Lançamentos de Agosto: Gente e Única

31/08/2016


Eu vou te ensinar a ser rico
Três passos simples para quitar as dívidas em doze meses e construir a sua liberdade financeira
Sinopse: As pessoas de classe média vivem com os mesmos princípios: gastam tudo o que ganham durante o mês para manterem um padrão de vida mais elevado do que podem ter. Como sobra pouco ou nenhum dinheiro para adquirir o “conforto”, utilizam os financiamentos dos bancos e com isso pagam juros altíssimos. Têm a falsa impressão de que estão crescendo porque possuem cada vez mais bens de consumo. Será que realmente estão progredindo? Será que o dinheiro de fato lhes traz conforto? Ou será que a classe média é cada vez mais escrava do dinheiro?
O mundo atual é voltado para o consumismo. Poupar diante de tantas propagandas não é uma tarefa fácil. O resultado é que milhões de brasileiros utilizam o limite do cartão de crédito e o cheque especial para cobrir dívidas, contas em atraso e despesas da casa. Além disso, fazem empréstimos novos para quitar os antigos e, com isso, os juros vão se multiplicando.
Sem conhecer as “regras do jogo”, você se preocupa em “tapar o buraco” dos juros sobre juros, das multas e outras cobranças derivadas do crédito que adquiriu. Completamente sem saída, você não vê a hora de essa situação se resolver de uma vez por todas.
Então, a pergunta é: Como e por onde começar? Como sair dessa situação? Será que precisamos viver desse jeito pelo resto da vida ou podemos sair dessa situação e criar a tão sonhada liberdade financeira?
Ben Zruel vai mostrar a você que viver sem precisar trabalhar todos os dias não é um sonho impossível. Com um texto acessível, Ben vai usar a sua experiência como empresário e palestrante para ensinar ao leitor um método prático e aplicável a qualquer pessoa. Construa a sua liberdade financeira, independentemente de quanto ganha por mês

Autor: Ben Zruel
Selo: Gente • ISBN: 978-85-452-0105-2 • Formato: 16 x 23 cm
Páginas: 160 • Gênero: Negócios/ Finanças
Lançamento: Agosto de 2016 • Preço de capa: R$ 29,90 

Promoção: 1 ano de Estilhaçando Livros

29/08/2016


Oi, oi!
O blog Estilhaçando está comemorando um ano de existência e eu tô tipo WHAT?? jura que faz um ano que criei esse blog que amo? :D
Mas sério, eu estou super feliz de ver meu blog ter chegado onde chegou. Com um ano consegui umas parcerias ótimas, seja com autores ou editoras e espero que o blog continue crescendo cada vez mais. Quero agradecer a TODOS que estiveram comigo nesse ano, seja apoiando em algum projeto, seja nas parcerias, nas amigas blogueiras, e principalmente na galera que tá sempre comentando aqui. ♥ E é justamente essas pessoas que eu quero prestigiar hoje. x)
Eu sei que não é uma super promoção, mas agora que eu arrumei um emprego a vida ficou corrida então vou sortear um kitzinho que a galera tá curtindo por aí só para não passar em branco. Em breve que terei mais recur$$$$$os irei fazer uma promoção maior, okay? Continuem me amando. ♥

Cadê meu Fone? #5

26/08/2016


Alô, alô meu povo ♥
Hoje eu tô numa alegria por motivos de: é sexta-feira (êeee) e segundo porque amanhã é dia 27 de Agosto, um dia que eu estou esperando há uns dois meses e sabe porque? Porque vai ter show do We Came as Romans no Brasil e a loka aqui vai se foder no trabalho para estar lá. rs Mas já sei, já sei. Você não sabe o que é We Came as Romans, né? Então fica aqui que vou te mostrar umas musiquinhas deles para vocês se situarem. ♥

WCar é uma banda do gênero metalcore americana fundada em meados de 2005. Suas músicas, de modo geral, passa uma mensagem positiva para os fãs sendo até mesmo motivacional. É aquele tipo de banda que tu escuta em uma momento de bad e fica bem, sabe? kkk Apesar de ter um som mais pesado algumas canções são bem "leves" e podem agradar fãs de qualquer gênero musical.

Hope
Stand up
You have a voice to be heard
You're worth more than words
So let your fire burn

Never Let Me Go
So hold me close and never let me
Never let me go
At my lowest of lows
When I need you the most

Memories
Give me your heart and I will give you my hand
Cause nothing's stopping you and me
From making all these memories

To Plant A Seed
My future started with the first note I ever played
The first note that was ever sang
When we started living with purpose and writing with meaning
This is what we were made for
Every day I live this future

Eu fiz uma playlist no spotify com outras músicas deles, só para eu ir me aquecendo par ao show então vou deixar aqui para quem quiser ouvir mais se gostarem etc.


xuxus ♥ — google imagens

RESENHA: TETRALOGIA AS BRUMAS DE AVALON

25/08/2016

Esse livro mudou a minha vida, sério! Desde Harry Potter eu não lia algo tão incrivel como esses livros. Já faz uns 2 anos que eu os li e a história ainda se mantém quentinha  na minha memória.
È uma história envolvente, imagine Game of  Thrones + Rei Arthur. È exatamente essa tetralogia. 
È uma leitura complexa, a narrativa é lenta no começo, por isso algumas pessoas desistem dele fácil, mas se você se abrir a história, no segundo livro você já vai estar totalmente focado nela e nos personagens principais. Então vamos por partes, o primeiro livro é a A Senhora da Magia, que começa antes do nascimento de Artur e foca em Vivianne e Igraine, duas irmãs distintas em seus destinos. Igraine se casa com o Duque Gorlois e engravida de Morgana, mais tarde Vivianne têm visões de que Igraine se casaria novamente com o futuro rei da Bretanha, Uther Pendragon e que desse relacionamento nasceria aquele que libertaria a Bretanha das mãos dos Saxões e uniria os cristãos e os druidas. Os livros tratam assuntos polêmicos como religião, incesto, tragédias e tudo que existia naquela época.

A partir do segundo livro A Grande Rainha, já conhecemos a Guinevere, também já  somos introduzidos em rumos da história, e do jovem rei Artur finalmente se tornando rei precocemente. Nesse livro os conflitos amorosos e politicos já começam a se desenrolar, a narrativa já é mais fluida e elegante e você se torna um personagem da própria história. Eu me apeguei muito a Morgana, ela é forte, ela sofre mas sofre com elegância e em um tempo onde as mulheres eram apenas adornos de seus maridos, ela e as Sacerdotizas de Avalon eram a própria representação do feminino sagrado. Eu vi muito do feminismo a sua maneira nelas, eram outros tempos, onde ser mulher era apenas gerar filhos e se manter jovem e bela para seus maridos. Em contra  partida vemos Guinevere, devota ao cristianismo da época e muuuito beata. O ápice da luta do cristianismo da época para acabar com a  antiga religião druida, se vê nesse livro, incorporadas por Morgana defendendo a religião druida e Guinevere defendendo o cristianismo dos padres. E entre tudo isso, um rei que ama sua irmã ao mesmo tempo que precisa agradar sua esposa.

 De um livro para o outro, a passagem de tempo ocorre, então podemos sentir os personagens envelhecendo e isso me deixava muito na bad , porque parecia que eu estava indo junto, novos personagens vão aparecendo, novas histórias de amor, traição, guerras, lutas , religião com religião tudo vai se desenrolando, enquanto o reinado de Artur vai se consolidando na Bretanha e a lenda vai se formando. Lancelot, Mordred, Merlin são personagens fixos também, Merlin é apenas um titulo que passa assim que o outro morre, então um mais jovem assume o posto. Os dois ultimos livros vão encerrando toda a história e nisso você já está completamente dentro do universo deles e dá muita dor no coração quando acaba. O que eu mais gostei foi como cada um vê sua religião e esse livro me fez respeitar mais a religião alheia. Eu fiquei sem chão quando terminei e foi por esses livros que conheci umas das minhas séries preferidas, Merlin, que até já fiz crítica aqui.

 Não vou falar mais senão spoilers vão rolar, mesmo que a lenda arturiana seja famosa e conhecida,  mas aqui ela é recontada e vale a pena ser lida. Então leiam, e se apaixonem pela lenda arturiana como eu me apaixonei, e esses livros são tão fortes e importantes que várias adaptações são feitas baseadas nela e não na antiga leitura. Esse livro me fez crescer como mulher, me fez me amar mais, e um livro quando te ensina algo você nunca esquece. Espero que tenham gostado. Comentem <3

Filme: Equals

22/08/2016

Em uma geração onde distopia virou o foco de muitos filmes (e livros e etc) é quase impossível encontrar algum que tenha algo diferente do que as franquias famosas podem nos proporcionar: uma revolução. Não que eu esteja dizendo que esse é um aspecto negativo, longe de mim (eu até gosto); entretanto as coisas começam a ficar repetitivas, certo? Equals é um filme distópico voltado para o romance, focando muito mais seu enredo nos sentimentos de seus personagens do que na mudança da sociedade em si. Apesar de um tema mais adulto a descoberta dos personagens com as coisas tão comuns para nós, como o tocar das mãos, é algo extremamente... inocente, e também angustiante à partir do momento em que como expectadora eu me coloquei no lugar deles. Não consigo imaginar viver em um mundo onde olhar para alguém pode gerar desconfiança, o modo de conversar e o toque seja aquele mais carinho ou um simples aperto de mão.

Eu nunca fui uma pessoa "anti Kristen Stewart", apesar de achar que tem alguns filmes que ela fez que deixou a desejar, mas admito que ela é uma atriz que se encaixou muito bem no papel de Nia. E não digo isso pela falta de expressão da atriz que caiu como uma luva na personagem que devia fingir o tempo todo que não estava com "a doença" (sentimentos), mas também pela forma como ela expressa seus sentimentos com Silas ao longo da trama, a descoberta do amor em si e como isso se tornou tão intenso para ela. Apesar de não achar ela excelente nos momentos que exigem uma carga dramática maior eu também gostei justamente por não ser extremamente forçada. Nicholas é um caso à parte. Sempre gostei quando o vi em papeis mais dramáticos e que exigem algo mais dele e desta vez não foi diferente. Não me decepcionei e acho que pude sentir praticamente as mesmas coisas que ele, principalmente quando o filme vai chegando ao fim.

foto: google imagens
O filme tem referencias a clássicos da literatura distópica e sei que eu perdi alguns por não ter lido os livros, mas para quem leu 1984 (ou até mesmo viu o filme) vai notar de cara as semelhanças, assim como até mesmo Admirável Mundo Novo (falando aqui apenas dos que eu sei). Gostei bastante da fotografia e da paleta de cores usadas, principalmente nas cenas onde eles começam a se descobrir as escondidas. Aquele azul maravilhoso, com as sombras e todo aquele desfoque me deixou tipo com os olhos brilhando, sabe? O cenário é excelente e combina muito com o clima que o filme quer passar, com tudo muito neutro e pratico, casas funcionais e locais de trabalho sem interação com os outros.

Dica para o final de semana para os amantes de romance e/ou de distopia. ;)

Resenha: Lembrança

19/08/2016

A Mediadora foi a primeira série de livros que eu me apaixonei, sem nem ao menos ter lido todos os volumes na época em que conheci, mas claro que quando consegui comprar todos os volumes e ler essa paixão se tornou amor. Minha identificação com Suzannah é imediata, com aquele jeito dela de ser toda obscura, desbocada e tão menina. Então quando Meg anunciou que um novo livro seria escrito eu fiquei, tipo, surtadona na frente do meu computador e praticamente contei os meses até ele ser lançado (ou foram anos? Pois eu lembro que faz bastante tempo que saiu o anuncio). Enfim, meu surto se tornou gritos quando recebi o exemplar da Galera {♥} para ler e resenhar aqui no blog e ao final da leitura se tornou surgritos (surto + gritos) pois, mais uma vez, estou orfã dessa história.

Geralmente não parece uma boa ideia "ressuscitar" um livro que já terminou há tanto tempo, pois algumas coisas podem simplesmente não funcionar de mil maneiras possíveis; mas não é que Meg Cabot soube conduzir muito bem a narrativa de A Mediadora mesmo após tantos anos? O maior sentimento que tive durante a leitura foi de nostalgia. Tudo o que senti lendo os seis primeiros livros voltou — e parece que com uma força muito maior. Eu não fui uma leitora que acompanhou o lançamento da série, então quando li toda a história de Suzannah eu já era uma pessoa de vinte anos, mas agora eu tenho a mesma idade que ela em Lembrança e a sensação foi de ver uma amiga contando sua história numa mesa de café.

foto: silviane casemiro 

Eu senti um pouco de falta de Cee Cee na história, ela apareceu poucas vezes mas eu até compreendendo vendo que é somente um livro e o foco esta muito mais no casamento de Suze e Jesse e na tal maldição que não ia ter tempo de ficar focando muito nos personagens anteriores mesmo que vários deles tenham aparecido na história para matar um pouco a saudade dos leitores. Jesse é um caso à parte, né? O noivo maravilhoso e romântico, provavelmente aquele que toda garota quer ter (até aquelas que não querem casar, talvez). Eu sempre amei o relacionamento deles mas agora os dois estão, definitivamente, perfeitos juntos. Eles fazem aquele casal que você torce muito para dar certo e sente raiva de qualquer coisa que possa prejudicar o relacionamento deles (sendo algumas coisas até a própria Suzannah, que tudo quer resolver por si só).

O livro é super divertido, várias vezes me peguei rindo das situações e tem um lado romântico sem ser brega. Claro que a parte sobrenatural é super presente na história, mas para as leitoras mais medrosas fiquem tranquilas que o livro está longe de ser do tipo que da medo. E o que falar dessa capa? Será que eu quero um buquê desse no meu casamento (se um dia eu casar, já que Jesse nem existe de verdade kk)?? ♥

TOP 5: Filmes de bruxas da Sessão da Tarde

18/08/2016

Filmes de bruxas da Sessão da Tarde

Eu sou apaixonada em filmes de bruxas, aliás sou fã de Harry Potter então o mundo mágico é muito importante para mim, pensando nisso decidi fazer esse top 5 de filmes que desde a nossa infância a Sessão da Tarde vem apresentando e reprisando para nós, amantes da magia.

Practical Magic – Da Magia à Sedução (1998)


Sandra Bullock e Nicole Kidman interpretam as irmãs Sally e Gillian Owens, que sempre souberam que eram diferentes uma da outra. Criadas por suas tias após a morte de seus pais, as irmãs crescem em uma casa que era tudo menos normal. Descendentes de feiticeiras elas começam a aprender a dominar seu dom com suas tias. Mas a invocação de feitiçaria das Owens também tem um preço – alguns chamam-lhe uma maldição: os homens que se apaixonam estão condenados a uma morte prematura. Agora, as mulheres adultas com personalidades muito diferentes, a tranquila Sally e a ardente Gillian devem usar todos os seus poderes para lutar contra a maldição da família e um enxame de forças sobrenaturais que poderiam tirar todas as vidas do clã Owens.
Eu amo esse filme, quem não ama qualquer coisa feita pela Sandra Bullock?

The Craft – Jovens bruxas (1996)


“The Craft é sobre Sarah Bailey, uma adolescente que se muda de São Francisco, Califórnia para Los Angeles e que acaba fazendo amizade com três garotas – Nancy, Bonnie e Rochelle – que lhe ensinam bruxaria. Quanto mais se aprofundam na magia com intenções negativas , mais experimentam sorte e colocam maldições seus inimigos. Sarah, interpretada por Robin Tunney, entretanto, separa-se das outras três garotas à medida que percebe que elas vão longe demais com seus planos e logo descobre que suas melhores amigas podem se tornar suas piores inimigas. Mais tarde, descobre que sua falecida mãe foi uma poderosa bruxa do bem e que, diferentemente de Nancy, Bonnie e Rochelle, possui o dom da bruxaria.”

Eu adoro o visual deste filme e como retrata o quanto é destrutivo desejar mal aos outros. É tipo um Patricinhas de Bervely Hills com bruxaria.

The Witches –Convenção das Bruxas (1990)


Luke, um menino de 10 anos, é levado à Inglaterra por sua avó Helga apos a morte dos pais. Ao chegarem ao hotel, descobre que uma estranha convenção acontece por ali. Ele percebe que se trata de um encontro de bruxas, no qual está se traçando planos para transformar todas as crianças do mundo em ratos. O pequeno Luke acaba sendo descoberto em uma das reuniões, se torna vitima e acaba sendo transformado em rato junto mais um menino chamado Bruno Jenkins. Mesmo nessa condição, o garoto resolve impedir que este plano diabólico seja colocado em prática, fazendo com que o feitiço vire contra o feiticeiro.

Ele é um dos meus preferidos ever ! Sou apaixonada na Angélica Huston, e ela é diva gótica desde sempre né?! #Amo


Hocus Pocus – Abracadabra (1993)


Winnie (Bette Midler), Sarah (Sarah Jessica Parker) e Mary (Kathy Najimy) são três bruxas do século XVII, que chegam ao século XX após seus espíritos serem evocados no Dia das Bruxas. Banidas há 300 anos devido à prática de feitiçaria, elas estão dispostas a tudo para garantir sua juventude e imortalidade. Porém precisarão enfrentar três crianças e um gato falante, que podem atrapalhar seus planos.

Esse filme reprisou tantas vezes que sei as falas de cor. Juro !

Acho que esse filme é o motivo pelo qual eu gosto de filmes de bruxas, seu lançamento foi no ano e mês que eu nasci. #amo/sou



Elvira, Mistress of the Dark – Elvira: A Rainha das Trevas (1988)

Elvira (Cassandra Peterson) é a anfitriã de um programa de baixo orçamento sobre filmes de terror, mas tudo pode mudar quando ela herda da tia Morgana (Cassandra Peterson) uma velha mansão em Fallwell, Massachusetts, uma pequena cidade com apenas 1313 habitantes. Ela sonha em vender a casa e ir para Las Vegas, mas encontra dois sérios problemas: o primeiro são os adultos da cidade, que ficam espantados com o modo de como ela se veste e se comporta. Liderados por Chastity Pariah eles fazem forte oposição à presença de Elvira na localidade. O segundo problema é Vincent, um tio de Elvira que não herdou nada, mas deseja obter de qualquer maneira um “livro de receitas” que também foi herdado por Elvira, que dará a ele imensos poderes para fazer diversos tipos de bruxarias.

Elvira é a mãe gótica de todas nós, e em todo Halloween, milhares de meninas no mundo todo se vestem como a Rainha das trevas <3



Esse post foi escrito e publicado pela colaboradora Lolla.

Para descontrair: Girls in the House

17/08/2016




Há umas duas semanas eu vi um povo comentando no Twitter sobre Girls in the House e fiquei boiando achando que se tratava de uma nova série americana que eu estava perdendo; Então logo depois vi vários prints de meme da série sem saber até que alguém me explicou que Girls in the House é simplesmente uma série postada no Ytube feita com The Sims 4. Estranho? Eu também achei. Mas com aqueles prints engraçados eu não poderia deixar de ir assistir e tirar minhas próprias conclusões. E não é que eu adorei?

foto: facebook girls in the house

Nossa, mas pra que indicar isso? Uai, simplesmente porque é uma série super divertida e quando a gente vê coisa boa temos que indicar para as pessoas, né?

Eu sou uma pessoa que não se da muito bem com comédias. Tanto é que séries do gênero eu só assisti Friends, HIMYM e assisto The Middle atualmente e mesmo assim são séries que me divertem mas não arrancam de mim risadas. E foi isso que aconteceu com GITH: eu ri muito. E mais do que rir eu também me identifiquei com as personagens. Duny é a mulher brava, agressiva e fala muito palavrão (loira da foto acima), mas também é uma super amiga; Alex já é a bobinha e aquela que todos tiram sarro mas é super fofa. Tem a Honey, que é legal mas não me identifiquei muito. E ao longo dos episódios novos personagens foram surgindo e MEU DEUS o que é a Ingrid?? Sério, eu espero que ela tenha um destaque maior na terceira temporada porque ela é muito engraçada ainda não superei uma cena que ela se joga no chão.

A série é bem original, o próprio criador criou a trilha de abertura e fez todos os personagens e etc etc. Não é uma super produção, obviamente, mas diverte muito quem assiste e os episódios passam tão rápido que você nem percebe. Então se tá sem o que fazer, se tá na bad ou se simplesmente quiser só rir dê play e seja feliz.

Resenha: Neve e Cinzas

16/08/2016

A corte de Inverno está em guerra com Angra, um tirano que quer conquistar todo o poder e que escravizou o povo de Meire. Ela e as pessoas que sobraram de Inverno estão foragidas vivendo como nômades, inclusive o rei Mather, seu amigo de infância. Sir não chega a ser um pai adotivo para Meire, mas eu gostei bastante do desenvolvimento dos dois. Pareceu real. Assim como a relação de Mather e Meire não foi superficial como nos outros livros que já li. Foram poucos em que eu shippo fortemente um casal, e eu admito, suspirei pelo Mather em alguns momentos, por que não? Ele se parece com um rei de verdade. E ele realmente mostra gostar da Meire e vice e versa... até aparecer o Theron, a outra ponta do triângulo. Ele não foi um antagonista forte para o Mather no começo, mas no fim do livro Mather passou a não ser um antagonista forte para ele. E, em apenas nesses dois casos, Estilhaça-me e Neves e Cinza, que acabou o livro e eu não soube dizer com quem a protagonista ficará no final. Pois bem. Parece que a autora também não sabe! Eu geralmente não gosto de um livro inteiramente por conta de romance demais, mas em Neve e Cinzas não temos um exagero disso. Por isso foi tão gostoso pra mim enquanto lia esse livro. 

Era uma vez um livro que eu não entendia por que todo mundo pegava no pé de uma personagem por ela, corajosamente mal interpretada, ser tido como impulsiva e criança e burra. Bem, eu tinha lido uma resenha antes de Neve e Cinzas ser lançado no Brasil e reparei que algumas pessoas comentavam muito sobre o quanto Meira era impulsiva e o quanto isso irritava. Acontece que existem padrões na literatura, e que se os personagens principais não seguirem esse padrão são realmente mal interpretados. Mesmo eu estando armada com todos esses pré-conceitos e com a mente bem aberta, até mesmo para mim foi um pouco conflitante acompanhar Meire em sua busca por reconhecimento. Ela é teimosa demais! Só que se ela não tivesse feito as coisas que fez não teria história e nem a ação (algumas – incontáveis – coisas foram descobertas pela desobediência e persistência dela). Então vamos lá. Acho que para ter essas descobertas a autora deveria ter trabalhado um jeito diferente que não fosse colocar a Meire como inconsequente. O leitor trabalha com interpretação humana, um livro todo é sobre um personagem e sobre suas escolhas e sobre quem ele é. Então, infelizmente, ele será julgado pelo o que ele faz. E mesmo amando (olha a ironia disso) um personagem impulsivo, Meire é um pouco absoluta demais como uma pessoa que eu conheço muito bem. 

Meire é incrível, e eu instantaneamente simpatizei com ela. Ela seria alguém que eu poderia desenvolver uma conversa agradável. Ela no começo é o tipo de pessoa sem nada a oferecer e que ainda assim quer contribuir. Que quer fazer parte de alguma coisa. E isso é motivador! Frustra demais personagens com “dons” participando de algo grande como se apenas eles pudessem fazer parte daquilo. E não é assim. Superman não é motivador pra mim, mas Batman é. Eu poderia ser um Batman. Então eu realmente não gosto quando os autores empoderam os personagens como se pra eles estarem ali é porque eles estão ali pelo poder ou algo assim. Pessoas comuns podem fazer parte de algo grandioso também. Estou cansada do escolhido. Cansada! É claro que, por ser um livro de magia, eu esperava que Meire não estivesse ali à toa. Eu esperava que algo a envolvesse. Mas eu não queria que tivesse sido daquele jeito, e o clímax do livro me desmotivou completamente. Meire poderia ter sido uma personagem singular, mas ela acabou se tornando igual às outras. Algo banal. E não acho que o final foi bom o bastante para eu querer ler desesperadamente o próximo livro.

POSTADO POR VIVIANE L. RIBEIRO

Resenha: A Menina mais Fria de Coldtown

15/08/2016

Tana é uma menina comum de uma cidade comum com uma vida comum; só que não. O mundo onde Tana vive é cercado por vampiros e esses por sua vez são cercados dentro de cidades denominadas Coldtown. Quando li a sinopse do livro e vi a divulgação da Novo Conceito em cima dele entendi coisas completamente diferentes do que mostra a realidade da historia (e confesso que achei que ficaria com um pouco mais de medo). Mas não faço esses comentários como um modo de dizer que estou decepcionada com o livro, muito pelo contrário.

foto: Silviane Casemiro • +Estilhaçando Livros 

O primeiro ponto que me chamou atenção na história foi o modo como à autora tratou o modismo vampiro no mundo atual. No mundo de Tana os vampiros se propagaram com uma rapidez exuberante e então o governo precisou tomar providencias, criando as Coldtowns (tem várias espalhadas pelo país) que são cidades – a Coldtown em questão fica na cidade de Springfield – e nelas além de morar vampiros também existem pessoas que escolhem, por livre e espontânea vontade, morar em um local como este, já que na maioria das Coldtowns existem câmeras e transmissões de festas glamorosas pela internet. Claro que existem regras e protocolos a serem seguidos, caso um humano sem o Resfriado (como eles chamam quem esta infectado), resolva se mudar para uma Coldtown. Coisas que a história por si só explica.

Depois da festa sangrenta da fazenda, onde todos os amigos de Tana morreram, ela encontra seu ex-namorado Aidan – um garoto chato, arrogante e metido – e um vampiro em um quarto amarrados. Tana sabe que Aidan esta com o Resfriado e por isso sabe que ele tem duas opções: Esperar o Resfriado passar – algo que leva 88 dias – ou deixar que ele se transforme em um vampiro. De qualquer maneira as duas opções os levam a Coldtown. Sem esquecer o vampiro, que aparentemente esta sendo caçado e torturado por outros vampiros por algo que Tana entende vagamente de acordo com os documentários sobre vampiros que assiste na internet. Apesar do livro ser narrado em terceira pessoa a autora consegue te passar a emoção e dúvidas que os personagens sentem ao longo da jornada até Coldtown e isso apenas se intensifica quando eles chegam até o destino final. Durante a narrativa tem alguns flashbacks de Tana e Gavriel (o vampiro) que se tornam fundamental para entendimento do caminho de Tana até a decisão de ir para Coldtown assim como para Gavriel os motivos que o levaram até a fazenda e como ele aceitou tão facilmente ser levado para Coldtown.
– Você parece louco – disse ela – Bem, não parece tão louco assim.
– Em uma parte do tempo, não sou, mas o restante do tempo é a maior parte do tempo. E, quando estou louco, infelizmente, sou todo apetite.

Eu me apaixonei por Tana. Ela é o tipo de pessoa que liga o f*da-se para a vida e faz as coisas do jeito que ela bem entende, mas isso não a deixa chata ou arrogante, muito pelo contrário. Em alguns momentos ela se deixa manipular pelas outras pessoas ao seu redor, ou deixa a sua bondade atrapalhar seus planos, porém quando toma uma decisão fica totalmente determinada a ir até o final.
Já Gavriel se mantem misterioso o tanto quanto pode na história, em alguns momentos da até nos nervos tentando entender o que ele esta planejando, o que ele vai fazer; porém, apesar de todo o mistério e da ideia que ele pode acabar se revelando o vilão da história, é muito fácil gostar dele – afinal, quem resiste a um vampiro bonito, misterioso e carismático?
Todas as noites, em todas as Coldtowns, pessoas morrem. Pessoas são frágeis. Elas morrem devido a erros, overdose, doenças. No entanto, a maior parte delas morre… de Morte.
A morte bebe a calidez das pessoas até que suas veias estejam secas. A morte se esquece do controle.

CRITICA: Esquadrão Suicida

11/08/2016

O que falar desse pudinzinho de filme não é mesmo? Avisando que poderá ter SPOILERS , então se não quiser saber detalhes, não prossiga ! Mas espero que prossigam porque quero vocês aqui comigo <3

Resumindo, o filme nos foi apresentado lá em 2014 na Comic Con de San Diego e foi uma loucura só. Pensa bem, pegar a galeria de vilões do Batman, do Flash e etc e transformar em filme, na época a idéia era genial. Atores anunciados, direção e roteiro com David Ayer, e ai veio o choque, porque Ayer não é acostumado com blockbusters ( filmes com alto valor finaceiro, bem populares, ou seja filmes pra cultura pop), mas tudo bem , vamos dar uma chance pro cara porque ele vinha de Corações de Ferro,  o cara não era qualquer um. E ai começaram a lançar trailers pra caramba, com uma pegada deliciosa animando todo mundo com o caminho que estava levando o universo DC nos cinemas, finalmente iriam acertar dessa vez e ... NO!  
  O filme vendido nos trailers e o filme lá do cinema, não são o mesmo. Com as criticas de Batman vs Superman, a Warner, decidiu refilmar partes do filme, por estar ''sombrio demais''.. vilões são sombrios, vilões são o mal em pessoa gente, como assim Warner ?.    Sombrio demais, era uma das criticas feitas a BvS que na época concorria diretamente com Capitão América- Guerra Civil, e bom sabemos que a Marvel a anos vem acertando em todas suas produções, (menos o novo Quarteto Fantástico medonho feito pela Fox) que tem muito alívio cômico, deixando o filme mais agradável para todas as idades. Só que a Marvel possui um universo de vilões e heróis muito menos dramático e sombrio que a DC, isso é fato. Homem Aranha e Homem de Ferro, os maiores heróis da Marvel seja nos quadrinhos ou no cinema, são a prova disso, possuem suas cargas emocionais fortes mas a todo momento lançam piadinhas e diálogos amenos para o público se divertir mais. O maior herói da DC, o Batman, é trevoso e vive na escuridão de Gotham, O erro da DC/Warner é querer imitar a Marvel na sua abordagem nos cinemas, já que seus heróis e vilões não dão espaço pra isso, Agora de fato, começando a explicar Esquadrão Suicida.

PONTOS FORTES 

Não vamos colocar a culpa no marketing do filme, foram incriveis, pegaram um filme que ninguém dava nada e o tornou o filme mais aguardado do ano. O design é lindo, as artes gráficas são um encanto, é tudo muito original, colorido, atrativo. A Warner com toda certeza está ganhando muito com produtos licenciados do filme, porque na moral, são lindissimos. Arlequina, ( Margot Robbie ), o que falar dessa atriz, pegou uma personagem foda de se fazer e a representou fielmente, louca, frágil, forte em alguns pontos, mas sempre, pra esconder sua situação abusiva pelo pudinzinho, o Coringa! Pistoleiro, ( Will Smith ), dispensa apresentações, Will é foda, realmente entrou no personagem,e nos fez gostar de um personagem que nos quadrinhos é muito boring - chatissimo e carregou o filme nas costas boa parte do tempo.  Amanda ( Viola Davis), é maravilhosa e era mais malvada que os próprios vilões. Trilha sonora é 10/10, só de ter Eminem, e Panic at the Disco em um cover magistral de Bohemian Rhapsody do Queen, já ganhou nossos corações, realmente a escolha das músicas foram acertadas.Apresentação dos personagens no começo do filme é uma aposta arriscada e que deu certo, com artes lindas, os personagens foram apresentados com uma ficha técnica que de começo te ajuda a conhecê-los, já que muitos vilões não são tão famosos do grande público. Figurino e design estão empatadíssimos, referências ao passados dos vilões também, no caso da Arlequina foi de encher os olhos de água.  

 PONTOS FRACOS 

Eita ! Agora lá vem, marketing enganoso né, tranformaram sim algo de, nada em tudo. Mas aquela decisão de refilmar acabou com os trailers lançados no começo ,com o filme vendido a nós, e no final, decepção. O roteiro é fraco! Você tem a galeria de vilões do BATMAN, são vilões que metem medo no trevoso, gente, os caras pegaram os '' piores dos piores'' e os transformaram em vilões em redenção mesmo antes de terem sido vilões. È como se eles buscassem perdão antes de pecar. Um erro nos apresentar vilões e nos obrigar a todo momento , muitas vezes nos diálogos, nos fazer ter apreço por eles. Diálogos desnecessários, que não encaixam. O filme é corrido, pegaram 2 filmes e juntaram em 1, quando você está pegando o jeito e a cadência, ele muda tudo e você fica .. What ?!. 
Desperdício de personagens que seriam incríveis se bem aproveitados. Katana aparece pouco, sua história é jogada as traças. Em uma história de um time de pessoas, todos devem  ter espaço certo? Sim, mas não é isso o que eles acham. Esquadrão Suicida é Pistoleiro e Arlequina, e o resto são secundários, o que te faz perder a fé no '' esquadrão''. A Marvel faz vilões ruins ( tirando o Loki ) mas esse olha ...  não dá. Pra ser o vilão dos vilões do Batman , tinha que ser fodástico, tinha que ser sanguinário, botar medo no mundo e com um arco bem convicente do por que ele estava fazendo o que fez. O filme é pop , vai te fazer rir as vezes, mas na maioria do tempo não , porque as piadinhas começam a perder a graça, já que são forçadas, o filme é descompassado, como BvS, que você fica meio perdido as vezes, tem pontas soltas que você não vai conseguir entender assistindo uma vez só, nem 5. Montagem do filme é ruim, cortes inesperados, a trilha sonora é incrivel, porém mal aproveitada, eles usam a música pra falar do personagem ao invés de criar uma profundidade pra cada um, um arco mesmo que rápido, e quem não fala inglês, vish ..  

We need to talk about Kevin  Joker ! O Coringa não é o melhor Coringa de todos os tempos como anunciavam, mas não vou falar que é o pior porque ele tem pouquíssimas cenas, mesmo tendo carregado nas costas o marketing do filme. Jared Leto disse que gravou muita coisa, nas cenas deletadas podemos ver cenas valiosas que poderiam ter aumentando a nota do filme, mas deletaram, o motivo? mudança de tom do filme como falei. Tinham cenas do relacionamento abusivo dele com a Arlequina que são muito importantes pra história dela e dele, eles não são um casal, nunca foram, não pra ele, mas a insanidade dele mexeu com ela a ponto de uma mulher forte se tornar em uma frágil moça louca que se permite ter um relacionamento abusivo. Analisando o que nos foi dado do Coringa, ele é de longe o palhaço insano, que quer caos e não se importa com ninguém.  No filme ele até se importa com a Arlequina,é playboyzinho, é psicopata mas não ameaça nem um pouco.Ele não é o foco do filme, por isso não precisava de muitas cenas, mas as poucas deveriam ter sido fodas. Ele está mais para um jovem que quer ficar loucão nas drogas e no $$$. Pena que o Coringa não é assim, ele não liga pra dinheiro ou carros, ele só quer ver o circo pegar fogo. Ou seja erraram feio no arco do Coringa, roteiro e direção. 
Agora nos resta esperar Liga da Justiça e Mulher Maravilha pra ver se finalmente a DC/Warner vai acertar porque já está ficando feio.

POSTADO POR LOLA


Resenha: The Kiss of Deception

10/08/2016



Hoje é o último dia do projeto lendo The Kiss of Deception, idealizado pela Camila do blog Biblioteca Empoeirada e então já resolvi soltar a resenha logo para descarregar tudo que senti com a leitura deste livro.

Bom, claro que desde que a Darkside anunciou o lançamento deste livro a galera pirou. A capa é maravilhosa e já conquista qualquer leitor que seja mais visual por si só, eu sendo uma delas. Quis ler ele desde então, e algumas resenhas até me deixaram um pouco mais ansiosa entretanto mesmo assim acabei sendo surpreendida com o livro e, infelizmente, não de uma maneira positiva. Eu esperava sim um livro que houvesse romance, entretanto esperava outros elementos na obra que fizessem o romance ser apenas algo que me fizesse amar mais a história, entende? Eu esperava ver uma princesa mais dona de si, literalmente a princesa que não precisa ser salva por ninguém e que sabe como conduzir sua própria vida, decisões e atitudes e Lia, definitivamente, não pareceu para mim ser essa pessoa. Eu gostei sim dela, achei uma personagem corajosa acima de tudo mas ela, assim como tantas outras, é apenas uma adolescente de um YA de fantasia.

Como disse o livro prioriza o romance da coisa e ele conta com um triangulo amoroso. Não tenho nada contra e às vezes até gosto de triângulos amorosos, mas como eu posso explicar esse caso? Por mais que a autora tenha botado uma leve duvida na mente dos leitores, eu particularmente não senti que foi tão forte assim o relacionamento dela com o Príncipe e o Assassino. Mas Silviane, você está se contradizendo. Talvez, depende do ponto de vista. Eu não achei que os sentimentos da personagem estavam assim tão cheios de dúvidas... para mim foi bem óbvio "sua escolha" desde a primeira vez que ela admitiu sentir certa atração por um deles, mas da para perceber em alguns momentos a intenção da autora de fazer com que o outro esteja na disputa.

quem não tem o físico lê em e-book, né? kk
Eu gostei da forma como a autora apresentou os dois rapazes e em como deixou a identidade deles escondida por boa parte da obra. Em alguns momentos julguei tal personagem ser o assassino e em outras príncipe e assim foi até que houve a revelação. Fiquei bastante feliz quando soube que aquele que eu mais gostei era o rapaz certo e mesmo tendo fala sobre o romance mais acima é claro que eu torço por esse casal.

De todo o mais o livro é um pouco entediante, parado... Eu esperava por muita ação e foram poucas vezes que aconteceu. Ele é muito mais descritivo na vida que Lia escolheu para si do que outra coisa, além de seus pensamentos sobre amizade e família. A narrativa só tem uma grande mudança à partir de uns 70% da leitura e bom... o final me deixou bastante curiosa para ler os próximos livros, que eu julgo que serão melhores se seguir uma linha diferente deste (e acredito que sim).

É uma leitura que vale a pena se você for uma amante de romances, caso contrário pode acabar se decepcionando um pouco.

Top: (alguns) casais favoritos das séries

08/08/2016

Hoje eu estava pensando no casal de uma série que eu não quero que aconteça (e todo mundo quer) e comecei a pensar nos meus otps favoritos das séries. E ai, papum! resolvi fazer uma lista com os meus casais favoritos. ♥ Deixando claro, antes de tudo que: esses casais podem ter acontecido ou não, às vezes é só eu que quero eles juntos e fico torcendo para que aconteça. Então, nada de spoilers. x)

Sawyer e Kate — Lost
imagem: google
Lost foi a primeira série que realmente acompanhei e foi ela que me fez começar a torcer por casais em séries. E meu deus, como eu sofri com esses dois. Não tá escrito. Começaram se odiando, mas foram ficando amigos até que começou sentimentos e etc etc etc, tanta coisa aconteceu que eu não acho que devo falar mas até no final eles conseguiram me fazer sofrer. haha

Jack e Kate — Lost
imagem: google
Mas de novo a Kate, Silviane? Sim. Não bastava amar o Sawyer, eu também amava o Jack, porque o Jack era o cara da ciência (entendedores entenderão rs). O relacionamento deles começou muito bem, desde o primeiro episódio e acabou tendo uns deslizes ao longo das temporadas, principalmente por decisões dificeis que ambos tinham que tomar na ilha. Com quem será que ela ficou no final? haha

Liv e Major — iZombie
imagem: google
Esse é simplesmente o casal mais lindo que eu amo demais! Sério... Eu acho que eu nunca torci TANTO por um casal como eu torço por eles e vocês não imaginam o quanto eu sofro cada vez que algo de ruim acontece com eles. Eu preciso ver Liv e Major acontecendo para sempre. 

Robin e Barney — HIMYM
imagen: google
Nem preciso falar nada, né? 

Kiera e Carlos — Continuum
imagem: google
Eu devo ser a única pessoa no mundo que quis esse casal. Shippei forte em todas as temporadas ♥

Dutch e Fet — The Strain
imagem: google
Eu sou dessas que sofre mas não larga o osso. ASHUHASUHAI Adoro The Strain e acho esses dois bem fofos.

Então foi isso. Tem muuuitos outros casais que eu gosto, mas no momento esses são os favoritos e os que eu consegui lembrar.

Quais são os seus?

Beeeeijos.

Faça uma maratona: Stranger Things

05/08/2016


Alô, meu povo! Resolvi fazer a segunda edição do "faça uma maratona" pois sim e também não queria fazer uma review da série. SIM, senhores. Estou falando de Stranger Things, a nova série da Netflix que já ganhou o coração de muuuuita gente (e o meu).

Eu vi algumas semanas antes da estreia que a Netflix iria lançar sua primeira série de suspense e como adoro o gênero fiquei mega curiosa, entretanto eu não assisti a nenhuma trailer e nem dei atenção para as imagens promocionais e quando a série finalmente saiu eu ainda demorei uns quatro dias para começar assistir e nesse meio tempo é óbvio que eu vi muuuuita gente falando da série no Twitter, o quanto é boa e etc. Mais do que convencida um dia acordei cedinho e maratonei (só oito horas, gente). Se valeu a pena? Claro que sim. Entretanto se você não tem curiosidade, ou nem tinha ouvido falar em que mundo você vive? vou falar aqui alguns motivos para você assistir.

imagem retirada do google imagens
Mistério, suspense e... aventura
Pode ser que algumas pessoas acreditem que a série tenha algo de terror e horror, entretanto isso não ocorre. Stranger Things é muito mais voltado para o suspense do que qualquer outra coisa; até porque seus protagonistas são crianças e o clima da série tem até um "q" de aventura. É um fato que a série lembra muito (e de fato foi inspirada) por clássicos dos anos 80. Como eu disse eu não tinha nenhuma informação sobre a série antes de assistir e nos primeiros dois episódios eu lembrei muuuuito de E.T., mas o filme ainda remete a muitos outros da época que eu, infelizmente, ainda não assisti mas agora acabei ficando extremamente curiosa (como por exemplo Os Goonies e Conta Comigo).

Anos 80
A série, de fato, se passa nos anos 80, mas mesmo que a data não fosse mostrada ao expectador ainda sim seria extremamente óbvio. Seja nas roupas, nos jogos, nas crianças com suas bikes (e cara, quando eles começaram a correr com a bike gritando eu lembrei muito daquela cena de IT em que eles estão fugindo de Pennywise), na trilha sonora (AQUELA TRILHA SONORA ), enfim... tudo na série remete aos anos 80 e como eu sei que muita gente ama os 80 anos e tudo dessa época para que não assistir uma série que trará esse clima de nostalgia?

Amizade
É bem claro que um filme ou série que contém um grupo de crianças tenha o tema amizade. Entretanto eu achei a forma como eles abordaram a amizade entre as crianças na série maravilhosa e também estranha... Pois por mais que eu soubesse que eles são apenas crianças eu também conseguia imaginar facilmente um grupo de amigos já adulto passando por aquela situação da mesma forma que eles. E não digo isso para dizer que eles quiseram deixar as crianças maduras, ou algo do tipo pois não é isso nem de longe; mas é que a situação é tão fantástica que qualquer adulto poderia ter aquelas atitudes, aquele sentimento de tristeza pela perda de um amigo, a necessidade de resolver o problema, e o mais legal de tudo: os debates entre eles.  Eu me pegava rindo de quando eles tinham alguma discussão, do quanto Lucas era o mais cético e às vezes até chato, e Dustin? Sério, um dos melhores personagens mirins de todas as séries. 

Não da medo
Eu conheço vocês, leitores e leitoras do meu blog, portanto eu sei que essa é uma afirmação necessária já que a maioria de vocês não curte nada que dê medo e tudo mais. Podem assistir tranquilamente que a série não da medi nenhum hahaha no máximo um sentimento de curiosidade tão grande que faz o coração até acelerar, mas vale a pena eu garanto.

Além de tudo o elenco é maravilhoso, por mais que tenha lá cinco crianças eles são excelentes e Millie Bobby Brown, que interpreta Eleven/Onze, é simplesmente maravilhosa. É sério... Eu acho que eu nunca vi uma atriz tão nova e tão talentosa, o que ela faz ali não é para qualquer um e às vezes nem adultos conseguem. O elenco conta também com Winona Ryder, que nem de longe é uma das minhas atrizes favoritas então não vou comentar nada sobre ela ahushahosi mas sei que muita gente a adora, portanto... ;)

Não deixem de me contar o que acharam. ♥

FILMES VINTAGE: Chocolate

04/08/2016

Chocolate é um filme delicioso, e desculpem o trocadilho, mas não acho outro adjetivo que combine tanto. O filme de 2000 é aclamado pela crítica e na época ganhou 5 indicações ao Oscar. O filme é simples, tudo se passa em um pequeno vilarejo e o forte dele é a história. Aquele típico filme francês, apaixonante e que te leva a reflexões absurdas, mesmo ele tendo simples combinações.

Chocolate conta a história de Vianne e sua filha,espíritos livres, que não se prendem a nada e que vivem se mudando de um lugar para o outro, até pararem em um pequeno vilarejo conservador no meio da época da quaresma.Vianne então abre sua Chocolateria , o que é visto como afronta a Igreja, somando que ela não é de frequentar missas, um hábito frequente dos moradores de lá. E ai a história vai se desenrolando entre a luta do prefeito ditador e conservadorista em fechar a loja e a luta pessoal de Vianne em fazer as pessoas da cidade a se abrirem mais e a deixarem de ser escravas das doutrinas impostas pela Igreja e o prefeito. Vianne aos poucos se torna modelo de liberdade, e de fé nas pessoas, ela mostra que a felicidade está nas pequenas coisas, e cada personagem parece trazer dentro de si esse mesmo sentimento, porém reprimido.

Cada personagem tem um tom que no final se completam, cada um tem seus problemas pessoais e a chocolateria não é só uma loja de chocolate, muitos vêem a loja como um antro do mal , do desejo reprimido que vive instalado na cidade. Em meio a várias histórias contadas de forma simples e perfeitamente encaixadas ,Chocolate introduz mensagens que são passadas brilhantemente e que com toda certeza, te agradará no final. Mas e o Johhny Depp ? Ele é um cigano que chega na cidade e como sempre é mal visto pela cidade conservadora. O personagem dele é envolvente, é gentil, é amorzinho como só o Johnny Depp consegue fazer. Aliás ele é meu ator preferido então se eu puxar muito o saco, ignorem. O filme é tocante, é lindo , tem uma fotografia meiga e singela, atores incriveis, romance e muita história. Eu super indico o filme , tem na Netflix e é um amorzinho.

Comentem o que acharam , se já assistiram ou não . Vêm <3

POSTADO POR LOLA

Série: Underground

02/08/2016

Eu dificilmente gosto e acompanho uma série. É necessário muitos artifícios para me prender, muitos mesmo. Eu não queria ser assim, eu queria gostar de todas as séries pra poder acompanhar loucamente como fiz em Demolidor, Agent Carter, Marco Polo, e os doramas que são infinitamente muito mais. Então quando encontro uma série que eu realmente ame, tenho que falar sobre ela. 


No primeiro episódio de Underground eu já tive aquele feeling poderoso de arrepiar os pelos do braço e nos fazer enlouquecer. Na verdade, já na sinopse essa série me pegou. Sempre quis ver e ler algo sobre escravos que não fosse essas coisas pesadas e dramáticas e tristérrimas que já vemos por aí. 

Acho justo começar pela trilha sonora. Não sou a expert em trilhas sonoras que conhece todas as músicas de todos os filmes, não é assim. Acontece que por amar descobrir a música perfeita, eu amo trilhas sonoras. Mas aqui em Underground, o que é isso? É nessa série que vi em ação o efeito que uma boa música tem. A fotografia da série é maravilhosa, o roteiro, mas a trilha sonora... nunca tinha visto algo assim. E isso me marcou da mesma forma que Game of Thrones é marcado pelas mortes. E, detalhe; por ser uma série sobre negros, todas as músicas são cantadas por negros, todas as músicas têm um ar de periferia e protesto, e... não poderia ser mais perfeita. Por eu sempre ter querido ver algo tão representativo assim, definitivamente Underground superou todas as minhas expectativas. A série é maravilhosa, gente, mas a trilha sonora fez mais que a sua parte. 

Noah. Ah, Noah. Um herói negro e escravo que sempre quis ver em ação. Personagens negros que sempre eu quis ver em ação. Uma heroína negra que sempre quis torcer e acompanhar. Ideais que merecem ser restaurados. Memórias que têm que ser relembradas sempre e sempre e sempre. Noah é um escravo da fazenda Macon que é trago de volta depois de uma fugida, onde ele conhece outro escravo que lhe dá um mapa para a liberdade. Noah acredita na liberdade. Quando ele volta para a fazenda, ele faz os outros escravos também acreditarem na liberdade. E então ele começa a convocar algumas pessoas escolhidas a dedo. Ninguém que possa atrapalhá-los e que seja capaz de resistir e para isso que seja forte o bastante. Noah é forte, forte do tipo forte mesmo, e não tem medo de nada, de nenhuma dor e punição e tortura. E ele é incrível!

Rosalee não é como os outros escravos do campo, ela nasceu, cresceu e trabalha dentro da casa Macon. Embora para os outros escravos isso pareça favorecimento, ela não se sente dessa forma e nem está livre dos maus tratos. Rosalee, Rosalee. A representatividade com que nos vemos nos cabelos indomáveis dela e na sua cor e na sua luta. Foi uma boa experiência para mim. Rosalee me lembrou o que era amar e torcer para uma personagem.

Por fim, temos os casais Hawkes. Um advogado irmão do fazendeiro Macon, abolicionista, e Elizabeth, sua mulher, que apoia totalmente a sua causa. Sabem como é, né. Ele não poderia ter feito o que fez se sua mulher não fosse capaz de fazer o que fez. Acolher escravos fugitivos em sua casa e se arriscar a ser presa e a tantas outras coisas horríveis por pessoas que ela ao menos conhece? E então um boom. Dois. Três. Uma menininha escrava bate na sua porta e Elizabeth se vê nela como o filho que jamais teria. E ela luta por isso. E ela se arrisca por um amor filial que pode levar a sua morte. 

Existe várias descobertas, reviravoltas, bocas abertas, porque, algumas coisas realmente eu não esperava. Underground me surpreendeu do inicio ao fim, e embora eu me revoltando com algumas coisas, elas por sua vez foram as culpadas por eu colocar Underground no pedestal dos pedestais.

POSTADO POR VIVIANE L. RIBEIRO

Tag: The Book Sacrifice

01/08/2016


Olá, galera!
A Nathi do Pobre Leitora me indicou para a tag The Book Sacrifice. Essa tag pode ser muito ruim para alguns, mas vamos combinar que sempre tem aquele livro que odiamos e que jogaríamos pela janela, no fogo ou sei lá o que.


Estamos vivendo um apocalipse zumbi e a cura são os livros superestimados. Qual livro você sacrificaria para matar um zumbi?
Não é segredo que eu não gosto de acede. Achei um livro bem chato de ler e quase o abandonei diversas vezes. Todo mundo ama, morre de paixão e amores mas bleeeeh!


Você sai do salão com o cabelo lindo, mas está caindo o maior temporal, e você, obviamente, está sem o seu guarda-chuva. Qual série você usa para proteger o penteado?
Isso é um caso real. Aconteceu de molhar este livro, mas eu não seu ele para proteger a cabeça e etc IAHUAHUAOHAI ele estava na minha mochila e um dia que voltava do Ibirapuera com uns amigos da faculdade caiu um temporal e o livro ficou todo estragado :( e agora que ele já tá destruído não vejo mal nenhum.



Você está numa palestra em que o professor cisma de defender um clássico que você detesta e não consegue entender qual a relevância para o mundo. Qual clássico você tacaria na cabeça do palestrante?
Ai, ai! Eu sou dessas que leu pouquíssimos clássicos na vida, portanto eu acabei escolhendo um clássico que eu li e não sei porque não abandonei na época, pois nem era leitora compulsiva ainda UIAHOIHAI inclusive, meu exemplar sumiu de tanto que eu gostei desse livro.


Vivemos uma nova era glacial e você precisa fazer uma fogueira para sobreviver. Qual livro, dentre todos os que já leu, será o escolhido para alimentar o fogo?
Preciso nem falar nada, né? PIOR LIVRO QUE LI NA VIDA.




Então é isso, gente! Espero que ninguém tenha se sentido ofendidx com as escolhas, mas se sim é aquele ditado né: vanô fazê o que?

Beeeijos