Mês do Horror: Scream | Série

30/10/2015


Como eu disse no post de Top5 do mês Pânico é o meu filme preferido do gênero e, claro, não poderia deixar de conferir a série baseada nessa franquia incrível que eu tanto amo. O negócio é que eu já estava me preparando para ver algo chatinho a nível Pânico 4 e acabei me surpreendendo com o quanto eu gostei desta primeira temporada. 

Não, não vou dizer aqui que ela foi incrível e que fez jus ao filme pois eu não vou mentir, mas levando em conta que se trata de uma releitura moderna do original (é estranho usar a palavra "moderna", mas é bom levar em conta que Pânico teve sua estréia em 1996) ela foi excelente.

A série conta com inúmeras referencias a filmes de terror e para pontuar muito mais a época também faz referencias a séries que tem essa pegada terror, horror, mistério, mortes e etc. Das séries citadas temos The Walking Dead, How to Get Away With Murder, American Horror Story, Bates Motel, Pretty Little Liars, entre outras. É até engraçado em determinado momento o personagem citar Pretty Little Liars, pois com toda essa pegada tecnológica do século XXI, com celulares, redes sociais, câmeras por todos os lados, vídeos que se tornam viral eu até comecei a imaginar que o tal assassino seria na verdade -A. Isso me causou certa irritação, eu confesso, pois já assisto PLL há tantos anos e então mais uma série onde o tal stalker, bully e assassino fica mandando sms ao invés de ir direto para a ação não era exatamente o que eu estava procurando. Senti muito mais saudades daquelas ligações com a voz modificada para a protagonista (saudades "Hello, Sidney!"). Não que a série não tenha esse detalhe, pois tem sim... Mas eu senti que a frequência foi muito menor, com a produção preferindo carimbar a série na era dos celulares e as mensagens de texto. 

Além das referencias de outras séries o seriado é repleto de referencias a obra original. Achei Kieran bem semelhante com Billy, Jake e Stu tem a personalidade meio babaca bem parecidas. Toda protagonista precisa de uma amiga que se encaixa da categoria vadia, o cara nerd que sabe tudo sobre o tema tratado (e que hoje em dia é até hacker), além da presença da repórter sensacionalista, o policial e história que envolve o passado da protagonista. Neste caso não posso dar detalhes pois é algo que vai se desenrolando ao longo dos episódios, mas cito uma pequena comparação com Pânico 3. Apesar do clichê de ser "mocinha" da história (aquela velha história sobre ser boazinha demais, pinta de virgem e etc) Sidney e Emma não tem nada em comum, o que foi mais um ponto positivo para a série; Afinal não precisamos de duas Sidney's, né?

Kieran e Billy: Semelhantes? Um pouco, vai. rs | Crédito das fotos: Google Imagens

Para ser honesta eu poderia passar horas falando sobre a série aqui mas não seria muito viável. Acrescento ao post que senti bastante falta de mortes, já que a maioria dos personagens sobreviveram até o episódio final e eu não acho que tenha sido realmente necessário mesmo com o gancho para a próxima temporada. É um ponto interessante, pois no primeiro episódio um personagem comenta sobre o quanto é inviável fazer uma série de slasher e explica como esse sub-gênero funciona nos filmes e isso me deixou com um pouco de duvidas, como expectadora, se isso iria funcionar em uma série. Claro que funcionou mas não acho que deveria ter uma segunda temporada, entretanto vou aguardar para saber o que eles vão fazer com a história.

Nova Franquia, nova máscara. | Crédito da foto na própria imagem.

Eu não gostei muito da máscara nova, mas como a trama não tem nada a ver com a original não faria muito sentido continuar com aquela máscara. A explicação para esta é bem interessante e faz total sentido com o que aconteceu e acontece na cidade e com os personagens. Sobre o final em si não vou mentir que descobri quem estava por trás de máscara pois acabei me surpreendendo com a pessoa; E é mais um ponto para carimbar que a nova franquia está no século XXI.

Recomendo a série para quem gostou da franquia original e para quem gosta de filmes do gênero. Se você for o tipo de pessoa extremamente critica com atuações, então nesse caso pense bem antes de começar. Sinceramente não achei que o elenco seja um grande exemplo de atuação mas cumpre o que promete. São apenas dez episódios e valeu a pena.


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Mês do Horror: Clipes de Música que dão medo

28/10/2015

Não é de hoje que eu percebo que a grande maioria das blogueiras literárias são fãs de um estilo de música muito diferente do meu e por isso resolvi fazer um post com uns vídeos que - supostamente - darão medo a maioria das blogueiras que eu conheço. 

PS: Levem na brincadeira, okay? Não tenho nada contra bandas e artistas pop e etc.

Nine Inch Nails: Closer
Um vídeo tão bizarro que claramente poderia ser a abertura de American Horror Story.


Axewound: Exorchrist
A miga já começa o vídeo evocando o capiroto, depois disso é puro banho de sangue


Before Their Eyes: Life Was All a Dream 
Pasmem: Essa é uma banda cristã. Tá, o vídeo não é realmente assustador mas quando eu vi a primeira vez achei bem bizarro (mundo dos sonhos no geral é).


Mushroomhead: Simple Survival
Mushroomhead já é bizarro por si só. Fica até difícil escolher um vídeo.


Avenged Sevenfold: Nightmare
Uma das minhas bandas preferidas <3. Esse vídeo foi baseado no filme "Alucinações do Passado", o favorito do baterista que faleceu em 2009.


Tool: Ænema
Não me pergunte.


Slipknot: Left Behind
Por último e não menos importante a minha banda favorita. Para quem não curte pode dizer que eles tem vários vídeos bizarros e que dão medo e e, claro, não vou discordar; Porém vou colocar aqui o primeiro que eu vi (quando ainda não era fã) e fiquei tipo "aaaaargh, credo".


A lista ficou um pouco grande, eu sei ;~ mas é isso... ! Qual você achou a mais assustadora? rs
Agora me digam: Tem algum vídeo que te dá medo? Ou uma banda (existem várias bandas bem bizarras, ainda mais de black metal e tal).

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Mês do Horror: Djinn

26/10/2015

E finalmente o último filme da maratona do mês de horror. Finalmente porque dos quatro filmes que escolhi gostei apenas de um :( mas com certeza Djinn é de longe o pior.

Djinns são seres espirituais maléficos ou benéficos. Eles possuem o poder de presidir o destino das pessoas e das cidades as quais têm domínio. Eles foram criados por Deus num período que fica entre criação dos Anjos e a criação do homem.

Começando com essa breve explicação do que são os djinns eu posso começar o comentário sobre o filme dizendo que: eles tinham tudo para fazer dar certo, porém conseguiram estragar tudo tão fácil que é até difícil de acreditar. O filme mal começa e já somos apresentados aos efeitos especiais amador e a trilha sonora não é nada agradável, sendo o principal artificio do diretor o uso de sussurros, vozes estranhas, chiados e cantos. Não sei vocês mas isso não me assusta e também não me causa uma sensação de desconforto ou aflição. Não senti que com esse filme poderia esperar muitas reviravoltas ou algo meramente surpreendente.

Google Imagens

E o pior não chega nem isso e sim a falta de sentido em algumas cenas ou atitudes dos personagens  que me deixaram bastante incomodada. A esposa que começa a ouvir vozes e ver coisas em sua nova casa que não esperou nem alguns dias para incomoda-la. O casal nem desfez suas malas e o espirito jé estava lá atormentando a pobre mulher, diferente de outros filmes onde os personagens são colocados em banho maria e as coisas assustadoras vão acontecendo aos poucos. 

Já disse anteriormente que não sou nenhuma especialista e nem critica de filmes, mas é muito difícil falar de um filme que te desagrada sem querer usar adjetivos negativos para tentar expressar a sua frustração. Eu realmente não gostei deste filme e não indicaria para ninguém. Tentei dar um desconto quando soube que é uma das primeiras obras cinematográfica produzida nos Emirados Árabes, porém o diretor é um americano macaco velho de filmes de terror (ele dirigiu os clássicos "O Massacre da Serra Elétrica", "Poltergeist" e "Pague Para Entrar, Reze Para Sair", além de dirigir alguns eps da série "Taken") e para isso não tem desculpa. O uso da mitologia dos djinns no filme não é ruim e só deveria ter sido melhor aproveitada para a obra ter ficado mais aceitável.


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Mês do Horror: Filmes de Terror | TAG

23/10/2015



Olá, pessoal. Tudo bem?

Hoje eu deveria estar postando a resenha de um livro do especial mês do horror aqui do blog, mas infelizmente ainda não terminei de ler IT e nem A Menina Submersa. Mas não vou falhar nessa missão, nana nina não! Semana que vem um dos dois sai (amém) e no começo de Novembro sai o outro. Na verdade não tá muito fora do planejado, quem viu o post de apresentação sabe que eu comentei que provavelmente iria demorar para ler o IT (falta só 50%). ENFIM, para não deixar o blog sem post aqui vai uma tag de filmes de terror que eu vi no blog Criptomania mas eles não creditaram no post então não sei quem foi o(a) criador(a).

COMO FUNCIONA
A tag consiste em apenas responder algumas perguntas sobre filmes de terror.

INDICADOS
Eu não vou indicar nenhum blog para fazer a tag pois neste caso eu não fui indicada. Acho meio injusto. rs Mas quem quiser fazer fique a vontade e me manda o link depois.

Vamos lá!

Cite um filme de terror que você goste muito e que tenha sido baseado em um livro (não precisa ter lido o livro)
Eu gosto bastante de O Iluminado. Mas por incrível que pareça eu gosto mais daquela versão feita para a televisão, de 1997. Não, eu nunca li o livro e não gosto mais dessa versão por ela ser fiel a obra e etc, mas eu gosto mais pois me lembro de assistir a minisérie na Band, mais ou menos em 1997 ou 1998 e ter ficado com bastante medo. Por incrivel que pareça² eu nunca mais assisti essa versão inteira. Há alguns anos até baixei mas vi um ep e por algum motivo não terminei (mas pretendo).

Cite um filme de terror que você goste e que tenha bastante gore
Eu acho que não vi muitos filmes que tenham gore [clique aqui para ler a definição], mas talvez sim né (fui até dar uma olhada no Google rs). Acho que dos que eu vi e curti mas que não achei algo extremamente nojento ou repulsivo foi Evil Dead (original de 1981). 

Cite um filme que você goste e que não tenha gore
Eu já vi vários filmes de terror, então é meio dificil lembrar de vários que eu gosto. Neste caso vou marcar um que eu gosto e que foi fácil de lembrar: A Vila

Cite um filme de terror que você goste e que seja sobre uma temática que você acredite
Eu sou uma pessoa que acredita em várias coisas, mas tento não pensar nelas porque acho que não devemos mexer no que tá quieto, sabe? Mas dessas coisas retratadas em filmes de terror vamos a mais divertida (ou não): Apocalipse Zumbi. Esses seres já foram retratados no cinema de diversas formas mas optei por colocar aqui o primeiro filme que eu me lembro de ter visto com essa temática: Resident Evil: O Hospede Maldito

Cite um filme que você sentiu desconforto ao assistir
[REC] é um filme que me deixou bastante desconfortável na época. Ele é feito em estilo Found Footage [clique para ler a definição] e apesar de achar muito bom também me incomoda. A câmera se mexendo toda hora, ou às vezes o cameraman não fica segurando a câmera em um angulo "correto", para o expectador saber o que ele esta vendo e etc são coisas que me causam desconforto. O terror e horror do filme também são ótimos e para quem só assistir a versão americana (Quarentena) eu indico demais a original. 

Um filme que você odeia e não recomenda nem para seu inimigo
Filme ruim geralmente nos esquecemos depois de algum tempo, né? Então neste caso eu vou falar o último que eu vi e odiei: Djinn. Inclusive terei que falar sobre ele aqui no blog pois ele faz parte do especial do mês de horror. 

Então foi isso! Espero que tenham gostado e os posts sobre o mês de horror estão acabando. Percebi que a maioria de vocês não curtem muito o gênero (o que é uma pena), mas logo o blog volta com a "programação" normal. Aliás, se vocês tiverem sugestões para um próximo especial aqui do blog me falem. Vou considerar todas as indicações. Em 2016 eu quero trazer algumas coisas legais e isso não depende só de mim mas também de vocês leitores, né? 

Beijinhos.

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PARTICIPE! que tá acabando :(

Resenha: Feios

21/10/2015

Estou resgatando uma resenha que fiz para o blog Clicando Livros mais ou menos em maio deste ano e que acabei não prosseguindo com a resenha dos outros livros da trilogia mas pretendo fazer isso por aqui: Feios.

Feios é uma daquelas distopias onde o romance prevalece em toda a trilogia, porém isso não deixa a obra ruim. É claro que atrapalha em alguns momentos, mas o que seria das nossas protagonistas sem o amor

Tudo o que Tally queria é ficar perfeita, porém quando sua amiga Shay foge em busca dos Enfumaçados o sonho de Tally praticamente se desfaz. As autoridades a obriga ir atrás da amiga e traze-la de volta, caso contrário ela nunca será perfeita. Alienada como Tally é não consegue imaginar a sua vida como feia para sempre, sem os seus amigos que já passaram pelo processo, sem as festas, sem a luxuria, e tudo o mais. Contra sua vontade ela vai atrás de Shay. A sua viagem é muito esclarecedora para o leitor - e para Tally também - sobre como é o seu mundo; Como as cidades ficaram após a destruição que nós - os Enferrujados - fizemos. Na nova edição do livro que a Galera Record lançou da para ter uma breve ideia de como é, porém durante a leitura eu sempre me lembrava das imagens promocionais do filme Eu Sou a Lenda (aquelas onde tem as cidades). Um pequeno problema com a viagem de Tally é que ela é um pouco longa, mas não é parada ou tediosa. Nisso eu devo parabenizar o autor, já que ele criou diversas situações em que o leitor fica apreensivo sobre o que vai acontecer em seguida sem se entediar.

Ao chegar, finalmente, ao seu destino Tally se vê rodeada de Enfumaçados, pessoas que por vontade própria se refugiaram na natureza e lutam contra o governo e a cirurgia da perfeição; Todos os Enfumaçados são refugiados das cidades, com exceção de David. Ele é nascido e criado na natureza e nunca teve contato com as cidades e/ou os Perfeitos. A presença de David serve para mostrar ao leitor o que, de verdade, é a perfeição, já que todos nós com certeza já idealizamos uma versão perfeita de nós mesmos. Quem nunca sonhou em ter um nariz perfeito, uma boca mais carnudinha, os olhos mais levantados e não apenas no rosto mas em todo o corpo? Todos dizem "o que vale é o que a pessoa é por dentro" mas sempre vemos defeito em alguém, conhecido ou não. David, por ser nascido longe da civilização, não tem essas vaidades ou pensamentos. Ele sempre viu as pessoas pelo que elas são de verdade e não é diferente quando conhece Tally. Não vou ficar falando sobre o relacionamento de Tally e David pois não acho pertinente, pelo menos no primeiro livro da trilogia. Eles se conhecem e se conectam de alguma forma, porém a força do relacionamento vemos muito mais adiante. 

A questão principal é que com os Enfumaçados, Tally finalmente tem a oportunidade de descobrir a verdade sobre seu governo e a cirurgia e decidir se vai ou não querer voltar para realizar o seu grande sonho. Mesmo com a pequena semente de duvida plantada por Shay no inicio do livro, Tally ainda não se viu convencida de que a vida seria boa sem a transformação. Pode parecer algo idiota da minha parte, porém eu acredito que uma das coisas que podem deixar uma distopia mais interessante é quando o leitor se questiona se a maneira como o governo encontrou para resolver os problemas da humanidade é certo ou não. E eu fiquei com essa duvida grande parte da leitura desse primeiro volume. Nós sabemos como nossa sociedade atual é, nós sabemos muito bem que estamos nos destruindo aos poucos justamente por causa dessa grande diferença que temos e não digo diferenças apenas nas aparências e sim social, racial, crenças, etc. Aparentemente, tendo um mundo onde não existe essas diferenças podemos acha-lo perfeito. É até utópico pensar dessa forma, certo? E não fica muito longe do que o livro nos mostra inicialmente. Portanto acho que nessa narrativa somos todos um pouco Tally e por isso fica tão difícil julgar as suas atitudes como sendo errada (e eu falo desde o inicio do livro).

Feios é o tipo de livro que você pode ler em um dia (ou duas tardes/duas madrugadas), pois a narrativa de Scott é tão fluida que não vemos o tempo passar, e mesmo nos momentos mais chatinhos temos informações ou acontecimentos que nos deixa curiosos para o próximo capítulo. Para quem adora distopias é uma ótima indicação, principalmente por conta da reflexão que eles nos propõe durante a leitura.

Infelizmente como eu li o livro há muito tempo e na versão digital acabei perdendo as quotes marcadas :(

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Divulgação: Senhora de Dois Mundos

20/10/2015

Recentemente tive a oportunidade e o prazer de ser chamada para ser beta reader de uma autora que eu gosto bastante e escreveu um dos nacionais mais legais que eu li em 2014: Viviane L. Ribeiro. Desde que finalizei Coração Artificial eu estava curiosa para ver qual seria o próximo livro dela e do que se trataria, então claro que quando ela me fez o convite eu fiquei bastante feliz e aceitei na hora sem nem ao menos perguntar sobre o que o livro se trata ou até pedir uma sinopse. Recebi o arquivo bem cru, sem capa e tudo. Posso afirmar que cada página realmente foi uma surpresa e das mais agradáveis.


SAIBA MAIS


Título: Senhora de Dois Mundos
Autor: Viviane L. Ribeiro
Editora: Independente / Amazon
Páginas: 290
Saiba mais no Skoob
Sinopse: Navon é um reino passivo que se acostumou a viver em paz. Agora ele está sendo ameaçado pelo mais terrível rei e seu exército, e seus soldados não são experientes e brutais o bastante. Estão recrutando jovens que estão com medo, soldados que não são soldados, e sabem que vão morrer. A única pessoa indo prontamente para a guerra é Mabel, e ela é uma garota. Ela se alista no exército do rei pensando estar contribuindo em alguma coisa, e que encontra em seu caminho um jovem príncipe, um bando de caçadores de recompensa, alguns fora da lei e um improvável exército em ascensão.

O negócio é que Viviane esta lançando esse livro na Amazon e o melhor ainda é que HOJE ele estará disponível gratuitamente e claro que vocês estão mais do convocados para ler e se surpreender com essa história tanto quanto eu. O livro é indicado principalmente para quem gosta de história de época, livros que envolve monarquia, guerra e vingança, e claro: quem admira personagem feminina que representa nosso lado girl power. Para garantir o seu clique na imagem abaixo. Mas corre que é apenas hoje! Claro que depois eu vou querer saber tudo o que vocês acharam desse livro. Em breve minha resenha será postada aqui no Estilhaçando Livros.


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Mês do Horror: Fear Clinic

19/10/2015


Minha vontade de assistir Fear Clinic se deu pelo fato que Corey Taylor faz parte do elenco. Na época em que o filme estava sendo filmado e quando foi lançado (acho que foi direto para dvd) o cantor postava algumas coisas sobre ele e acabou me espertando curiosidade. O problema é que o filme não é nada legal. Durante minhas pesquisas para a ficha técnica do post descobri que ele foi baseado em uma websérie produzida em 2009 pelo mesmo diretor e que a série possui nota 7/10 no IMDB enquanto o filme 5.5/10, o que é uma diferença considerável. Fiquei bastante curiosa para assistir a série, porém sem legenda fica um pouco difícil.
Google Imagens

O filme tem um andamento lento e eu precisei de duas tentativas para assisti-lo, já que na primeira vez eu dormi nos primeiros vinte minutos. A personagem principal é bastante irritante e repetitiva em suas atitudes, dizendo a cada oportunidade que não iria embora da clinica (que por sinal estava fechada, mas ela insistiu para que o médico tratasse novamente seus pacientes). Alias: Primeira vez na vida que vejo um filme do gênero onde a pessoa não quer ir embora da clinica e que insiste para ser tratada. Essa aí é louca! 

Brincadeiras à parte, a premissa da obra é bem interessante, visando que todo ser humano tem medo de algo e que gostaria de se ver livre deste medo. O tratamento proposto pelo Dr. Andover pode não parecer tão eficaz assim mas em níveis fictícios faz bastante sentido. Basicamente ele coloca o paciente em uma câmara e o conduz a enfrentar seus medos; Se tratando de um filme é claro que isso não da nada certo e ele acaba percebendo que o próprio medo em pessoa esta voltando para aterrorizar seus pacientes.

Eu, estupidamente, tentei erradicar uma função fundamental e necessária do ser humano, a sua mais antiga emoção. E agora o próprio medo quer viver e respirar por conta própria. Eu acho que... Eu acho que é uma entidade. O próprio medo esta planejando nos usar como um hospedeiro. 

O filme usa de uma trilha sonora para causar medo e efeitos especiais. A união dos dois não foi muito proveitosa e a fotografia do filme não é muito legal também. Em algumas raras cenas eu senti uma certa aflição mas nada de medo ou horror. As atuações são bem fraquinhas e eu não posso dizer que fiquei surpresa. Nem a atuação de Robert Englund está lá essas coisas (apesar que se for analisar bem mesmo no clássico A Hora do Pesadelo a atuação dele é um grande exemplo). Infelizmente o filme não me agradou ao final eu só pensei "Corey, meu amigo, melhor ficar na carreira de cantor, né?" ¯\_(ツ)_/¯


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BookTour: Línguas de Fogo e Tempestade de Areia

17/10/2015

Olá, galera. Tudo bem? Hoje estou fazendo um post extra por aqui para apresenta-los ao primeiro BookTour que irei participar, não apenas pelo Estilhaçando Livros como da vida. rs


O booktour está sendo organizado pela Nathalia do Pobre Leitora e conta com a participação de mais seis blogs.

CONHEÇA OS BLOGS PARTICIPANTES


SAIBA MAIS SOBRE OS LIVROS

Línguas de Fogo - Karen Soarele
Série Crônicas de Myríade (livro 1)
216 páginas
Sinopse: Aisling é uma jovem camponesa que vive numa área remota de Vulcannus, o reino mais poderoso de Myríade. Entretanto, um acontecimento vem para mudar completamente sua vida: seu melhor amigo, Dharon, é ferido em batalha enquanto tentava protegê-la, e a única chance que ela tem de salvá-lo é deixar para trás tudo o que conhece e atravessar a fronteira até o território inimigo, onde pode encontrar o antídoto para o veneno que o consome. Em sua jornada, Aisling se defrontará com diversos perigos, descobrirá que toda história possui mais de um ponto de vista e aprenderá que nas amizades verdadeiras está a força para seguir pelo caminho correto. Até aonde você iria para ajudar um amigo? Línguas de Fogo é uma história de desafios, amadurecimento, e, sobretudo, amizade.

Tempestade de Areia - Karen Soarele
Série Crônicas de Myríade (livro 2)
308 páginas
Sinopse: “O passado é imutável, mas o futuro depende de nossas escolhas.” Ao pensar que sua jornada chegaria ao fim, Aisling descobre que aquele era apenas o início. Munidos da localização da Fortaleza da Resistência, o exército de Vulcannus avança, ameaçando o sonho de uma Hynneldor livre. Nessa sequência de Línguas de Fogo, Aisling deverá escolher entre voltar para casa com Dharon ou entregar uma importante mensagem à capital de Datillion. Enquanto isso, seus amigos enfrentam antigas lembranças e buscam, uns nos outros, forças para seguir em frente. Muitos perigos e aventura aguardam nessa jornada, que levará o leitor a territórios inexplorados do mundo mágico de Myríade.

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Mês do Horror: Corrente do Mal

16/10/2015

Finalmente posso dizer que um filme do gênero tenha me agradado, depois de tanto tempo. It Follows (desculpa, mas só consigo usar o título original) foi uma agradável surpresa em relação aos filmes de terror/suspense e etc; Não se tornou meu preferido mas ganhou um pedaço do meu coração.

Eu sei que a premissa deste filme é bem idiota, pode-se até dizer que é ridícula e justamente por isso que fui assistir com as expectativas abaixo de zero, o tempo todo me perguntando o motivo de ter baixado este filme. Claro que me surpreendi com o quanto ele me agradou.

Antes de tudo eu acho que preciso explicar um pouco melhor sobre a corrente (sem spoiler): Ela é transmitida para uma pessoa através do ato sexual. À partir daí uma entidade sem forma definida (pode ter a aparência de qualquer pessoa, conhecida ou não) irá te perseguir e para se livrar desta corrente você deve transar com alguém, passar a diante. Lembra daquelas correntes de Orkut? Mais ou menos isso, só que mais sombria, pois se a pessoa para quem você passou morrer a entidade volta a te perseguir e etc etc. Parece confuso, mas talvez eu que não saiba explicar direito. O negócio é que este filme não se trata de um terror de susto, daqueles que você fica com a mão nos olhos para não ver o que esta acontecendo; Ele é muito pior, pois ele usa do terror psicologico para mexer com os sentimentos do seu expectador. É extremamente torturante as cenas onde a protagonista terá um encontro com a tal entidade (não sei que outro nome usar) e o diretor faz questão de não nos mostrar o que esta diante de seus olhos, além de usar uma trilha sonora que me deixava tremendo em uma mistura de medo e expectativa. Infelizmente esses são aspectos que podem não agradar à todos, já que algumas pessoas preferem muito mais monstros e sustos, o visual do que aquilo que você não pode (ou neste caso) que vê poucas vezes e por isso que li tantos comentários negativos deste filme por aí. 

Google Imagens
Fazendo uma analise bem simples e crua do filme - até porque eu não sou nenhuma especialista - pode-se dizer que ele se trata da transição entre um jovem para a vida adulta. Isso fica um pouco obvio demais, já que todo o terror na vida da protagonista começa após ela ter feito sexo com um novo namorado. Outro aspecto que fortalece esse meu ponto de vista é o fato da ausência de adultos no filme (eles estão lá, porém a interação com os personagens são quase nulas e geralmente seus rostos são ocultados). Visando que quando um jovem esta passando da fase jovem-adulto para a fase adulta praticamente não quer a presença de adultos, dos pais, conselheiros e etc, mania de gente nova achar que sabe e consegue se virar sozinho com tudo. A tal entidade pode representar alguma doença sexualmente transmissível, mas eu acredito que ela seja um pouco da própria culpa que o jovem sente ao realizar tal ato e mais do que isso: o peso de se tornar adulto, que se você analisar bem é algo que te persegue a vida inteira sem parar. No meu ponto de vista está muito mais relacionado com a culpa e arrependimento e acabei chegando nesta conclusão por causa da última cena do filme.

A fotografia do filme foi a primeira coisa que me conquistou de cara, já que eu demorei um pouco para gostar do filme em si. Duas cenas acabaram fazendo meus olhos brilharem de uma forma que não sei explicar (caso alguém já tenha assistido: A cena em que Jay esta deitada no carro tocando as flores e a da piscina). As atuações são medianas, em alguns momentos senti que a Maika Monroe poderia ter se expressado melhor, de qualquer maneira de modo geral está bem agradável, ainda mais para um elenco tão desconhecido. Se você gosta de um filme de terror que não te dê grandes sustos e te faça pensar Corrente do Mal é mais do que indicado. Sinceramente, ele pode parecer que não tem nenhum aspecto positivo mas você poderá se surpreender no final.

Confira o trailer


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Sorteio de Halloween | Fantastic Books

15/10/2015


Olá! O Fantastic Books se reuniu com outros vinte blogs para dar "doces" para vocês nesse Halloween, pois podemos contar livros como incríveis doces para viciados em literatura, correto? Então aproveitem e participem!

Mês do Horror: Filmes de Terror que eu amo | Top 5

14/10/2015

Se tem uma coisa que eu adoro é filme de terror (e eu acabo englobando junto nessa maçaroca horror, thriller e qualquer outro que possa se encaixar). Eu sou um pouco ruim para definir muito bem e pontuar as diferenças e como a maioria dos filmes que eu vi era muito criança então achava que era tudo terror e pronto. Enfim, aproveitando o mês do horror vou falar para vocês quais são os meus favoritos que eu assisto cinco, seis, quinze vezes e não me canso.

Mês do Horror: O Oceano no Fim do Caminho

12/10/2015

Eu perdi as contas de quantos anos eu estava enrolando para ler este livro (exagerada sim). Mesmo após vários elogios de mais e mais blogueiros e booktubers eu ainda consegui enrolar até que aproveite esta oportunidade para tira-lo da minha lista de livros não-lidos.

Não me arrependi da leitura em nenhum momento. Ela foi rápida, simples e bastante prazerosa; Mas vou confessar que a sua história não me pegou da maneira como eu achei que pegaria. O livro todo o autor apresenta ao seu leitor uma mitologia baseada em diversas outras mitologias e um amontoado de histórias, por assim dizer, já que o personagem principal (que não tem nome) é um grande fã de livros e por conta disso tem a mente bem criativa. 

A verdade é que eu senti muito mais falta de descrições detalhadas dos acontecimentos do que qualquer outra coisa, pois eles são ótimos e que deixa o leitor angustiado. Nas principais cenas envolvendo Úrsula (a tal força que não deveria ser perturbada citada na sinopse) e o garoto eu me senti bastante incomodada e até com medo, mas não do que estava acontecendo em si mas sim pelo menino. Foram os únicos momentos em que eu consegui me colocar no lugar do personagem, já que o restante eu só o via como um menino com a imaginação muito fértil. Como eu disse li diversas resenhas sobre este livro e sempre com elogios, porém mesmo tendo gostado bastante do livro eu não consegui ter esse apego que a maioria pareceu ter; Não tive uma grande identificação com o personagem e isso pode ter afetado só um pouco a minha experiencia e conclusão com a leitura.

Não dá para beber água do mar, não é mesmo? Salgada demais. É como sorver o sangue da vida.

Como eu disse, eu vejo o menino como alguém com a imaginação muito fértil e a minha conclusão da obra é esta; Porém cada um, de acordo com a sua própria "bagagem", seja de coisas que viveu e que leu, poderá tirar as suas próprias conclusões ao final. Acredito que diferente de outros livros que já li e já comentei (não somente neste blog como também o Cantar em Verso) O Oceano no Fim do Caminho consegue deixar os leitores mais divididos e abre um bom debate sobre a sua mitologia, o menino, as três mulheres da fazenda vizinha (esqueci o sobrenome delas) e as criaturas que existem no bosque. É uma leitura excelente e indicada para o leitor que quer resgatar aquele sentimento de ser criança.

Apesar de estar no tema do mês (e em alguns níveis ele pode sim dar medo) o livro não é propriamente de terror. Decidi colocar essa resenha no Dia das Crianças por ter essa pegada mais infantil e de fantasia; Com certeza se você ler este livro para uma criança ele ficara com medo. 

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Resenha: Grey

10/10/2015

Resenha por Niw Durães

Bem, essa é a minha primeira resenha e espero que eu consiga me expressar de forma que vocês aprovem. Quero apenas declarar que Grey é sim uma cópia do Cinquenta Tons de Cinza, mas calma, na versão dele, e isso é obvio pra quem leu a trilogia de E. L. James.


Mas o que quero descrever é a perfeição da versão de Christian Grey nesse livro. Ele simplesmente é melhor que a bela Anastasia Steele e sua “deusa interior”, pois a forma como ele descreve os acontecimentos é o que faz o leitor sentir vontade de que a autora escreva os outros dois livros na versão dele. É claro que todo mundo sabe o quanto ele é perturbado e confesso que a autora pecou em não ser mais especifica nas explicações de algumas coisas sobre o passado de Grey, já que sendo a sua versão da história ela poderia descrever esses fatos não apenas em forma de pesadelos. Tirando isso acho que o livro prende o leitor da mesma forma que Cinquenta Tons de Cinza.

O legal desse livro é que mostra a forma como ele muda razoavelmente por causa de um sentimento, uma paixão que ambos desconheciam. Ele acha que ser amado é algo totalmente impossível e por isso que o autocontrole é tão importante pra ele. Não é só a descrição de sexo entre submissa e dominador, nesta versão o leitor passa a compreender que é a única forma de relacionamento que ele conhece e não sabe como se livrar do habito de infligir dor para aliviar a obscuridade que ele insiste em manter.

- Quero ver o seu rosto enquanto bato em você, Anastasia.

Em determinado ponto ele acaba reconhecendo o sacrifício que ela faz para atender as necessidades problemáticas que tem e é fato que ele só percebe isso depois que não a tem mais sob seu domínio. O sentimento de perda, de saudades de alguém que ele não entende que ama mais que tudo, é de forma tão transparente nessa versão que simplesmente quando você acaba de ler corre para a continuação - mesmo sendo na versão da Anastasia. A autora confirmou que pretende lançar 50 Tons Mais Escuros na verdão do Grey, porém até que a obra não seja concluída lindas(os) leitoras(es), só nos resta se contentar com os livros já lançados.

Para quem nunca leu, aconselho que leia antes a versão da Anastasia, assim poderá comparar as duas versões de forma mais amplificada. Ou para quem prefere adaptações, o filme é uma ótima oportunidade para conhecer um pouco mais sobre esse romance. Claro que muitos fãs não gostaram, mas na minha humilde opinião achei bem legal o jeito que o filme foi feito, mesmo porque se fosse como a maioria dos leitores queriam, seria um pornô e não um filme de romance com cenas picantes.

Abraços e até a próxima resenha.

Foto: Niw Durães

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Mês do Horror: Horror em Amityville

09/10/2015



Posso dizer que comecei muito bem em relação a livros no mês do horror. Já nas primeiras páginas de Horror em Amityville eu já me vi assustada com os relados do autor em relação ao que aconteceu na casa da Ocean Avenue.

Até onde eu sei esta é uma história real e claro que esse fato deixa tudo muito pior. O medo mais aguçado, eu diria. Eu amo filmes de terror e a adaptação da história da família Lutz foi um dos primeiros do gênero do qual eu me recordo de ter assistido e que me causaram medo. Sinto que quando eu era criança era muito mais corajosa com essas coisas, pois diversas vezes durante a leitura eu me vi morrendo de medo e até paranoica, achando que estava ouvindo sons estranhos aqui em casa (e a pessoa aqui, muito inteligente, ainda leu durante a madrugada).

Por ter essa pegada de história real o autor não se preocupou muito em desenvolver os personagens. O clima da narrativa é todo de somente contar o que aconteceu durante os vinte e oito dias que eles ficaram naquela casa mas também sem dar maiores detalhes (ainda bem, pois se sem detalhes o leitor já fica totalmente apreensivo, imagina só se ele for recheado?!). O livro é narrado em terceira pessoa e não foca somente no que acontece dentro da casa. No primeiro dia da família na casa nova um padre foi chamado para benze-la, um pequeno costume deles, e então após este dia várias coisas estranhas acabam acontecendo também com o padre; o autor acaba relatando esses acontecimentos e a angustia do pobre homem em se ver impotente, sem muito o que fazer, para ajudar aquela família. 
Google Imagens
A história tem diversas adaptações mas a única que eu assisti foi de 2005, com Ryan Reynolds, e já adianto que ambos são bem diferentes. Apesar de ser bem diferente da obra original o filme tem uma pegada muito pior em relação aos personagens. Por exemplo: No livro George tem uns ataques de raiva sem explicação e que desconta em sua família, porém isso não dura todos os dias que ele permanece na casa pois aos poucos ele vai percebendo que algo errado esta acontecendo e tenta lutar contra o que quer que seja isso; Já na adaptação a mudança do personagem é muito pior e tem uma consequência enorme em sua família. 

A leitura foi bastante agradável, tirando a parte de medo, e me deu uma outra visão do que acontece com essas famílias que passam por esse tipo de situação. No final o autor adiciona alguns relatos sobre a investigação que aconteceu na casa após eles saírem de lá e adivinhem quem participou? O famoso casal Ed e Lorraine Warren. 

Quem gosta do gênero tenho certeza que vai adorar. E também fica a indicação do filme, que eu acho ótimo.


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Resenha: Vitruns - A Sociedade Secreta

07/10/2015




Vitruns é o livro de estreia da autora Mariah Vecchi, uma carioca de vinte anos apaixonada por aventuras; e isto fica bem claro em sua obra. Li poucos livros do gênero na vida e sempre que o faço fico sem ar com os perrengues que seus personagens passam.

Kate acredita ser uma garota comum que passou por um grande trauma na vida, mas já nas primeiras páginas do livro ela conhece Jerzy e sua vida passa, novamente, por uma reviravolta. Quando Jerzy apareceu no livro já revirei meus olhos praticamente adivinhando tudo o que aconteceria na história: Garota conhece garoto, garoto conta algo para garota, eles vivem uma aventura e se apaixonam no meio do processo. De fato isso acontece no livro, porém o que me fez ver com outros olhos a obra foi a maneira como a autora nos apresenta os acontecimentos. Narrado em terceira pessoa não ficamos 360 páginas na cabeça de Kate vivendo seus dramas de perto e isto acaba deixando o livro mais leve com o clima, de fato, de aventura. Eu gosto de livros narrados em primeira pessoa mas algumas protagonistas não merecem ser narradoras e acredito que Kate realmente não mereça isso; Não por ela ser uma personagem ruim mas as coisas que aconteceram em sua vida em tão pouco tempo devem martelar em sua cabeça cada vez mais e para o leitor viver com isso por muito tempo seria praticamente uma tortura. 

Infelizmente a obra não tem acontecimentos marcantes ou reviravoltas na maioria dos capítulos. A leitura acabou fluindo muito melhor quando foi chegando ao final, pois começando à inserir ganchos para o próximo livro a autora me conseguiu deixar extremamente curiosa. Sei que, geralmente, o primeiro livro é como uma grande apresentação da obra e talvez por isso a mitologia criada não foi muito abordada na obra e eu espero que nós próximos volumes ela apresente aos leitores muito mais detalhes sobre os Vitruns e os Trigons e mais detalhes sobre alguns personagens secundários que estiveram com a protagonista praticamente por toda a obra: Lauren, Leo e Marcus. Não cito o personagem que surgiu ao final do livro pois ele com certeza sera presença garantida no próximos livros e acredito que através dele muitas coisas serão esclarecidas ao leitor. 

Outro ponto positivo é a falta de romance. De fato, Kate e Jerzy se apaixonam mas o romance deles não é um fator predominante com tantas coisas acontecendo. Em alguns momentos torci por algo romântico mas sei que se a autora fizesse isso agora o livro não teria assim tanta graça e se tornaria mais um do gênero para jovens-adultos. Muito esperta ela também inseriu um elemento ao final da leitura que nos fará crer que esse amor será um grande problema para os pombinhos e será abordado de uma forma diferente nos outros livros. 

A leitura de Vitruns é prazerosa e é mais um dos ótimos livros nacionais que tenho lido ultimamente.  Li a versão em e-book cedida pela própria autora então não poderei falar sobre os aspectos da versão física. 
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Mês do Horror: Renascida do Inferno

05/10/2015

Este foi o primeiro filme que assisti para a maratona do mês de horror e olha... Já comecei o projeto mal! :(

Eu sabia que estava me metendo em uma enrascada ao selecionar os filmes do projeto (tá, eu ainda não vi os outros então estou julgando muito cedo), mas este em especial não tinha como acertar. A sinopse nos revela muito pouco sobre a trama e isso é um ponto positivo, se você ignorar o trailer. Sabe desses trailers que mostra tudo o que o filme tem? Pois é, este mesmo.

Mas enfim, a premissa do filme é bem interessante levando em conta que se trata de experimentos científicos. Eles gostariam de criar algo que pudesse ajudar pessoas em coma mas acabam trazendo os mortos de volta a vida (e não são zumbis). O filme tem essa abordagem muito superficial de ética e teste em laboratórios em animais; Claro, o foco não é este e sim assustar ao espectador. Este tipo de filme é recomendado assistir com fones, para ver se tem algum efeito diante da trilha sonora. As cenas em si não são assustadoras, porém a trilha é usada de uma forma bacana que até da uma palpitação nas cenas em que deve assustar. 

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Acreditei que pelo elenco do filme ser razoável ele seria melhor do que os outros filmes do gênero que tem surgido, mas a verdade é que tive a impressão que nenhum deles estavam realmente empenhados neste projeto. Evan Peters, que há alguns anos atua em American Horror Story, já me prestigiou com várias cenas incríveis no seriado enquanto no filme é só um moleque bobão. Entendo que existe todo um trabalho além dos atores, e que apenas eles não podem deixar a obra interessante; Mas o que eu não entendo é como alguns atores acabam se sujeitando a papeis assim. 

Eu não gostei do filme, mas ele pode acabar funcionando para você. Principalmente se você é o tipo de espectador que raramente assiste filmes do gênero.


Confira o Trailer 


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Maratona: Mês do Horror

02/10/2015

Chegou Outubro o famoso mês do horror que os blogueiros tanto amam! Alguns vão fazer especial, outros não; Eu vou tentar fazer um especial aqui no Estilhaçando Livros pois é um gênero que eu quero ler mais e preciso de uma forcinha para começar. Além de quatro livros, que serão lidos e resenhados, também vou me propor à assistir três filmes (que eu nunca vi antes) e uma série para comentar aqui no blog. Confira os escolhidos!

LIVROS
FILMES
Espero dar conta, principalmente por It ser um livro bem longo. Não vou prometer a resenha dele para Outubro, mas acredito que até a primeira semana de Novembro ele entra.
Os filmes eu escolhi à partir dos filmes que tenho no meu HD. A maioria estão aqui há alguns meses e eu preciso eliminar espaço. Acho que uma forcinha para me obrigar a assisti-los não fará mal. Coloquei apenas quatro, mas como tem outros talvez eu veja mais e faça um post duplo já que no caso dos filmes não será uma resenha e sim um breve comentário. Para ser honesta não estou botando muita fé nesses filmes mas fazer o que, né?! Ultimamente o cinema do gênero não tem assustado muito.

E vocês, o que vão fazer no mês de horror? 
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