Resenha: Nunca Jamais

29/04/2016

Não é segredo para nenhum leitor(a) do blog o quanto eu amo CoHo, certo? Fiquei mega feliz quando a Record me mandou Nunca Jamais na parceria de ação da editora (eles escolhem alguns blogueiros e enviam uns livros de forma aleatória de acordo com o gosto literário) e mesmo tendo algumas leituras atrasadas eu fui logo lendo pois há algum tempo estava de olho nele para as minhas próximas compras. Foram poucos os livros que li em 2016 que me prenderam na leitura de uma forma que nada me fizesse largar-lo e posso afirmar que este foi o terceiro ou o quarto que conseguiu esse feito. A obra tem esse mistério que faz qualquer leitor se remoer de curiosidade para saber o que houve com Charlie e Silas.

Mas vocês sabem que eu não sou uma leitora normal, geralmente não bato muito bem das ideias; Então confesso para vocês que o desejo de saber o que houve com a memória do casal foi o que menos me fez roer as unhas durante a leitura apesar de, em primeiro lugar, ter me feito ficar extramente curiosa com ela. O negócio é que o livro já começa no momento em que Charlie tem seu lapso e seus primeiros relatos são extramente angustiantes. De fato eu me senti vivendo aquela situação desesperadora que acaba rolando durante toda a obra.

Tudo a respeito dela é cativante, como as consequências de uma tempestade. As pessoas não deviam se deleitar com a destruição que a Mãe Natureza é capaz de causar, mas é algo que atrai nosso interesse mesmo assim. Charlie é a devastação que fica depois que o tornado passa.

 

Os capítulos são intercalados entre Charlie e Silas e vamos descobrindo sobre eles junto com o decorrer da leitura da mesma forma em que eles se descobrem. É interessante descobrir, como leitora, alguma característica dxs personagens que acaba sendo irritante, por exemplo, e logo em seguida ler que isso não é algo que irrita somente a mim mas também x próprix personagem. É uma história onde tudo acaba sendo uma surpresa e nunca se sabe o que esperar, já que é praticamente impossível presumir alguma ação deles baseando-se em acontecimentos de outros livros do gênero. O clichê fica fora de questão em Nunca Jamais.

Cada leitor pode ler o livro de uma forma, alguns preferindo pelo lado do mistério e outros pelo lado do romance. Eu acho que preferi levar mais pelo romance e ver o que seria da vida desse casal que antes de tudo isso já estavam vivendo um mal momento no relacionamento. Acima de qualquer coisa eu vi o livro como a redescoberta de um casal pelo amor e não daquela forma de lição de vida que outras obras podem trazer aos leitores. Cada pista que eles encontravam mostrava algo sobre o passado de ambos e o quanto eles eram apaixonados, como foi o inicio do relacionamento e as primeiras descobertas; portanto é muito fácil entender que o amor está com eles independente de ambos agora serem estranhos um para o outro. É um romance puro e não no sentido de querer classificar o livro, mas sim nos sentimentos. É aquele romance que fica na cabeça e te deixar triste por ainda não ter encontrado um assim.

Que estranho ser feita de carne, se equilibrar em ossos e ter uma alma que nunca conheci.

Sei que Nunca Jamais é uma trilogia e pelas informações que vi no Skoob todos os livros são bem curtinhos, então fiquei pensando no porque das autoras não deixarem tudo num único volume e acabar logo com a agonia dos leitores, pois esse final me deixou mais nervosa do que o resto de todo o livro. Sério, acho que as ultimas páginas meu coração estava tão acelerado e a respiração tão forte que tive que me dar alguns minutos tentando assimilar tudo aquilo. Eu não poderia esperar nada menos de algo que tenha Colleen Hoover no meio, sempre cheia de plot twist e/ou cliffhanger. O que me resta de verdade é torcer para que a editora traga logo o segundo volume para o Brasil pois a mão da curiosidade tá tremendo demais.

Foto: Silviane Casemiro | Estilhaçando Livros

Resenha: Dezesseis - A Estrada da Morte

27/04/2016

Imagine ouvir uma música e então escrever um livro baseando-se na letra? Pois foi isso que a autora Simone Pesci fez com a música Dezesseis de uma das bandas mais queridas do Brasil: Legião Urbana. Mas não se engane, pois o livro não se trata apenas de um jovem que participa de rachas e sim de um jovem que está destruindo a sua vida aos poucos e então encontra seu anjo. Dezesseis é um livro YA nacional para, além de fãs desse gênero literário, fãs de um bom rock.

Confesso que toda essa mistura me deixou totalmente interessada neste livro. Tinha visto algumas campanhas sobre ele no ano passado e quando vi que a autora abriu a seleção de parceiros fiquei super empolgada e me inscrevi; Quando passei e recebi o arquivo já fui logo iniciando a leitura. Sim, de fato o livro muito me agradou. Para ser honesta acho que o que o livro trás ao leitor é muito mais do que ele promete, pois muitas pessoas podem acabar esperando algo diferente do que o livro irá oferecer (e isso pode ser positivo ou negativo). Graças a Simone eu pude sentir aquela raiva de adolescentes e sua paixão tão ardente. Você sabe quando lemos um YA e reclamamos que o casal se apaixonou instantaneamente? Bom, não é nada perto dos sentimentos de João Roberto. Neste livre todos os sentimentos do personagem estão a flor da pele e ao invés de ser tão incomodo acabou fazendo sentido, pois muitas vezes com esta idade o sentimento acaba influenciando muito mais do que a própria razão e acredito que por se tratar de um menino a coisa fica bem diferente do que se fosse uma menina, pois sabemos que cada sexo tem sua forma de expressar e contar ao leitor (além de viver, falando sobre a vida real) seus sentimentos. Mas o que também é um aspecto legal na obra acaba frustrando com o tempo, visando que o personagem acaba não amadurecendo durante a narrativa. Acho que até entendo o porque da autora não fazer isso, sendo uma obra baseada numa música e que alguns aspectos precisam seguir o que a letra propôs, mas como eu sou uma leitura iludida acabei esperando algumas coisas diferentes.
(...) eu não quero uma história de amor, e sim um amor que faça história. 

Ana Claudia é uma personagem que não me despertou empatia. Não sei dizer exatamente o porque, mas eu acho que no fundo não vi nela tudo isso que Johnny viu. No inicio eu gostei mais, talvez pelas atitudes que ela teve mas conforme conhecíamos mais dela acabei achando-a um pouco mais do mesmo. Não quero dizer que a menina seja uma péssima personagem, mas só que eu curti mais do que ela mostrou no começo (e que na verdade era mais uma "máscara"). Dona Lourdes, mãe de Johnny, também não me agradou mas porque a achei muito boazinha. A forma como ela criou o menino permitiu que ele se tornasse esse adolescente e agora é muito tarde para ela tentar corrigir esses erros, mesmo que eu ache que ela nem quer de verdade. Parece que ela não se importa tanto, mesmo que demonstre diferente. Não senti ela uma mãe pulso firme e quando ela tentou mostrar ser assim só me fez ficar com raiva pelas suas atitudes.

O livro é narrado por Johnny, mas alguns capítulos a autora introduziu outros personagens. Para ser sincera eu achei esse aspecto desnecessário, principalmente quando chega mais próximo ao final do livro quando algo grande irá acontecer e perdemos a surpresa de acompanhar com Johnny, já que outro personagem contou o que pretendia fazer e etc; Mas acredito que isso seja pessoal de leitor para leitor e pode agradar alguns. A obra também tem alguns detalhes fantasiosos criados por Simone (no inicio achei totalmente estranho não ter uma justifica para um garoto de dezesseis anos dirigir um carro livremente por ai) mas nada que prejudique a leitura, principalmente depois que tudo acaba sendo explicado. Dezesseis é uma boa leitura e indicada para quem gosta de YA com uma boa dose de drama. Apesar de o livro vender um Johnny rebelde sem causa e rachas a obra é um romance que pode emocionar as leitoras mais sensíveis.

Ouça a música que inspirou o livro

Tag: Amo/Odeio

25/04/2016


E ai, pessoas! Cêis tão tudo baum? (caipira feelings)

Andei sem ideia do que postar na época que programei o post e por isso resolvi inserir uma tag de tantas que fui indicada e falta responder. Essa quem me indicou foi o Alisson do blog Re.View.
A Tag consiste em citar 10 coisas que amo e 10 que odeio e no fim indicar 10 blogs para responder. É uma boa tag para conhecer melhor o(a) blogueiro(a).

AMO 

  1. Dormir
  2. Bullet for my Valentine
  3. Slipknot
  4. Música
  5. Livros
  6. Meu blog (também amo aqueles que eu colaboro)
  7. Comer (por isso que sou gordinha kk)
  8. Twitter (haha)
  9. Ficar sem fazer nada em um dia qualquer
  10. Fotografia (não só tirar fotos, mas tudo que envolve)

ODEIO

  1. Ficar de po##e
  2. Que falem mal das minhas bandas favoritas
  3. Assistir filme 3D
  4. Ser acordada de um sono muito bom aos gritos (LEIA ISSO, MÃE)
  5. Aquelas propagandas do Spotify (mas fazer o que)
  6. Ouvir música ruim que eu não gosto 
  7. Pessoas preconceituosas 
  8. Menstruar ¯\_(ツ)_/¯
  9. Ando com um ódio profundo do meu computador, mas okay respeito a idade dele (5 anos)
  10. Lavar a louça
Eu não vou indicar ninguém, mas quem quiser fazer fica a vontade. Não esquece de mandar o link para eu poder comentar. ;)

Beeeijos.

Resenha: Jovens de Elite

22/04/2016



É fácil dizer que eu desenvolvi um amorzinho muito grande pela Marie Lu. Apesar das minhas criticas eu me apaixonei pela trilogia Legend e ela se tornou uma das minhas favoritas do gênero. Então quando vi sobre Jovens de Elite fiquei bastante ansiosa para saber o que esta autora iria trazer de novo para os leitores, já que ela tem características únicas e mais uma vez fui surpreendida com sua capacidade. Marie Lu não tem capacidade de escrever apenas uma boa história, mas ela tem a capacidade de me fazer mudar de opinião sobre suas obras em questão de segundos. Durante boa parte da leitura eu odiei a história e odiei a personagem sem nem ao menos saber direito o motivo, entretanto após finalizar a leitura e me senti tão vazia pude entender que aquele sentimento era um reflexo do que a obra realmente deve passar ao leitor. Jovens de Elite não é só um livro de fantasia ambientada na era medieval, mas um livro que nos mostra personagens tão humanos quanto podemos ser.

Eu preciso dizer que Adelina não foi uma personagem fácil de gostar. Mesmo com suas dificuldades e sofrimento eu ainda sentia uma antipatia muito grande pela menina e não compreendia suas atitudes. Eu não vi esse amor que ela quer demonstrar sentir pela irmã, interpretando apenas como algum tipo de obrigação pela garota somente ser sangue do seu sangue e menos ainda os sentimentos que ela pensar ter pelos novos amigos, os jovens de elite. Adelina é uma personagem que vai se desenvolvendo ao longo do livro mas a forma como ela se desenvolve é questionável, dependendo do ponto do vista de cada leitor a interpretação positiva ou negativa. Eu, honestamente, não sei o que esperar dessa personagem nos próximos livros, mas eu espero que a autora não seja covarde com Adelina assim como foi covarde com o final de Legend. Apesar da minha opinião eu acredito que ela merece um grande desenvolvimento de acordo com sua proposta (a mesma que a própria autora comenta nos agradecimentos) e que seu final seja marcante. Eu juro que não espero nada menos de quem vai escrever um livro sobre Batman. haha
O medo cria as ilusões mais fortes. Todos têm a escuridão dentro de si, por mais escondida que seja. 

Gosto dos personagens secundários do livro. Eles trazem um equilíbrio necessário par a protagonista durante boa parte da obra e suas passagens ajudam o leitor a compreender melhor o universo criado pela autora. O livro tem capitulos narrado em primeira pessoa por Adelina e nestes segue o padrão de que o narrador tem poucas informações para compartilhar e então o leitor vai aprendendo junto com ela sobre os jovens que tem poderes, sobre como a sociedade vive e é governada e porque algumas coisas precisam mudar. Alguns capítulos são narrador em terceira pessoa por outros personagens que ganham destaque na obra, mas honestamente eu não achei que foi tão necessário assim. Alguns pontos acabaram servindo para acabar com algumas surpresas. O livro trás um pequeno romance, mas que não chega ser de verdade um romance. Sabe quando você sente aquele clima de sentimento no ar? Bom, é mais ou menos isso.

Devo dizer que fiquei bastante triste com o final do livro. Claro que achei incrível o que a autora fez e o gancho que deixou para o próximo volume. Tudo está conectado de uma forma que me deixou muuuito na vontade de ler logo e espero que não demore muito. No geral não é um livro que pode agradar de cara, mas depois quando tu passa a refletir sobre ele acaba curtindo muito pensar e pensar "que f#da", sabe? Vale muito a pena a leitura, mesmo que no inicio seja frustrante continue lendo pois a história é bem mais do que mostra sua sinopse e sua capa.

Desafio fotográfico: Um livro e... #1

20/04/2016

Olá, pessoal. Tudo bem?
Para quem acompanha o blog sabe que tá rolando por aqui um desafio fotografico chamado Um Livro E..., feito pelo querido Alisson. Algumas pessoas aderiram ao desafio e outras ainda não o conhecem, por isso que estou fazendo esse post. Sei que o blog ganhou novxs leitorxs e por isso os convido a participar.

Vou deixar esse post bonitinho aqui para vocês conferirem minhas fotos até o momento; E caso você queira ver outras fotos do projeto clique na imagem de apresentação do post ali em cima que tem todas as fotos publicadas até o momento. 

Resenha: Insônia

18/04/2016

Insônia é livro que inicia a aventura de Suzanna no mundo... sobrenatural. Uma garota que perdeu os pais ainda criança e que chegando na fase adulta se vê entre dois amores, além de uma possível guerra entre o céu e o inferno. Por esse aspecto a história é bem legal e me deixou curiosa por mais. Queria saber detalhes que os personagens de Pietro e Arthur, além de outros, escondiam da menina e me sentia como ela quando ficava com raiva por não ter as duvidas respondidas tão prontamente e acabar tendo que lidar apenas com a parte romântica da coisa toda (que, ao contrário de mim, a personagem adorava essa parte :D). Pode não parecer mas eu gosto de romance e muitas vezes acho legal um triangulo amoroso na história, mas tudo depende de como ele é colocado na obra. Infelizmente, para mim, o romance e o triangulo amoro de Insônia funcionou de uma forma negativa e é justamente por isso que não vou me aprofundar no relacionamento entre os três na minha resenha, deixando apenas minha impressão sobre eles superficialmente neste paragrafo.

Entretanto eu acho que preciso falar sobre Suzanna, já que ela é a protagonista e a narradora da obra. Uma menina com quase 18 anos e que não sabe nada de nada dessa vida. Ela vive com seus avós em uma mansão e a impressão que eu tive é de que a menina se deixou ser criada de forma alienada, naquele casulinho, naquela vida... Sem nem ao menos querer mais. Sua noção maior de rebeldia era ir para a casa do vizinho de madrugada ler em baixo de uma árvore. Para resumir: Suzanna foi feita na fórmula Bella Swan; que pode agradar muito os leitores ou não agradar nada. Eu já me sentia incomodada com essa fórmula na época em que Bella foi criada e agora então pior ainda (mas ressalto que não estou dizendo aqui que odeio a Bella ou que esteja na intenção de ofender Suzanna, só que é o tipo de personalidade que não me agrada e quis exemplificar com uma personagem conhecida pelos leitores). Fico totalmente inconformada com o quanto a personagem pode ser a santa a ponto de até mesmo de nunca ter beijado na boca. Não faz muito sentido na minha cabeça. :(
Sinto-me pela metade, incompleta, sem um lugar certo no mundo. um lugar que me faça sentir em casa.

A premissa no entanto funciona de uma forma bacana, apesar de poucas coisas terem sidos reveladas neste livro. Espero que no segundo volume a questão dos anjos, céu, inferno seja o foco principal abordado pela autora pois fiquei bastante ansiosa por respostas e diálogos mais explicativos sobre a história real de Suzanna. Aliás, muitas vezes fiquei torcendo por mais e mais diálogos, mas senti que o foco estava nas descrições seja do cenário ou características físicas (isso é muito pessoal de leitor para leitor, então eu particularmente não gosto muuuito de descrições detalhadas).

Teve uma cena que me incomodou demais. Infelizmente não posso revelar detalhes sobre ela, pela questão do spoiler e tudo mais só que eu me senti muito mal pela protagonista naquele momento pois a impressão de que eu tive é que ela seria abusada à qualquer momento, ou sei lá. Eu não sou uma chata em relação a essas coisas nos livros e tudo mais, procuro nem sempre ficar me prendendo nesses detalhes mas algumas coisas incomodam e esta para mim chegou quase o limite. Em algum ponto da obra já haviam comentado sobre o poder de persuasão de personagem x e então nessa cena parece que ele usa de todo esse poder para tentar conseguir com que a menina se entregue a ele quando ela claramente não deseja aquilo. Enfim, espero que eu que tenha interpretado essa cena de forma errada.

Vale a pena ler o livro se você procura um romance com triangulo amoroso, caso contrario pode acabar se decepcionando um pouco. O livro começa a ter uma dose maior de ação à partir de 60% da obra, e já adianto que até os 40% nada de realmente significativo acontece. No fundo eu senti que poderia ter dado até uma pulada que não faria tanta diferente. Acredito que eu estava esperando muito mais da obra e dos personagens do que a autora se propos a apresentar e por isso acabei tendo impressões não tão legais. Livros tem formas diferentes de atingir leitores diferentes e este pode ser um livro que te atinja de forma positiva. Dê uma chance pois, apesar do que citei até aqui, a leitura é leve e rápida e autora consegue prender o leitor nas questões principais.


Apresentando novas parceiras

15/04/2016


Olá, leitorxs. Tudo bem com vocês?
Eu tenho esse costume de não apresentar parcerias aqui no blog, por achar que se acabar focando muito nisso vai ficar como alguns blogs onde o assunto é mais sobre os parceiros do que a experiencia literária em si. E bom, eu criei meu blog para compartilhar minha experiencia literária e os parceiros são apenas consequência do meu trabalho. Pois bem, já faz um tempo desde que eu apresentei a primeira parceira do blog, a Alana Gabriela, e hoje vou apresentar três novas parceiras.

TAG: Dia do beijo

13/04/2016



Diz a lenda que hoje, 13 de Abril, é comemorado em alguns lugares do mundo o dia do beijo e claro que eu não iria deixar esse dia passar em branco né? O Alisson do Re.View e a Nathália do canal The Book is on the TUBE criaram uma tag inspirada neste dia. Ela consiste em indicar um livro com as opções de beijos abaixo listados.

Primeiro Beijo

Não foi exatamente um beijo predileto, mas ele foi especial pela personalidade dos personagens e de tudo o que ela passa. 

Beijo de Despedida

Aquele beijo que te deixa meio sem chão não somente pelo beijo mas por toda a carga emocional da história.

Beijo que mudou tudo

Eu não posso falar nada desse beijo, pois seria um mega spoiler do livro mas ele foi aquele beijo totalmente inesperado e que mudou todo aquele universo. 

Beijo muito esperado

Não é segredo para ninguém que eu sou Warnette, né? Então o beijo mais esperado foi este e aaaah ♥

Beijo inesperado

Eu sou uma beijoqueira de plantão e tô sempre esperando beijos e mais beijos dos livros, então realmente não sei dizer qual é o beijo inesperado. :( Olhei a lista dos livros que li tentando escolher mas alguns eu li há tanto tempo que acabei esquecendo, ou seja: nenhum realmente me marcou.

Beijo que você queria que fosse em Você

Não é beeem um beijo, mas um quase beijo. Às vezes a expectativa deixa o leitor muito mais ansioso, certo? E aquele quase beijo de Sky e Holder na cozinha? Eu queria que fosse em mim. 

Beijo que demorou para acontecer

Apesar de ter rolado beijo com o falso o beijo com o verdadeiro demorou para acontecer. Mas todos foram lindos. ♥

Beijo desafiador

Imagino que todos saibam sobre o que esse livro fala, certo? Então imagina esse casal ter seu beijo o quanto ele não é desafiador? Ter que lutar contra preconceitos e paradigmas? 

Beijo desnecessário

Eu não lembro se é neste ou em Perfeitos, mas acho os beijos de Tally e David bem ZzZzZZzz

Melhor beijo de todos

Amo Lara Jean e Peter e os beijos desse casal são meus favoritos. ♥ 

Bom, é isso! Espero que gostem da tag e também façam. 
Beeeijos. 

Resenha: Amor em Jogo

11/04/2016



Li a resenha desse livro em algum blog que agora não me recordo qual e achei a premissa super bacana e fofa, então como gosto muito de young adult coloquei ele na minha lista longa de leitura. Deu para perceber que ele acabou cortando fila e valeu muito a pena. É o tipo de livro que tu lê em poucas horas e se não fosse o sono eu realmente teria lido em uma única sentada. Não da para sentir as páginas correndo e com as situações que o casal passa eu só ficava mais apaixonada pela obra. Não vou negar que ele tem vários clichês que fazem parte do gênero, mas mesmo com os clichês ele consegue dar algo a mais para o leitor. Pelo menos eu acabei me sentindo assim.
Acho que ter esperança é melhor do que desistir e pensar que a vida vai ser uma droga para sempre.

O livro é narrado em primeira pessoa pelos personagens principais: Ash e Derek. Ele é o tipo de garoto que não está nem aí com nada. Suas atitudes podem fazer algumas pessoas o considerarem o badboy, mas eu não o vi com essa característica. Na verdade o que eu vi no menino foi só a necessidade enorme de chamar a atenção e um nível muito grande de carência. Considerando que ele é um adolescente e tudo o que ele passou eu até que o compreendo; Além do fato, claro, de que por mais que essas características não sejam legais elas também não são predominantes na obra de uma forma ruim. Ash já é uma menina adepta ao desapego. A unica coisa que realmente importa para ela é o futebol e é somente nisso que ela se agarra e foca a sua vida. Seus dramas familiares a atordoaram desde muito nova e por isso ela pode parecer fria quando o assunto é sentimento. Ela tem um namorado que, honestamente, é um chato imprestável. Mas Ash não é só isso; Ash é uma protagonista que mostra de uma forma simples e clara como é ser mulher (e adolescente) nos dias atuais, onde temos a pauta feminista tão evidenciada. Ela tem seus extremos na personalidade e atitudes. Uma hora é a girl power capitã do time de futebol (onde ela é a única menina) e depois ela acaba sendo a garota ingênua em seu relacionamento cedendo a desejos que não são seus. A forma como a autora trabalhou com a personalidade de Ash ao longo do livro e o quanto ela foi amadurecendo foi bem sutil, mas certeira. Ninguém dorme e acorda madura, entende? No caso desta personagem foi tudo trabalhado aos poucos de acordo com cada acontecimento da obra.
A melhor coisa em ter amigos íntimos é que eles sabem sobre sua vida. A pior coisa em ter amigos íntimos é que eles sabem tudo sobre sua vida.

O que não funcionou muito bem para mim na obra foram algumas situações criadas pela autora que me fizeram duvidar da minha própria inteligencia. Sabe, quando acontece aquele amor imediato que tanto irrita os leitores? Bom, neste livro ele acontece no primeiro dia em que eles se conhecem, mas o pior ainda: a situação que eles se conhecem é bem hilaria, mas que poderia representar um certo perigo para Ash e mesmo assim tudo o que ela pensava é no quão gostoso ele é. Desnecessário. E tem aquela velha mania do "eu preciso me afastar delx" que persiste durante todo o livro e da muita raiva deles. A situação que eles se encontram é diferente, jé que eles moram na mesma casa e se vêem todos os dias e praticamente todas as horas, então por conta disso a aproximação é muito maior do que com outros casais de romances YA, mas mesmo assim não me entra na cabeça esse amor louco que surge do nada. Teve outras situações que eu fiquei matutando, mas não vou dar exemplos porque pode conter spoiler e não é a intenção aqui.

É, tive meus momentos de raivinha mas a leitura foi extremamente prazerosa. Apesar dos deslizes tem muitos momentos engraçados principalmente durante os capítulos em que Derek narra. Ele se tornou um dos meus personagens mais queridinhos, pelo menos deste ano. Além do mais o livro nos mostra que é impossível ser feliz sozinho e não no sentido amoroso da coisa, mas também em relação família e amigos. A autora trabalhou bem nesse aspecto e acaba sendo um grande diferencial do livro.

TAG: Hábitos de Leitura

08/04/2016


Olá, meus leitores. Como passaram o final de semana? 

Hoje vou fazer essa tag super bacaninha que as meninas do EntreLinhas Fantasticas me indicaram. Eu demorei um pouco para fazer (como sempre, né) mas tá aqui. A tag é super simples, gente. Não tem nem regras; Só responder 5 perguntinhas sobre meus hábitos de leitura. Vai ser bom para vocês me conhecerem um pouco melhor. 

• Quando você lê? (Manhã, tarde, noite ou quando tem tempo)
Eu gosto de ler a noite e/ou de madrugada. Mas depende muito do que eu estiver lendo no momento. Se for um livro fisico, por exemplo, eu leio durante a tarde mesmo para economizar energia de lampada e etc. kk

• Você lê apenas um livro de cada vez?
Sim. Bom, eu não gosto muito de ler dois ou mais livros de uma vez mas às vezes isso acaba acontecendo. Eu tenho que estar bem ~inspirada para isso, então é bem raro. Gosto de me concentrar em uma coisa só.

• Qual seu lugar favorito para ler?
Meu quarto, na minha caminha. ♥

• O que você faz primeiro: Lê o livro ou assiste o filme? 
Sinceramente eu não tenho ordem de preferencia. O que me der mais vontade primeiro. Dependendo do livro eu prefiro ver o filme primeiro, pois nem sempre é um livro que me interessa de cara. Mas tem casos e casos.

• Qual formato de livro você prefere? (físico, e-book, áudio-book)
Eu leio livro físico e e-book. A questão do livro físico é mais para ter o livro aqui perto de mim, na estante e tal, então geralmente eu só compro aqueles que eu amo de paixão por uma questão de espaço. Acho que minha preferencia acaba ficando com os e-books.

Blogs indicados
Planet Pink
Roendo Livros
Pobre Leitora
Re.View

Resenha: Admirável Mundo Novo

06/04/2016


Hoje vou tentar falar sobre um livro clássico de um gênero que eu adoro: distopia. Sei que muita gente por aí também gosta do gênero e nunca lêem os clássicos (e okay, afinal isso não te faz mais ou menos leitor); Mas eu quero ler os clássicos deste gênero para entender melhor de onde vem inspirações de livros atuais que eu adoro, por mais que as semelhanças pareçam ser minimas.

Pois bem já começo dizendo para vocês que este não é um livro fácil de ler. Os acontecimentos parecem excepcionais demais e por muitas vezes até fantasioso. E olha que ele possui diversas características que já se assemelham com a nossa época. Mas o problema, para mim, não foi exatamente este e sim a narrativa que acaba sendo um pouco cansativa principalmente para quem está acostumado com leituras mais simples. E não estou dizendo que este seja um livro ruim, muuuito pelo contrário. Ele é um livro que fica na tua cabeça por dias e dias sem você perceber. Sabe, do nada você tá lá fazendo a unha e lembra de um detalhe do livro e se sente perplexo. Bom, pelo menos foi assim para mim. 

O livro é narrado em terceira pessoa e não possui um personagem principal, já que a todo momento o narrador nos conta sobre personagem X ou Y. O que temos são personagens corriqueiros sendo eles Bernard, Lenina e o Selvagem. Os três tem suas características que fazem a história ser o que é, pelo menos foi a impressão que eu tive. Como diz a sinopse do livro neste universo não existe pai e nem mãe e só a ideia deles é uma grande ofensa. Todos são criados em laboratórios e conduzidos desde criança para a sua classe social através de controle mental. O sexo é livre e estimulado, também desde criança. Sim, as crianças brincam nuas e com brinquedos eróticos. A melhor ideia de diversão dos adultos são orgias estimuladas por uso de uma droga chamada Soma (um inibidor de infelicidade).


Bernard é diferente de todas as pessoas de sua sociedade. Ele não acha que as pessoas devam se relacionar com vários parceiros durante a vida, não gosta de consumir Soma e sente algo que pode se dizer que seja paixão por Lenina. Ele odeia ouvir os outros homens comentando sobre seu relacionamento com ela da mesma forma que odeia quando ela comenta sobre seus relacionamentos com outros homens. Lembrando que eles podem ter quantos parceiros quiserem e relacionamento fixo não existe. Além de ter as diferenças psicológicas ele tem as físicas, pois apesar de ser de uma das classes mais altas ele é menor do que seus colegas e não tem um porte tão marcante. Dizem as más línguas que ele foi um erro de criação e tem momentos que o próprio homem acredita nisso, mas não se importa em ser deslocado até o momento que encontra com o Selvagem; este que irá mudar para sempre a vida de Bernard. O Selvagem leva este nome pois não nasceu e nem cresceu nas grandes metrópoles. Ele vive em uma comunidade indígena no interior dos Estados Unidos e sempre teve curiosidade de conhecer a sociedade, que tanto ouve histórias através da sua mãe (que era da sociedade mas por motivos que não irei contar acabou perdida e gravida no meio dos selvagens). Assim como Bernard é diferente em sua sociedade o Selvagem é diferente em sua comunidade. E é por isso que ambos acabam se tornando tão próximos em um primeiro momento. Suas conversas e analises um tanto quanto filosóficas estimulam o leitor a pensar um pouco além do que é mostrado na obra. Onde Lenina se encaixa nessa história? Bom, ela é o maior exemplo de alienação da obra, além de ser o que motiva as atitudes tanto de Bernard quanto do Selvagem.
(...) Não há civilização sem estabilidade social. Não há estabilidade social sem estabilidade individual.

Tá, eu sei que as impressões estão gigantes e provavelmente nem todos irão ler, mas se você chegou até aqui aguenta só mais um pouco. 

Não vou dizer que foi um livro fácil de entender. Em alguns capítulos eu voltava alguns parágrafos pois me sentia até perdida durante alguns diálogos ou trocas de personagens e/ou ambientes. Eu não sei se essa é uma característica do autor ou somente deste livro, mas certamente me incomodou bastante. E sim, diante de tantas coisas que o livro joga na cara do ser humano eu fiquei incomodada com apenas isso. Então, é um ponto positivo para o livro pois cumpre o seu papel (talvez não proposital) de fazer o leitor sair da zona de conforto e pensar um pouco mais. É uma obra que vale a pena ser lida e para quem gosta de ficção cientifica e distopia ela se encaixa muito bem. Se eu lembrei de outros livros ao ler? Sim. Não vou citar quais distopias se assemelham em alguns aspectos com esta mas foi possível ver a pequena inspiração de algumas autoras da nossa época. 
— Mas se os senhores não ignoram Deus, por que não falam dele? — perguntou o Selvagem, indignado. — Por que não permitem a leitura desses livros sobre Deus?
— Pela mesma razão por que não apresentamos Otelo: eles são antigos. Tratam de Deus tal qual era há centenas de anos, não de Deus como é agora.
— Mas Deus não muda.
— Que diferença faz?
— Um Mundo de diferença. (...)

Perdoa meu texto gigante e não desiste do meu blog. ♥

Série: The 100

04/04/2016


Então eu assisti The 100 (THE CEM!! KKKK) e MEU DEUS DO CÉU porque eu não assisti isso antes? Eu não sei, mas tô me odiando (ou não, maratona é bem melhor). Mas enfim, antes de continuar eu vou dizer que: Eu só assisti a 1ª e 2ª temporada, então pelo amor de deus sem spoiler da 3ª temporada nos comentários caso você esteja acompanhando. Okay? Obrigada. Eu também não vou dar nenhum spoiler aqui, na verdade vou fazer só uns comentários sobre o que eu achei das duas temporadas que assisti mas sem revelar detalhes do enredo.

Na série acompanhamos cem adolescentes que são mandados para o planeta Terra a fim de testar se o planeta é novamente habitável para os seres humanos. Provavelmente algumas pessoas saibam, mas não vou explicar aqui o porque de aquele governo mandar os adolescentes para a Terra, visando que isso poderia causar a morte deles. Só essa parte já me deixou intrigada, mesmo sem ter tido tanta curiosidade assim sobre a série antes (e o livro então, sempre passei longe). Sentiu um clima de distopia? É, tem sim. É difícil saber onde termina a barreira do distopia e da ficção pós-apocalítica, mas acho que da para mesclar os dois nesta obra.

EU VEJO a série mais como uma forma de mostrar diferentes lados de uma mesma situação. Diversas vezes a protagonista é colocada em uma situação em que precisa tomar uma decisão e às vezes age pelo lado da razão e outra da emoção. Assistindo a série superficialmente essa atitude pode dar raiva, visando que eu mesma como expectadora tenho a minha opinião do que ela deveria ou não fazer (agindo eu assim com a razão ou com a emoção). É bem contraditório lendo assim, mas talvez ao assistir da para entender melhor o que eu quero dizer. Mesmo em duas temporadas e com poucos dias na Terra é muito perceptível a mudança e amadurecimento dos personagens ao longo dos episódios. O que geralmente causa raiva ou desconforto nos livros (não digo aqui os livros de The 100, mas outros YA do mesmo gênero) na série causa um certo alivio. A mesma Clarke do episódio um da primeira temporada não tomaria aquela decisão do episódio dezesseis da segunda temporada, mas sabe que o meio justifica os fins (haha sim, eu sei que não é assim mas faz mais sentido). Apesar de alguns aspectos a mocinha não se diferenciar das outras ela foge do clichê chato e bobo; e o melhor é que não apenas ela mas, ao meu ver, todos os personagens tem características marcantes que acabam deixando a série mais gostosa de assistir. Eu, particularmente, não gosto de personagens muito homogêneos e pacíficos, dependendo do tipo de série, e aqui temos vários adolescentes querendo chutar o pau da barraca, sabe o que eu quero dizer? Aquela coisa de foda-se é muito presente no inicio da série e é algo que me agradou bastante.


Um aspecto que também me agradou na série é a capacidade que eles tiverem de me fazer ficar nervosa a cada episódio, principalmente na segunda temporada. Sabe quando tu fica tão tensa assistindo uma coisa que da vontade de roer as unhas? Eu estava assim. Sentia meu corpo tremer de nervoso e raiva. Acho que algum tempo eu não pegava uma série que me causasse isso e sério... melhor coisa (ou não kkk).

Eu queria bem é falar mais e mais sobre a série, debater algumas coisas, maaaas ai vocês também precisariam ter assistido, né? D: Mas okay, vai lá assistir e depois tu volta aqui comentar UIAHUHAIUAOHUi brimks ♥

Bom, só quis compartilhar com vocês um tico de nada da minha experiencia com a série. Quando eu for falar da 3ª temporada ai o bicho vai pegar. :P

Sorteio: Desaniversário Gettub

03/04/2016


Sabem o que é melhor do que fazer aniversário? Fazer um DESANIVERSÁRIO! Sim, porque podemos repetir 364 vezes por ano! Não está entendendo nada? Nunca leu ALICE ATRAVÉS DO ESPELHO, de Lewis Carroll? Claro que já! Então, DESANIVERSÁRIO é o dia em que você não faz aniversário :P

Lidos & Assistidos: Março 2016

01/04/2016


Eeeita, que mais um mês se foi e eu nem acredito que meu blog já tem sete meses de vida. Eu achei que não ia chegar a tanto IUAHOHAUHUAI brimks, eu sabia que ia chegar e vai durar até mais. u_u

Enfim, mais um lidos e assistidos por aqui e com um mês que eu achei estranho e fraco mas até que foi bom. Eu sei, eu sempre reclamo mas sempre leio bastante e vejo bastante coisas, então vou ficar caladinha e ir direito ao ponto.

Lidos



Assistidos



Então, foi isso!
Ainda vai sair resenha do livro Amor em Jogo, Insônia e Jovens de Elite. Se dos outros que estão ali vocês quiserem resenha deixe nos comentários que eu vou fazer. Vai sair em breve comentários sobre The 100, que eu assisti as duas primeiras temporadas assim de uma só vez. Infelizmente não consegui assistir Batman vs Superman este mês, mas se tudo der certo eu vou na semana que vem. ♥

beeeeijos.