Resenha: Tempestade de Areia

30/05/2016


Livro lido para o booktour organizado pelo blog Pobre Leitora

Então recebi o segundo livro do booktour Linguas de Fogo e Tempestade de Areia organizado pela Nathi. Tão logo iniciei a leitura esperando algo diferente do primeiro volume mas acabei me enganado. A obra continua sendo de aventura e agora com mais ação. Posso afirmar com certeza que durante 85% do livro (tá, não sou de exatas mas digamos que praticamente o livro inteiro) tem ação. Seja algo que acontece diretamente com os personagens ou na própria batalha. Com certeza esse é um aspecto positivo que me ajudou bastante durante a leitura, já que ficava curiosa para saber se e quem iria morrer, ou sairia ferido ou até mesmo qualquer surpresa que essas cenas reservam ao leitor.

O meu problema com a obra continua sendo em relação aos personagens. Aisling sendo citada da sinopse dando a entender que é a protagonista, mas que infelizmente continua apagada na trama. Até senti que a autora tentou dar mais foco nela de forma indireta, sempre fazendo os personagens que estão longe da menina lembrar de suas caracteristicas e missão ou até mesmo com sentimento de saudade; mas ainda assim eu não consegui senti a importância dela e muito menos evolução. Quer dizer, no primeiro volume eu citei que houve um amadurecimento precoce da personagem mas neste parece que ela regrediu de alguma coisa. Confiava em pessoas sem nem ao menos conhecer e se colocava em situações de risco desnecessárias. Talvez, de fato, essas sejam caracteristicas de uma protagonista e okay em relação a isso mas não achei que tenha dado continuidade no que começou no primeiro volume.


Em Tempestade de Areia a autora inseriu alguns novos personagens, entretanto não sei dizer se eles me agradaram ou não. Apesar de alguns até ganharem certo destaque eles não foram muito bem desenvolvidos; não consegui sentir empatia por nenhum deles. À partir dai eu percebi que, talvez, seja a forma da autora de desenvolver a sua história e que não é uma forma que me agrade muito. Eu gosto de me apegar com personagens e torcer por eles, não apenas sentir curiosidade com o que irá acontecer, entende? E foi assim que me senti nessa leitura. De qualquer forma continuo gostando de Desmond, acredito que ele seja meu personagem favorito da obra e claro que Kendra continua sendo a personagem que eu mais odeio no mundo, ainda mais depois de uma coisa em especial que ela fez neste livro. Sério, odeio essa mulher demais.

Bom, quero ressaltar que os problemas citados em relação a este livro é algo totalmente pessoal, então pode ser que você leia e ache a obra excelente (como eu vi muitas blogueiras que acham). De todo o mais sim é um livro fácil de ler e se você se envolver cem por cento na proposta consegue terminar em um único dia. Tem ação e aventura além de mostrar também valores importantes como amizade. ;)

Resenha: Alameda dos Pesadelos

27/05/2016


Mais informações em Alameda dos Pesadelos
Livro cedido pela autora para resenha

A primeira vez que li o nome Karen Alvares foi devido a uma divulgação de Alameda dos Pesadelos em algum blog há bastante tempo e nem imaginava que um dia ela seria parceira do meu blog. Então, após a resenha de algumas de suas obras solicitei este que me fez conhecer a autora, pelo menos de nome. Mesmo já tendo visto divulgação deste livro anteriormente e saber (mais ou menos) sobre o que ele se trata iniciei a leitura com uma expectativa criada de acordo com as obras anteriores dela o que eu afirmo que foi um erro. Karen é uma autora que a cada obra consegue escrever algo diferente.

Não vou negar que esta obra não leva o padrão da Karen, que é aquele suspense inicial. Cada capitulo deixa o leitor mais curioso para o próximo, então não é muito difícil ler o livro em uma sentada caso você disponha de tempo. Vivian é uma pessoa que desperta curiosidade e todas elas são sanadas ao longo do livro. Chega a ser uma tortura em alguns momentos, principalmente quando a autora insere flashbacks e então volta para o presente; mas tudo é feito de caso pensado e óbvio que da muito certo. O meu problema com essa obra realmente foi a expectativa que criei antes de ler e após o primeiro ato do livro. Eu imaginei que tudo seria mantido no suspense, instigando minha curiosidade de uma forma diferente mas não foi bem assim que aconteceu. Não digo que seja algo negativo no livro, pois para muitos leitores aquele final redondinho é o que importa, então neste caso irá agradar muito.
Morrer é acordar para uma nova vida, e nessa vida aprender que ainda existe muito a ser aprendido, muito a ser descoberto, e que ainda temos um longo caminho a percorrer.

Alameda dos Pesadelos é um livro que fara o leitor refletir sobre um assunto que poucas pessoas realmente debatem: vida após a morte. As pessoas não gostam de falar sobre a morte e muito menos nas possibilidades após a morte, portanto é bem legal ver a perspectiva que a autora colocou na obra. Apesar de não estar preparada para isso eu gostei desse aspecto do livro, mesmo que não tenha realmente curtido o final (apesar de ter acredita que personagem merecia algo assim afinal de tudo). Claro que quando se trata de falar sobre morte entra um segundo assunto em pauta que é religião. E bom, não sei se chegou perto de ser intenção da autora mas da até para rolar um debate sobre relacionamento abusivo no meio disso tudo (até poderia entrar em detalhes sobre esse aspecto mas ai teria spoiler no texto e essa não é minha intenção aqui).

Se você procura um livro leve com mistério e suspense e que possa te fazer refletir sobre a vida e suas consequências está mais do que indicado Alameda dos Pesadelos.

Parceria: Editora Gente e Única

Olá, leitores. Tudo bem com vocês?
Hoje tenho uma novidade maravilhosa para lhes contar: O blog conseguiu sua primeira parceria com editora. E a editora que confiou em nós é a Gente e juntamente com seu selo Única. Estou super empolgada com essa parceria e espero que dê super certo.

Por enquanto vou deixar aqui para vocês um pouco mais sobre a editora e seus principais lançamentos do ano de 2016.

Resenha: Zumbeatles

25/05/2016


Sei que o mundo tá cheio de fãs de Beatles, e alguns que não são fãs (tipo eu, sorry). Então quando recebi esse livro fiquei com muita dúvida se leria ou não, mas como se trata de uma história de zumbis acabei resolvendo arriscar, afinal nada tenho a perder, certo?

O livro é bacana. A narrativa dele é um pouco diferente do que estou acostumada. O próprio autor do livro é quem narra a história, já que ele conta inicialmente que acabou ficando curioso sobre a história do Beatles, a banda zumbi mais famosa do mundo e acabou investindo tempo e dinheiro para poder descobrir coisas sobre eles. Bom, eles são zumbis (com exceção do Ringo) e estão todos vivos (mais ou menos, né?) e por que o autor transcreve a entrevista que fez com os membros da banda. Além da própria banda tem relatos de amigos, empresário, fotografo, produtor e até Mick Jagger que nesta obra é um caçador de zumbis com uma habilidade diferente (e engraçada).

O meu problema com a obra em si deve ter sido justamente por eu não ser fã da banda, e acabei não tendo curiosidade em ler os relatos. A impressão que o livro passa é que a história é verdadeira, e okay em relação a isso. Como se fosse uma biografia não-autorizada da banda, sabe? Eu realmente não sei dizer se algumas coisas lá (digo a essência dos acontecimentos, como por exemplo sobre o relacionamento de John e Yoko x Beatles) foram tiradas de fatos históricos mas a impressão é de que Alan realmente pegou informações reais sobre a banda e inseriu em uma obra totalmente ficcional. E sim, eu gostei da parte dos zumbis e como eles são nesse universo, tão conscientes.

Achei o titulo traduzido melhor do que o original - Paul Is Undead: The British Zombie Invasion - que acaba se referindo a Paul, sendo que a impressão que tive é que o foco da narrativa é muito mais John Lennon do que o próprio Paul. Lennon é o zumbi diferente da turma, pois ele acabou sendo transformado apenas com algumas horas de vida (sim!!) e ele cresceu não conhecendo nada diferente do que isso, ao contrário de seus amigos que foram sendo transformados (alguns por John, outros não mas isso são detalhes). Esse aspecto do livro é interessante pois mostra um pouco sobre preconceito, o que até acredito que acaba tendo algo histórico pelo quanto as pessoas eram racistas naquela época (mas nesse caso não se referindo a nenhum Beatle e sim as pessoas no geral).

O livro tem umas situações divertidas e outras que poderiam ser assustadoras. Acho que se rolasse uma adaptação deste livro, por exemplo, seria muito legal ver os integrantes da banda atacando as pessoas, afinal eles são zumbis e tem esse instinto, né? :} Outras não são legais, como a insistência em falar sobre controle da mente (um dom dos zumbis) e que eles usavam isso para dormir com fãs. Não achei isso muito legal, mesmo que o narrador fale que isso nunca foi provado e tudo mais, só que é algo que me incomodou um pouco e até mesmo achei desnecessário colocar isso na obra. Tanta coisa para fazer com esse dom, né? Mas enfim, se você curte uma leitura divertida, que mistura ficção com fatos acho que esse livro pode ser para você; e claro, se você for fã de Beatles melhor ainda.

Ps: Se esse livro tivesse uma adaptação eu queria MUITO ver a sessão de fotos do álbum Yesterday and Today que deve ter ficado maravilhosa e mil vezes pior do que a original, que já é bizarra por si só.

Resenha: Flor de Cerejeira

23/05/2016

Uma das coisas mais legais de fazer quando se torna blogueiro e acaba conquistando a confiança de uma autora é ser chamada para ser beta reader. Mesmo após minha critica negativa à uma de suas obras Alana confiou em mim para analisar seus novos projetos e claro que eu faço isso com muito prazer. Flor de cerejeira foi um deles e preciso dizer, com enorme alegria, que me senti presenteada ao ler este livro.

Ele é um livro YA feito na medida certa. Ele tem o drama adolescente, o drama familiar, amadurecimento e claro o romance. Eu digo que tudo isso está na medida certa pois a leitura poderia se tornar chata e cansativa, já que com tanto drama acontece, entende? Mas é importante para o desenvolvimento da personagem o que ela passa na sua vida pessoal, com o que aconteceu ao seu pai e as consequências que isso trouxe pra si. E sobre o romance, aaah... a autora ficou cozinhando esse casal durante boa parte do livro fazendo eles se conhecerem para apenas depois decidir o que fazer com eles. Acho que posso afirmar que Aidan se tornou um dos meus crushs, sabe?
Para quê mudar se de repente eles podem acabar criando expectativas? É melhor assim. Eu sei como sou verdadeiramente e é isso que importa... pelo menos às vezes. Na maioria do tempo é o suficiente.

O pai de Yoko - a protagonista - foi preso por dirigir embriagado e atropelar um pedestre que acabou falecendo. A história começa à partir deste ponto e mostra ao leitor a rotina da menina após o ocorrido. Ela perdeu suas amigas, se tornou alvo de bullying na escola por parte dos colegas e de pena por parte dos professores. Se culpa dia após dia por algo que ela não fez e nutre uma raiva pelo pai. O decorrer da história se da com Yoko percebendo que as coisas não são como elas imaginam e que por mais que o que tenha acontecido mudou a vida de sua família para sempre ela não deve deixar aquilo conduzir o restante de sua vida.

Flor de Cerejeira é um livro doce que vai mostrar ao leitor sobre amor, família e amizade. Elementos que parecem clichê mas que dão todo o diferencial nessa obra. Também mostra ao leitor que um livro YA não precisa ter um romance miojo e que tudo gire em torno desse relacionamento, já que existem outras prioridades na vida de jovens adultos além do amor.

Sorteio: Open House Cantar em Verso

20/05/2016

Olá, leitores.

O blog Cantar em Verso está de casa nova e por isso resolveu fazer uma promoção para reunir alguns blogs amigos para presentear seus leitores. Mas antes de garantir a sua participação conheça o novo blog, que está com layout novo e que terá algumas novidades em breve.

O prêmio

Box de trilogia Jogos Vorazes

Resenha: Caixa de Pássaros

18/05/2016



Então que depois de muito tempo após seu lançamento e da recente insistência da Sammy do blog Da Imaginação à Escrita eu peguei Caixa de Pássaros para ler; Este um livro que pode gerar em diferentes pessoas percepções diferentes. Mesmo depois de alguns dias eu ainda não sei, exatamente, o que pensar deste livro. Quer dizer: Ele é excelente, disso você não precisa ter duvidas; entretanto eu não consigo formular pensamentos concretos sobre o que, de fato, aconteceu nesta obra.

E sim: Estou admitindo que o autor deixou o livro com um final em aberto. SIM! Você leitor terá que tirar suas próprias conclusões ao final desta obra e tudo vai depender da sua cabecinha pensante.

"Ah, Silviane, mas isso é tão ruim. Não gosto de livro assim!" Bom, queridx leitorx, eu também não gosto mas sabe aquela velha história de que toda regra tem sua exceção? Pois bem, isso é bem valido quando o autor sabe muito bem como conduzir sua obra. Caixa de Pássaros é o livro de estreia de Josh e mesmo assim ele conseguiu fazer desta uma obra prima. Eu estou ousando a este ponto e não tenho vergonha de admitir. Este é um livro que vai deixar o leitor curioso e apreensivo durante toda a sua narração, com alguns momentos clichês de filme de suspense mas que faz diferença enorme quando tudo está acontecendo na imaginação do leitor. Para mim o pior de tudo foi imaginar as coisas que ele escreveu ali e sentir medo de verdade. Só que este pode ser mais um ponto da história. 

A grande coisa do livro é que tem alguma coisa causando um surto violento nas pessoas que as fazem se matar. É tudo muito rápido e ninguém sabe explicar o que realmente esta acontecendo no mundo. Se é uma doença, se é um monstro, se é surto coletivo, enfim... as possibilidades são infinitas. O autor deixa algumas dicas (se é que posso nomear assim) durante a obra, mas como falei anteriormente o final fica em aberto e cada leitor precisa tirar as suas conclusões. Então qual foi a minha? Ai que entra o pior: Eu não consegui concluir nada (até o presente momento em que estou escrevendo esta resenha). Me pego em alguns momentos durante o dia pensando neste livro e em possibilidades mas sempre acabo descartando todas. Quer dizer, dizer que não conclui nada é um erro. Acho que, de certa forma, o objetivo desta obra foi alcançado: está fazendo uma leitora pensar. O que convenhamos, com tantos livros simples e fáceis de ler (e eu adoro eles) é uma coisa difícil hoje em dia os leitores gostarem de um livro assim e ainda ficarem dias refletindo sobre eles. Então mesmo com aquele sentimento de queria um final fechadinho, tudo explicado eu ainda estou feliz com o resultado que este livro causou em mim. 
Você está salvando a vida deles para que tenham uma vida que não vale a pena.

Bom, e Malorie e seus filhos? Pois é, uma história precisa de personagens e foi isso que eles foram para esta obra, mesmo eu não achando que eles sejam os principais. Já falei sobre o principal acima e podem dizer o que for eu acho que vou sempre manter minha opinião quanto a isso. Eu gostei sim dela e seu desenvolvimento, mesmo acreditando que ela tenha regredido ao invés de progredir. No inicio ela era cética em relação ao que estava acontecendo, achando tudo tão sensacionalista que eu me identifiquei muito com ela, porém ao longo dos flashbacks descobrimos o porque de ela chegar ao ponto que chegou. A forma como ela criou as crianças pode chocar algumas pessoas, mas medidas extremas são necessárias dependendo das situações e bem, esta era uma situação extrema.

Está foi uma resenha diferente, acho que posso até chama-la de estranha perto das outras resenhas que já fiz por aqui. Mas vale ressaltar que este é um livro diferente, principalmente para uma leitora como eu que raramente se aventura na leitura de livros de suspense e tudo mais. Quero ressaltar que o livro vale a pena ser lido (ele deve ser lido) mesmo com algo que pode ser considerado um ponto negativo por muitos deve ser desconsiderado já que acaba sendo um detalhe à mais para a obra.
A sua preocupação só mantem você a salvo para que possa ficar ainda mais preocupada.
Pelo que parece, as criaturas são como o infinito. Algo complexo demais para a nossa cabeça. Sabe? 

Vamos falar sobre nacionais

16/05/2016

Olá, leitorxs. Tudo bem com vocês?
Hoje vou fazer um post que, talvez, possa ser considerado polemico. Talvez eu passe a ser odiada por alguns - principalmente autores(as) nacionais. Só que não vou me importar realmente com isso. Simplesmente me deu vontade de escrever e é isso que vou fazer. De qualquer forma eu já quero pedir desculpas para quem se sentir ofendidx de alguma forma com meu desabafo, mas é que é algo que eu tenho visto por ai e precisava conversar sobre.


Eu já comentei por aqui, ou pelo Cantar em Verso, que eu nunca fui muito leitora de nacionais e que essa condição acabou mudando quando eu passei a escrever para um blog e ter umas parcerias, além de ler resenhas de livros nacionais e ficar com curiosa com algumas obras e/ou autorxs do Brasil. Aos poucos vou lendo mais e mais livros da minha terra natal e mesmo que ainda não seja um número grande eu sinto um certo orgulho por ter deixado esse preconceito de lado e sempre que ter alguma indicação que realmente me interessa eu pegar o livro para ler independente da nacionalidade do autor(a). 

Mas o que, de fato, me incomoda nisso tudo é que eu sinto que os blogueiros tem uma obrigação de gostar do que leu, simplesmente porque aquele livro é nacional e nós temos que valorizar os livros nacionais. Bom, eu concordo sim com essa afirmação. Nós temos que valorizar os livros nacionais, até porque tem muitos autores e autoras por aí que escrevem muito bem e sabem prender o leitor com suas histórias; Mas vamos combinar que tem autores que não são tão bons assim ou que não escrevem histórias tão legais. E nesse caso você pode me falar que é uma questão de gosto e irei concordar com você nesse aspecto; Mas também não se da para negar que se você tem um blog e se comprometeu a resenhar um livro nacional também tem que ter compromisso com a verdade e só porque a história não te agradou ou algo do tipo e você não falou muito bem do livro na resenha que os outros tem o direito de te achar erradx sobre isso. Discordar sim, afinal cada um tem sua própria opinião, né? Mas quantas vezes você não viu por ai autor(a) reclamando de uma resenha negativa? Ou que os leitores não dão valor para a literatura nacional e por isso que não gostou do seu livro? Mas desconsidera que o livro tem uma história fraca e/ou é cheio de erros gramaticais. Aaaah! e Deus te ajude se você falar da edição da obra, dos erros, ou algo do tipo. Não pode, kirida.

Vamos combinar, né? Blogueiro que se preze vai falar bem ou mal de um livro sendo ele de onde for. Algumas vezes passei pela situação chata de ter lido um livro de parceria que não achei tão bacana assim e falei da obra de forma negativa nas resenhas e bom posso dizer que até o momento tive a sorte de ter encontrado bons parceiros, pois ninguém deu chilique pela forma que eu resenhei suas obras e por mais que eu sei que o autor(a) tenha ficado até chateado/triste (afinal, o livro é o bebezinho dele(a)) ele(a) também compreendeu a forma como eu me senti lendo a obra e que infelizmente o livro não irá agradar todo mundo, né?

O que eu quero concluir disso tudo é que se você é blogueirx não deveria puxar saco de autor só por ele ser nacional. Se você gostou do livro fale bem do livro, se você não gostou explique os motivos sem ofender e xingar ninguém. E mais importante, se você é autor(a) tenha na cabecinha que seu livro pode não agradar tudo mundo e que pelo menos uma pessoa no mundo irá fazer uma resenha negativa da sua obra. Não se sinta ofendido se a pessoa explicou seus motivos de forma educada, reflita sobre aquilo e pense se tem algum fundo de verdade ou não e se isso irá te ajudar a melhorar ao escrever seus próximos livros. Toda critica deve ser bem vinda, desde que seja feita de forma coesa e educada. E uma dica para os dois lados: Não vale ficar falando do outro nas redes sociais. Nós devemos ter consciência de que um depende do outro, de certa forma. Blogueiro não gosta de ver autor falando mal de algum colega, assim como tenho certeza que autor(a) nenhum(a) gosta de ver blogueiro falando de forma má educada de algum colega também. Acredito sim que nós devemos nos respeitar e apoiar a literatura nacional, dando chance para novos livros e autores, mas também prezando pela honestidade em suas impressões. 

TOP 5: M. Night Shyamalan

13/05/2016


Eu sempre fui uma pessoa apaixonada por filmes de suspense ou até mesmo terror e/ou horror. Hoje em dia não ando assistindo muito, acho que com a idade acabei ficando medrosa. rs Mas o fato é que sempre que via um filme e depois ficava sabendo algo sobre ele (principalmente quando passei a reparar nessas coisas) percebi que alguns deles tinha a assinatura M. Night Shyamalan de alguma forma. Seja na direção, roteiro ou até mesmo produção. Fui percebendo que gosto muito do estilo desse cara e sempre que algum titulo que leva seu nome me interessa eu não perco tempo em assistir.

M. Night Shyamalan é um diretor, roteirista e produtor indiano naturalizado americano. Já foi indicado ao Oscar pela direção e roteiro de O Sexto Sentido. Ficou conhecido por ser inserir uma reviravolta em seus filmes e isso acabou se tornando sua marca registrada, que por muitas vezes acabou decepcionando o publico quando alguma produção não contava com a esperada reviravolta. Muitas vezes insere temas como fé e religião em seus filmes, não sendo uma regra. Também gosta de fazer uma aparição nos filmes, sendo a maior delas em A Dama na Água, onde ele é um dos escolhidos por ela.
O Pequeno Stuart Little
Apesar de ser conhecido pelos seus filmes de suspense ele também tem seu nome em outros trabalhos. Acho que, de fato, ninguém imagina que ele é o roteirista de O Pequeno Stuart Little, aquele filme fofinho do ratinho. Esse filme fez parte da minha infância, apesar de não ser um dos meus favoritos da vida com certeza é um daqueles que me marcaram bastante principalmente quando passava aos domingos no horário do almoço. 
A Dama na Água
Este é um dos filmes mais odiado pelos fãs de Shyamalan. Se eu não me engano ele marcou uma fase diferente do diretor apesar de não ser tão diferente assim de algumas de suas produções. Este é um filme que será facilmente adorado por quem gosta de fantasia. A história gira em torno do aparecimento de uma ninfa de histórias infantis que precisa de ajuda dos morados do condomínio para voltar ao seu mundo. É uma história fofa e também cheia de significado.  
Sinais
Este é um filme que, acredito eu, a maioria das pessoas já devem ter assistido e para mim é um dos que marcaram e nem se quer foi na época de seu lançamento. Acabei assistindo este filme um pouco tarde, o que foi bom pois já tinha uma certa maturidade para compreender melhor o verdadeiro objetivo deste filme. É um daqueles que tem uma reviravolta, apesar de não ser tão chocante. Sinais trata muito mais sobre a humanidade e sua fé do que os aliens em si. Vale a pena, caso você não tenha visto ainda. 
Wayward Pines
Wayward Pines é uma série baseada no livro Pines de Blake Crouch. Eu comecei assistir a série sem nenhuma expectativa mas acabei me surpreendendo com a qualidade dela. Até o momento não tinha ideia de que o nome Shyamalan estava na produção e na direção da série e fiquei bastante contente de ver o direitor sendo elogiado novamente depois de algumas produções fracassadas ao longo dos anos. Aos interessados a série é meio que uma distopia com ficção cientifica e eu garanto que praticamente todos os episódios tem uma surpresa ao expectador. Wayward Pines foi renovada para a segunda temporada, que inclusive estreia este mês, mas eu não conferi se o nome do indiano está novamente na produção e direção. 
A Vila
Eu já falei de A Vila aqui em algum post da época do Halloween e agora novamente, sendo em primeiro lugar das produções que eu mais gosto dele. Este foi um filme que me surpreendeu muito quando o assisti e ainda é um filme que mexe comigo. A obra tem um clima de suspense que pode acabar deixando o expectador aflito durante todo o filme, e mesmo após seu final ainda fica aquele sentimento no peito, sabe? Ele não é o tipo de filme que da medo e/ou susto, apesar de eu ter me sentido assim quando eu assisti (eu tinha uns 12 anos na época, okay? kk). Sua conclusão faz o expectador pensar algumas questões do mundo; E o que dizer da atuação maravilhosa de Bryce Dallas Howard?

Menção honrosa
Apesar de esses filmes não estarem entre os meus favoritos dele deixo aqui a indicação pois são ótimos filmes. Acho que O Sexto Sentido todo mundo já assistiu, então é até sacanagem colocar mas Corpo Fechado é um que não ganha tanto destaque assim e na minha opinião chega até ser melhor que O Sexto Sentido. A boa noticia é que ambos tem na Netflix então aproveite para assistir no final de semana.

Vocês já viram algum desses filmes? Acha que faltou algum?
Ah! E feliz sexta-feira 13 para vocês. Se virem um gatinho preto na rua já sabe o que fazer, né? ISSO MESMO, pega ele no colo a da carinho pois gatinho preto é tudo de bom, lindo e foto assim como os outros bichinhos. ;)

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Também quero saber o que vocês acharam do novo visual do blog. Sério, deixem seus comentários... Se tiver alguma sugestão também tô aceitando. E aproveitando para falar que, apesar de não ser profissional, eu faço uns layouts para Blogger. Então caso você queira um layout bonitinho para seu cantinho pode falar comigo, entrar em contato pelo Facebook e tal. :3

Resenha: Louca por Você

11/05/2016



Mas sendo honesta o meu problema com a obra não foi nem a forma de autora de trabalhar com o romance, ou na verdade o que deveria ser um romance; E sim a forma de ela mostrar as leitoras que é aceitável algo por parte do companheiro. Daniel é um rapaz que não demonstra nenhum interesse em Julie e acha que cuida da moça como se fosse sua própria irmã. Ela até mesmo deixa de sair para realizar seu sonho de ser cantora por causa dele, pois ela o ama em segredo e acha tudo lindo o que ele faz por ela. Alias, a pobre moça deixou de viver a própria vida em nome desse amor que só ela sentia. Tipo, oi??? Sabe, cara... se o crush não te quer não adianta ficar sofrendo, deixar de viver a própria vida, e ainda aceitar as ordens dele, sabe? Vai tomar um rumo, mulher! Atitude. E obviamente foi isso que eu acabei odiando na personagem.  Não vou dizer que as atitudes de Julie não são atitudes que as pessoas teriam na vida real pois eu conheço pessoas que são assim e afirmo: é extremamente irritante. Eu sou uma pessoa de personalidade forte, pavio curto e o que chamam de grossa. Falo o que eu penso na cara e se eu fosse um dos amigos de Julie ela iria ouvir umas poucas e boas para ver se entrava na cabeça que Danny Boy não a merece. E eu não digo isso somente antes de eles terem um relacionamento pois depois que começam o cara ainda não se prova alguém que mereceu todos os anos que ela deixou de viver por causa dele. É, eu sei que estou sendo imparcial e grosseira, mas não da! Fiquei nervosa demais com as atitudes dos dois que até vontade de jogar o livro longe eu tive. rs

Foto: Sil | Estilhaçando Livros

Mas este não foi o único aspecto da obra que me incomodou. A forma como a autora conduziu algumas situações eu achei bem... forçadas. Tive a impressão de que ela queria criar situações para tentar provar aos leitores que Danny era um cara que queria mudar, fazer as coisas diferentes e etc mas para mim só provou que ele não estava pronto para um relacionamento sério e que, mais uma vez, Julie deveria é cair fora e tentar outra coisa da vida tipo: seguir seu sonho. A oportunidade estava, inclusive, na mão mas ela acabou fazendo sua escolha que eu considero errada.

Honestamente acredito que o tal guitarrista sensual citado na sinopse tem muito mais qualidades do que o próprio protagonista e que com ele Julie poderia amadurecer de uma forma diferente, podendo ser até melhor. Seria uma grande mudança em sua vida, já que este rapaz é bem diferente de Danny mesmo que declare que não quer nenhum relacionamento sério e que não é apaixonado por ela. Eu imagino que o relacionamento deles poderia ter um desenvolvimento muito mais aceitável do que foi com Danny. Minha opinião.

O livro não funcionou de jeito nenhum para mim e nem considero ler os outros livros da série, a não ser que tenha algum do Alan (o guitarrista). Mesmo que os personagens dos próximos livros sejam legais eu acabei perdendo o interesse (talvez eu só deva dar um tempo). Eu recomendo a leitura para quem ama um romance água com açúcar com final digno de novela das nove, sabe? Ele pode funcionar para você; Mas caso você não seja esse tipo de leitora é melhor não arriscar.

Top 5: As melhores mães da ficção

09/05/2016

SÓ QUE NÃO
Olá, pessoas!
Ontem foi o famigerado dia das mães. Várias florzinhas no Facebook, várias fotos de mães, das sogronas qqqq, e homenagens e tudo mais; e eu não poderia deixar de fazer um post sobre esses seres que fazem os filhos tão felizes (mas as vezes dão raiva, né?).

Okay, admito que essa não será uma homenagem convencional, já que as mães que ilustrarão este post não são as mais exemplares do mundo. rs Vou listar as melhores mães da ficção no quesito em ser pior.

Pamela Voorhees

Filme: Sexta-Feira 13
Eu não poderia deixar esta mãe de fora, né? Além de ser a mãe que ilustra várias homenagens no Facebook (pelo menos das páginas que eu sigo uheuhoauehi) ela é um exemplo de mãe. Aquela que fez tudo pelo seu filho, inclusive matar. Não vou dar detalhes da história, mas se não fosse de uma história de terror seria facilmente uma história de drama que envolve bullying. É triste, cara. Pamela, continue sendo essa mãe maravilhosa onde quer que você esteja. ♥

Laurie Garvey

Série: The Leftovers
Essa é a verdadeira loka varrida. Okay, não tanto. Mas pra quem não sabe a premissa de The Leftovers é que algumas pessoas sumiram do planeta (assim, do nada) e ai a série conta a história das pessoas que ficaram para trás. Após esse acontecimento Laurie resolve se juntar a uma seita (eu não lembro o nome exato que é usado na série, faz um tempo que assisti) e abandona toda a sua família. Essas pessoas não podem ter contato com seus amigos, familiares e nada do tipo além de fazerem voto de silencio. A família de Laurie vai se destruindo após a decisão da mulher. Sério, da bastante dó do que acontece com seus filhos e do quanto a ausência da mãe afeta eles.

As mães das Pretty Little Liars

Série: Pretty Little Liars
Eu acho que se existisse uma categoria no Oscar para as piores mães estas com certeza ganhariam. Sim, as cinco. Não existe mães piores que elas nesse mundo. As filhas tão lá passando por várias coisas e elas ou não sabem de nada (QUE MÃE QUE NÃO NOTA O QUE TEM ERRADO COM OS FILHOS?) ou quando sabem quer tentar ajudar e faz mais merda. Às vezes seria melhor se aquelas meninas fossem órfãs, viu? 

Senhora Bennet

Livro/filme: Orgulho & Preconceito
Okay, eu sei que essa muita gente vai discordar. Mas vamos combinar que a Senhora Bennet dá nos nervos, né? rs Essa fixação com casamento, fortunas e tudo mais irrita um pouco; mas sei que no fundo ela só quer o melhor para as filhas mesmo quando uma delas tem que casar com um ser tão horrível quanto o Sr Wickham.

Diane Janssen

Série: Lost
Essa mãe... Ah! Meus queridos. O que falar dessa mãe? Sabe aquela frase que toda ação tem uma reação? É mais ou menos assim que acontece com a mãe de Kate, da série Lost. Não sei se é de conhecimento de todos que Kate é uma fugitiva da policia e podemos dizer que parte da culpa é de sua própria mãe. Kate demonstrou tanto amor por sua mãe enquanto esta só tinha pensamentos para o pedaço de piru que lhe dava uns tapas na cara de vez em quando. Pois é... Mas é vida que segue.

Mas nem só de mães ruins este post é feito. Resolvi deixar aqui um ♥ para uma mãe super mãezona que representa muito as mães do mundo e não só de uma família americana. 

Frankie Heck

Série: The Middle
Eu amo The Middle. É uma série que eu consigo amar todos os personagens, rir com todos eles e as vezes passar raiva também; Mas o fato é: os personagens representam bem uma família. Não sei dizer se todos os tipos de família, mas com certeza aquelas caracteristicas mais básicas de uma família e Frankie é a personificação perfeita de uma mãe, com todas as suas alegrias, tristezas, sonhos e decepções. Diversas vezes assistindo a série eu vi um pouco da minha própria mãe na personagem e acredito que seja isso que a deixa ser uma personagem tão real.

Então foi isso, galera. O que acharam?
Conheciam as personagens? Tirando a Pamela eu deixei as mais obvias de lado, pois né... Vamos apresentar novos personagens para os expectadores. Eu pensei em fazer da literatura, mas as que mais me marcaram foram do cinema e da tv, então deixei essas de lado. Enfim... :)
Feliz dia das mães atrasado para as mamães que lêem este blog. ♥

Beeeijos. 

Lendo Harry Potter #2: A Câmara Secreta

06/05/2016


Sei que minhas impressões do primeiro livro de Harry Potter não foram das melhores. De fato é divertido mas nada que tenha me deixado toda encantada com esse mundo como a maioria dos fãs. É com certa alegria que afirmo que estou começando a mudar de opinião, mesmo tendo concluído a leitura somente do segundo livro.

Neste segundo volume o que mais me agradou foi a mudança dos acontecimentos. Não são tão óbvias, mas bom, eles estão crescendo e com isso vão enfrentando problemas mais sérios a cada livro, certo?. Sei que é um tiro no pé ler um livro infantil e esperar personagens adultos, mas quem me conhece sabe que eu não curto livros assim e só estou nesse de ler Harry Potter agora para não me sentir mais deslocada com tantos assuntos e/ou referencias que rola por ai. ¯\_(ツ)_/¯ 

Senti um grande amor por Rony nesse livro e quando fui assistir ao filme após finalizar a leitura acho que acabei me apaixonando pelo Rupert também. Eu realmente imaginava as caras e bocas do personagem da mesma forma que o ator fazia e sei lá, é gostoso quando temos essa sensação ao assistir uma adaptação. Uma pena que algumas cenas foram cortadas do filme; Confesso que eu queria muito ver a festa de aniversário de morte do Nick Quase Sem Cabeça sei que não é uma cena particularmente importante, mas seria engraçado até além de outras cenas que faziam parte de algum momento importa, mas que a produção preferiu cortar e colocar os elementos de outra forma.
São as nossas escolhas, Harry, que revelam o que realmente somos, muito mais do que as nossas qualidades.

Eu acho que nunca tinha prestado atenção antes aos filmes, ou assistia sem muito me importante, mas agora percebo o quanto cada acontecimento no final do ano letivo levara ao garoto ao final de toda a saga. Está tudo conectado com Voldemort. Chega a dar medo, pensando que ele é apenas um criança e acaba passando por essas coisas (e as vezes até estranho, né, mas ignoremos esse detalhe kkk). E um ponto que todos irão me odiar: eu odeio o Dobby. kkkk Pode ser que eu mude de opinião em algum outro livro, mas oh santa criatura insuportável. No meu ponto de vista só serviu para atrapalhar tudo, até mais do aquele professor chato que se acha o lindo ¬¬. Sério, acho que até agora os piores personagens; Isso sem citar a Gina. Mas eu sei da importância dela nos outros livros então vou guardar minha opinião por enquanto e esperar para ver mais da menina ao longo dos livros.
Foto: Silviane Casemiro | Estilhaçando Livros

Cadê meu fone? #2

04/05/2016


Olá, leitorxs. Tudo bem com vocês?
Essa é a segunda edição do Cadê meu fone? e eu atrasei uma semana por motivo especial. Hoje é aniversário do Alisson {} e todo mundo sabe que ele é mega fã da Beyoncé e justamente por isso resolvi fazer essa edição em homenagem a ele.

Quem acompanha o blog e minhas redes sociais já percebeu que eu não sou uma pessoa muito fã de música pop e outros gêneros, certo? Mas quem me vê com essa cara trevosa, dando uma de headbanger nos rolês mal sabe que eu já tive (no fundo ainda tenho) um fraco para artistas pop e há muito tempo atrás, quando assistia MTV antes e depois da escola, sempre me ligava nos vídeos da cantora e achava o máximo. Então agora vocês vão ver quais são as três músicas dela que eu mais curto, mas não contem pra ninguém. :x

Get Me Bodied


Beautiful Liar


Crazy in Love


Bônus:

Não poderia deixar de colocar esse por motivos de Lady Gaga ♥ mesmo não sendo uma música da Beyoncé.


Então é isso, gente! Agora vão todos lá no blog do Alisson dar os parabéns para ele pois o menino merece, além de ter um blog super legal com um ótimo conteúdo.

Beeeijos.

Lidos & Assistidos: Abril 2016

02/05/2016

Olá!
Nem acredito que já estamos no mês 5!! Sério, tá passando muito rápido esse ano (todos os anos estão assim, né?). Mas enfim, este mês eu bati a 'meta' de 38 livros lidos (sem contar os contos). Tô me sentindo indo no ritmo ragatanga com essas leituras. q Tô bem orgulhosa de mim mesma e conseguindo ler bastante coisa parada na estante também. Enfim... Lá vai mais um levantamento do mês.