Lidos & Assistidos: Setembro 2015

30/09/2015


Olá, pessoinhas. Tudo bem?
Hoje vou fazer um balanço do que eu li e do que eu assisti no mês de Setembro. Não foi muita coisa mas acho que deu para equilibrar bem entre um e outro.

LIDOS
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ASSISTIDOS
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Este mês dei preferencia para colocar em dias as séries e ainda falta algumas que eu preciso tentar ver, principalmente agora que as temporadas começaram. Apesar de ter dois filmes na lista o Zodíaco eu já tinha assistido há alguns anos e como adoro o Jake Gyllenhaal quis ver algum filme com ele. 
Gosto bastante de documentários também e indico muito este que fala sobre os filmes do Stanley Kubrick, do primeiro ao último. Um pouco de sua técnica e personalidade é abordada mas nada que irá ser incomodo para quem não entende do assunto. Aliás, se você nunca assistiu nenhum filme do Kubrick então vai agora (só não procura no Netflix uma variedade pois lá infelizmente só tem um). 

Enfim, e Outubro espero ler um pouco mais do que li em Setembro e me dedicar aos filmes que estão parados no meu HD há tantos meses. Me desejem sorte.

Resenha: A Garota no Trem

29/09/2015



Oi, galera! Como prometido vai ter post essa semana todos os dias para compensar os dias que o blog ficou parado por conta da minha ida ao Rock in Rio (inclusive, vocês podem ler meu relato da viagem aqui). É coisa de gente com toc e manias, tem que estar tudo perfeitinho, sabe? rs
Pois bem, dia desses passeando pelo blog Entre Parenteses (antigo Endless Poem) eu vi um post que citava sobre o Clubinho, que nada mais é que um clube de leitura no Facebook. Fui conhecer o grupo e logo já me interessei em participar e, claro, tentar ser ativa no clube. Mensalmente um livro é escolhido para ser lido e comentado por lá - e quem tiver blog faz uma resenha. Então aqui vai minhas impressões sobre o livro do mês de Setembro.

Eu já estava interessada em ler este livro após algumas resenhas que li em alguns blogs - que por sinal, comentavam até que bem sobre ele. Minhas expectativas ficaram lá no alto então posso dizer que comecei a leitura bem animada para saber mais. Comecei o livro gostando bastante e ficando ansiosa por mais e mais, principalmente após o desaparecimento de MeganJess, mas infelizmente (na minha opinião) foi à partir daí que o livro começou a ficar mais chatinho. 

Apesar de o livro ser narrado por três mulheres (Rachel, Megan e Anna) fica bastante claro que Rachel é a narradora principal (até porque a maioria dos capítulos são narrados por ela) e infelizmente é uma das piores personagens que eu já conheci na minha vida. Ela é uma mulher amargurada pelo abandono do marido, alcoólatra e acomodada da vida. O tipo de pessoa que só sabe reclamar e se não tá reclamando tá bebendo e consequentemente fazendo umas belas de umas merdas. Mesmo após dois anos de divórcio ela ainda corre atrás do ex-marido, faz escândalos em frente sua casa, fala o que não deve e por aí vai. Em nenhum momento da leitura eu fiquei com pena dela ou consegui compreende-la, por mais que algumas coisas realmente tenham sido difíceis para a moça. Sinceramente eu não vi nenhum amadurecimento da personagem ao longo do livro e muito menos no final. Rachel tem a vida tão deprimente que fantasia com a vida alheia, neste caso com a vida de Megan a mulher que todos os dias ela observa pelo trem (e que antes de saber seu verdadeiro nome a chamava por Jess). Observada diariamente da janela do trem Megan aparenta ter uma vida feliz, com um marido carinhoso. Mas o que Rachel sabe? Quando olhamos as pessoas da janela do trem ou do ônibus realmente podemos fantasiar que aquela pessoa é feliz mas o que sabemos? Pois é: Nada. A vida de Megan não era todos mar de rosas e aos poucos com sua narração (que acontece em um período anterior ao desaparecimento) vamos sabendo um pouco mais sobre a personalidade do seu marido e a dela, que acaba não sendo tão agradável. Não da para fazer uma comparação entre Rachel e Megan e isso nem é algo interessante a ser feito. Ambas são completamente diferentes mas ao mesmo tempo odiáveis. É estranho colocar assim, eu sei... Mas não sei que palavra melhor usar. Não consegui ver nenhuma qualidade nelas. Falando assim das outras duas até parece que eu vou chegar falando bem de Anna, a atual esposa de Tom (ex-marido de Rachel). Das três Anna é a que menos tem voz na história e achei ótimo assim. A mulher consegue ser paranoica com tudo e sendo irritante todas as vezes que "abre a boca" para falar.

Perdi o controle sobre tudo, até sobre os lugares dentro da minha cabeça. 

Já deu para perceber que eu odiei todos os personagens deste livro, né? Então porque eu continuei a leitura? Bom, primeiro porque eu não gosto de abandonar um livro e segundo porque apesar de ler todas as páginas querendo jogar meu tablet pela janela (li em e-book) eu fiquei MUITO curiosa para saber o que houve com Megan e mesmo que eu pegasse um spoiler no tópico de discussão do Clubinho não seria a mesma coisa. Apesar dos pesares foi interessante adivinhar o que aconteceu com a moça de acordo com a narração das três - principalmente Rachel. Ao longo do livro várias pistas são deixadas para o leitor e vai ficando cada vez mais fácil saber o que aconteceu e mesmo que não tenha nenhuma grande surpresa no final ele acabou sendo bem okay.

Vi que algumas pessoas comentaram que se decepcionaram, principalmente, com o final mas no meu caso o final funcionou bem de acordo com as personagens; Outra coisa que acaba decepcionando o leitor é essa citação de Garota Exemplar na capa (que eu achei o livro excelente e acabei me surpreendendo com os acontecimentos)
Ele é o grande vazio na minha vida, no meio da minha alma.  
Se minha mente está me pregando peças, não é mais provável que o sonho é que seja ilusório? 
Acredito que A Garota no Trem pode funcionar muito bem para quem não lê muitos livros do gênero e também procuram uma leitura para passar a tarde. Se vai agradar ou não, aí vai de cada um.


Um Rock in Rio para chamar de meu!

28/09/2015

Olá, pessoal! Tudo bem? 

Voltei para casa mais cedo que esperava, já que infelizmente não fui no show do Slipknot em São Paulo. Claro que eu não posso reclamar, pois tive a oportunidade de vê-los no Rock in Rio e mesmo sendo o dia mais vazio, que vendeu menos e com alguns fãs bem chatinhos foi ótimo estar lá mais uma vez (terceira vez que vejo um show da banda) para ver uma das bandas que eu mais amo. 

Entretanto a minha jornada de viagem não começou apenas no Rock in Rio. Para quem não sabe eu moro em Botucatu (interior de São Paulo) e antes de ir para o RJ fui para a capital ver algumas amigas e encontrar meu companheiro de viagem. Digamos que a aventura e a canseira começou beeem cedo. Claro que eu amei cada momento. <3

Fui para São Paulo na manhã do dia 24 com meu primo (que decidiu ir de última hora) e encontrei com um colega na rodoviária. Ficamos por lá conversando um pouco até a hora que minha amiga chegou e nós acabamos indo para a faculdade tentar resolver umas tretas do nosso diploma e quando paramos para lanchar acabamos convencendo outras duas colegas que moram ali próximo a faculdade a nos encontrar. Foi super divertido poder rever essas pessoas que há tanto tempo eu não via (por morar no interior e não ter $$ é um pouco difícil ir para São Paulo). A noite fui para a casa de Rodrigo, meu companheiro de viagem e de lá partimos para a rodoviária; Nem preciso dizer que nesse ponto eu já estava sentindo duzentas mil borboletas na barriga, né? Estava muito ansiosa e não via a hora de chegar no Rio de Janeiro. A viagem parece que durou um século mas tudo correu bem e chegamos lá de manhãzinha. 

Da rodoviária seguimos para Copacabana, pois o Slipknot ficou hospedado no Copacabana Palace e gostariamos de tentar tirar fotos com eles (de novo). Infelizmente só conseguimos foto com o Jay, novo baterista da banda, que foi super atencioso com os fãs e não-fãs que apareceram por ali. Fiquei bastante feliz, mas ele ainda é novo na banda e não me conquistou 100%. Mas não posso reclamar, pois das outras vezes que a banda veio ao Brasil eu tirei foto com alguns dos outros integrantes. 

Cortei a cabeça do moço de tão nervosa.
Após a tarde inteira na porta do hotel eu já estava morta e quase desmaiada; Então seguimos rumo a Cidade do Rock. Eu sempre vi carioca reclamando do trânsito de São Paulo e imaginava que no Rio de Janeiro a coisa era bem mais rápida, já que eles gostam de falar tanto; Mas acabou que eu achei o trânsito do Rio muito pior que São Paulo. Acho que levamos cerca de duas horas para chegar na Cidade do Rock usando transporte público. A justificativa é que o ritmo da cidade está mais lento por causa das obras e também pelo horário de pico. Lembro que em 2011 quando fui parece que chegamos muito mais rápido no hotel e na cidade do Rock, mas também por outro lado era domingo e assim a coisa fluiu muito melhor. De qualquer maneira deu para dar uma boa cochilada no ônibus e acabei descansando um pouco antes do show.

Uma coisa mais ~triste~ em relação a viagem é que não aproveitei muito a Cidade do Rock. Assim que chegamos lá fomos comer alguma coisa e nessa brincadeira do FNM já estava entrando no palco. Tínhamos que descolar um lugar bacana para conseguir assistir Slipknot. Acabamos ficando do lado esquerdo do palco, próximo a grade (todo mundo despreza esse lugar nos shows, mas mesmo estando um pouco longe é bem tranquilo de assistir e da para ver a banda no palco sem precisar ficar olhando para o telão). Eu dei sorte pois na minha frente não tinha nenhuma pessoa gigante (só tinha meninas) e eu conseguia ver o Corey, Shawn, Chris, Sid e Vman a maior parte do show. Em alguns momentos Mick e Jim, conforme eles andavam pelo palco. Foi impossível ver Craig e Jay, mas no caso do Jay eu já compensei a tarde com a foto, né? Reclamar eu vou nada!

Eu AMEI o show. Como sempre. Foi a terceira vez que vi Slipknot e parece que cada vez que vejo amo mais e mais a banda e sua apresentação. Pulei, gritei, cantei, quase fiquei sem voz e quase passei mal da asma mas fui forte e resisti até o final. Eu acho que com tanto amor eu não preciso dizer que chorei, né? Muito estranho chorar por uma banda com vários homens usando máscara e cantando umas coisas estranhas, como diz a minha mãe, mas quando começou XIX eu já estava suando pelos olhos igual uma criança. Resisti ao máximo o resto do show (em 2013 eu chorei o show inteiro e não queria ficar chorando de novo) e só voltei a derramar umas lágrimas quando eles começaram a se despedir do público ao som de 'Til We Die. Foi bem triste ter que me despedir deles e agora eu fico sem saber quando eles vão voltar novamente, mas com a certeza de que não importa quando e nem a idade que eu tenha eu estarei lá como se fosse a primeira vez. 

With my face against the floor
I can't see who knocked me out the way
I don't want to get back up
But I have to
So it might as well be today

Depois do show bate a tristeza e canseira, além da viagem de volta pra casa; Mas tudo bem. Aproveite ao máximo e isso que importa. Bom, falei demais nesse post e um assunto que poucas pessoas vão ler. Mas e só senti que deveria contar um pouquinho sobre esses dias que me deixaram tão feliz. <3

Sobre não ter post nos próximos dias...

23/09/2015

Eu vou. Eu tô lá. Eu fui!

Amanhã eu vou para o Rio de Janeiro para curtir o Rock in Rio (25/9) e voltarei para a casa somente no sábado ou domingo, dependendo de como as coisas rolarem (Slipknot, a banda que eu quero ver, fará um show em São Paulo no dia 27 e eu tenho esperanças de conseguir ir neste também). Preferi não deixar posts programados pois assim não tem tanta graça, né? Voltarei para o blog oficialmente no dia 29 de Setembro e provavelmente vou fazer post todos os dias, até o dia 2 de Outubro, para compensa-los.

Beijinhos. 

Resenha: História em Retalhos

21/09/2015

Lembram que há algumas semanas anunciei a parceria do blog com a autora Nina B. Prescott? Pois bem, aqui está a resenha da sua coletânea de contos Histórias em Retalhos disponível na Amazon.

Eu tenho muita dificuldade com a resenha de contos. Se falar muito entrega toda a história e se ocultar os detalhes acaba não falando nada que desperte o interesse do leitor para a realização da leitura. Mas vou tentar da melhor forma possível falar sobre esses contos que a Nina da de presente aos seus leitores. Sim. História em Retalhos com certeza seria um livro que eu daria de presente para alguém especial. Suas histórias tão comuns e diferentes faz o leitor se identificar à partir dos detalhes. Vou falar dos meus favoritos.

Os Filhos de Meu Pai: Neste conto Nina nos mostra uma garota contando para seus irmãos sobre o seu amor. Querendo se justificar por algo que fez não apenas no passado distante mas também no passado recente. Gostei bastante desse conto pois ele nos mostra que o amor nos faz fazer loucuras, coisas sem pensar. Por causa dele deixamos as consequências de lado e nada mais importa. Se isso é certo ou errado? Bom, aí é outra história.

Querido Louis: Eu adoro um romance e quando é romance adolescente então eu me esbaldo. Ao ler Querido Louis eu já fiquei imaginando várias coisas que poderiam rechear está história para o leitor ter um livro YA em mãos. A carta da menina apaixonada a resposta de seu efeto e a decisão que irá mudar suas vidas. Relembrei um pouco da minha própria adolescência conforme Mia contava algumas coisas que fez ao guardar seus sentimentos. Com certeza trás um pouco de nostalgia. 

Os outros contos também são ótimos mas não fizeram tanto efeito em mim, acredito que pela diversidade das histórias que Nina conta é muito fácil para o leitor se identificar pelo menos com um deles. Após os contos ela nos prestigia também com alguns poemas de sua própria autoria além de um texto explicando sobre o seu processo de escrita e um pouco das histórias que o livro contém. Gostei bastante desse detalhe pois muitas vezes ficamos curiosos com o que inspirou o autor para um livro, poema, conto e tal e nunca sabemos a resposta. 

Fiquei bastante curiosa para conhecer mais de Nina, já que na verdade ela é autora de thrillers, livros de terror e policiais; Espero poder ler alguma obra dela em breve e sentir as diferenças.
Olhei para você bem fundo porque te enxerguei com as palavras.

Para conhecer mais sobre Nina leia o post de apresentação.  

Fotografia: A coleção de Ransom Riggs

18/09/2015


Oi você! Hoje vou falar um pouco sobre a inspiração do Ransom Riggs para escrever o livro "O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares": Fotografia. 

O autor  desde criança coleciona algumas fotos antigas que adquiria em vendas de garagem que ia com a sua avó.
Pode ser muito torturante para um menino de 11 ou 12 anos de idade, mas eu gostava de encontrar caixas de snapshots (fotos antigas) por lá.
Uma dessas fotos é a da menina da capa do livro e o mais engraçado ou não é que ele comprou essa foto por achar a menina parecida com alguém por quem ele se apaixonou na infância e por isso a foto ficou por muito tempo ao lado de sua cama. Anos mais tarde ao olhar com mais atenção para a parte de trás da foto pode ler um texto dizendo que ela morreu aos quinze anos de leucemia. Creepy!


O autor nunca havia pensado antes em escrever um romance. Sua ideia original era usar as fotos para ilustrar um livro fotográfico com algumas legendas mas um amigo/empregador lhe disse que as fotos cairiam muito bem em um romance e assim a ideia foi para frente (o terceiro livro foi lançado recentemente nos Estados Unidos).

Nem todas as fotos que ilustram o livro são da coleção pessoal de Ransom, já que umas ele pegou emprestada de Robert E. Jackson, um outro colecionador que até já expôs em galerias de arte parte da sua coleção. Cerca de dez mil fotos foram analisadas no processo de criação do livro para apenas cinquenta serem escolhidas. 
Eu as amo porque elas são belas fotografias de coisas horríveis.
A ideia atraiu muitos admiradores ao redor do mundo, tanto que seu livro se tornou um best-seller e irá ganhar uma adaptação dirigida por Tim Burton. O elenco conta com Eva Green, Asa Butterfield, Samuel L. Jackson, Kim Dickens, entre outros. O filme tem previsão de estréia para 2016 nos Estados Unidos. 

Apesar das fotos que ilustram a obra o livro não se trata propriamente de um terror e é indicado para o público jovem-adulto. Se quiser mais informações e resenhas sobre o livro confira a página no Skoob.

Você pode conferir algumas fotos da coleção nesse booktrailer do livro "Talking Pictures".

Para mais informações sobre o trabalho de Ransom Riggs visite seu site oficial.

Resenha: A Rainha Vermelha

16/09/2015


Como eu adoro distopia não poderia deixar de lado este livro que, nos últimos meses, tem entrado para o coração de tantas blogueiras. Na primeira oportunidade que tive peguei para ler e somente por curiosidade eu não o abandonei ao longo da leitura (acho que levei Agosto inteiro para conclui-la). O negócio é que já nas primeiras páginas é possível sentir que A Rainha Vermelha é mais um livro YA distópico, onde a autora usou de elementos já adorados pelo público para criar o seu próprio universo. Isso me frustrou bastante, mas não vou evitar ficar pontuando as referencias de outras distopias que Victoria usou na obra. 


Um dos maiores pontos positivos, ao meu ver, foi a falta de romance. Não que ele esteja totalmente ausente, porém de modo geral ele não é lá de grande influencia para Mare - a personagem principal que se vê obrigada a ficar no palácio a noivar com Maven (o príncipe mais novo). Em um determinado momento ela até acredita que algumas de suas atitudes serão feitas por amor, mas fica bastante obvio para o leitor que isso é uma ilusão da moça. Mare é uma boa personagem por se diferenciar das protagonistas dos livros do gênero, com uma personalidade marcante e um tanto quanto egoísta, entrando para a luta contra o governo para se vingar. Aliás, egoismo é algo bem característico de todos os personagens da obra. 

Também gostei bastante da ideia dos poderes dos prateados, das casas que eles pertencem e as características de cada uma, mas eu tenho uma grande dificuldade de lembrar desses detalhes e ao longo da leitura conforme eles eram citados eu acaba ficando um pouco perdida o que acabou dificultando ou retardando o entendimento dos poderes e estratégias que a personagem citava. Por falar em poderes e estratégias o livro é recheado de cenas de ação e um pouco de suspense. Sempre que Mare ia para alguma missão a favor da Guarda Escarlate eu ficava com o coração um pouco apertado de medo que as coisas dessem errado; O que é claro não acontecia e no final do livro tudo fica bem explicito aos leitores e nesse caso muitos podem ficar bem decepcionados (eu não fiquei pois já tinha pegado um spoiler por aí, mas tudo bem pois não fez tanta diferença).

Apesar de estar longe de se tornar uma das minhas distopias favoritas (no Skoob eu dei apenas duas estrelas) A Rainha Vermelha é um livro que pode agradar os fãs do gênero. No meu caso, acredito eu, que as expectativas ficaram altas demais e eu deveria ter esperado mais uns meses até começar a ler, já que mesmo utilizando elementos já conhecidos do gênero ele ainda consegue se diferenciar de uma forma unica. Eu vou aguardar sim para ler a sequencia e, quem sabe, com os próximos acontecimentos eu acabe gostando mais. 
Todo mundo trai todo mundo.
Dar esperança quando não  há nenhuma: é a coisa mais cruel que poderia fazer, mas faço pela causa, pelos meus amigos, pela minha vida.
Nas histórias, nos antigos contos de fadas, um herói sempre aparece. Mas todos os meus heróis estão longe ou mortos. Ninguém vai aparecer para mim.  

TOP 5: Filmes distópicos que eu amo

14/09/2015



Não é de hoje que eu falo para todos que distopia é o meu gênero literário favorito. Acho que esse amor todo aconteceu pois acabei passando a me envolver mais com os livros através de uma distopia (Estilhaça-Me). Mas o que eu sempre fui ignorante antes de começar a pontuar gênero para as coisas é na quantidade de filmes distópicos que eu gosto e já gostava antes mesmo de começar a ler livros do gênero. Então agora vou falar para vocês quais são os meus filmes distópicos favoritos! <3



Minority Report - A Nova Lei (2002)

Esse foi um dos primeiros filmes do gênero que assisti na vida e até algum tempo atrás eu nunca pensado nele como uma distopia, até o momento que o assisti novamente e o achei incrível.
Sinopse: Washington, 2054. O assassinato foi banido, pois há a divisão pré-crime, um setor da polícia onde futuro é visualizado através de paranormais, os precogs, e o culpado é punido antes do crime ter sido cometido. Quando os três precogs, que só trabalham juntos e flutuam conectados em um tanque de fluido nutriente, têm uma visão, o nome da vítima aparece escrito em uma pequena esfera e em outra esfera está o nome do culpado. Também surgem imagens do crime e a hora exata em que acontecerá. Estas informações são fornecidas para um elite de policiais, que tentam descobrir onde será o assassinato, mas há um dilema: se alguém é preso antes de cometer o crime pode esta pessoa ser acusada de assassinato, pois o que motivou sua prisão nunca aconteceu?



O Preço do Amanhã é um filme recente com um elenco duvidoso. Demorei algum tempo até finalmente assisti-lo por não gostar da maioria dos atores que fazem parte do elenco mas acabei batendo com a cara na parede quando o filme terminou. Achei a história muito bacana e acabou se tornando um dos que eu mais gostei.
Sinopse: Em um futuro próximo, o envelhecimento passou a ser controlado para evitar a superpopulação, tornando o tempo a principal moeda de troca para sobreviver e também obter luxos. Assim, os ricos vivem mais que os pobres, que precisam negociar sua existência, normalmente limitada aos 25 anos de vida. Quando Will Salas (Justin Timberlake) recebe uma misteriosa doação, passa a ser perseguido pelos guardiões do tempo por um crime que não cometeu, mas ele sequestra Sylvia (Amanda Seyfried), filha de um magnata, e do novo relacionamento entre vítima e algoz surge uma poderosa arma contra o sistema e a organização que comanda o futuro das pessoas.


Gattaca (1997)

Eu gosto bastante do Ethan Hawke (ou como eu tenho preguiça de escrever o nome dele falo simplesmente "o pai do Boyhood") e estava procurando filmes dele para assistir. Assim como os livros eu nem leio sinopses dos filmes e acabei me surpreendendo com esse filme.

Sinopse: Num futuro no qual os seres humanos são criados geneticamente em laboratórios, as pessoas concebidas biologicamente são consideradas "inválidas". Vincent Freeman (Ethan Hawke), um "inválido", consegue um lugar de destaque em corporação, escondendo sua verdadeira origem. Mas um misterioso caso de assassinato pode expôr seu passado.


A.I. - Inteligencia Artificial (2001)

Eu não faço o tipo "a chorona", mas meus amigos: Esse filme me abala as estruturas. Se você ainda não viu, então veja... Simplesmente assista.
Sinopse: Na metade do século XXI, o efeito estufa derreteu uma grande parte das calotas polares da Terra, fazendo com que boa parte das cidades litorâneas do planeta fiquem parcialmente submersas. Para controlar este desastre ambiental a humanidade conta com o auxílio de uma nova forma de computador independente, com inteligência artificial, conhecido como A.I. É neste contexto que vive o garoto David Swinton (Haley Joel Osment), que irá passar por uma jornada emocional inesquecível.


Uma Noite de Crime (2013)

Tava eu lá procurando filmes para assistir com o pai do Boyhood e apareceu esse. Já tinha visto alguns comentários sobre ele mas nem tinha dado atenção e acabei me surpreendendo com o quanto eu gostei dele. Pelo menos atualmente ele é o preferido do gênero (eu sempre vou mudando de preferido pra tudo).
Sinopse: Em uma América devastada pelo crime, o governo sancionou um período de 12 horas anuais em que toda e qualquer atividade criminosa, incluindo assassinato, é legal. A polícia não pode ser chamada e os hospitais suspendem ajuda. É uma noite em que a cidadania se regula sem pensamento de punição. Nesta noite atormentada pela violência e por uma epidemia de crime, uma família luta com a decisão de quem eles se tornarão quando um estranho bate à sua porta.

Um filme que eu quero assistir


Metrópolis
(1927)

Sempre que falam sobre filmes distópicos citam Metrópolis (inclusive como um clássico do gênero). Eu sempre tive curiosidade de assisti-lo e ele está disponível no Ytube bonitinho, mas alguma coisa nele me da medo e eu ainda não tive coragem de dar o play. Alguém aí já viu?
Sinopse: O ano é 2026, a população mundial se divide em duas classes: a elite dominante e a classe operaria; esta condenada desde a infância a habitar os subsolos, escravos das monstruosas máquinas que controlam a metrópolis. Quando o filho do criador de Metrópolis se apaixona por Maria, a líder dos operários, tem inicio a mais simbólica luta de classe já registrada pelo cinema.

E aí, gostaram? Quais são os seus preferidos?

Resenha: Misery

11/09/2015

Esse foi o livro que a Sarah do Endless Poem escolheu para eu ler no Projeto Tá na Estante criado pela Ju do LiteRata. A leitura foi um pouco lenta e cheia de pausas mas também foi agradavel (de um jeito estranho, né... porque ô livro tenso!).

Eu já estava mais ou menos preparada para o que eu passaria com a leitura de Misery pois no inicio do ano fiz a traquinagem de assistir ao filme (de 1990) e foi uma experiência bem agoniante e por isso que comecei a adiar cada vez mais a leitura do livro (até que fiquei sem poder escapar, né...). Mas o negócio é que o livro consegue ser dez vezes pior do que a adaptação. Imaginar o que acontece com o pobre Paul é muito pior do que simplesmente ver. Apesar do livro ser narrado em terceira pessoa a agonia do protagonista não é menosprezada e eu acabei tendo mais uma certeza do quanto Stephen é realmente um King (aff! Silviane). O negócio é que o homem realmente sabe descrever tudo o que o personagem está sentindo mesmo que esse personagem esteja longe de se tornar um narrador do livro. Isso pode ser óbvio para quem já leu vários livros dele, mas infelizmente Misery é apenas o segundo da minha lista de lidos.

Paul é autor de uma saga de sucesso chamada Misery e Annie é sua fã (bom, vejo ela como apenas fã de Misery do que do próprio autor). Por azar de Paul ele sofre um acidente de carro e a sua salvadora acaba sendo Annie, e você já pode imaginar que nada de bom vem daí, não é mesmo? A vida de Paul piora quando o último livro de Misery é lançado e o que acontece no final? Vou falar sim, a pobre moça morre! Annie ficou tão puta da cara brava que obriga Paul e escrever um novo livro e então consertar esse erro. Misery não pode morrer, oras! E a verdade é que nesse momento #SomosTodosAnnie, afinal: Que leitor não fica muito bravo com um autor quando este mata a(o) protagonista após tantos livros? Eu fiquei com um pouco de dó de Annie pois acabei entendendo sim de onde - inicialmente - vem toda sua raiva. Mas não vou enganar vocês defendendo Annie ou afirmando que o problema dela é apenas ser uma leitora, pois os problemas dela são bem piores do que isso. 

Nós achamos que sabemos tanto, mas na verdade não sabemos mais do que um rato numa ratoeira: um rato com as costas quebradas que pensa que ainda quer viver.

A leitura de Misery foi um pouco lenta para mim. Acho que demorei uns cinco dias para terminar de ler pois acaba parando e fazendo outras coisas mesmo estando gostando livro em si desde o inicio. Acho que pela tensão e os momentos de violência eu acabei estranhando um pouco (afinal, eu sou dessas que lê livrinhos YA e tal, né...) mas depois que eu me dei uns tapas mental e coloquei o objetivo para finalizar antes do final de semana tudo acabou fluindo muito bem e também acabei sendo comprada totalmente pela história. Quando mais virava as páginas mais queria saber sobre os personagens. 

Fiquei muito feliz quando finalizei o livro e não senti que ele tem um final sem-noção. O outro livro que li do King tem um final bem doido e estranho que me deixou com raiva e eu estava com medo de que este seguisse pelo mesmo caminho já que algumas pessoas me falaram que a maioria dos livros dele são assim. O final de Misery não é nada menos do que eu realmente esperava e como uma leitora que quer ler mais do autor eu fiquei satisfeita.


O livro é indicado para quem curte o gênero, para quem não está habituado saiba que terá uma ótima leitura mas pode ser como foi comigo: De forma lenta. Em alguns momentos pode ficar com nojinho ou extremamente agoniada mas saiba que vai valer a pena. Ao fechar o livro tenho certeza que o livro ganhara no minimo quatro estrelas. ;)
Nunca foi por você, Annie, nem pra nenhuma dessas pessoas que assinam as cartas com “Sua fã número um”. Na hora em que a gente começa a escrever, essas pessoas estão do outro lado da galáxia. Nunca foi para minhas ex-esposas, ou minha mãe, ou meu pai. O motivo de os autores quase sempre colocarem dedicatórias em livros, Annie, é que o egoísmo deles no final horroriza até eles próprios.

Projeto: Está na estante, não leu? Seu amigo escolheu!

09/09/2015


Oi você! Tudo bem?
Hoje venho mostrar um projeto que estou participando, criado pela Ju do blog LiteRata. Ela criou esse projeto visando ajudar leitores a ler um dos livros que estão parados na estante.
Não é novidade nenhuma que a maioria dos blogueiros literários são um pouco compulsivos e não param de comprar, para depois deixar o coleguinha na estante e quase esquecer por completo que ele existe. Pensando nisso montei um pequeno projeto, que visa ajudar esses pobres leitores a ler um desses pequenos abandonos não intencionais. Se estiver interessado em fazer espere alguém te indicar, fica mais organizado, seria um caos se todo mundo indicar a mesma pessoa. Vamos lá então?
 Assim que vi a ideia do projeto fiquei empolgada para participar. Mesmo que eu não tenha muitos livros na estante ainda assim eles estão parados pois priorizo as cortesias do CeV. Quem me indicou foi Sarah Marques do blog Endless Poem e você pode conferir qual livro ela indicou clicando aqui.

COMO FUNCIONA?

O projeto funciona apenas por indicação então espere um amigo te indicar, ok?

1º Parte: Escolha 5 blogueiros literários.

Aconselho a perguntar se a pessoa está afim de participar antes de sair indicando, isso evita que você escolha um blogueiro que já participou ou que não tem interesse algum no projeto. Além disso, procedendo assim será mais certo que a ideia siga uma continuidade, não caindo no esquecimento.


2º Parte: Peça os links do Perfil no Skoob.

Com os links da rede social de seus colegas em mãos é hora de agir. Vá até a estante de "Tenho" de cada um deles e olhe os livros que ainda não leram, são os que estão marcados com uma Tag Azul, exemplo:

Escolha um dos títulos, mas lembre-se de não contar quais títulos escolheu, seus amigos só irão saber quando sua postagem sobre o projeto for ao ar.

3º Parte: Postagem

Faça uma postagem contando sobre o projeto, e indique os amigos. Diga separadamente quais os amigos que escolheu, quais os livros que indica para cada um e porque escolheu tal livro. Logo a baixo vocês poderão ver como fiz a minha e tirar o modelo.

4º Parte: Leitura

Essa parte já não é com você! A partir da indicação seus amigos terão um prazo de 15 dias para ler o livro indicado e fazer a resenha no próprio blog, seria legal também se contasse um pouco da experiência com o projeto.

INDICADOS


Já começo indicando um livro que eu não li, mas depois de ver tantas pessoas falando bem eu fiquei com muita vontade de ler e então quando vi que ele está parado na estante da Adriana eu resolvi mudar essa história. Já ansiosa para ler a resenha dela.





Jéssica: Leitora Sempre

Como assim você tem Liberta-Me na estante parado? Vamos mudar isso agora! Na verdade eu ia indicar Incendeia-Me, que ao meu ver é muito melhor, mas ela ainda não leu Liberta-Me então vamos por partes. Já falei e sempre falo para os quatro cantos do mundo o quanto eu amo Estilhaça-Me, então não ia conseguir deixar de colocar aqui mesmo com tantos livros bons paradinhos lá.




Amanda: Pequenos Vícios

Já tem algum tempo que eu estou curiosa para ler esse livro e mesmo vendo algumas promoções para compra-lo e acabo deixando passar. Vou matar um pouco dessa vontade através da Amanda!






Ana: Cantar em Verso

Foi difícil escolher para a Ana. Ela não tem tantos livros não lidos na estante, então acabei optando por Jane Austen que é fácil de agradar.







Bruna: Um Oceano de Histórias

Outro dos livros que eu ainda não li e quero muito ler e vou matar a vontade através de outra pessoa! Conheço muito pouco dessa história e nunca procurei resenhas sobre ele. Simplesmente acabei me encantando com a capa e o que li por cima e até hoje não matei a vontade.






Bom, galera, essas são as minhas indicadas. Obrigada a todas por terem aceitado o desafio!

Na sexta-feira sai aqui no blog a resenha do livro que eu li para o projeto e já adianto que a leitura me agradou bastante mas ao mesmo tempo foi bem cansativa. De qualquer forma valeu a experiencia de participar.

Parceria: Editora Draco

07/09/2015


Olá, vocês! Hoje venho anunciar mais uma parceria que fiz com o blog: Editora Draco. Quero direcionar o Estilhaçando Livros para me auxiliar a ler mais livros nacionais e a Draco é uma editora que valoriza os nacionais e por isso que ao ver que eles estavam com a proposta aberta eu me cadastrei. Conheça um pouco mais da editora e dos seus novos lançamentos.

O que o nosso draco propõe?
Algo diferente. Invés de apenas vigiar esses tesouros cobiçados, queremos também apresentá-los a todos que os buscam. Esses tesouros estão por toda parte: internet — em suas muitas facetas como blogs, sites de compartilhamento e redes sociais; computadores pessoais — escondidos por autores que são verdadeiros dragões, no sentido original da palavra; impressos — compartilhados entre amigos e familiares — e, claro, também nas estantes das livrarias por todo o país. Esses tesouros, ou podemos dizer, tesouro: a literatura fantástica brasileira.A Editora Draco quer fazer conhecido esse imaginário brasileiro, tão nosso e único, mesmo influenciado por obras estrangeiras que chegam através de livros e outros meios.Queremos publicar autores brasileiros, aliando design, ilustrações e tudo o que for possível para melhorar nossos produtos. Que nossos leitores sejam atraídos pela beleza, mas nunca deixem de se maravilhar com as histórias e personagens que nossos livros trazem.Que os autores brasileiros possam compartilhar seus tesouros e nós, amantes de livros e literatura fantástica, possamos ajudá-los a chegar aos leitores, abrindo portões e vencendo armadilhas, criando imagens e histórias que possam ser contadas por muitos anos.O dragão despertou e convida a todos para desfrutar desse tesouro.
Lançamentos 



Super Desapegada - Jaqueline de Marco

Sinopse: Raquel faz o maior sucesso na internet. Seu blog “Super Desapegada” motiva mulheres a se valorizarem e prega a autoestima sem a presença constante e essencial de um companheiro. Mas fora da web, Raquel não é tão descolada assim... Ela sempre teve um amor platônico por seu melhor amigo de infância, Alan. Mas no aniversário de 30 anos de Raquel, ela descobre que ele está noivo de Bianca, a irmã caçula de seu rival nos tempos de escola, Eric. Para conseguir acabar com o casamento, e conquistar de vez seu grande amor, Raquel precisa se aliar ao sarcástico Eric. Mas logo ela começa a perceber que a união pode render muito mais do que ela imaginava e a aprender que para praticar o tão estimado “desapego” é preciso abrir seu coração para novas experiências... e quem sabe para um novo amor.



Estranhos no Paraíso - Gerson LodiRibeiro

Sinopse: Você deixaria tudo para trás se soubesse que vislumbraria o futuro?
Este é o relato da primeira missão tripulada a outro sistema estelar. Comandada por Sylvia Chang, a nave Pioneira conduzirá seis pessoas brilhantes a efetuar o primeiro contato com os pavonianos, alienígenas residentes no sistema Delta Pavonis.
O plano é permanecer por lá uma década para estudar suas duas biosferas planetárias e depois partir para avaliar de perto Molton, uma singularidade gravitacional a três anos-luz do Sol. Só que os pavonianos armaram uma surpresa tremenda para os visitantes humanos, que além de todos os percalços não imaginam que esse é apenas o começo de uma viagem sem volta através do tempo e do espaço.

Estranhos no Paraíso é um romance de Gerson Lodi-Ribeiro (de A Guardiã da Memória, A Ética da Traição, Xochiquetzal: uma princesa asteca entre os incas e Aventuras do Vampiro de Palmares), um dos maiores escritores brasileiros de ficção especulativa da atualidade. A narrativa começa como ficção científica e termina como história alternativa, com um ponto de divergência inusitado. Uma linha histórica instigante, que se reformula de maneira original, uma mistura de gêneros realizada com maestria. Abra mão de tudo o que vivenciou, de tudo o que entendia e aventure-se sem medo rumo ao conhecimento.



Tempos de Fúria
- Carlos Orsi

Sinopse: Aventura, investigação e terror encontram a ficção científica.
E se o mundo tivesse sido criado há apenas 15 minutos? Livros proibidos e uma máquina do tempo revelam o segredo chocante da origem do homem. Detetive viaja a estação espacial em órbita de Vênus para investigar morte misteriosa. Soldados enfrentam uma aterrorizante revolta da própria força fundamental do universo.

Essas são pequenas amostras desta reunião de cenários e temas que têm em comum o compromisso com a boa literatura de entretenimento.
Tempos de Fúria: contos de ficção científica é mais uma coletânea de Carlos Orsi, autor de Guerra Justa (2010), As Dez Torres de Sangue (2012) e Campo Total e outros contos de ficção científica (2013). Ao explorar sem medo tanto conceitos vigentes como teorias já ultrapassadas em suas histórias, o trabalho de Orsi une aventura e terror, sempre tendo a ciência como pano de fundo. Saiba por que sua escrita envolvente e questionadora já é referência na literatura especulativa brasileira.



Steampunk Ladies: Vingança a Vapor - Zé Wellington e Di Amorim

Sinopse: Quando às mulheres não cabia decidir, Sue e Rabiosa tomaram as rédeas de suas vidas Em um mundo dominado pela violência de foras da lei com próteses mecânicas, nenhum homem era páreo para eles. Até que duas mulheres movidas a vingança e a vapor resolvem desafiar esses bandidos metade homens, metade máquinas.

Como saquear um locomotiva blindada considerada indestrutível? O que um dos maiores inventores do país tem a ver com isso? Tudo isso é parte do plano diabólico para o maior roubo de trem da história, orquestrado por Lady Delillah! Mas em seu caminho estão Sue e Rabiosa, mulheres que têm em comum destinos trágicos pela mão da criminosa. Para elas, mais difícil do que evitar este assalto é provar que duas damas podem ser as protagonistas de sua própria história no ambiente hostil do velho oeste.

Steampunk Ladies: Vingança a Vapor é uma aventura em quadrinhos cheia de invenções e visual que homenageiam o gênero steampunk, com roteiro de Zé Wellington, desenhos de Di Amorim e Wilton Santos, cores de Ellis Carlos e letras e grafismos de Deyvison Manes. Ao decidir não cumprir seu papel esperado pela sociedade, essas garotas se tornarão lendas do faroeste.


Para conferir mais novidades da Draco acesse o seu catalogo no site da editora clicando aqui.

Resenha: Para Todos os Garotos que Já Amei

04/09/2015


Vi vários blogs elogiando esse livro na época de seu lançamento e para ser bem sincera eu não achava que tinha nada demais nele (pasmem, até a sinopse eu li para tentar entender o auê todo), até que de tanto ver o Alisson surtando sobre ele no Twitter eu acabei ficando curiosa e então OMG! se tornou um queridinho de 2015.

Lara Jean acumula vários amores ao longo dos seus dezesseis anos. Nem todos foram correspondidos, é claro, mas podemos ver com sua narração a importância que cada um teve em sua vida. Para superar esses amores perdidos Laranjinha tem o costume de escrever cantas e guarda-las em uma caixinha de grande valor sentimental, mas para seu pesadelo suas cartas são enviadas para os garotos e ela se vê em uma situação bem complicada para tentar reverter essa situação. É aí que entra na história o melhor personagem, na minha opinião: Peter. Ele é o tipo clichê, garoto mais popular da escola e há muitos anos fez parte do circulo de amigos de Lara Jean. No inicio Peter é bastante irritante com toda a sua autoconfiança mas em contrapartida ele é extremamente divertido e eu ficava ansiosa para ele aparecer mais e mais na história. A verdade é que Lara Jean é apaixonada por Josh, seu vizinho e ex-namorado de sua irmã mais velha que mora na Europa, e na tentativa de remediar a situação ela acaba se envolvendo com Peter - que tem seus próprios interesses em estar com a menina. Tudo parece uma confusão vista dessa forma e o pior é que é mesmo. A cada capitulo Laranjinha entra em um buraco mais e mais fundo e parece que nunca vai sair de lá. 

Se o amor é como uma possessão, talvez minhas cartas sejam meu exorcismo.

Laranjinha é uma personagem comum, se analisada de forma bruta. Adolescente, com seus próprios medos e problemas, chorona até demais e dependente da família. Sua situação muda um pouco mais quando sua irmã mais velha, que fazia praticamente o papel de mãe, se muda para a Europa. Todas as responsabilidades da casa passam para si e principalmente o cuidado com a irmã mais nova, Kitty - esta que é o alivio cômico da história e causadora de vários questionamentos. A personagem se vê na obrigação de amadurecer em seu relacionamento com a família e no meio do caminho percebe que as coisas não são exatamente como ela acreditava; As coisas nunca são realmente como acreditamos, até com aqueles mais próximos. Claro que esse mesmo pensamento acaba refletindo nas questões amorosas do livro. 

Achei o desfecho da história uma tortura gritante. Fiquei tão desesperada para ler o segundo livro que fui logo procurando a versão em inglês mesmo - só que ainda não li pois estou correndo atrás do prejuízo da minha preguiça com os livros do CeV. :( Mas é isso, a julgar pelo título/capa ele parece apenas mais um YA clichê só que Jenny soube trabalhar muito bem com os personagens a favor da trama criada. A história seus momentos angustiantes, engraçados, os fofinhos onde o leitor fica cheio de amor no coração e até mesmo aqueles que dão raiva. Se você ainda não leu então corre dar uma chance. 

É meio bobo ficar tão decepcionada por uma coisa que você acabou de perceber que quer, não é?
 
Para que uma coisa dê errado de um jeito tão colossal e terrível, tudo precisa acontecer na ordem certa e no momento certo, ou, nesse caso, no momento errado.
 
Como posso saber o que é real e o que não é? Parece que sou a única que não sabe a diferença.

Parceria: Nina B. Prescott

02/09/2015

Olá, pessoal!

Hoje venho anunciar que o blog fechou parceria com a autora Nina B. Prescott, autora de Histórias em Retalhos.

O livro


Título: Histórias em Retalhos
Autor: Nina B. Prescott
Páginas: 52
Saiba mais no Skoob
Onde comprar: Amazon
Sinopse: Histórias em Retalhos é uma coletânea de contos intrínsecos e sinceros que narra a história de uma mãe introspectiva, o amor de uma irmã pelos irmãos bastardos, uma garota apaixonada e uma filha que enfrenta dificuldades com a perda dos pais. A coletânea aborda de forma sensível o sentimento mais singelo de todos: o amor.


A Autora


Nina B. Prescott é o pseudônimo de uma acadêmica autora de 19 anos. Leitora e escritora ávida, cria histórias desde 2013, tem doze livros escritos e está trabalhando em mais dois. Nina escreveu e confeccionou artesanalmente seu primeiro livro aos dez anos. O Rapto, obra intitulada da autora, era baseado no filme Chamas da Vingança que chamou muito sua atenção quando garotinha. No entanto já nessa época Nina era acometida pelo Déficit de Atenção e não lia muitos romances como a maioria, pois não conseguia se concentrar ou entender. Seu contato com a literatura começou realmente no último ano da escola, 2013, após um discurso motivador de seu professor de Redação Enem. A partir daí, com afinco, ela iniciou um processo novo de escrita e leitura. Nina precisava ampliar seus horizontes visto que o que mais gostava de ler era o dicionário Aurélio e o Landmark. Nina assinou contrato com uma editora e logo fará publicação de seu livro físico “A Estranha Mente de Seth”. Mas enquanto isso não acontece, ela decidiu inserir algumas de suas histórias mais intrínsecas para que as pessoas conheçam seu trabalho. Histórias em Retalhos é o seu livro de estreia.

E para as blogueiras de plantão: Nina está aberta a parceria com blogs literários. Se tiver interesse entre em contato com ela através do e-mail ninabprescott@gmail.com.