bem os outros personagens secundários em um estilo super leve que não te faz enjoar de ver. Todos os personagens tem suas histórias e todos estão indo pro mesmo festival, XOXO mostra muito bem os bastidores da cena eletrônica, as dificuldades dos DJs novos e não mostra apenas o lado negativo de grandes festivais e a agitação, mas também foca nos romances, nas aventuras, nas sensações e desafios de quem frequenta e gosta disso. 

Os atores não são conhecidos mas são muito talentosos, e a fotografia do filme é muito linda. È puro neon, com uma trilha sonora que contagia mesmo e te faz querer ir na próxima Tomorrowland sem pensar no preço do ingresso. 

Mostra também o lado da galera super chapada desses festivais, e isso me incomodou um pouco porque as vezes mostrava isso como algo natural e super legal, o que eu acho que nem sempre acaba bem , pra quem curte festivais assim sabe do que eu estou falando, mas de resto é um filme bacana de assistir. Ele é baseado em uma história real do diretor e roteirista do filme e cumpre sua premissa. 
Muita gente vai estranhar a direção dele e os cortes de câmera, mas a proposta dele é justamente nos fazer imergir em um festival de música eletrônica onde tudo é muito intenso e se move super rápido. E eu gostei da sacada deles.  O filme está lá na Netflix, mas já tem na internet em sites piratas haha, o que é legal pra quem não tem Netflix e quer ver o filme. Então assistam e me contem o que acharam. 
                                                                            Xoxo :*
POSTADO POR LOLA

CRÍTICA: GOTHAM

01/09/2016


  Essa crítica será das duas primeiras temporadas!
Gotham é uma série adaptada dos quadrinhos da DC Comics. E quando falo adaptada são poucas coisas, como os personagens, seus nomes, a cidade de Gotham, mas todas as histórias capitulo por capitulo é trabalho dos roteiristas. Ela conta e segue a vida do detetive Gordon na luta diária contra a bagunça, a corrupção e a sujeira que Gotham está se tornando. A série não é sobre o Batman, aliás ele ainda é só um menino órfão na série, nem sobre o próprio James Gordon, ela é sobre Gotham, e consequentemente tudo que acontece e nasce ali. Falando em nascimento, boa parte dos vilões do Batman ainda são pessoas comuns, a premissa dela é justamente acompanhar o ascensão dos principais vilões da galeria do Batman. Muitos vilões só ''nascem'' quando o Batman já é adulto então a série conta com alguns limites de desenvolvimento de personagens pra não esbarrar nas HQs e confundir a mente dos leitores de quadrinhos. 

Um dos problemas da 1° temporada é o formato '' 1 vilão por episódio '' que dependendo da quantidade de episódios que a série tiver, começa a desgastar os atores, e até os roteiristas que vão começar a ficar sem ideias. A série tem seus probleminhas mas foram concertados na 2° temporada que veio muito melhor que a anterior. De começo a série seria em estilo policial, estilo CSI acompanhando o detetive Gordon e o Bullock, nas ruas de Gotham junto com a GCPD mas alguns personagens foram fazendo tanto sucesso que passaram a ser recorrentes, que é o caso do Pinguim que ainda é o jovem Oswald Cobblepot, interpretado pelo Robin Lord Taylor que é maravilhoso e faz qualquer um apaixonar pelo personagem e muitas vezes torcer por ele. Confesso que adoro ele e torço. Outro que é incrível também é o Cory Michael Smith que faz o Edward Nygma (Charada) e interpreta com maestria o personagem nerd, que depois se torna um dos vilões mais icônicos do Batman. Os atores no geral são incríveis, o David que faz o Bruce e a Camren que faz a Selina Kyle ( Mulher Gato )  não deixam a desejar. Donal Logue faz um Harvey Bullock clássico como já estamos acostumados a ver nas HQs, e com seu senso de humor sujo que é o melhor do personagem. Alfred (Sean Pertwee) ganha uma versão muito parecida com a da Graphic Novel Batman: Terra Um, mais duro e ríspido mas com muita afeição por Bruce. 

A segunda temporada veio melhor e desenvolveu melhores personagens que deixaram de ser o vilão do dia e passaram a ter mais significância e tempo de tela. Veio também com vários arcos distintos de personagens e suas histórias e motivações e a luta incessante do Bruce para saber o motivo e o responsável pela morte de seus pais, e nisso tudo vai mostrando que Gotham está perdida, e que muitas coisas acontecem debaixo do nariz de todo mundo e ninguém faz nada. A fotografia da série é incrível inclusive já foi indicada a vários prêmios. Os diálogos são muito bons e se encaixam perfeitamente, a direção também rende fazendo Gotham ser a melhor série da DC em atividade na minha opinião.  A  terceira temporada estreia em Outubro agora e tem tudo pra ser incrível. Na Netflix tem as 2 temporadas completas então corre pra ver porque vão gostar. 

Antes de seus vilões e até mesmo do Batman , ali estava Gotham. 

POSTADO POR LOLA