Resenha: Dez Mil Céus Sobre Você

29/07/2016

Não contem spoiler do primeiro volume. Leia a resenha clicando aqui.

Sentimento após terminar essa leitura: vazio. Quem acompanha o blog sabe o quanto eu estava louca para ler este livro e quando o peguei nem toda a minha ansiedade conseguiu segurar o que eu sentia a cada página. O sentimento não ficou comigo só ao final da leitura, mas também durante ela eu me senti assim e é muito estranho. Dez Mil Céus Sobre Você é um livro um pouco mais... denso do que o outro; neste a personagem tem uma missão que, para mim, é muito melhor do que a anterior principalmente porque agora ela esta fazendo as viagens pelo amor que ela sente por Paul e Theo, entretanto eu achei que a história ficou perdida no meio do caminho.

Marguerite se tornou uma personagem egoísta, achando o tempo todo que tudo tinha a ver com ela, que tudo era por causa dela e para ela. Ela carrega o arrependimento de inúmeras atitudes que ela teve no primeiro volume, que foram justamente atitudes que me fizeram gostar da personagem mesmo que todas não tenham sido corretas. Mas ela também pensa muito mais na ética de fazer as viagens e tomar o corpo de versões diferentes dela mesma. Esse é o maior ponto da história e é abordado praticamente o tempo inteiro nas novas dimensões que ela visita. O pior de tudo foi a autora ter deixado, ainda, o triangulo amoroso. Okay, que depois da conclusão do primeiro livro era bom até eliminar esse aspecto, mas agora neste não havia nenhum motivo para ela continuar com isso. Até entendo a necessidade, até certo ponto, de mostrar a possibilidade para a personagem, que acredita tanto que seu destino é apenas um (seja em seu universo ou em outro), mas em alguns pontos isso foi bem forçado (é bom entender, para quem não leu nem o primeiro, é que existem inúmeros universos e existe a possibilidade da personagem ficar com Paul ou Theo, independente de com quem ela esteja em seu universo e a autora usa isso para questionar se ela está com o garoto certo).

foto: pinterest
Deste vez a autora deu mais explicações sobre alguns elementos científicos que tem no livro. Não sei até que ponto aquilo é teoria da vida real e o quanto ela inventou, eu sou uma pessoa bem leiga nesse assunto então levei numa boa considerando tudo aquilo apenas parte da ficção. Talvez leitores que entendam do assunto possam se incomodar, ou não; mas se levar apenas pelo romance fica tudo mais tranquilo a leitura. O inicio do livro é um pouco chato, pois Claudia passou a fazer um resumo dos acontecimentos do primeiro volume junto com os acontecimentos atuais. Como tudo ainda estava bem fresco na minha cabeça, mesmo eu tendo lido há alguns meses, eu acabei sentindo vontade de pular o inicio. Isso não dura muitos capítulos e logo a autora já entra no que realmente importa.
Dez mil céus e um milhão de universos e ainda seria pouco para viver com você. Nada menos que o para sempre.

Não queria que fosse uma trilogia, mas fazer o que? Agora, aparentemente, existe uma razão de verdade para tudo o que aconteceu com Marguerite até agora e o terceiro livro vai enfim nos mostrar isso. O final me deixou bastante curiosa, é claro, com a sequencia e acredito que o último livro tem tudo para ser ótimo se a autora conduzi-lo de uma forma que foque um pouco menos no romance.

Observação:
• Sério? Tudo isso por causa de uma pessoa nada a ver? É estranho e interessante ao mesmo tempo. Mas okay.

Resenha: A Fúria e a Aurora

26/07/2016

Assim que eu soube da A Fúria e a Aurora eu quis ler, e já imaginei infinitas coisas envolvendo o califa e a Sherazade e o universo das As Mil e Uma Noite. Eu também tive receio de que encontrasse no livro aquelas histórias paralelas (e eu odeio isso), e graças que não foi bem assim. Na verdade teve, mas não foram tantas. Confesso até que pulei as partes das histórias contadas por Sherazade. Como eu disse, odeio histórias paralelas. Mas aí depois parei de pular porque não precisou. Khalid já tinha caído na armadilha dela. Agradeci! 

A partir daí o desenvolvimento deles foram maiores. Sherazade se mostrou língua afiada, esperta, impetuosa, inteligente, teimosa, nada prudente e orgulhosa. Eu gostei dela. Impossível não gostar de uma personagem assim. 

Assim como é impossível não gostar de um personagem como Khalid. Na metade para lá, especialmente. Ele se mostrou o sonho de toda mulher, e até mesmo eu que sempre repilo a necessidade da ideologia me vi “in love” com ele. Mas mesmo assim não posso deixar de falar, embora, que a atitude dele seja irreal. Bem, mas não vou reclamar disso hoje, porque posso entender a necessidade da idealização. Oh, sim, eu sou capaz de entender. 

Enfim, eu nunca me envolvo com personagens secundários. Mas gostei muito do Jalal, o primo do califa. No primeiro momento pensei que ele fosse ser um personagem sacana, mas a graça dele é que ele não é. Que ele é apaixonante tanto quanto Khalid, e não estou falando dele envolvido romanticamente com a personagem principal! Nada disso. Ele se mostrou independente por ele mesmo. Amei e amei a forma como ele é. Senti pena dele pela forma distante que Khalid o tratava e torci para que eles se entendessem. Achei ele impactante desde o primeiro momento e continuou sendo no final. E acho, suspeito, que será por causa dele que vou ler o segundo livro. 

Ao contrário de Tariq, o enxerido. Sério, odeio a outra ponta do triângulo amoroso porque ela sempre é intrometida e vem para atrapalhar. Ele é um ex-amor e ex-namorado de Sherazade antes de ela ir para o castelo e ele cumpriu o mesmo papel que Aspen em A Seleção. Exatamente a mesma. Não consegui sentir nenhuma empatia por ele, ainda mais depois que ele viu Sherazade abraçada ao Khalid e quando isso mostrou que ela não estava ali contra sua vontade, e mesmo assim ele colocava ela em risco. 

Num primeiro instante eu estranhei a escrita, que achei muito objetiva, mas aí eu ia lendo e ia me acostumando, e definitivamente, a objetividade fez fluir muito a leitura ao ponto de você chegar no final e dizer “uê, acabou?”. Foi frustrante chegar no final e saber que tinha acabado.  

Tirando a escrita, que ainda assim não deixa de ser muito objetiva, e a idealização de Khalid nas alturas (e um pouco de ciúme – e por que não? – pelo jeito que ele trata Sherazade), foi muito bom. Só não tenho ideia de como vai ser o segundo livro. Não faço ideia do desenvolvimento que ele terá e por isso vou ler o próximo. Só prevejo que não vou gostar muito do inicio pela forma que o primeiro acabou. Quer saber? Acho que vou ali na Amazon e ler a sequência em inglês!

POSTADO POR VIVIANE L. RIBEIRO

Cadê meu fone? #4

25/07/2016


Tema: Vida que segue!

Caramba, eu tô muito criativa no tema, né? Mas okay, a ideia não foi minha e sim de um amigo u_u mas de qualquer forma eu selecionei três músicas/vídeos que representam isso aí. Claro que música sempre estão a crédito de interpretação (em alguns casos), mas o que vale é a intenção.

Landon Tewers — The Stretching Girl


Sleeping With Sirens — Do It Now, Remember It Later


Aliados — Esperança


Enfim, foi isso! Vida que segue.

Resenha: Uma História de Amor e TOC

22/07/2016

Muitas pessoas me falaram que este livro não é legal; ou que sua narração é chata e etc etc. Eu acreditei, mas resolvi arriscar mesmo sabendo que poderia acabar odiando. Talvez justamente por isso eu acabei gostando tanto dele. Eu não sou uma pessoa diagnosticada com toc. Acredito que, assim como todo mundo, tenho minhas manias mas elas não chegam a ser algo que interfira na minha vida, como que se eu deixasse de fazer tal coisa eu poderia morrer ou minha mãe morreria ou eu simplesmente ficar doente ou qualquer coisa assim; Portanto posso afirmar que a vida de alguém que passa por isso não deve ser fácil e que entender as suas necessidades devem ser muito mais difícil para nós que somos... saudáveis (se é que posso usar essa expressão). Talvez o que tenha incomodado mais as pessoas na leitura deste livro seja justamente isso: a não compreensão das necessidades da protagonista (e seus personagens).

Como diz a sinopse Bea foi diagnosticada com TOC. Ela tem necessidade de fazer certas coisas em seu dia a dia que a deixam mais confortáveis. Seja algumas anotações, ouvir uma terapia de casal no consultório de sua terapeuta e até mesmo stalkear uma determinada pessoa. Se ela não fazer isso sente como se algo muito terrível fosse acontecer com as pessoas, com o mundo. Não é fácil ler um livro de 320 páginas onde a protagonista fica o tempo todo neste clima, mostrando ao leitor as suas necessidades e muitas vezes nem sequer lutando contra elas como deveria fazer de acordo com as instruções que recebe de sua terapeuta, mas também ele pode ser muito bom para ajudar (pelo menos um pouquinho de nada) as pessoas a compreenderem como é estar na mente de uma pessoa com este problema (ainda mais nos dias de hoje onde é bonito romantizar ansiedade, toc, bipolaridade e etc). E sim, da mesma forma que este é um ponto positivo no livro acaba sendo também um ponto negativo. Nas primeiras 100 páginas eu estava curtindo tudo, achando um livro diferente dos que estou habituada e ler mas da página 100 a 200 a leitura ficou cansativa, até mesmo chata. Parece que pouca coisa diferente aconteceu na vida dos personagens e o relacionamento entre Bea e Beck não teve evolução (já já falo de Beck) até que a partir da página 200 as coisas começaram a andar de vez até a conclusão do livro que não foi tipo A conclusão mas faz todo o sentido com o que a história propõe.
Como regra geral, quando trata-se de falar com estranhos é melhor eu desistir enquanto ainda há tempo.

O titulo do livro sugere que existe uma história de amor, mas eu demorei para conseguir ver esse amor. Acho que alguns leitores podem até desconsiderar este aspecto. Não sei se é porque estou tão acostumada com esses livros onde o amor acontece tão rápido, que como este foi diferente eu não me senti tão... conectada, tudo estranho. Beck é um garoto que Bea conheceu por um acaso em uma festa e que por ironia do destino acabou parando na mesma terapia em grupo que ela. Eles não fazem uma amizade logo de cara, ou se envolvem amorosamente. A impressão é de que eles são apenas dois adolescentes que não acreditam que tem algum problema no meio de outros que já estão em estado muito mais avançado da doença. Claro que eles estão errados, pois cada um a sua maneira está cada vez pior e demora muito tempo até ambos compreenderem e aceitarem isso. Nesse meio tempo o relacionamento vai se transformando em algo mais até eles, enfim, perceberem o que sente um pelo outro. Chega até ser bonito, mas confesso que senti falta de mais conexão entre eles. Não vou comentar sobre o toc de Beck, só que é certo dizer que o dele é um dos mais comuns (acho que é desses que é usado como exemplo). Ele é um garoto super fofo que desenvolveu seu toc à partir de um trauma em sua vida.
Sinto falta de Beck, se é que é possível sentir falta de alguém que você tem evitado ativamente durante todo o dia.

O livro tem alguns personagens secundários importantes mas não marcantes. Sei o quanto eles foram importantes para a história de Bea, mas não sinto como se eu vou lembrar deles para sempre, entende? Algumas vezes o apego com personagens secundários é grande e eles se tornam até preferidos do que os protagonistas mas nesse caso acho que a autora soube centrar suas ideias em que realmente deveria ter a atenção.

Uma História de Amor e TOC é um livro que vale a pena ser lido até o fim, mesmo que algumas partes desanimem um pouco. É importante estar preparadx para conhecer personagens um pouco diferentes do que aqueles que vemos em livros YA, ouso até dizer personagens com problemas reais e não apenas uma tristeza/drama da idade e no meio disso tudo ainda tem um romance de leve, calmo e do tipo que da para acreditar ser verdadeiro.

foto: silviane casemiro — @estilhacandosil

Vamos falar de The Flash ?

21/07/2016

Oi oi meninxs tudo bom ?! Vamos falar dessa série que mal comecei a ver e já  amo.  Eu realmente demorei pra ver The Flash, não por não gostar do personagem, que é um dos meus favoritos da DC, mas pelo tempo, já que minha grade tem umas 300 séries.  Mas aí  senti a necessidade de assistir, até porque, eu como fã de HQ, não posso deixar uma adaptação dessa passar. Comecei a assistir e terminei as 2 temporadas em 2 semanas. #OMG
Resumindo, Barry é um garoto que vê sua mãe ser morta na sala de sua casa por vultos vermelhos e amarelos que se movimentam na velocidade da luz, fazendo com que seu pai vá preso pelo suposto assassinato da esposa, já que ninguém acreditou que vultos supersônicos fossem verdade. 


Ele então é adotado pelo detetive que investiga o caso da sua mãe , passando a morar na casa de Joe  West e sua filha Iris, que é coleguinha de escola de Barry, anos se passaram e Barry agora é um CSI dos bons  de Central City , trabalhando junto com seu  pai adotivo na delegacia da cidade. Mas uma noite, o acelerador de partículas da STAR Labs ( um laboratório científico muito importante da cidade) explode, causando muito estrago e criando meta-humanos, ou seja humanos com super poderes e Barry é um deles. Barry então fica em coma muitos meses e quando volta, já é o Flash. Aos poucos ele vai descobrindo seus poderes e como  eles poderiam ajudar pessoas. Durante o dia ele é um CSI e a noite ele é o Flash.  Barry é muito inteligente,  mas  seus amigos da STAR Labs são muito mais, Cisco Ramon,  Dra Caitlin Snow e Dr Wells trabalham no laboratório e ajudam Barry com suas novas responsabilidades e formam o Team Flash, enquanto Flash está na rua, os três estão no laboratório ajudando Barry a se sair melhor em cada confronto com os bandidos e meta- humanos do mal, que o acelerador de partículas criou. A série é derivada de Arrow, já que o Flash só iria aparecer em um episódio da série. A recepção foi tão boa e o Grant Gustin foi tão bem na sua atuação, que decidiram criar uma série própria , e hoje ela é melhor que Arrow. Ela possui muitos pontos fortes,o primeiro é o Grant Gustin que interpreta o Flash, ele é um ator incrível, e te conquista no primeiro espisódio, e se você nunca ouviu falar, ele fez o Sebastian Smythe em Glee, ele também é cantor e dançarino profissional. O segundo ponto positivo são os personagens secundários que são fortíssimos e muito bem explorados e construidos, você se apega a cada um deles. O trio Caitlin, Cisco e Barry são o novo trio de ouro de Harry Potter, a química deles é incrível e o Cisco é o melhor personagem da série. Ele é um gênio na engenharia mecânica e constrói qualquer coisa, com o melhor humor já visto. Ele sempre solta uma referência em suas falas , principalmente de filmes. Já teve referências de Star Wars a Harry Potter com direito a erguer varinha e gritar '' Expecto Patronum ''.  Os vilões são únicos, fazia muito tempo que eu não via vilões tão cativantes e maus como nas 2 temporadas de Flash.

A galeria de vilões do herói é extensa nos quadrinhos e se prepare pra ver isso na série. È uma série que em minutos, tudo pode mudar, já que muitas das vezes o Flash trabalha com o tempo. Durante a primeira temporada, Barry trabalha duro pra encontrar o assassino de sua mãe e soltar seu pai da cadeia. Na segunda ele já sabe quem matou, mas novos vilões entram na história pra acabar com tudo e com todos a sua volta. A série tem romance, tem humor, tem muito drama e muitas vezes te faz chorar, enfim é uma série completa. Ela também é boa porque quem é fã de HQ vai gostar , mas quem nunca leu vai curtir também já que ela não exige que a pessoa que está assistindo saiba a história dos quadrinhos. Então assista The Flash , na Netflix tem a 1° temporada, e na internet tem a 2° temporada , com direito a episódios em HD. A 3° temporada estréia nos EUA dia 04 de Outubro pela The CW e conta com novos personagens, novos heróis como o Kid Flash e novos vilões, ah e o Tom Felton nosso Draco Malfoy, será o mais novo amigo de Barry. Alguém duvida que a série é boa mesmo ?!

POSTADO POR LOLA

Tag dos 50%

20/07/2016

foto: Silviane — favor não remover os créditos
Olá, leitores. Sei que o blog andou parado esses dias (posts programados me salvaram, mas andei falhando em visitar os blogs amigos, mas prometo que vou retribuir a todos em breve), mas é que estava fazendo uma leitura looonga e ainda trabalhando em uma freella e acabei ficando sem tempo para cuidar do meu próprio cantinho. Entretanto agora voltei com tudo e vou fazer tag que eu achei maravilhosa. Eu vi ela no blog Lapso de Leitura e depois vi vários colegas fazendo também e como já tinha adorado resolvi fazer por aqui, aproveitando que ainda é Julho (ainda não, né? haha).

Enfim, segundo o Skoob eu li cerca de 53 livros este ano. Eu sei que foram mais, pois eu não anotei lá dois livros da CoHo e tem os do Mochileiro das Galaxias, que anotei o volume único. E provavelmente tem algum outro que eu li e esqueci de colocar lá, as vezes dou uma dessas. :( Mas vamos as perguntas.

1. O melhor livro que você leu até agora
Gente! Que dificil haha mas okay, vou votar no livro Mil Pedaços de Você pois foi o livro que mais me deixou sem chão e loka e tudo mais.

2. A melhor continuação que você leu até agora
Acredito que Um Mundo sem Príncipes foi a melhor continuação. Eu acho A Escola do Bem e do Mal um livro muito interessante, com várias mensagens ótimas e o autor mostrou que a intenção dele é bem clara com sua obra, sem falar que a história em si é maravilhosa.

3. Algum lançamento do primeiro semestre que você ainda não leu, mas quer muito
Tem muitos livros que eu quero ler, mas o primeiro que veio na minha cabeça foi O Acordo

4. O livro mais aguardado do segundo semestre
Eu sou uma leitora que não fica procurando novos lançamentos para ler. Eu só olho a lista do mês e adiciono alguma coisa nos desejados, mas não fico ansiosa por nada.

5. O livro que mais te decepcionou esse ano
Nossa, que difícil. Geralmente eu não crio tantas expectativas com um livro mas acho que o último que eu me decepcionei um pouco foi Não Olhe! por causa do drama entre o casal principal. 

6. O livro que mais te surpreendeu esse ano
Uma História de Amor e Toc por motivos de: Todo mundo eu vi falando mal desse livro. Quando eu li amei. 

7. Novo autor favorito (que lançou seu primeiro livro nesse semestre, ou que você conheceu recentemente)
Bruno Miranda, o autor do livro Azeitona. Para quem não sabe o Bruno é youtuber (NOOOOOSSA LIVRO DE YOUTUBER) e escreveu um romance YA que é bem divertido e fofo. 

8. A sua quedinha por personagem fictício mais recente
O mais recente é Erik, de A Herdeira. Amei ele. Mas o queridinho do semestre com certeza foi Paul de Mil Pedaços de Você.

9. Seu personagem favorito mais recente
Murtagh, de Outlander. Ele é praticamente o protetor de Jamie. Apesar de não ser um personagem de muito destaque ele sempre agrada (pelo menos a mim e na série ele é melhor ainda). 

10. Um livro que te fez chorar nesse primeiro semestre
ERROR 404

11. Um livro que te deixou feliz nesse primeiro semestre
Nossa, quase todos os livros me deixaram feliz. UIHASHAUI Não sei, cara... talvez o livro que eu mais ri foi Azeitona mas não responde, exatamente, a pergunta.

12. Melhor adaptação cinematográfica de um livro que você assistiu até agora
Cara, eu acho que assisti duas adaptações (das que me lembro) não li o livro de nenhuma delas, então vai ser bem difícil opinar.

13. Sua resenha favorita desse primeiro semestre (escrita ou em vídeo)
É uma resenha gigante, mas eu amo ♥ e ainda é a resenha mais lida do blog (que amorzin): Ps.: Ainda Amo Você.

14. O livro mais bonito que você comprou ou ganhou esse ano
Eu não comprei quase nada de livros esse ano. Acho que se foram três é muito para a lista, mas definitivamente o mais bonito é Batman: Arkham Knight da Darkside.

15. Quais livros você precisa ou quer muito ler até o final do ano?
Eu preciso muuuito ler Dez Mil Céus Sobre Você, o volume dois de Firebird. ♥

Então é isso!
Desculpa a falta de imagens, mas deu muuuita preguiça UIHAOSISHUAI ♥

Resenha As Batidas Perdidas do Coração

18/07/2016

Um amor que se inicia através da dor e da perda. Você acredita?

Não me agrada exatamente começar uma resenha com esse questionamento, mas eu vejo como algo necessário. Eu sei que estamos falando de um livro de ficção, porém os acontecimentos narrados podem ser próximos da minha ou da sua realidade e ainda assim esse amor não me convenceu. A sinopse apresentada pela editora é bem completa e resume perfeitamente a história de Viviane e Rafael. É no minimo angustiante os primeiros capítulos, onde ambos os personagens falam sobre suas dores, a tristeza de perder alguém que se ama. A forma como ambos se sentem perdidos e ao mesmo tempo tão responsáveis por pessoas próximas.

O que mais me incomodou durante a leitura foi a forma como a autora quis usar suas referencias de livros YA e NA. Eu acho super, de verdade, legal ver referencias de outras obras em algum livro que estou lendo, porém acredito que ela deve ser feita de uma forma que o leitor quase não note. Uma que me marcou bastante nesse caso foi o uso do "Okay" que sabemos muito bem de onde vem. Não vou ser ruim e dizer que o livro inteiro foi assim, pois é mentira. E deixo a minha admiração com as referencias musicais que a autora colocou no livro, seja no inicio dos capítulos ou durante a própria narrativa.

Viviane foi uma personagem que até que me agradou bastante, com seu jeito de falar tudo o que quiser e como quiser, não se importar se esta ou não agradando. Mesmo ela sendo uma garota rica isso não a deixa metida ou com ar de superior. O mais importante em Viviane é que ela tem amor; e a forma como ela demonstra seu amor foi o que mais me agradou durante a narrativa. Não me refiro apenas ao amor em que uma mulher pode sentir por um homem, mas sim o amor entre um ser humano e outro. Na realidade eu acredito que o livro nos mostra mais esse tipo de amor do que o amor romântico de um casal. Rafael já é um caso mais complicado. Alguns pontos sobre suas atitudes não são ditas na sinopse e eu não acho certo coloca-las na resenha; e isso é algo extremamente importante no livro. Depois de abordar a morte o livro aborda muito esse outro tema e eu me identifiquei bastante com ele por ser algo que, por coincidência, estava presente na minha vida na mesma época em que eu realizei a leitura. 

As Batidas Perdidas do Coração está longe de se tornar um livro do meu Top 10 ou 20; Mas acredito que a autora soube colocar alguns pontos de maneira correta na obra. Vejo sempre bons comentários sobre ele por aí, então acredito que a minha critica seja, talvez, por algum tipo de implicância que eu tenho. Ainda assim não classificaria ele como um livro ruim, apenas um que não faça muito o meu gosto. 
Uma garoa cobre todo o cemitério e me pego pensando se chover em enterros é um denominador comum. É como se tudo precisasse estar cinza como os sentimentos.

Top 5: J. J. Abrams

15/07/2016


Eu descobri essa figura assistindo aos extras dos dvds de Lost, uma série que eu fui (e ainda sou, pois sempre assisto) viciada. Via suas entrevistas e principalmente algumas coisas que ele falava sobre a série, teorias além do processo durante as temporadas e acabei me tornando fã desse cara. Não o tipo de fã que assiste tudo o que ele faz, pois seus últimos trabalhos não é muito do meu gosto cinematográfico (Star Trek e Star Wars). Mas hoje vou contar o meu top 5 do J. J. Abrams, um homem que produz, roteiriza e às vezes também é diretor.

Felicity
Esse foi um dos primeiros trabalhos dele para a televisão e é até estranho, sendo algo tão diferente do que estamos acostumados vê-lo fazendo atualmente. Felicity foi uma série dramática que narrava as experiências da estudante Felicity Porter dentro da Universidade de Nova York, para onde ela foi por acreditar que sua paixão do colégio queria que ela fosse. Eu nunca acompanhei a série em continuidade, mas via os episódios que passagem antigamente no SBT e sempre achei bem interessante. Ainda tenho vontade de assistir em ordem, mas com tantas outras séries fica um pouco mais difícil. 

Revolution
Revolution é uma série distópica onde um grupo de pessoas tenta sobreviver em um mundo onde toda forma de energia se foi. Esta é uma série que parece que tentou ir pra frente mas não deu muito certo (teve apenas duas temporadas). Apesar de eu não ter terminado de assistir (foi cancelada, ai fiquei com medo do final) a primeira temporada é excelente. O elenco conta com Billy Burke, Giancarlo Esposito e Elizabeth Mitchel.

Super 8
Primeiro e único filme da lista. Super 8 foi uma grata surpresa para mim quando o assisti. Eu o havia colocado na lista pela direção do J. J. e também por apreciar trabalhos do Spielberg, então quando o assisti fiquei bem contente por ser um filme maravilhoso. Ele tem toda aquela inocência de criança juntamente com essa coisa de pessoas adultas, sabe? Não seria maldade a palavra correta, mas os adultos tem essas coisas. rs Vale muito a pena assistir.

Fringe
Uma das melhores séries que eu vi na vida. Sei que declaro e sempre vou declarar mil vezes que amo Lost e tudo mais, só que Fringe tem algo... especial. Toda a série e a sua história, as criaturas, os universos. É tudo muito complexo mas ao mesmo tempo maravilhoso. Se você é alguém que gosta de ficção cientifica e mistério assista Fringe, tenho certeza que irá amar. Sem contar que tem o maravilhoso Joshua Jackson de Dawson's Creek. 

Lost
Não tenho vergonha (e nunca terei) de admitir que té minha série favorita em toda a vida. Por mais que J. J. tenha feito ótimos trabalhos após (e até mesmo antes) esse foi o marco de sua carreira, o que o deixou mais famoso além de lhe consagrar alguns Emmys. Já falei por aqui e repito: provavelmente tudo o que você ouviu sobre Lost é mentira e é justamente por isso que você deveria dar uma chance para essa série. 

Bom, essa foi minha listinha. Espero que tenham gostado.
Não coloquei nenhuma menção honrosa porque os trabalhos que valem a citação são trabalhos que eu não assisti, mas que pode acabar agradando a muitos (Star Wars, por exemplo). 

Beeeijos
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Olá queridos leitores.
Infelizmente este ano Vanessa Sueroz não poderá ir a Bienal como autora, mas ela estará por lá com brindes para quem quiser se encontra-la. E Para começar a bienal com o pé direito ela esta fazendo uma promoção.
O sorteio é bem simples, você leitor se inscreve e indica o blog que você esta se inscrevendo, assim todo mundo ganha um pouquinho. Serão 3 ganhadores!

Vamos as regras:
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  • A autora terá 30 dias para enviar os prêmios
  • Tem que ter pelo menos 5 inscritos na promoção para a mesma ser válida.
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  • O blog não é responsável por extravios do correio.
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TOP 10: casais dos quadrinhos

14/07/2016

  • Tempestade e Pantera Negra
O Soberano de Wakanda com a X-Men mais foda de todas são o típico casal modelo. Os dois se conheceram ainda crianças e agora adultos se reencontraram, se apaixonaram, se casando na época da Guerra Civil.
O Rei da nação mais poderosa da Africa (no universo da Marvel, já que não existe Wakanda) com a mutante mais legal (afinal ela mostrou o que acontece com um sapo quando é atingido por um raio), sendo um dos casais mais fodas e poderosos da Marvel.O enlace, teve direito até a figurinista famosa. O vestido de noiva da personagem foi criado por Shawn Dudley, vencedora de um prêmio Emmy pelo guarda-roupa da novela da rede CBS Guiding Light. Ela, porém, ficou um tanto chocada com as alterações do visual criado quando a Marvel colocou-o nas páginas dos quadrinhos.



  • Sr Fantástico e Mulher Invisível
Sendo um dos casais mais icônicos e duradouros não apenas da Marvel, mas dos quadrinhos em geral, tiveram vez nos cinemas também . Apesar dos inúmeros problemas que já enfrentaram no casamento, como o fato de Reed dar mais atenção à ciência do que à esposa, e também o fato de um certo príncipe submarino sempre aparecendo e desfilando semi nu, a relação do casal continua firme e forte. Da união dos dois nasceram Franklin e Valeria. No cinema foram super bem feitos por Jessica Alba e Ioan Gruffudd em 2005, já não podemos falar tão bem do filme que 10 anos mais tarde viria a ser um total desastre visual.

Projeto: Lendo The Kiss of Deception

13/07/2016


E chegou aqui a louca dos desafios e projetos. HAHAH Bom, como vocês podem ver chegou Julho e eu aceitar participar do projeto que a Camila, do Biblioteca Empoeirada, criou: o Projeto Lendo The Kiss of Deception. Aproveitei pois é um livro que desde aquele gif maravilhoso que a Darkside publicou eu fiquei mega curiosa. O projeto começa hoje (13/07) e durará 4 semanas, em cada uma, o participante terá que ler em média 100 páginas (mas pode ser mais) do livro. Para quem for participar, a Camila irá sortear no final um kit de mimos (muito legal, não é?). Vou usar as redes sociais do blog para ir compartilhando minhas impressões iniciais antes de sair a resenha, então acompanhe lá no Facebook.



Sinopse
Tudo parecia perfeito, um verdadeiro conto de fadas menos para a protagonista dessa história. Morrighan é um reino imerso em tradições, histórias e deveres, e a Primeira Filha da Casa Real, uma garota de 17 anos chamada Lia, decidiu fugir de um casamento arranjado que supostamente selaria a paz entre dois reinos através de uma aliança política. O jovem príncipe escolhido se vê então obrigado a atravessar o continente para encontrá-la a qualquer custo. Mas essa se torna também a missão de um temido assassino. Quem a encontrará primeiro?

Quando se vê refugiada em um pequeno vilarejo distante o lugar perfeito para recomeçar ela procura ser uma pessoa comum, se estabelecendo como garçonete, e escondendo sua vida de realeza. O que Lia não sabe, ao conhecer dois misteriosos rapazes recém-chegados ao vilarejo, é que um deles é o príncipe que fora abandonado e está desesperadamente à sua procura, e o outro, um assassino frio e sedutor enviado para dar um fim à sua breve vida. Lia se encontrará perante traições e segredos que vão desvendar um novo mundo ao seu redor.

O romance de Mary E. Pearson evoca culturas do nosso mundo e as transpõe para a história de forma magnífica. Através de uma escrita apaixonante e uma convincente narrativa, o primeiro volume das Crônicas de Amor e Ódio é capaz de mudar a nossa concepção entre o bem e o mal e nos fazer repensar todos os estereótipos aos quais estamos condicionados. É um livro sobre a importância da autodescoberta, do amor, e como ele pode nos enganar. Às vezes, nossas mais belas lembranças são histórias distorcidas pelo tempo.

Quem ai já leu ou pretende ler esse livro? Comente aí!

Resenha: A Rebelde do Deserto

12/07/2016

Amani é uma órfã que vive com sua tia e marido e um amontoado de primos vivendo num cubículo sob condições precárias e indignas. Não sentir identificação com ela imediatamente é impossível, visto que não existe leitor que não vai sentir empatia por alguém tão sofrido assim. Então a partir desse ponto esperamos que Amani consiga o que quer: sair da Vila da Poeira e ir para um lugar melhor. 

Logo de cara, nem é preciso dizer que a história se passa no universo do oriente, porque não existe um leitor que não vai identificar as referências. Deserto, sheema, djinni, poligamia, sociedade machista... a narração toda tem um ar quente, árido e de pó. Porém, Amani ainda é uma garota diferente das que existem em Vila da Poeira. Ela se mete em concursos de tiros num lugar feito para homens, quando a descoberta disso poderia custar sua vida. Mas mesmo assim ela faz e não tem medo. 


Ela é ignorante sobre o mundo sendo que ela não cresceu em outro lugar a não ser na Vila da Poeira, mas ela é esperta, irônica, dotada (porque vamos combinar que não é qualquer um que pode sair atirando por aí), e de certa forma corajosa. De certa forma, porque tem um momento que ela deixa de ser corajosa para agir como as protagonistas egoístas que estão rodando por aí; aquelas que pensam em se safar em primeiro lugar e que se danem os outros. Já conheci uma Mare, Adelina, e agora Amani, que por um momento dão uma de bitch. Só reflete ao que estamos vivendo e indo viver onde o “olho por olho e dente por dente” impera, e isso me frustra e me decepciona. 

Logo no primeiro capítulo conhecemos Jin, o nosso candidato a par romântico, e claro que ele seria misterioso, apaixonante e super confiante. Não existe coisa pior do que um leitor se provar certo sobre alguma teoria, e à medida que eu ia lendo eu podia apostar uma coisa envolvendo o Jin. Só que foi no clímax que eu me senti sem graça pela minha suspeita estar errada. Ainda assim passou por cima do que eu esperava, mas conseguiu me surpreender. Aleluia! 

Só de ter uma personagem forte em algum livro, que seja a protagonista ou de destaque, eu já intitulo o livro como feminista. Mas aqui em A Rebelde do Deserto a autora quis passar tanta autoridade para a Amani que em algum momento Jin deixou de ter voz. Só acho que, para mostrar poder a mulher, não precisa enfraquecer um homem. E para quem reclama de poucas mulheres de destaque e relevância não poderá reclamar desse. Tem uma general e outras garotas realmente demais. 

Sobre o romance de Jin e Amani: perfeito! Meu tipo de romance envolvendo aventura é exatamente esse. Tem um pozinho de romance ao ponto de não enjoar e querer mais. Nada de amores escandalosos e declarações surreais. Num segundo livro o desenvolvimento do relacionamento dos dois nem vai estar esgotado, porque ele vai estar se desenvolvendo pouco a pouco, e isso é incrível. 

Foi uma leitura realmente gostosa acompanhar a jornada de Amani. Isso o que é um livro de aventura e ação, rico em cenários, fantasia e mitologia. Só que mais da metade para o final, o livro que seria cinco estrelas para mim, se tornou três, apenas pelos eventos que a autora decidiu tomar no clímax e o desfecho. Definitivamente senti como se um balde de água fria fosse jogado na minha cabeça. 

Está aí X-Man, Estilhaça-me, Rainha Vermelha, Jovens de Elite, e mais livros contendo show de poderes. Não sei se foi porque eu cansei dessa temática, mas isso me frustrou, embora depois eu tenha quebrado a cabeça procurando antecedentes que me fizesse adivinhar qual o poder que certo personagem teria. Não conseguir adivinhar e me surpreendi ao descobrir do que se tratava, e achei demais. Me frustrou outra descoberta meio desconexa, que “como estatisticamente ela foi descobrir isso?”. E de repente Amani tem um momento altruísta camuflado de egoísmo, que legal! Acho que avacalharam o livro todo pelo clímax. Santa tropeçada!

Abre parênteses. Não que nesse livro tenha isso, mas estou saturada do conceito “escolhido”. Acho que todas as pessoas podem fazer a diferença, mesmo não tendo poderes e destino para isso. Fecha parênteses. 

É possível achar um livro mediano e ainda assim favoritá-lo? Sim, é possível. Eu simplesmente me encantei com a escrita da autora e me envolvi com a narração. E definitivamente a narração de Alwyn Hamilton vou levar como modelo para a vida toda. 

Lançamentos de Julho da editora Única

11/07/2016


Olá, leitores!
Hoje vai ser um post bem rápido para mostrar o que a Única lança este mês. ♥

Fique com alguém que não tenha dúvidas

Resenha: A Garota do Calendário - Janeiro

08/07/2016

Olá, leitoras. A resenha de hoje é para quem adora um romance erótico ou não. A Verus tá lançando no Brasil a série A Garota do Calendário aqui no Brasil e eu recebi o volume de Janeiro e Fevereiro para resenhar aqui no blog. Já falei por aqui que não sou exatamente fã desse tipo de livro, mas às vezes é bom sair da zona de conforto, certo? Tenho conhecidas que já havia comentado sobre o livro e pelos comentários eu já estava com as expectativas bem baixas e talvez por isso a leitura acabou não me desagradando tanto.

Não acho que sua premissa seja algo promissor, sabe? Sinceramente eu acho a desculpa bem boba, mas acho que entendo que a autora quis colocar alguma desculpa que fizesse os leitores não julgar Mia pela sua decisão de aceitar o trabalho como acompanhante de luxo (e na obra é dito que as garotas devem apenas ser acompanhante, se rolar sexo é por conta e risco mesmo que seja paga para isso rs). Não querendo julgar, mas eu acho que seria muito mais bonito ter colocado logo a personagem como uma garota de programa, entende? Essa tentativa de justificar a ações dela só me deixaram com uma raivinha desnecessária, pois não acho que seria uma vergonha ou horrível uma protagonista que fosse garota de programa declarada. Mas isso sou eu e imagino que muitas leitoras poderiam odiar esse aspecto. rs

Gostei de Mia, a achei uma mulher focada em seu objetivo mesmo com as distrações que ela tem pelo caminho — pelo menos até agora. Eu acredito que ela ainda irá aprender muita coisa e lidar com vários tipos de homens, então não da para falar tanto com base apenas em um livro. Ela deu a sorte grande com Wes que é um cara super destemido e fofo.

O único problema é que eu não entendi qual foi a intenção da autora com este livro. Ele tem bastante cenas de sexo (que demoram muitas páginas para acontecer) mas nem esses momentos são muito descritos. Quer dizer, eu suponho que se uma pessoa irá escrever um livro erótico e/ou porn (não vi muito erotismo nessa obra, ou eu que tenho definições diferentes de erótico) a descrição deva ser um diferencial, para realmente fazer a cabeça das leitoras viajar com as cenas e não deixando que a imaginação faça todo o trabalho. rs Acho que o que eu quero realmente dizer é que a autora se preocupou mais em descrever as roupas e sapatos de Mia do aquilo que o livro, aparentemente, se propõe e fazer. É provável que se a obra fosse, de fato, um romance eu teria gostado bastante (não que eu não tenha gostado) pois em certo momento ele oferece uma pontada de esperança as leitores sobre o possível relacionamento de Mia e Wes.

Não sei se consegui me expressar muito bem, mas para tentar resumir o que eu achei é que: a autora não soube conduzir o livro de acordo com a proposta. Eu acho que se for para ser erótico, então que seja erótico e que tenha cenas de sexo bem descritas para as leitoras do gênero realmente gostarem. Talvez é algo que ela tenha optado por fazer e ir desenvolvendo ao longo dos 12 livros? Sim. Se eu ler todos os volumes poderei concluir se isso é um fato ou suposição minha. Talvez leitoras de livros do gênero passam concordar ou discordar de mim e eu espero ler suas opiniões nos comentários.

Sorteio: 5 anos de Da Imaginação à Escrita

06/07/2016


Hoje é um dia muito especial! O dia em que o Diae completa 5 anos! E para comemorar, nada melhor que um super sorteio, não é? Em parceira com os blogs amigos, vamos presentear um leitor com dez livros! Isso mesmo, você pode ser o sortudo que levará para casa 10 novos livros!

Para participar é muito simples, basta preencher o formulário abaixo, não há regra obrigatória e sim chances extras, quanto mais opções você preencher, maiores serão as chances de levar os prêmios para casa!

Sorteio: Aniversário do blog Livros, Lápis e Afins

05/07/2016

Estamos chegando ao nosso 1º aniversário, e, por isso, nos reunimos à alguns blogs parceiros para presentear nossos queridos leitores.

Para participar basta preencher o formulário abaixo. Serão sorteados 3 leitores que poderão escolher seus prêmios na ordem em que forem sorteados, ou seja:

1º sorteado: escolhe 2 livros e um kit de marcadores
2º sorteado: escolhe outros 2 livros e outro kit de marcadores
3º sorteado: fica com os outros 2 livros e o último kit de marcadores

"Ok, mas entre quais livros eu poderei escolher meu prêmio?"
Dá só uma olhada:

Projeto: Você foi amaldiçoado!

04/07/2016


Olaaar, galero!
A Nathi me amaldiçoou! E não foi uma maldição para eu não ganhar sorteios, apesar de eu achar de verdade que ela deve ter feito isso *cof,cof* kkkk Mas o caso é que ela me indicou para participar do projeto "Você foi Amaldiçoado" criado pela Tisa do blog Mago e Vidro. O objetivo do projeto é reunir blogs que gostam/falam sobre o tema terror. Saiba mais sobre o que a Tisa falou sobre o projeto.
A cada dia que passa eu percebo mais e mais o quanto blogs que escrevem sobre terror são ligeiramente subjugados na blogosfera. Percebo que eles dificilmente têm o mesmo alcance que quaisquer outros, e até mesmo eu, que me interesso pelo assunto, tenho dificuldade de encontrá-los - afinal, eles não fazem parte das panelinhas, rs.
Então tô aqui com essa proposta: vamos nos juntar! Vamos incentivar e mostrar que somos tão legais quanto os outros.
Criei um selo que será distribuído, por meio de indicação, entre blogs que escrevam sobre livros, filmes ou até mesmo contos de terror, e ele chama-se CursedBlogs (por isso a "maldição", entendeu? rsss). Eu darei início a essa corrente e recomendarei os blogs que conheço, e espero que os que forem indicados continuem a recomendar, pois eu quero conhecer todo mundo!
Mas calma aí, ele não será direcionado apenas aos blogs que são dedicados ao terror não, afinal, nem o Mago e Vidro é, então não faria sentido. Ou seja, qualquer um que goste do gênero e dedique ao menos um pouco do seu tempo a ele, será um candidato ao selo! :D
Se tudo der certo, quando finalmente chegarmos a 50 blogs amaldiçoados, o Mago e Vidro fará um sorteio por conta própria de QUALQUER LIVRO DA DARKSIDE QUE VOCÊ ESCOLHER.

Os blogs participantes são indicados pelo selo abaixo!

Eu vou indicar a Grazy do Cantar em Verso, pois sei que ela adora uns livros assim (principalmente se for do Stephen King). ♥

Beeeijos.

Sorteio: 5 Anos de Da Imaginação à Escrita

01/07/2016


O Da Imaginação à Escrita completa 5 anos em Julho e quem ganha o presente é você! Neste mês de comemoração, vamos sortear 3 livros para um ganhador, é a sua chance de ter Belle, Entre o Amor e a Paixão e Soberana em sua estante! O formulário do sorteio contém várias chances extras para você aumentar sua sorte! Não há regra obrigatória e quando mais opções no formulário você preencher maiores serão as suas chances de levar esse super kit para casa!